Passeio em Assis na Itália

Post sobre Assis na Itália, na volta dos posts de viagem!

Em nosso trajeto Florença-Nápoles, paramos além de San Gimignano, em Assis na Itália. A cidade da Úmbria além de ser um local turístico, é de peregrinação, pois são de lá dois importantes santos da Igreja Católica: São Francisco e Santa Clara.

Nós paramos apenas para visitar a Basílica – que pode ser vista de longe ainda na estrada, pois a cidade de Assis na Itália fica nas encostas de um monte. Mas na caminhada entre o estacionamento e o acesso ao templo religioso descobrimos uma cidade encantadora, onde certamente vale à pena se perder por mais tempo!

A basílica e o mosteiro, vistos da planície.

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Sobre a Basílica de São Francisco de Assis na Itália

Considerada um tesouro arquitetônico, a Basílica é composta por duas igrejas sobrepostas, sendo a inferior construída em estilo românico e a superior em estilo gótico. Foi construída em um lugar chamado “colina do inferno” pelo próprio São Francisco, e era onde ele desejava ser enterrado.

Todos os dias a Basília de São Francisco de Assis na Itália recebe milhares de devotos e peregrinos e este lugar sagrado para os católicos começou a ser construído no ano de 1228, após a canonização de São Francisco. Para abrigar o túmulo de São Francisco, uma cripta secreta foi construída, permitindo assim a preservação das relíquias. Esta cripta só foi descoberta no ano de 1818.

Um dos destaques do interior da basílica são os afrescos de Giotto. A entrada é gratuita, mas é preciso passar pelo controle de segurança e não é permitido tirar fotos na parte interna.

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Principais pontos turísticos de Assis na Itália

Templo de Minerva, hoje Igreja de Santa Maria.

Não visitamos nada além da basílica de São Francisco e algumas lojas de souvenir (compramos cervejas franciscanas!), mas segue uma pequena listinha com os principais pontos turísticos da cidade caso queira visitar:

  •  Centro histórico – e suas várias portas do período romano;
  • Templo de Minerva – hoje Igreja de Santa Maria, mas já foi um templo pagão dedicado à deusa Minerva;
  • Basílica de Santa Clara – outra importante santa da Igreja Católica, também de Assis na Itália;
  • Rocca Maggiori – os restos da muralha medieval que protegia a cidade.

As belas ruas de Assis!

Espero poder voltar à Assis e ficar por lá mais tempo do que apenas algumas horas!

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Próximas paradas: Nápoles, Costa Amalfitana, Capri e muito mais!




Pratos típicos da Bélgica

Dicas de o que comer e beber na Bélgica, em uma viagem pelos principais pratos típicos belgas.

Apesar de um país jovem, a Bélgica é um país de cultura, história e gastronomia ricas, que vão muito além da tríade batata-frita, cerveja e chocolate. Este post tem uma lista de sugestões de o que comer e beber em sua visita ao paí, em uma verdadeira viagem pela gastronomia belga.

Não entrarei em detalhes sobre a história de cada prato neste post aqui, pois pretendo falar de cada um deles quando postar a receita ou provar o mesmo em algum lugar específico. As dicas de o que comer e beber (e onde) que já tenho aqui no blog, aparecem em forma de links.

O que comer e na Bélgica – 11 Pratos Típicos

1 – Croquete de Camarão – Croquette aux Crevettes Grises

Bem diferentes dos croquetes portugueses e brasileiros, os croquetes belgas tem interior cremoso e geralmente levam recheio de queijo ou de pequenos camarões cinzas (uma iguaria do país. Onde comer: Mer du Nord em Bruxelas, confira mais infos aqui.

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2 – Sanduíche – Pistolet

Como já comentei anteriormente, o sanduíche é parte importante da alimentação dos belgas: com pouco tempo de almoço, geralmente o almoço é rápido e o jantar em casa é uma refeição completa. Para facilitar, muitos estabelecimentos servem sanduíches e sopas para levar – à emporter. Se você quer conhecer os “recheios” tradicionais, uma boa opção é o Pistolet. Para mais infos, leia este post aqui.

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3 – Batata frita – Frites

Estou devendo um post com dicas de onde comer batata frita aqui em Bruxelas, mas acho que nem preciso entrar em detalhes sobre o que é, né? Só lembrando que é belga a tradição de comer batata frita com molhos, e não holandesa.

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4 – Mexilhões e batata frita – Moules-Frites

Mais uma dica de o que comer que ainda estou devendo informar onde! Mas por hora, podem ficar com as receitas de Mexilhões que já tem aqui no blog, super práticas e saborosas!

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5 – Tartar belga – Filet Americain

Visitei recentemente o restaurante que criou o Filet Americain e em breve, teremos review e receita aqui no blog! É, basicamente, um tartar muito mais “picado” que o tradicional e com temperos diferentes. Amo uma variação dele chamada Martino, que leva molho de mesmo nome e é mais picante.

No A La Mort Subite esse tartar chama-se Cannibale, e é uma boa dica de lugar para quem procura o que comer no centro de Bruxelas. Veja post aqui.

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6 – Carne de Panela – Carbonade Flamande

Um dos pratos típicos belgas que está sempre no topo da lista de o que comer em visita ao país, a Carbonade Flamande é um ensopado de carne que leva cerveja no preparo. Bem saboroso e faz parte do cardápido de praticamente toda brasserie que serve comida tradicional da Bélgica, como o Nuet Niegenough. Descubra mais sobre este lugar aqui.

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7 – Frango com Creme – Vol au Vent

Preciso confessar que minha receita me pareceu muito melhor do que a que provei em restaurante, mas se quiser arriscar fica mais essa dica de o que comer. Este prato consiste em um ensopado de frango com creme de leite e cogumelos, servido dentro de uma cestinha de massa folhada. Para ver a receita, acesse este post aqui.

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8 – Coelho na Cerveja – Lapin à la Kriek

A carne de coelho é muito popular aqui na Bélgica e o preparo com cerejas e cerveja kriek (que leva cerejas!) é uma delícia. Já preparei em casa e aqui está a receita!

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9 – Linguiça com Purê – Stoemp Saucisse

Certamente um os pratos tradicionais belgas mais populares, consiste basicamente em uma linguiça grelhada servida com purê de batatas. O purê de batatas belga chamado de stoemp leva, diferentemente do que conhecemos, legumes. E isso varia conforme o local e a estação. Algumas opções levam também uma fatia de bacon grelhado e ovo frito. Para quem quiser provar, o do Chez Léon tem um dos melhores que provei.

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10 – Joelho de Porco – Jambonneau

Bem similar ao joelho de porco alemão, a versão belga é cozida na cerveja e servida com molho de mostarda. Como acompanhamento, óbvio, batatas fritas (mas você pode pedir outro sempre!). O do Nuet Niegenough é enorme e serve duas pessoas.

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11 – Ensopado de Frango – Waterzooi

Este é um prato que não se encontra em qualquer restaurante e nem sempre é muito saboroso. O Waterzooi é um ensopado de frango com legumes e creme de leite, que na minha receita (que você pode conferir aqui) vai também cerveja! Para degustar aqui na Bélgica, indico o Falstaff aqui no centro de Bruxelas.

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12 – Almôndegas à moda de Liége – Boulettes à la Liégeoise

Descobrimos este prato em uma visita à Dinant, e ele era muito melhor do que a considerada a melhor Boulette à la Liégeoise que provamos em Liége. E aqui você confere a receita já testada e aprovada pelos comensais mais regulares desta casa!

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13 – Biscoito de Especiarias – Speculoos

Speculoos é uma iguaria bem interessante que faz parte do roll de comidas típicas da Bélgica. E nada mais é do que um delicioso biscoito de especiarias, que pode ser encontrado em supermercados e confeitarias.

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14 – Waffle

Uma das iguarias mais fáceis de se encontrar no centro de Bruxelas, tenho uma dica bem importante para quem quer provar Waffle: peça o “sucrée” ou o “nature”. Isso porque esta será sempre a opção mais fresca, quentinha e saborosa!

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15 – Sirop de Liége

Sirop de Liège é uma geleia belga feita de sucos de frutas evaporados. Sucos de maçã e pêra são usados para a produção dessa delícia. Ele é um dos principais ingredientes da receita de almôndegas que abre esse post. Pode ser adquirido com facilidade em supermercados de toda a Bélgica, além de algumas lojas de doces.

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Extras

  • Existem muitas outros pratos típicos belgas, específicas de cada região (assim como algumas que citei acima), que na medida em que puder, compartilharei aqui.
  • Várias reviews de restaurantes para postar para ajudar quem procura o que comer na Bélgica, fiquem ligados!



Passeios na Toscana: San Gimignano

Procurando por dicas de passeios na Toscana? San Gimignano é uma boa opção para descobrir as belezas da região.

Viajamos de Florença para San Gimignano para por pelo menos algumas horas, realizar passeios na Toscana e apreciar as belas paisagens da região. A pequena cidade tem história milenar e é conhecida por suas inúmeras torres. Nós fizemos uma visita de um dia em um bate e volta em que visitamos também Assis (mas isso conto em um próximo post).

São Gimignano é um dos mais populares passeios na Toscana, e para entender porque esta pequena cidade de cerca de 7 mil habitantes atrai tantos turistas, seguem informações sobre sua história e atrações turísticas.

San Gimignano: história da cidade

A fundação de San Gimignano remota aos tempos antigos, por volta do ano de 63 a.C. O primeiro documento histórico que menciona o nome da cidade data de 30 de agosto de 929, quando Ugo di Provenza doou ao Bispo de Volterra o até então chamado Monte da Torre. O nome de San Gimignano provavelmente foi escolhido por conta da lenda de que, durante as invasões bárbaras, o santo apareceu milagrosamente nas muralhas da cidade e salvou seus habitantes de serem dominados.

Parte da antiga muralha da cidade.

Além de uma história complexa e antiga, San Gimignano é feita de lendas e o monto onde se localiza sempre foi conhecido como sendo sagrado. A cidade desenvolveu-se principalmente nos primeiros três séculos do milênio, graças a sua posição geográfica favorável. Na Alta Idade Média, a Via Francigena, primeiro traçada pelos lombardos, tornou-se a rota dos peregrinos que viajavam para Roma, principalmente vindos da França.

Em 1199 a cidade, que havia aumentado consideravelmente, declarou-se uma Comuna Livre. Apesar da intensa disputa política, desenvolveu e prosperou, em particular graças à produção de açafrão, vinho (DOCG Vernaccia) e comércio de lã. Por volta da primeira metade do século 14, a cidade tinha 13.000 habitantes. A praga de 1348 dizimou dois terços da população e, desde então, San Gimignano conheceu um longo período de declínio à sombra de uma Florença dominante.

As Torres de San Gimignano

As torres são o principal motivo que levam pessoas à San Gimignano quando realizam passeios na Toscana. A cidade se ergue no topo de uma colina a 334 metros acima do nível do mar, e é visível a grande distância por conta de suas torres. Hoje, 14 torres permanecem em pé, das 72 torres que existiam no século 14. Nesta época, cada família abastada da construiu uma torre para mostrar seu poder econômico.

 

 

Nos tempos medievais, a torre era o símbolo mais alto do poder, principalmente porque o processo de construção não era simples nem barato. Materiais precisavam ser escavados e transferidos para a cidade, e somente as famílias mais ricas de comerciantes podiam pagar a construção de uma torre como estas.

O modelo de referência para as torres é o chamado modelo Pisa, exportado da famosa cidade marítima da Toscana. De acordo com esse estilo, os edifícios tinham uma ou mais aberturas altas e estreitas nos níveis mais baixos, que cruzam a torre de um lado para o outro.

A partir do final do século 12, as torres foram ladeadas por outros edifícios de menor altura, definidos como palazzi. Elas pararam de ser construídas na primeira metade do século 13. No século 14, a peste negra assolou a cidade e ela entrou em um período de decadência, sendo praticamente abandonada por vários séculos – e provavelmente por isso possui até hoje, características arquitetônicas medievais.

O que fazer em San Gimignano

Todo ano, o centro histórico, registrado no Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO, atrai milhões de turistas de todo o mundo, que passam a admirar a atmosfera medieval intacta preservada por séculos. Entre as atrações turísticas de San Gimignano estão:

  • Apreciar a vista para o vale com elementos que caracterizam a Toscana, como as plantações agrícolas divididas por ciprestes;
  • Caminhar pelo centro histórico da cidade;
  • Visitar a inúmeras igrejas da pequena cidade;
  • Tomar um gelatto (a sorveteria Dondoli já ganhou o prêmio de melhor sorvete do mundo);
  • Subir na Torre Grossa e/ou na Torre Salvucci Maggiore e ver como a vida funcionava nas casas que tinham uma delas (além de ter uma vista panorâmica da cidade);
  • Conhecer mais sobre a história da cidade e da região, visitando alguns de seus museus;
  • Visitar os trechos remanescentes da muralha que cercava San Gimignano;
  • Saborear pratos da gastronomia local.

Os ciprestes que caracterizam a Toscana.

A porchetta, um dos pratos tradicionais da região.

Hotéis em San Gimignano

Se você está procurando hotel em San Gimignano para usar a cidade como base para realizar passeios na Toscana, confira as opções disponíveis através do site Booking.




Turismo em Pisa, na Itália

Turismo em Pisa, muito além da icônica torre.

Viajamos de carro de Florença para Pisa e depois de chegar na cidade, me arrependi de não ter reservado mais tempo para conhecer a mesma. Lembro que na nossa primeira viagem para Itália conhecemos uma pessoa que vivia lá e quando informamos nosso desejo de realizar um passeio em turismo em Pisa, fomos desencorajados. Mesma pessoa afirmou que a cidade não tinha nada além da torre, mas sim belas praias que mereciam ser exploradas.

Neste retorno ao país, achamos que a cidade da Toscana merecia ao menos uma visitinha e nos arrependemos de não ter planejado melhor nosso turismo em Pisa. Todos só falam na Torre, mas descobrimos que a região tem muito mais a oferecer! Confesso que me arrependo de não ter pesquisado mais antes de visitar o lugar, mas só no mesmo sítio histórico da Torre de Pisa, é possível visitar também a catedral, o batistério e o cemitério. Sem falar de outras tantas outras atrações turísticas espalhadas pela cidade de mais de 85 mil habitantes!

Confira a seguir a lista com as principais atrações turísticas de Pisa!

Turismo em Pisa

Entre as principais atrações para turismo em Pisa estão:

  • A Torre de Pisa

Projetada para ser o campanário da Catedral, ganhou notoriedade quando começou a inclinar, ainda durante a sua construção no século 12. Levou 177 anos para ser construída e tem 56 metros de altura.

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  • Basttittero

Prédio em formato oval, construído para a realização da elite de Pisa, no período medieval (a cidade foi, por séculos, um dos principais portos do mundo).

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  • Camposanto

Cemitério monumental belíssimo, que leva esse nome porque teria sido construído com terra da Terra Santa, durante a quarta Cruzada.

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  • A Catedral de Pisa

Um dos principais elementos da Piazza dei Miracoli, onde estão todos os monumentos que citei acima.

  

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Saindo da Piazza dei Miracoli, é possível visitar também: a Piazza dei Cavalieri (onde estão localizados importantes edifícios históricos), a Igreja de São Sebastião, o Palácio dos Cavaleiros, a Torre Medieval da Escuola Normale Superiori (uma das melhores universidades do mundo), a estátua de Cosimo I, a belíssima Igreja de Santa Maria della Spina, entre muitas outras. Apenas listo aqui, para que tenham como referência ao planejar turismo em Pisa.

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Ingresso Torre de Pisa

Esse certamente será a parte mais cara de todo o passeio. O ingresso custa 23 € e é preciso subir 294 degraus para chegar ao topo da Torre de Pisa. A visita é guiada e dura 30 min (no máximo), pois o número de visitantes no local ao mesmo tempo é controlado para evitar aumento da inclinação.

Para comprar tickets online para a torre e outras atrações, acesse aqui e evite filas.

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Hotel em Pisa

Não nos hospedamos em Pisa mas através do Booking existem excelentes opções para quem quer pernoitar na cidade para fazer turismo em Pisa, assim como visitar outras cidades da Toscana. Confira aqui

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Demais posts sobre viagem para Itália, acesse aqui.




Passeio em Cinque Terre

Post sobre nosso passeio em Cinque Terre, com dicas para conhecer este lugar belíssimo.

Como comentei no post sobre a Farmácia de Santa Maria Novella, nos hospedamos em Florença para realizar um passeio em Cinque Terre. E uso o termo passeio por um motivo bem específico: nós não nos hospedamos em nenhuma das cinco vilas, apenas circulamos por elas.

De qualquer forma, acho interessante compartilhar a experiência, pois mesmo sendo um passeio e não uma visita com relato de onde ficar em Cinque Terre, segue um mini-guia para quem está programando viagem para Itália. É um lugar único e cheio de peculiaridades, que gostaria de ter tido um tempo maior para explorar. Fica a deixa para voltar!

Cinque Terre: o que você precisa saber

As “cinco terras” são cinco pequenas belas vilas em uma região acidentada da costa da Ligúria, na Itália. São elas: Monterrosso al Mare, Vernnazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore.

Por serem vilas nas encostas das montanhas, o acesso geralmente se dá ladeira abaixo. Carros visitantes ficam em estacionamentos no topo de cada vila, após percorrer estradas sinuosas entre florestas e plantações. Para descer até a parte mais antiga das cidades é fácil, mas para voltar, é preciso caminhar. Mas a beleza do lugar compensa qualquer esforço!

Os habitantes de Cinque Terre se beneficiam não apenas do mar cristalino, mas também de seu ambiente natural, onde a natureza selvagem é intercalada com vinhedos, olivais e pomares cítricos.

Para organizar um passeio em Cinque Terre e explorar a região, é possível realizar trilhas, apreciando vistas de tirar o fôlego, além de visitar igrejas, castelos, mergulhar e degustar os excelentes vinhos e gastronomia tradicional da região. Apesar de contar com mais de 5 milhas de costa, cada cidade tem uma pequena enseada, com poucas praias onde é possível se banhar.

Segue uma pequena descrição de cada uma das Cinque Terre!

  • Monterrosso al Mare

Esta é uma antiga vila localizada no topo da colina, oferecendo incríveis panoramas para todos que a visitam. As principais atrações turísticas são o Castelo Velho, a Igreja de São João Batista e o Convento dos Capuchinhos. A cidade moderna fica no sopé da Fenigia Hill, e possui algumas praias e áreas naturais. Entre as atrações dessa parte da cidade, está a Estátua de Netuno.

  • Vernnazza

Vernazza possui um pequeno porto pitoresco, prova de suas antigas tradições marítimas.  A cidade velha ainda tem estruturas defensivas, além de arquitetura elegante que conta com portais decorativos e colunatas elaboradas. Entre as principais atrações turísticas de Vernazza estão a Casa Paroquial de Santa Maria de Antioquia, o Castelo Doria e o Santuário da Virgem de Reggio.

  • Corniglia

Corniglia está localizada no topo de uma das montanhas da costa, e onde são produzidos excelentes vinhos, como o Cinque Terre DOC, o Pollenza e o conhecido Sciacchetrà. A chamada Praia de Givano, famosa praia de nudistas da região, fica na parte baixa da vila.

  • Manarola

Manarola está posicionada no topo de um penhasco que parece cair no mar. É um excelente exemplo de como um ambiente hostil pode – com atenção para a preservação da natureza – ser transformado em uma região com boa produção agrícola. Aqui estão mais evidentes os terraços onde são plantadas as vinhas e os pomares. Aqui, além de desfrutar de paisagens inspiradoras do promontório de Punta Bonfiglio, também é possível visitar o Santuário de Nostra Signora della Salute di Volastra.

  • Riomaggiore

Riomaggiore é a cidade mais conhecida das cinco vilas, bem como a mais próxima de La Spezia (considerada porta de entrada para a região e a principal base para quem planeja passeio em Cinque Terre). A vila também é o início da famosa rota de trekking da zona, escavada na rocha no início do século 20, e leva a Manarola, onde é possível percorrer a famosa Via dell’Amore. Outro caminho imperdível é o Sentiero Azzurro (Trilha Azul), quem atravessa o Parque Nacional de Cinque Terre.

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Quando programar seu passeio em Cinque Terre

Os meses de primavera e verão na Europa são a melhor época para visitar as Cinque Terre. Estivemos lá em maio e as temperaturas eram bem outonais (na faixa dos 20 graus) e pegamos um pouco de chuva. É bom levar em consideração que julho e agosto são meses de alta temporada e, além de ter muito mais turistas, os preços sobem.

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Como visitar Cinque Terre e circular pelas vilas

A região possui uma facilidade para quem está programando passeio em Cinque Terre: o Cinque Terre Card. O cartão oferece uso ilimitado para usar os trens que circulam pelas cinco vilas, com comodidades como banheiros e wi-fi. O bilhete de 1 dia custa € 16 e de 2 dias custa € 29 (preços para pessoas de 12 a 69 anos) e pode ser adquirido em uma das estações de trem de cada uma delas.

É preciso validar o cartão sempre antes de realizar o embarque. Nós fizemos o passeio de bate-volta, saindo de carro de Florença. Mas é necessário deixar em estacionamentos públicos (pagos), só moradores podem circular de carro pelas vilas.

O trem que liga as Cinque Terre!

Também existem diversas cidades nas proximidades podem ser usadas como base para quem quer percorrer a Itália de trem (recomendadíssimo) e rumar até La Spezia. De é possível pegar o trem regional que leva para as vilas. Se você quiser ficar em uma das vilas, recomendo ficar em Monterosso al Mare que é a mais plana das 5. Nas outras, carregar malas pode ser bem complicado.

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Dica de onde comer e beber em passeio em Cinque Terre

No nosso passeio de um dia não fomos muito além de um almoço e paradas para lanches e bebidas, mas seguem as dicas de onde paramos.

  • Caffè Matteo, em Vernazza – para provar a recomendadíssima (descobrimos no Lonely Planet!) lasanha de molho pesto, que é tradicional da Ligúria. Endereço: Via Fieschi, 157 – 19018 – Vernazza – Itália

  • Bar e Vini a Piè de Mà, em Riomaggiore – paramos para uma bebida e apreciar a vista, mas eles tem um cardápio delicioso! Endereço: Via dell’ Amore, 55 – 19017 – Riomaggiore – Itália

  • Nessun Dorma, em Manarola – segunda parada para bebidas e petiscos. Endereço: Localita Punta Bonfiglio – 19017 – Manarola – Itália

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Site oficial de turismo da região, com lista completa de hotéis, restaurantes, atrações turísticas e monumentos: http://www.lecinqueterre.org/por/




Você já ouviu falar de Dubrovnik? Saiba mais sobre a principal locação do Game of Thrones

Segundo um artigo da BBC Brasil, os turistas viraram uma ameaça a cidade na qual é filmada uma das mais bem-sucedidas séries de televisão de todos os tempos, Game of Thrones. A cidade se chama Dubrovnik, na Croácia, sendo conhecida mundialmente como a fictícia capital dos Sete Reinos. A Unesco, instituição global que cuida dos patrimônios da humanidade, após uma inspeção, detectou que a cidade vinha sendo deteriorada pela vinda de muitos turistas, principalmente de cruzeiros marítimos. A cidade é perfeita para as gravações já que tem igrejas, monastérios, palácios e fontes de estilos gótico, resnascentista e barroco, tudo cercado por uma imensa muralha medieval.

IMAGE SOURCE: oquefazeremsuaviagem.com

Como é a vida turística em Dubrovnik

A cidade de Dubrovnik tem em torno 42 mil habitantes podendo receber até mesmo 25 mil turistas hospedados durante a alta temporada. Em seu centro histórico, o qual concentra grande parte dos locais de gravação, atualmente só é permitida a entrada de 8 mil pessoas, com câmeras que controlam tanto a entrada como a saída das mesmas. Esta foi a solução encontrada para garantir que não haja um fluxo maior do que o centro possa suportar. O prefeito da cidade, Mato Franković, diz que quer qualidade ao invés de quantidade, querendo diminuir esse número pela metade.

A beleza da cidade de Dubrovnik é incomparável, daí o seu grande diferencial. Mas o prefeito afirma: “Estamos no nosso limite. Ninguém se sente confortável de andar em uma multidão.” Ao mesmo tempo, a cidade tem uma economia que depende mais de 70% do turismo, por isso as restrições devem ser feitas, mas com cuidados para não afetar o orçamento da cidade.

IMAGE SOURCE: www.harpersbazaar.com

Tudo o que você pode encontrar sobre o Game of Thrones

Em Dubrovnik, você pode encontrar lojas inteiras somente com produtos da série Game of Thrones. Para os fãs que tem a oportunidade de visitá-la, prepare o bolso! Mas, se você não tem planos de ir conhecer a Croácia, tem um mundo de lojas onlines oferecendo produtos da série. A revista Haper Bazaar tem uma lista completa de tudo o que você pode encontrar sobre Game of Thrones.

Além dos livros que deram origem a série, dá para comprar vários items de decoração, tais como: quadros, tapetes, almofadas, canecas, copos, estátuas, miniaturas, mapas, lâmpadas. Tem até mesmo jogos físicos e digitais inspirados na séries, entre eles: o jogo de tabuleiro Monopólio Game of Thrones , slots no Betway Cassino inspirados na série e até um jogo para dispositivos movéis, chamado Conquest e outros de cartas, ou seja, para todos os gostos. Recentemente, foi criada uma linha de vinhos inspiradas na série também. Além disso, também tem uma linha de móveis para quem quer viver como os personagens da série.

IMAGE SOURCE: www.hbo.com

O que esperar do final do Game of Thrones

Infelizmente, a série de televisão Game of Thrones não vai durar para sempre e no ano que vem, 2019, será o seu encerramento com a tão aguardada oitava temporada, mas a HBO já está preparando um spin-off que promete deixar os fãs bem entretidos e felizes. A nova série será filmada na cidade de Belfast, Irlanda do Norte, com data de gravação prevista para outubro deste ano. A história vai se basear na obra do mesmo autor chamada The Long Night, a qual se passa milhares de anos antes, dessa maneira, os fãs não podem esperar o retorno dos mesmos personagens. Os fãs da série já tentaram pensar em todas as possibilidades, até mesmo com a morte de todos os personagens, e a união dos 7 reinos ou o total separamento deles. A série também está liderando em prêmios no Emmy Awards 2018, tendo várias indicações, as quais você pode ver aqui.

Se tudo isso te deixou com vontade de viajar para a cidade de Dubrovnik se inspire nos meus posts sobre planejamento de viagens na Europa e dicas e se organize para ir para lá. Antes disso, assista a série e curta o melhor que ela pode te dar. Não deixe também de aprender mais sobre mim, comentar sobre suas experiências de viagens para Croácia e compartilhar este artigo em suas redes sociais.




Em Florença, visite a Farmácia de Santa Maria Novella

Dica de Florença, para quem quer ir além da Ponte Vecchio e o Davi de Michelangelo.

Preciso sinalizar que nossa visita em Florença, durante a última viagem à Itália, foi muito mais para visitar Cinque Terre do que as atrações da cidade em si. Longe de mim querer desfazer dessa que é uma das cidades europeias mais ricas em cultura e história onde já estive, mas como já comentei anteriormente, gosto de deixar coisas a fazer para trás para ter sempre uma desculpa para voltar.

Mas é claro que estando lá visitamos o Duomo de Florença, a Ponte Vecchio, a Piazza della Signoria, a Piazzale Michelangelo, entre outros pontos turísticos importantes da cidade. Ocorre que sou dessas que gosta de postar informações diferentes, para não cair na mesmice e dar dicas de viagem que possam acrescentar para quem está programando a sua, ao invés de apenas repetir.

E por isso decidi que sobre Florença – essa cidade tão explorada turisticamente falando – vou escrever apenas sobre dicas de onde comer e beber cerveja artesanal e sobre este lugar encantador que é a Farmácia de Santa Maria Novella. Espero que perdoem a ousadia e lembrem sempre que a caixa de comentários do blog é aberta para quem quiser fazer perguntas.

A Officina Profumo – Farmaceutica di Santa Maria Novella

Realmente não entendo como este lugar lindo não está no topo das atrações turísticas da cidade de Florença, mas espero te convencer a visitar a mesma como este post!

Hall de entrada da Farmácia.

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O que é

Uma farmácia com mais de quatro séculos de história, que utiliza técnicas seculares de manuseio de plantas e ervas, para uso medicinal, perfumaria, herboristeria (para produção de chás), produtos para cuidados de animais de estimação, chocolate, velas, aromatização de ambientes e mais. Parte de suas instalações atuais eram até o século 17, uma capela de um mosteiro.

Chá de amêndoa amarga que comprei na Farmácia de Santa Maria Novella.

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História

A história da Farmácia de Santa Maria Novella começou no século 13, com a chegada dos frades dominicanos em Florença. Junto da Igreja de Santa Maria delle Vigne eles começaram as atividades da oficina farmacêutica, cultivando plantas e ervas medicinais, para a produção de medicamentos destinados a enfermaria do convento.

Em 1381 criaram a sua famosa água de rosas, usada na época como desinfetante para os frequentes surtos de peste. Em 1533 eles criaram sob encomenda um perfume para a rainha da França, Caterina dè Medici (da nobre família de Florença), com base em essência de bergamota, chamada Acqua della Regina.

Em 1590 o laboratório foi ampliado, ganhando maior autonomia em relação ao convento. Em 1612 a oficina farmacêutica abriu oficialmente para o público em geral, passando a ser uma atividade comercial dos monges. Ao longo dos séculos de trabalho, produtos importantes para a evolução da indústria farmacêutica e cosmética foram desenvolvidos pela Farmácia de Santa Maria Novella, assim como novos ambientes foram anexados para bem atender ao público crescente – é o caso da transformação da Capela de São Nicolau (que também pertencia ao mosteiro) em uma sala de vendas.

Todas estas transformações podem ser apreciadas – assim como o trabalho que é desenvolvido até hoje na farmácia – com a visita a este local histórico.

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O que fazer

Além de explorar a beleza do local com olhos de turista, você pode fazer compras, observar os profissionais trabalhando no manuseio de ervas e plantas ara o uso da farmácia e degustar um bolo, chá ou digestivo na deliciosa Sala de Chá do lugar.

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Como é

Uma atividade turística diferente, que proporciona além de momentos agradáveis, um período de relax entre museus e outros pontos históricos. Isso porque, ao contrário das demais atrações de Florença, não é lotado de turistas e você não sofre com filas.

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Onde é

Endereço: Via della Scala, 16 – 50123 – Florença – Itália

Site: http://www.smnovella.com/

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Para ver mais posts com dicas da Itália, acesse aqui!




19 Atrações turísticas gratuitas em Bruxelas

Confira lista de atrações turísticas de Bruxelas que você pode visitar sem pagar nada.

Pode não ser a cidade mais barata da Europa, mas um dos motivos para colocar a capital da Bélgica no seu roteiro de viagem é o fato de que tem muitas atrações turísticas gratuitas. Esta lista de o que fazer em Bruxelas é um estímulo para que venha conhecer!

E são muitas coisas para fazer sem gastar por aqui! Desde a lista de mais de 150 museus que pelo menos o primeiro domingo de cada mês permitem acesso gratuito (confira a lista completa de Museus Grátis em Bruxelas neste post aqui), até as principais atrações turísticas da cidade, podem ser visitados gratuitamente.

Muitos eventos importantes de Bruxelas também tem acesso grátis, como o Tapete de Flores na Grand Place (de 16 a 19 de agosto de 2018), a visita ao Palácio Real, o Festival de Fogos de Artifício em Laken (conferir datas no link), entre tantos outros eventos. Este post é um guia simples, para quem quer visitar Bruxelas sem precisar gastar além do transporte e da disposição para caminhar – isso porque as principais atrações turísticas da capital da Bélgica não precisam, necessariamente, pagar para ver. Apreciem e repliquem sem moderação!

Atrações turísticas gratuitas em Bruxelas

1 – Palácio Real de Bruxelas

O Palácio Real de Bruxelas só pode ser visitado em seu interior em um período específico do ano (em 2018, de 21/07 a 02/09). Mas toda sua imponência pode ser vista do lado de fora.

Endereço: Rue Brederode, 16 – 1000 – Bruxelas

Site: https://www.monarchie.be/nl/paleis-patrimonium/koninklijk-paleis

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2 – Mont des Arts

Um dos melhores pontos para observar Bruxelas do alto é a escadaria do Mont des Arts (a parte elevada tem este nome por contar com diversos museus ao redor do complexo de jardins, estátuas e fontes). É um bom lugar para descansar, ouvir música de artistas de rua, comer um waffle ou tomar um sorvete enquanto aprecia a paisagem.

Endereço: Rue Royale, 2-4 – 1000 – Bruxelas

Site: http://www.montdesarts.com/

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3 – Grand Place

No topo da lista das atrações turísticas de Bruxelas, a Grand Place pode ser visitada gratuitamente. Palco de grandes eventos, o principal patrimônio histórico da cidade é uma praça (vazia, para apreciação de todos) cercada por construções seculares (as casas das associações de profissionais), o Hôtel de Ville a Maison du Roi (hoje o museu que guarda a história da cidade) – essa sim uma atração paga.

Dedique pelo menos uma hora de seu tour pela cidade apreciando a beleza e os detalhes dos prédios da Grand Place de Bruxelas.

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4 – Atomium

Construído para a Expo de 1958, o Atomium é considerado a Torre Eiffel da Bélgica – dado o motivo pelo qual foi construído e por ser amado por uns, e odiado por outros. A visita ao seu interior é possível e também é paga, mas o listo como uma das atrações turísticas gratuitas de Bruxelas pelo fato de que (por motivos óbvios), não tem como vê-lo se está dentro dele.

Endereço: Square de l’Atomium – 1020 – Bruxelas

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5 – Torre Japonesa e Museu do Extremo Oriente

Ambos os prédios foram construídos dentro dos domínios do Palácio Real de Laeken (residência oficial da família real da Bélgica e que em breve, pode se tornar um parque público), a pedido do rei Leopoldo II, entre os anos de 1901 e 1910. A torre faz parte dos domínios do palácio e não pode ser visitada; o Pavilhão que abrigava o Museu do Extremo Oriente está fechado, por apresentar problemas estruturais que não garantem a segurança para a visita. Mas ambos podem ser apreciados do lado externo.

Endereço: Avenue Van Praet – 1020 – Laeken – Bruxelas

Site: http://www.kmkg-mrah.be/fr/bienvenue-aux-mus%C3%A9es-dextr%C3%AAme-orient

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6 – Catedral São Miguel e Santa Gudula

A catedral de Bruxelas, construída em estilo gótico, fica no centro da cidade e pode ser visitada gratuitamente. Algumas das celebrações religiosas belgas mais importantes são realizadas no local, como a visita do Papa João Paulo II, a bênção dos barris para o Belgian Beer Weekend e alguns dos casamentos da família real.

Endereço: Place Sainte-Gudule – 1000 – Bruxelas

Site: http://www.cathedralisbruxellensis.be/en

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7 – Square du Petit Sablon

O pequeno jardim público em estilo neorenascentista passou por intensa restauração e hoje é mais uma das atrações turísticas da região do Sablon, no centro de Bruxelas. Seu destaque são as 48 estátuas das profissões e a ornamentação de plantas e flores, planejadas para simbolizar as 9 províncias da Bélgica, entre outros símbolos do país.

Endereço: Rue de la Régence – 1000 – Bruxelas

Site: https://environnement.brussels/fiche/square-du-petit-sablon

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8 – Igreja Notre Dame du Sablon

Igreja de estilo gótico e barroco, em frente a Square du Petit Sablon. 

Endereço: Rue des Sablons – 1000 – Bruxelas

Site: http://www.upbxlcentre.be/eglises/notre-dame-du-sablon/

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9 – Basílica do Sagrado Coração

A Basílica de Koekelberg – Basílica do Sagrado Coração de Bruxelas ocupa o quinto lugar entre as maiores igrejas do mundo, depois da Basílica de Notre-Dame de la Paix em Yamoussokro na Costa do Marfim, São Pedro em Roma, São Paulo em Londres e Santa Maria Dei Fiori em Florença. A visita ao topo é paga, mas o acesso a Basílica é gratuito.

Endereço: 1083 – Bruxelas

Site: http://www.basilicakoekelberg.be

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10 – Botanique

Hoje um complexo cultural para receber eventos e shows, o Botanique já foi o Jardim Botânico de Bruxelas. Seu belíssimo complexo de jardins e fontes é opção agradável para quem quer relaxar bem no centro da cidade.

Endereço: Rue Royale, 236 – 1210 – Saint-Josse-ten-Noode – Bruxelas

Site: http://botanique.be/

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11 – Parlamentarium

O Parlamentarium é o Centro de Visitantes do Parlamento Europeu. Oferece uma experiência multimédia para quem quer saber mais sobre como a União Europeia afeta na vida das pessoas que vivem nos países do bloco, além de organizar outras exposições temporárias.

Endereço: Rue Wiertz, 60 – 1047 – Ixelles – Bruxelas

Site: http://www.europarl.europa.eu/visiting/pt/brussels/parlamentarium

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12 – Parque do Cinquentenário

O parque público cujo símbolo é o Arco do Triunfo de fundação da Bélgica como país, reúne em seu complexo de prédios em formato de U alguns dos mais importantes museus da cidade, como o Museu Real do Exército e História Militar, o Autoworld e o Museu de Arte e História. É um dos parques mais bonitos da cidade e a visita é recomendadíssima.

Site: https://visit.brussels/fr/place/Parc-du-Cinquantenaire

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13 – Manneken Pis

Foto distante para mostrar o tamanho real do Manneken Pis.

A pequena fonte em bronze de um menino fazendo xixi é o símbolo informal de Bruxelas. Como costumo dizer, é um reflexo do humor dos belgas. Tanto que já tem uma menina que faz xixi, um cachorro…Em breve pretendo fazer um post com um roteiro para quem quer ver as estátuas mais icônicas da cidade. Visita é muitas vezes decepcionante (pois o menino é pequeno mesmo!), mas ao menos, é grátis.

Endereço: Rue des Grands Carmes, 31-33 – 1000 – Bruxelas

Site: https://www.brussels.be/manneken-pis

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14 – Galeries Royales Saint-Hubert

Construída a partir do ano de 1837 a partir de projeto arquitetônico de Jean-Pierre Cluysenaar. A proposta era a construção de uma rua com estabelecimentos comerciais com telhado, para abrigar os clientes do mau tempo. É considerada uma das primeiras versões do shopping center, pois além de lojas, tem bares, casa de espetáculo e restaurantes.

Endereço: Galerie du Roi, 5 – 1000 – Bruxelas

Site: http://www.grsh.be/

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15 – Museu do Banco Nacional da Bélgica

Um dos museus mais bem localizados de Bruxelas, com acesso grátis e possibilidade de tour guiado para grupos de até 10 pessoas.

Endereço: Rue de la Montagne aux Herbes Potagères, 57 – 1000 – Bruxelas

Site: https://www.nbbmuseum.be/en/

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16 – Porte de Hal

Bruxelas, assim como a grande maioria das cidades da Europa no período medieval, era cercada por uma grande muralha. A Porte de Hal é uma das portas de entrada restantes da segunda muralha construída para proteger a cidade, no século 14. A visita ao museu é paga, mas o acesso aos jardins e pequeno parque envolta dela é gratuito.

Endereço: Boulevard du Midi, 150 – 1060 – Sint-Gillis – Bruxelas

Site: http://www.kmkg-mrah.be/fr/informations-pratiques-1

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17 – Praça e Igreja de Santa Catarina

Uma das regiões mais charmosas do centro de Bruxelas, a Igreja de Sainte-Catherine é cercada de bons restaurantes, algumas muralhas históricas (aos fundos, é possível ver a Tour Noir, parte da primeira muralha que protegia Bruxelas), dois lagos artificiais e o melhor lugar para quem gosta de petiscar peixes e frutos do mar muito frescos e preparados na hora (conheça o Mer du Nord neste post aqui).

Endereço:  Place Sainte-Catherine – 50 – 1000 – Bruxelas

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18 – Le Vaux-Hall

O jardim e espaço para apresentações musicais lotado nos fundos do Théâtre Royal du Parc é uma das mais recentes (por conta de sua restauração) atrações turísticas de Bruxelas, disponibilizada para o público de forma gratuita. Clique no link acima para conferir sua história e atrações para este verão.

Endereço: Parc Royal de Bruxelles – Rue de la Loi, 1 – 1000 – Centro – Bruxelas

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19 – Palácio de Justiça

Por último, mas não menos importante, o lindo “elefante branco” de Bruxelas: o Palácio de Justiça. A construção de proporções nababescas é repleta de mármore em seu interior, mas os andaimes na parte externa (que estão lá há tanto tempo que já precisam de reforma!) impedem que se tenha uma dimensão real deste que é o maior palácio de justiça do mundo. Funciona normalmente como Palácio de Justiça e pode ser visitado na parte das escadarias quanto as salas de julgamento.

Endereço: Place Poelaert, 1 – 1000 – Bruxelas

Site: https://www.visitonsbruxelles.com/palais-justice

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Mais detalhes sobre determinados pontos turísticos de Bruxelas informarei em posts individuais. Comente abaixo quais despertam mais o seu interesse!




Villa Adriana em Tivoli

Villa Adriana, dica de atração turística histórica para visitar na Itália, a partir de Roma.

Seguindo nossa viagem pela Itália, a caminho de Florença, fizemos uma pausa em Tivoli para visitar a Villa Adriana. Uma grata surpresa entre tantas atrações históricas espalhadas pelo interior do país, que você pode visitar com facilidade a partir de Roma. Conheça um pouco da sua história, arquitetura e confira informações práticas para planejar sua visita.

História da Villa Adriana

Villa Adriana em Tivoli é o retrato da grandeza do Império Romano. É um dos sítios arqueológicos mais bem guardados e visitados da Itália. Está listado como Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999.

Construída pelo Imperador Romano Adriano, no pé das Colinas Tiburtinas, entre 118 e 138 d.C., o vasto complexo residencial se estendia originalmente por uma área de cerca de 120 hectares, e tinha muitas características de uma antiga cidade romana. O local incluía além de edifícios, banhos (termas), templos, teatros, jardins, fontes, entre outros.

Maquete da Villa Adriana.

A vila foi projetada em dois níveis: o nível superior, que era reservado para o uso oficial do imperador, enquanto a parte inferior era movimentada e habitada pelos escravos. Combinava elementos arquitetônicos do Egito, da Grécia e romanos, formando em seu conjunto aquilo que o Imperador Adriano considerava “a cidade ideal”. O fato de não viver no Palatino e sim fora de Roma é associado com suas péssimas relações com o senado.

Arquitetura da Villa Adriana

A arquitetura da Villa possui uma combinação de elementos estruturais e artísticos de influência grega, egípcia e e romana. O estudo dos seus monumentos foi importantíssimo para o redescobrimento dos elementos arquitetônicos clássicos nos períodos da Renascença e Barroco.

É, portanto, um sítio arqueológico importante para ser visitado por quem aprecia não somente história, como também arquitetura.

A Villa Adriana atualmente

Hoje, da antiga pompa que compunha a Villa, ainda restam apenas 40 hectares do complexo que podem ser visitados como qualquer sítio arqueológico da Itália. Felizmente ainda é possível ver a magnificência e importância daquela que foi a casa do Imperador, que encomendou a sua construção de forma que representasse as muitas províncias do império que ele próprio visitara.

As cariátides!

Um exemplo é o canopo ladeado por colunas de Cariátides, em uma homenagem à uma antiga cidade Egípcia que levava o mesmo nome. Elas ainda restam imponentes, Em nossa visita, o Teatro Marítimo, a Biblioteca Grega e a Biblioteca Latina estavam passando por intensos restauros. Mas ainda há muito para ser apreciado da casa onde viveu o imperador apaixonado por arquitetura.

Infos práticas sobre a Villa Adriana

  • sítio arqueológico é grande, indico reservar ao menos 3 horas de visita para conhecer o local.
  • nós visitamos de carro (+ ou – 1h de viagem), mas 3 linhas fazem o trajeto que liga o centro de Tivoli à Villa Adriana. De Roma, é possível pegar trem (tempo de viagem também é de + ou – 1h).
  • dentro da villa não tem infraestrutura de banheiros e lancheria. Abasteça-se com água antes de entrar e use os banheiros do parque no caminho entre o estacionamento/entrada até o sítio arqueológico.

Endereço: Largo Marguerite Yourcenar, 1 – 00019 – Tivoli – Itália

Ingresso: 8 €

Estacionamento: 3 €

Site oficial (com horários): http://www.visittivoli.eu/le-ville/villa-adriana&lang=EN

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Para ver também em Tivoli: nós não visitamos, mas a cidade italiana também




Roma: 7 dicas de onde comer e beber

Opções de restaurantes e bares com cerveja artesanal para quem está programando visitar Roma.

A Itália é uma perdição para os aficcionados pela boa gastronomia e Roma não poderia ser diferente. Gosto de pensar que não é preciso escolher muito onde comer, pois a comida é sempre boa. Claro que não podemos generalizar, mas de minha parte sempre tive boas experiências. E olha que já precisei almoçar no McDonald’s no domingo de Páscoa, pois nada na cidade estava aberto (fica aí minha primeira dica: nada abre em dias santos) e adorei.

Mas, para aqueles que curtem referências mais específicas, segue a lista de restaurantes onde comi na nossa viagem mais recente para Roma. E para os que apreciam uma boa cerveja artesanal, considerando que o cenário de craft beers tem crescido muito por lá também, ficam as dicas de bares que visitamos.

Em tempo: segundo o TripAdvisor, Roma é uma das 10 melhores cidades do mundo para quem procura por boas experiências gastronômicas quando programa uma viagem. Para saber quais são as outras, leia reportagem completa aqui.

7 Dicas de Onde Comer e Beber em Roma

1 – Baguetteria del Fico

Para provar sanduíches e petiscos de excelente qualidade, acompanhado por excelentes cervejas artesanais italianas. No centro histórico de Roma, a poucos passos da Fontana di Trevi. Entre as especialidades, prosciuttino de ganso, bacon de pato, salame de veado, linguiça de cervo e salame de javali. Além dos sanduíches, a baguetteria serve deliciosas tábuas de frios.

Endereço: Via della Fossa, 12 – 00186 – Roma – Itália

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2 – Ristorante Dodo

Este foi um dos restaurantes que provamos, sem indicação alguma. Ficava próximo ao apartamento que alugamos e gostamos muito da comida. Provamos pratos tradicionais como spaguetti a la carbonara, tiramisumenu do dia…Infelizmente não guardei a nota fiscal ara ter referência de preço, mas lembro que o menu do dia (salada, prato principal, sobremesa e café) custou 15 €. Os pratos de massas e risotto variavam entre 10 e 15 €.

Endereço: Via dei Serpenti, 87 – 00184 – Roma – Itália

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3 – Bonci Pizzarium

 

Esta foi uma dica de um amigo: a pizzaria vende em pedaços e não tem propriamente um espaço para sentar e comer uma bela pizza. Para comer em pé ou nas poucas mesas da rua. Também pode pedir para levar e fica em um bairro um pouco afastado do centro. Mas realmente vale a pena, pois são deliciosas!

Não consigo informar sobre preços, mas gastamos 19 € em pedaços de pizza – mas creio que varia muito da fome e quantidade de comida para cada um.

Endereço: Via della Meloria, 43 – 00136 – Roma – Itália

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4 – Bir&Fud

O local é uma excelente opção para quem busca cerveja artesanal e boa comida italiana (além de pizzas excelentes). Recomendo degustar alguns petiscos aqui e continuar a busca por craft beers italianas no bar da frente, que é o próximo na nossa lista.

Endereço: Via Benedetta, 23 – 00153 – Roma – Itália

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5 – Ma che siete venuti a fa’

Este bar foi a dica de um amigo nosso de Roma que tem um restaurante italiano aqui em Bruxelas, especializado em cervejas italianas e belgas, o La Tana. Neste lugar servem-se apenas cervejas, o espaço é pequeno e se o clima é bom, todo mundo fica bebendo na rua mesmo. Com uma boa carta de cervejas e várias opções on tap.

Endereço: 25, Via Benedetta, 25 – 00153 – Roma – Itália

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6 – Ristorante Babbo’s

Outro restaurante que descobrimos por acaso, bem próximo de nosso segundo hotel na capital italiana. Este Caccio e Pepe, que não parece ter nada de mais, foi uma verdadeira revelação! Essa massa apesar de simples é muito difícil de ser preparada, e me encantei com o fato de que escolhemos o restaurante sem indicação. Uma das provas de que para não comer bem na Itália, é preciso se esforçar muito. Comemos outras massas, carnes e pizzas e as massas foram todas por menos de 10 €.

Endereço: Via Volturno, 13 – 00185 – Roma – Itália

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7 – Il Nolano Bottiglieria

Por fim, dica de um lugar que paramos apenas para tomar cerveja e café, enquanto apreciávamos o movimento da feira da Piazza Campo de’ Fiori. Como fica na parte central da cidade, é a dica para quem procura por uma pausa entre um ponto turístico e outro.

Endereço: Piazza Campo de’ Fiori – 00186 – Roma – Itália

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Bônus: sorvete, já que os italianos tem os melhores! A mais recomendada da cidade é a Gelateria del Teatro, na Via dei Coronari, 65/66 – 00186 – Roma.

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Para ver os outros posts com dicas da Itália e Vaticano, acesse aqui.




Verão em Bruxelas: Vaux-Hall Summer 2018

Bruxelas tem diversas atividades diferenciadas no período do verão e a programação cultural do Vaux-Hall é uma delas. Saiba mais!

Bruxelas pode não ser uma cidade muito atraente para quem curte verão na Europa, mas este é um dos períodos que recebe maior quantidade de turistas por conta de sua intensa programação. Geralmente são as mesmas atividades que já comentei aqui no blog (que acontecem todos os anos, na mesma época): praia urbana, visita ao palácio real, visita as estufas reais, tapete de flores…Informações atualizadas para todos estes eventos você pode conferir no site oficial de turismo da cidade.

Mas, desde o ano passado, temos uma novidade em Bruxelas: o verão cultural do Vaux-Hall. O belíssimo e histórico monumento recebe, nos finais de semana entre 02 de junho e 19 de agosto de 2018, apresentações musicais, restaurante, ateliers criativos para crianças, projeções de filmes, festival de games, brunch, entre outros. A programação de cada final de semana é divulgada com alguns dias de antecedência, então é preciso visitar a página do evento constantemente.

Para conferir a programação (com horários) para este verão na página do evento no Facebook.

Serviço

Vaux-Hall Summer 2018

Ingresso: livre

Endereço: Parc Royal de Bruxelles – Rue de la Loi, 1 – Centre – Bruxelles

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O Vaux-Hall em Bruxelas

O Vaux-Hall é uma antiga casa de espetáculos, construída nos fundos do Théâtre Royal du Parc – famoso teatro da cidade, localizado no parque em frente ao Palácio Real de Bruxelas. Foi inaugurado em 1781 como um espaço anexo ao teatro, que funcionava como bar a céu aberto, palco para atrações musicais e também, sala de jogos.

A magnífica construção em ferro foi completamente reconstruída em 1913, para logo depois cair em desuso. Nos anos 50 foi interditado e fechado por questões de segurança. Passou por intensas reformas entre os anos de 2009 e 2016, quando voltou a ser utilizado, para hoje abrigar as atividades de verão em Bruxelas.

O espaço é composto por uma galeria coberta em treliça em formato de U e um pavilhão para shows no estilo Luís XVI. O trabalho meticuloso de restauração das treliças, feitas de ferro e madeira, foi realizado por uma empresa francesa especialista neste tipo de trabalho.

Confira a beleza do lugar em fotos exclusivas do blog!




Visita ao Vaticano

Infos e dicas para quem está planejando visita ao Vaticano!

O Vaticano é o menor país do mundo e está localizado em uma parte murada do centro de Roma, na Itália. Ocupa um espaço de apenas 44 hectares e tem uma população de pouco mais de 800 pessoas. É a sede oficial da Igreja Católica Romana e um dos mais importantes destinos turísticos do mundo. Difícil encontrar viajantes que circulam pela Europa e que não tenham feito ao menos uma vez na vida, visita ao Vaticano.

Além da Basílica, o lugar concentra museus e importantes obras de arte, que atraem diariamente milhares de turistas. E para quem está programando visita ao Vaticano, seguem as dicas de tudo que pode ser visto neste pequeno país.

Para comprar tickets sem precisar esperar na fila para visitar as atrações pagas do Vaticano, acesse o site oficial.

O que ver e fazer em visita ao Vaticano

  • A Praça de São Pedro

Uma das praças mais imponentes do mundo, por conta de seu formato circular estruturado por colunas em estilo dórico, é um dos principais pontos de peregrinação e visitantes católicos. Mesmo que você seja de outra religião, é interessante fazer essa visita no Vaticano. Dela é possível ter a vista da Cúpula da Basílica de São Pedro e dos palácios episcopais.

Sua configuração é a mesma desde o século 17, quando passou por sua última reforma a mando do Papa Alexandre VII. O objetivo de sua construção era permitir que o maior número de pessoas possível pudesse receber a bênção do Papa ao mesmo tempo. O Obelisco de 25 metros localizado na parte central é do ano 30 a.C. e pertencia a Alexandria. Foi levado para Roma pelo Imperador Calígula no ano de 37.

Para visitar e dicas: escolha o começo da manhã ou a noite se não pretende assistir a missa, pois além de mais vazio, o lugar proporciona imagens incríveis! O acesso a parte externa é grátis.

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  • A Basílica de São Pedro

Um das maiores igrejas do mundo, a Basílica de São Pedro é uma reconstrução e ampliação da antiga Basílica de Constantino (que já existia no local desde o ano de 326 d.C.) feita no século 15.

A fachada da Basílica tem 45 metros de altura e a obra do arquiteto Maderno alterou a concepção original de Miquelangelo, onde a cúpula que também fora projetada por ele, se destacava. Esta reformulação do projeto implicou na ampliação da estrutura e a inserção de colunas incrustadas nas meia luas laterais. Está coroada por enormes estátuas de Jesus Cristo, João Batista e os Apóstolos.

Seu interior tem capacidade para abrigar 60 mil pessoas em seu mais de 15 mil metros quadrados, divididos em três naves. Preserva em seu interior mosaicos de mármore da Basílica que existia ali anteriormente, assim como a famosa Pietá de Michelangelo.

Para visitar: a entrada na Basílica é grátis, mas a visita a alguns elementos como a cúpula em geral é pago. A Basílica abre diariamente das 7h às 19h.

Dicas: para evitar filas para passar pela segurança, tente visitar a Basílica antes das 10h da manhã. O código de vestimenta é bem restrito: não é permitido entrar na Basílica mostrando os ombros, usando short ou minissaia.

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  • Museus do Vaticano

Os Museus do Vaticano reúnem uma das maiores coleções de obras de arte e antiguidades do mundo, além da preciosa Capela Sistina, pintada por Michelangelo. Chama-se “Museus”, no plural, por conta das sucessivas ampliações que foram feitas a visita, que tem um percurso definido cujo ápice é a Capela.

O Museu é dividido em: Pinacoteca do Vaticano (18 salas e mais de 400 obras, entre elas obras de Caravaggio e Leonardo Da Vinci), Coleção de Arte Religiosa Contemporânea, Museu Pio Clementino (dedicado a esculturas gregas e romanas), Museu Gregoriano Egípcio.

Para visitar: link para comprar os ingressos é este.

Dica: para visitas individuais e compras de ingresso na hora (sem pré-reserva), é preciso aguardar em uma fila imensa, que começa a se formar a partir das 6h da manhã. Por isso recomendo muito a compra de ingresso antecipado com horário marcado, para evitar perder muito tempo esperando em filas (meio que inevitáveis em visita ao Vaticano).

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  • Necrópole do Vaticano e túmulo de São Pedro

A Necrópole é uma das experiências mais diferentes a se viver em visita ao Vaticano. Isso porque sob o solo que suporta a Basílica de São Pedro existem dois níveis: as Grutas do Vaticano (onde estão enterrados reis, rainhas e Papas desde o século 5 d.C.) e a Necrópole – que foi descoberta no ano de 1949 em escavações realizadas para encontrar os restos mortais de São Pedro.

Nas escavações foram descobertos 22 mausoléus e sepulturas diversas. Na visita é possível percorrer cada um desses mausoléus, até chegar ao ponto “P”. Este lugar está sob o altar Papal da atual Basílica, é uma pequena praça de 4×8 metros revestida de mosaicos. Lá existe um buraco aberto na parede, no qual foram encontrados restos humanos e um tecido com fios de ouro. Junto a ele, uma inscrição datada no ano 160 que diz “Petro Eni”, em grego: “Pedro está aqui”.

Para visitar: não é permitido entrar com câmera fotográfica. A entrada da Necrópole não tem nada a ver com a dos Museus do Vaticano. São sistemas e repartições diferentes. Só pode ser realizada visita guiada, que pode ser agendada via e-mail  e-mail scavi@fsp.va e custa € 13,00.

Dicas: o número de visitantes diários é limitado a 250 pessoas, então programe-se!

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  • Jardins do Vaticano

Dentro da cidade murada do Vaticano existe um grande jardim, que ocupa 32 hectares da área total do menor país do mundo. Esta grande área é repleta de bosques, esculturas, e flores. Sua primeira formação data do período medieval, no ano de 1279, quando o Papa Nicolau III resolveu amuralhar essa parte da colina e transformar esta parte intramuros (que era ocupada por vinhedos) que decidiu converter em seu jardim particular. No século XVI, o Papa Júlio II realizou um importante trabalho de reforma e paisagismo inspirado no princípio do Renascimento junto.

Para visitar: é preciso fazer reserva via e-mail e-mail visiteguidatesingoli.musei@scv.va. Custa € 32,00.

Dicas: é preciso ter preparo físico. Dura aproximadamente duras horas de caminhada, em um trajeto bem irregular, com vários desníveis.

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  • Capela Sistina

A Capela Sistina, principal ponto de visitação do Vaticano, é uma das maiores obras-primas da humanidade, cujos afrescos do teto foram pintados por Michelangelo e representam cenas da Bíblia, como a criação do homem e o Juízo Final. Ela está localizada dentro do complexo de museus e para chegar até a mesma, é preciso percorrer o roteiro completo da visita, pois ela fica no final desse percurso.

Sua pintura foi encomendada pelo Papa Júlio II a Michelangelo, possui também afrescos de Botticelli e outros importantes artistas italianos. Para mais detalhes sobre os afrescos, acesse aqui.

Para visitar: a visita faz parte do mesmo complexo dos Museus do Vaticano. O acesso à ela é o final do percurso. O ingresso é o mesmo que se paga para acessar os museus do Vaticano.

Dicas: Não é permitido tirar fotos na Capela Sistina e mesmo que você tente nunca serão tão boas quanto as profissionais. Existem seguranças que podem tomar seu celular e câmera caso você insista. Aproveite o privilégio de estar neste lugar com as pinturas mais lindas e impressionantes que você verá na vida e observe. Vai descobrir detalhes bem impressionantes das pinturas seculares.

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  • Cúpula da Basílica de São Pedro

A Cúpula da Basílica de São Pedro é uma das mais importantes obras de engenharia da humanidade e é possível a sua visitação, a partir da entrada para a visita ao Vaticano. Projetada por Michelangelo em 1546, teve sua construção interrompida após a morte do mesmo. Do alto da cúpula, é possível ter uma vista panorâmica de Roma.

O caminho tenso para visitar a cúpula!

Para visitar: percurso completo à pé é de 551 degraus. É possível subir parte do caminho de elevador, mas mesmo assim, restam 320 graus para chegar ao topo. Sem elevador, custa € 5,00. Com elevador € 7,00.

Dicas: Se você tem problemas como claustrofobia, tontura, labirintite, ou apenas não gosta de caminhar em lugares apertados e subir escadas como se estivesse caminhando em uma parede, não recomendo que faça esta visita. Foi uma das piores experiências da minha vida, o caminho é muito estreito, você precisa caminhar torto e em círculos. Não costumo me abalar com este tipo de aventura, mas realmente não gostei da experiência. Mas essa é só minha opinião pessoal Se você foi e teve uma experiência diferente, comente aqui!

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  • Túmulo do Papa João Paulo II

Quando visitamos o Vaticano pela primeira vez em 2010, o túmulo do Papa João Paulo II estava localizado no primeiro nível dos subterrâneos da Basílica (as Grutas, onde também estão enterrados reis e rainhas), onde também estão enterrados os outros Papas. Foi por acaso que estivemos lá no dia em que marcava os 5 anos de falecimento deste que foi um dos mais carismáticos chefes supremos da Igreja Católica.

A Pietá de Michelangelo, que fica ao lado do túmulo do Papa João Paulo II!

Em 2011 seus restos mortais foram transferidos para uma das Capelas da Basílica de São Pedro, e hoje é um dos pontos de maior concentração de turistas dentro do templo religioso. Para se localizar: fica ao lado da Pietá de Michelangelo.

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Para ver os posts anteriores sobre a Itália, acesse aqui




Passeios em Roma

Dicas de passeios em Roma, para quem ainda não decidiu o que fazer na visita à capital da Itália!

Uma das tarefas mais complexas no quesito planejar uma primeira viagem para Itália é definir os passeios em Roma. Esta cidade é tão rica em história, tão cheia de atrativos que parece nunca existir tempo suficiente para conhecer completamente. Neste post vou listar tudo que já visitei na cidade (Vaticano terá um post separado), deixar minhas impressões e dicas.

Já estive na Itália duas vezes, e na primeira vez que visitei a cidade não planejei os passeios em Roma. Como era Páscoa, não pude visitar várias coisas e desde então, sempre procuro fazer um checklist do que quero ver, o que preciso fazer para visitar, como comprar ingressos, verificar melhor horário e etc. Segue aqui um pequeno relato dos principais pontos turísticos que visitamos desta vez.

Claro que nem tudo está listado neste modesto post com dicas de passeios em Roma. Ainda não visitei o Castelo de Santo Ângelo, por exemplo. Mas quem me acompanha por aqui já deve ter percebido que com um certo apreço sempre deixo algo por fazer, para ter uma desculpa para voltar.

Passeios em Roma: principais pontos turísticos

  • Coliseu

Símbolo da grandeza da Roma Antiga, o Coliseu ou Anfiteatro Flaviano era utilizado para espetáculos diversos e, principalmente, os célebres combates entre gladiadores – e esta é a melhor opção para começar sua viagem para Roma!. Construído entre os anos de 71 e 80 d. C, tinha capacidade para receber um público de mais de 55 mil pessoas. Com dimensões gigantescas, é um dos mais importantes patrimônios históricos do mundo.

Dicas:

+ compre o ingresso para visitar Coliseu, Palatino e Fórum Romano junto, para evitar filas. Este é o site oficial para comprar tickets para estas atrações.

++ comece visitando a região pela manhã, a partir do Coliseu, depois Fórum Romano e Palatino. Mas volte para ver o primeiro ao final do dia ou à noite. Garantia de imagens belíssimas.

+++ melhor lugar para tirar fotos com o Coliseu é na Via delle Terme di Tito, 72 – fica na parte alta, em direção ao Domus Aurea.

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  • Fórum Romano

A praça de formato retangular tem ruínas do principal ponto comercial da Roma Imperial. Durante muitos séculos o Fórum funcionou como centro da vida pública romana, pois lá eram realizadas cerimônias de triunfo, eleições e outros eventos. Fica em um vale entre os montes Palatino e Capitolino.

A maioria das estruturas arquitetônicas mais importantes da antiga cidade foram encontradas no Fórum Romano ou perto dele. Os santuários e templos localizavam-se na parte sudeste da cidade, assim como a antiga residência real, o Templo de Vesta e outros elementos importantes que explicam como funcionava a vida pública em Roma.

Dicas:

+ são várias construções históricas importante. Para entender cada uma delas, talvez seja mais interessante contar com um guia (pessoa ou impresso).

++ no link para compra do ingresso existe a opção de visita guiada.

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  • Palatino

O Palatino é a colina (uma das 7 existentes no vale dessa região central da cidade) onde segundo a crença antiga, Rômulo fundou Roma, na segunda metade do século 8 a.C. É 40 m mais alto que o Fórum Romano e historiadores afirmam que já era habitado mais de 1000 anos a.C. Durante o período da República Romana, os moradores das classes mais altas da sociedade construíram palácios no lugar, como a Domus Flavia.

Dicas:

+ o sítio arqueológico onde estão o Palatino e o Fórum Romano é gigantesco. Para ver tudo, é preciso ter disposição, água e filtro solar (se for verão, principalmente). Mas vale muito a pena ser visitado.

++ se quiser explorar o máximo possível dessa região, busque por guias e livros que permitam saber mais detalhes.

+++ este foi um dos passeios em Roma que mais gostei de fazer!

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  • Arco de Constantino

A cidade possui outros arcos similares, mas este que fica ao lado do Coliseu e é o mais imponente. É o mais moderno de todos os que foram construídos na Roma Antiga, e tem 21 metros de altura. É muito bem conservado, mas é permitida apenas a visita externa.

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  • Fontana di Trevi

Uma das atrações mais populares entre as opções de passeios em Roma, a Fontana di Trevi ganha público por sua beleza. Considerada a mais ambiociosa das fontes em estilo rococó, foi projetada inicialmente por Nicola Salvi (após vencer um concurso para a construção da mesma promovido pelo Papa Clemente XII) e finalizada por Giuseppe Pannini em 1762. É alimentada pelo mais antigo aqueduto de Roma.

Foi restaurada recentemente pela grife italiana Fendi e nos horários de pico, é quase impossível tirar uma foto sem que muitos outros turistas também apareçam.

Dicas:

+ tente visitar durante o dia e à noite, pois após a restauração, ganhou iluminação que a deixa mais incrível também no período noturno.

++ consulte via Google quais os horários de pico para visitar quando tiver menos turistas e conseguir melhores fotos. Muda a cada dia, por isso é preciso consultar. Basta digitar no campo de busca “Fontana di Trevi em Roma” e conferir o gráfico de pico de visitas.

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  • Piazza Navona

A Piazza Navona era uma antiga arena de espetáculos, que com o passar dos séculos foi transformada em uma praça recreativa. Passou a ser caracterizada como praça pública a partir do final do século 15, quando casas passaram a ser construídas no lugar das antigas arquibancadas para o público. Abrigou por muitos anos o mercado que desde 1869 para o Campo de’Fiori. Possui duas fontes que datam do século 16 d.C. É nesta praça que está localizada a embaixada do Brasil.

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  • Piazza di Spagna

Esta Praça é famosa por dois motivos: pela escadaria que dá acesso a igreja Trinità dei Monti e por ser o acesso a principal rua de lojas de grifes de luxo. Nesta praça se destaca também a Fontana della Barcaccia, esculpida em estilo barroco. Do lado direito da escadaria está a antiga casa onde viveu e morreu o poeta inglês John Keats.

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  • Panteão

Uma das muitas atrações gratuitas de Roma, o Panteão é uma das construções mais bem preservadas da Roma Antiga. Foi construído entre os anos de 27 a.C. e 14 d.C. e reconstruído no ano de 126 d.C. pelo Imperador Adriano. O prédio monumental conta com uma cúpula que é, até hoje, a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo.

Desde o Renascimento, o Panteão tem sido utilizado como túmulo e entre os sepultados do lugar estão os pintores Rafael e Annibale Carracci, o compositor Arcangelo Corelli e o rei Vittorio Emanuele II.

Dicas:

+ costuma ter fila para visitar o Panteão, mas elas andam bem rápido! Servem apenas para controlar a quantidade de pessoas que visitam o templo ao mesmo tempo, que é limitado.

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  • Villa Borghese

O Museu Villa Borghese fica dentro de um dos maiores parques urbanos da Europa e possui uma das maiores coleções de obra de arte italiana já conhecidas. O lindo prédio que abriga a Galleria Borghese foi encomendada pelo cardeal Borghese e sua construção começou em 1612. O arquiteto Ponzio morreu em 1613 e as obras foram completadas por Giovanni Vasanzio, que projetou a fachada com um terraço em forma de U e decorou os nichos com relevos clássicos.

Entre 1730 e 1800, o Príncipe Marcantonio IV Borghese reformou os jardins em estilo inglês e, em 1775, sob a direção do arquiteto Antonio Asprucci, as esculturas e objetos antigos dos Borghese foram reorganizados seguindo uma abordagem temática. Em 1902, a família Borghese informou ser incapaz de arcar com os custos de manutenção da vila e dos jardins, e vendeu a propriedade com todas as suas obras de arte ao governo italiano.

Dicas:

+ para comprar ingresso, acesse aqui.

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  • Monumento a Vittorio Emanuele II

Fundado em 1911 para homenagear o responsável pela unificação da Itália (que antes era dividida em diversos pequenos reinos), o Monumento a Vittorio Emanuele II é um verdadeiro colosso, a poucas quadras do Coliseu. Todo construído em mármore branco, abriga em sua base o Museu do Ressurgimento, cuja visitação é grátis. Paga-se apenas para subir no terraço, que oferece vista panorâmica da cidade.

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Post anteriores da série sobre a Itália:




Passeios em Bruxelas e arredores – Igreja Transparente

Mais um post com dica de passeios em Bruxelas e arredores, ideal para quem quer fugir do lugar comum ao escolher passeios turísticos.

Sempre digo que a Bélgica não cansa de nos surpreender quanto a diversidade de opções de turismo, e este é mais um post com dica para quem está programando passeios em Bruxelas e arredores. Assim como o Hallerbos (que visitei novamente hoje!), a Igreja Transparente é uma atração turística que fica a poucos quilômetros da capital.

Vamos combinar que a Bélgica não é um país lá muito grande, mas mesmo quem pensa em passar por aqui mesmo por poucos dias pode fazer vários passeios em Bruxelas e cidades vizinhas. A primeira cidade a entrar na lista é sempre Bruges, mas se você gosta de opções diferenciadas, certamente poderá reservar algumas horinhas para visitar esta obra de arte encantadora. Saiba mais sobre ela, além de dicas sobre como visitar.

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A Igreja Transparente de Borgloon-Heers

Não que a obra de arte em formato de capela seja realmente transparente, mas a criação dos artistas belgas Pieterjan Gijs Arnout Van Vaerenbergh dá a impressão de ser transparente, dependendo o ângulo em que é observada.

A Igreja nominada como Reading Between the Lines foi construída em 2011, em parceria com o Museu Z33 – dedicado a arte contemporânea e arquitetura moderna, na cidade belga de Hasselt. A capela foi construída na localidade de Borgloon-Heers, Província de Limbourg.

Para efeito de transparência, mais de 100 placas de aço foram empilhadas, com um breve espaço entre cada uma. Cada placa de aço está separada por uma coluna, fechando um total de mais de 2.100 peças. São mais de 30 toneladas de aço.

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Para visitar a Igreja Transparente de Borgloon-Heers

O acesso é grátis e pode ser feito em qualquer horário. Para chegar, é preciso caminhar pelo menos 15 minutos do ponto mais próximo onde é possível estacionar. Visitamos de carro, mas seguem as infos para visita.

Placa no acesso a Igreja, indicando o limite até onde pode ser acessado via carro.

De carro: sempre usamos carro alugado para passeios em Bruxelas e arredores. O acesso a essa igreja demora cerca de 1h.

De trem e bus: demora mais de 2h. Partindo da Estação Central, usar o trem que vai até Tongeren e descer na parada de mesmo nome. De lá, pegar o ônibus linha 23a e descer na parada Borgloon Sint-Truidersteenweg.

Endereço: Grootloonstraat 2Borgloon 3840- Bélgica

Dica: no final de semana o weekend pass de trem para viajar dentro da Bélgica custa metade do preço. Você paga metade do preço e se compra para um destino, é a mesma passagem que vale para ir e voltar.

Abaixo, o vídeo belíssimo mostra a igreja em vários ângulos.




Dicas gerais de viagem para Itália

Programando sua viagem para Itália? Então confira estas dicas!

Este post pode não ser novidade para muitos, mas acho interessante compartilhar algumas informações adquiridas em viagem para Itália. Se está planejando sua primeira visita ao país, é importante ter dicas de viagem gerais, para evitar maiores problemas. Vamos aos fatos? São poucas dicas, mas bem válidas!

Escrevo este post especialmente para quem está programando uma viagem para Itália com família ou pretende circular de carro pelo país. Logo de entrada afirmo: a Itália é um país que merece ser visitado de carro, pois tem muitas coisas lindas para se ver. Mas também é preciso ter atenção em algumas coisas, para evitar problemas maiores. Confira abaixo.

Dicas gerais de viagem para Itália

  • Alugar carro sem stress

Procure por uma agência de carros com quem você já tenha locado, cujo trabalho você conheça. Sem querer desmerecer as pequenas agências locais, mas já ouvi muitos relatos nada agradáveis sobre aluguel de carro com agências pequenas. Antes de optar por uma pequena, busque boas referências

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  • ZTL – cuidado com as zonas de tráfego limitado

Dirigir nas cidades italianas pode ser um pouco complicado por conta das diversas zonas de tráfego limitado, as temidas ZTL’s. Mas o que é uma zona de tráfego limitado na Itália?São zonas em centros históricos onde só alguns poucos carros podem circular, como moradores e táxis (e não incluem carros alugados). Se você ultrapassar, pode aguardar pela multa, no Brasil mesmo. Para ter infos completas sobre trânsito na Itália, acesse este post do Caixa de Viagens.

Placa indicativa de zona de tráfego limitado na Itália.

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  • Vai viajar com a família? Opte por apartamento por temporada ao invés de hotel

Na nossa viagem mais recente pela Itália foi em família, e por sermos 5 adultos, optamos por nos hospedar em Airbnb. Foi nossa primeira experiência utilizando o serviço de aluguel por temporada e quase em sua totalidade, foi muito gratificante, além de ser mais barato. Desde então virou regra: se é mais barato que hotel, vamos de Airbnb. Do contrário (caso da Espanha), ficamos em hotel.

Já tivemos experiências ótimas, algumas boas e outras nem tanto utilizando o serviço, mas como vejo hospedagem como algo bem pessoal (cada um avalia de um jeito), vou apenas listar os lugares onde ficamos aqui (com links). Mas percebo uma certa diferença entre o tratamento dado por hosts na Itália em comparação com outros países. Em geral, nos recebiam com delícias locais (no caso de Anacapri, produtos frescos incríveis) e é claro que isso tornava nossa estadia muito mais agradável.

No nosso apartamento em Capri.

Onde ficamos hospedados em Capri.

Vista do nosso apartamento em Capri.

Seguem os links para os apartamentos que alugamos via Airbnb na Itália (recomendo todos!):

Roma

Florença

Nápoles

Sorrento

Capri

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  • O trânsito em Nápoles é horrível

Quer aprender a definição de caos? Tente dirigir em Nápoles! Para ter uma ideia, precisamos entrar em uma rua na contramão para ir ao estacionamento mais próximo do apartamento que alugamos.

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  • Surpreenda-se com escolhas aleatórias de restaurantes

A comida na Itália é quase sempre maravilhosa. Claro que nesta série de posts indicarei os restaurantes em que comemos e aprovamos. Mas quero lembrar que a maioria deles foram descobertos sem indicação nenhuma, pelo simples fato de que o cardápio, preço e ambiente nos atraía. O que menos gostei de toda viagem foi o único que tinha indicação. Por isso fica a dica: siga seu instinto e jogue-se! Comida italiana, na Itália, é paraíso para quem aprecia boa gastronomia.

Comida deliciosa que provamos em um restaurante que não tinha recomendação alguma na Costa Amalfitana, e estava deliciosa!

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  • Ao planejar a viagem, pense que pode encontrar escadas, lombas e outras dificuldades

A Itália é um país rico em história, proprietária da gastronomia mais apreciada do mundo, e de uma geografia incrível. Por isso não raro, ao pensar em visitar determinados lugares, caso tenha limitações a respeito de idade ou condição física, precisa considerar fatores como este. Não raro ficamos hospedados em pequenos hotéis (e isso não só na Itália) ou apartamentos que não tinham elevador.

Você precisa estar preparado para este tipo de adversidade, seja na quantidade de malas, na escolha do lugar onde vai ficar hospedado, ou na definição de onde e como vai visitar certos lugares. Sofremos, por exemplo, para visitar Cinque Terre, pois as estradas de acesso (com estacionamento para carros) terminam no topo, e a parte turística, na parte de baixo. E se você não se hospeda lá, vai precisar encarar uma senhora lomba na volta para o carro.

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Link para post introdutório da série sobre viagem para Itália aqui.




Viagem para Itália

Primeiro post com dicas de viagem para Itália, mais uma série de lugares, o que fazer e onde comer no país mais saboroso da Europa!

Enfim, chegou a hora! Está planejando sua viagem para Itália? Então vai curtir mais esta série de posts com dicas de viagem do blog! Neste post introdutório vou listar o que vem por aí e os temas e lugares que serão abordados. Nos mesmos moldes das series sobre Paris e Alemanha.

Já visitei várias cidades da Itália (Roma 2 vezes!) e assim como nas demais series temáticas de países, darei foco em aspectos específicos e não postarei roteiros. Creio que nesse formato fica mais interessante para quem está planejando uma viagem para fazer descobertas gastronômicas, para quem quer turistar, para quem quer fugir de lugares óbvios (ou entender porque deve visitar pontos extremamente turísticos) ou para quem quer provar cerveja artesanal!

Sim, uma viagem para Itália também é opção para os fãs de craft beers. Isso porque lá, assim como em vários outros países da Europa, esta cultura vem crescendo muito. Algumas cervejarias produzem aqui na Bélgica, mas se você procurar, vai perceber a forte influência da cultura italiana (eles tem várias cervejas onde adicionam uva!).

Vem comigo? Nesta serie sobre viagem para Itália teremos (muitos!) posts sobre:

  • Dicas gerais de viagem para Itália;
  • Roma;
  • Vaticano;
  • Onde comer e beber em Roma;
  • Vila Adriana;
  • Florença;
  • Onde comer e beber em Florença;
  • Pisa;
  • Cinque Terre
  • São Gimigniano;
  • Assis;
  • Nápoles;
  • Onde comer em Nápoles;
  • Herculano e Pompéia;
  • Paestum;
  • Costa Amalfitana;
  • Sorrento;
  • Capri;
  • Onde comer em Capri.

Villa Adriana, em Tivoli.

Capri.

Paestum.

Delícias do mar na Costa Amalfitana.

Bastante informação, né? E olha que aqui só falo da viagem mais recente para a Itália, uma vez que não estou considerando a outra que fizemos há muito mais tempo, onde visitamos além de Roma, Milão, Bellagio e Veneza. Espero que apreciem a série e boa viagem!




Museus grátis em Bruxelas

Programando viagem para Bruxelas? Confira lista de museus grátis para visitar na cidade.

A Bélgica é um país culturalmente muito rico, e tem atrações diversificadas. Boa parte das atrações turísticas de Bruxelas tem acesso gratuito, mas você sabe quando os museus são grátis? E quais tem essa opção de acesso free? Você vai descobrir aqui!

Em Bruxelas, as entradas dos museus são grátis todo primeiro domingo de cada mês. Mas não são todos os museus da cidade que tem acesso livre nessa data, por isso segue abaixo uma lista completa (com endereço e site) dos museus que tem acesso free na capital. Ao todo, são mais de 150 museus grátis no domingo em toda a Bélgica.

Lista é baseada nesta relação (é a mais atual disponível).

  • Art & marges musée
    Das 11h as 18h – Endereço: 312-314, rue Haute – 1000 – Bruxelas www.artetmarges.be
  • Bibliotheca Wittockiana
    Das 10h as 17h – Endereço: 23, rue du Bémel – 1150 – Bruxelas www.wittockiana.org
  • Centre d’Art de Rouge-Cloître
    Das 14h as 17h – Endereço: 4, rue du Rouge-Cloître – 1160 – Bruxelas www.rouge-cloitre.be
  • Cinematek
    Das 14h30 as 22h – Endereço: 9, rue Baron Horta – 1000 – Bruxelas www.cinematek.be
  • Contretype à la Cité Fontainas
    Das 13h as 18h – Endereço: 4A, Cité Fontainas – 1060 – Bruxelas www.contretype.org
  • Experience Brussels!
    Das 10h as 18h – Endereço: 2-4, rue Royale – 1000 – Bruxelas www.visit.brussels/fr/sites/experiencebrussels
  • La Fonderie, Musée bruxellois de l’Industrie et du Travail
    Das 14h as 17h – Endereço: 27, rue Ransfort – 1080 – Bruxelas www.lafonderie.be
  • GardeRobe MannekenPis
    Das 10h as 17h – Endereço: 19, rue du Chêne – 1000 – Bruxelas www.mannekenpis.bussels
  • Les Halles Saint-Géry
    Das 10h as 18h – Endereço: 1, Place Saint-Géry – 1000 – Bruxelas
    www.hallessaintgery.be
  • La Maison des Artistes
    Das 10h as 18h – Endereço: 14, rue du Bronze – 1070 – Bruxelas
  • Maison de l’histoire européenne
    Das 10h as 18h – Endereço: Rue Belliard 135 – 1000 – Bruxelas
  • Maison Maurice Béjart
    Das 14h as 18h – Endereço: 49, rue de la Fourche – 1000 – Bruxelas
    https://www.brusselsmuseums.be/fr/musees/maison-maurice-bejart
  • La Médiatine
    Das 14h as 18h – Endereço: 1, allée Pierre Levie – 1200 – Bruxelas  www.wolubilis.be
  • Le Jardin de sculptures
    Endereço: Avenue Emmanuel Mounier – 1200 – Bruxelas
  • Le Jardin des plantes médicinales Paul Moens
    Entre a Avenue Emmanuel Mounier e Avenue de l’Idéal – 1200 – Bruxelas
  • Micromusée de la Frite – Home Frit’ Home
    Das 13h30 as 18h – Endereço: 242, rue des Alliés – 1190 – Bruxelas  www.homefrithome.be
  • Musée bruxellois du Moulin et de l’Alimentation
    Das 13h das 17h – Endereço: 21, rue du Moulin à vent – 1140 – Bruxelas  www.moulindevere.be
  • Musée communal d’Evere
    Das 13h as 17h – Endereço: 11-13, rue Edouard Stuckens – 1140 – Bruxelas
  • Musée d’Art Spontané
    Das 13h as 17h – Endereço: 27, rue de la Constitution – 1030 – Bruxelas
    www.musee-art-spontane.be
  • Musée du Béguinage
    Das 10h as 12h – das 14h as 17h – Endereço: 31, rue du Chapitre – 1070 – Bruxelas – www.erasmushouse.museum
  • Musée belge de la Franc-Maçonnerie
    Das 12h as 16h – Endereço: 73, rue de Laeken – 1000 – Bruxelas    www.mbfm.be
  • Musée du Jouet
    Das 10h as 13h e 14h as 18h – Endereço: 24, rue de l’Association – 1000 –  Bruxelas – www.museedujouet.eu
  • Musée de la Maison d’Erasme
    Das 10h as 18h – Endereço: 31, rue du Chapitre – 1070 – Bruxelas – www.erasmushouse.museum
  • Musée de la Médecine – Campus Erasme
    Das 13h as 16h – Endereço: 808, route de Lennik – 1070 – Bruxelas   www.museemedecine.be
  • Le Musée de la Ville
    Das 10h as 17h – Endereço: Grand-Place – 1000 – Bruxelas        www.bruxelles.be
  • Musée de l’Église Orthodoxe
    Das 12h as 13h – Endereço: 36, avenue de Stalingrad – 1000 – Bruxelas
  • Musée de la Mode et de la Dentelle
    Das 10h as 17h – Endereço: 12, rue de la Violette – 1000 – Bruxelas   www.museeducostumeetdeladentelle.be
  • Musée national de la Résistance
    Das 13h as 16h – Endereço: 14, rue Van Lint – 1070 – Bruxelas
  • Maison-musée René Magritte (Jette)
    Das 10h as 18h – (Máximo de 8 visitantes por hora) – Endereço: 135, rue Esseghem – 1090 – Bruxelas www.magrittemuseum.be
  • Musée Juif de Belgique
    Das 10h as 17h – Endereço: 21, rue des Minimes – 1000 – Bruxelas         www.mjb-jmb.org
  • Parlamentarium
    Das 10h as 18h – Endereço: Willy Brandt Building – 60, rue Wiertz – 1047 Bruxelas –
    www.europarl.europa.eu/parlamentarium

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Para informações sobre os museus grátis da Bélgica de outras cidades que tem acesso grátis no primeiro domingo de cada mês, veja este PDF Museus grátis na Bélgica ou acesse o site do governo para informações gerais sobre museu e exposições: https://www.artsetpublics.be/

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Próximo post com dicas de turismo sobre Bruxelas, uma lista bem completa de atrações turísticas grátis (sempre!) da cidade. Se gostou, compartilha aí! Outras atrações turísticas da Bélgica, acesse aqui.




Nuremberg na Alemanha

Nuremberg é o tema do último post dessa série sobre viagem para Alemanha!

Weissgerbergasse, a rua mais bonita de Nuremberg!

Quando resolvemos ir para Viena de carro, sabíamos que para uma viagem mais tranquila, seria necessário parar uma noite em alguma cidade da Alemanha. São mais de 11h na estrada, para quem parte de Bruxelas, e escolhemos passar uma noite em Nuremberg antes de chegarmos ao nosso destino final, na Áustria.

Escolhemos Nuremberg por um motivo bem específico, que deve ser levado em consideração por qualquer pessoa que decida fazer uma roadtrip pela Alemanha: para entrar em algumas das grandes cidades do país, é preciso pagar por um adesivo indicando que seu carro não polui. Mas onde e como? Em alguns pontos de venda da primeira cidade que você entra no país, que costumam fechar cedo (tipo 16h). Para saber mais detalhes (e outros países que também pedem este tipo de selo, confira este post do Por que não? Travels).

Como em nosso roteiro isso não seria possível, decidimos passar a noite em Nuremberg. Conhecer uma cidade nova nunca é demais, não é mesmo? Ademais, esta é uma das cidades mais interessantes para se conhecer na Alemanha, dado seu passado histórico (antigo) e também recente. Confira abaixo mais informações sobre a cidade, além de dicas de onde comer e beber, bem como de o que fazer, caso queira incluir a mesma em seu roteiro de viagem para Alemanha!

  

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Nuremberg na Alemanha

Nuremberg carrega o estigma de ter sido sede do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, mais conhecido como Partido Nazista. As imagens que temos de Adolf Hitler discursando para uma multidão que o saudava são, em sua maioria, do Zeppelinfield nesta cidade.

Zeppelinfield é atualmente uma pista para treinamento de auto-escolas.

Mas nem só de histórias tristes relacionadas ao Nazismo e a Segunda Guerra Mundial vive Nuremberg. A cidade ainda preserva parte de sua muralha medieval, um castelo no topo da montanha, além de outras atrações históricas, como qualquer outra cidade antiga da Europa. E é particularmente linda, e nossa breve estadia nos deixou com boas impressões. Várias atividades turísticas, atendimento muito simpático em todos os lugares e comida (senhores!) muito boa!

Um fato importante, e que deve ser levado em consideração se você estiver visitando o sul da Alemanha durante o mês de dezembro: o Mercado de Natal de Nuremberg! Além de ser um dos mais tradicionais da Europa, reserva uma experiência incrível para conhecer mais dessa cultura adorável que existe aqui na Europa. E se você gosta de enfeites de Natal, se prepare para pirar com as lojas especializadas espalhadas pela cidade, tudo made in Germany.

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O que fazer em Nuremberg

Não vou entrar em muitos detalhes, apenas listar os principais pontos de visita na cidade, com links para quem tiver interesse e quiser programar uma visita de maior tempo que a nossa (nós apenas circulamos pela cidade!):

  • Germanisches National Museum (história da cidade, que foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial e teve seus prédios históricos reconstruídos a partir de seus planos originais);
  • Dokumentationszentrum Reichsparteitagsgelände (ao lado do “Coliseu” construído e inacabado pelo Partido Nazista, especialmente para os comícios do partido. Tem exposição permanente sobre os horrores do Nazismo);

  • Heilig-Geist-Spital (ponte com vista para o antigo hospital, que estava em reformas quando visitamos a cidade);
  • Weissgerbergasse (rua com arquitetura tradicional da região, em estilo enxaimel, repleta de cafés e lojas interessantes – a rua mais bonita da cidade).

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Onde comer e beber em Nuremberg

Por incrível que pareça, este restaurante não é armadilha para turista. Além do grande número de locais que encontramos, tivemos um atendimento excepcional e uma comida apaixonante. Quero muito voltar! Provamos dois pratos diferentes de pork shoulder e eram simplesmente deliciosos. Gastamos menos de 35 euros pelos 2 pratos + quatro cervejas.

Endereço: Bergstrasse 20 – 90403 – Nuremberg – Alemanha

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Nós entramos nesta padaria (que não tem nada demais, é praticamente uma rede) despretensiosamente para tomar café da manhã e eu dei um berro quando vi que eles tinham cuca! Para quem não sabe o que é cuca, tem receita aqui. Minha empolgação era pelo fato de que só no Rio Grande do Sul (e nem é em todo lugar!) você encontra “cuca” como opção de “bolo” para comprar inteira ou em pedaços. Quando eu vi que eles tinham, por alguns instantes me senti em casa.

Pois, escolhemos nossas cucas e seguimos para um banco na frente da fonte Ehekarussell.

Endereço: Ludwigspl. 26-28 – 90402 – Nuremberg – Alemanha

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Por fim, não poderíamos deixar de provar a rotbier, a cerveja vermelha tradicional de Nuremberg. Escolhemos a cervejaria tradicional em frente ao Hütt’n e mesmo sendo tarde da noite, conseguimos provar várias cervejinhas diferentes. Precinho e atendimento muito amigáveis, como sempre.

Endereço: Bergstraße 19-21 – 90403 – Nuremberg – Alemanha

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Para ler todos os posts sobre viagem para Alemanha, acesse aqui.




Templo de Walhalla, em Regensburg na Baviera – Alemanha

Templo de Walhalla, uma descoberta inusitada em passagem pela Região da Baviera na Alemanha.

A grande alegria de quem gosta de viajar de carro é a possibilidade de parar para ver algo que não estava planejado, no momento que tiver vontade. E foi assim que por acaso conhecemos o Templo de Walhalla em Regensburg, região da Baviera na Alemanha. Nós descobrimos este lugar no caminho para Viena, e juro, nunca tinha ouvido falar do mesmo.

No caminho da Áustria, já seguindo o Rio Danúbio há diversos kms (na Alemanha, ele chama-se Donau), vi algumas placas indicando Walhalla. Na mesma hora pesquisei para ver o que era exatamente e sem dúvidas hoje afirmo que se você visitar a Baviera, deve reservar um tempinho da viagem para conhecer esse templo. Confira abaixo um pouco da história do lugar, além de informações práticas.

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História do Templo de Walhalla na Alemanha

O Templo de Walhalla foi erguido no início do século 19, a pedido do Rei Ludwig I. Está localizado nas proximidades de Regensburg, e tem uma vista privilegiada do Rio Danúbio. Representa um dos mais importantes monumentos nacionais alemães: os heróis da pátria.

Depois de 1807, na sequência do que foi visto como uma derrota humilhante pelos exércitos napoleônicos, o então príncipe Ludwig da Baviera decidiu que, quando se tornasse rei, construiria um memorial para os homens e mulheres de mérito e de destaque, como inspiração e ponto de referência para a nação.

Sob a influência do historiador Johannes von Müller, que também fez a seleção inicial das personalidades a serem honradas, o panteão alemão foi chamado de Walhalla, em referência ao paraíso dos guerreiros da mitologia germânica (e nórdica em geral). Ao longo das paredes do interior do templo estão expostos bustos e as placas em memória dos escolhidos por Ludwig I e seus assessores – uma seleção de governantes, generais, cientistas e artistas considerados exemplares no século XIX.

A presença de figuras como Martin von Wagner retrata o ideal dos germânicos – dos primeiros migrantes para a cristianização no início da Idade Média. Desde 1962, novos bustos foram adicionados aos 96 originais em intervalos de cinco a sete anos. A seleção é feita pelo Conselho de Ministros da Baviera, assessorado pela Academia de Ciências da região. Desde 2016, Walhalla é administrado pelo Departamento do Palácio da Baviera.

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Hitler e o Templo de Walhalla

Quando adolescente, Adolf Hitler visitou o Templo de Walhalla e no livro Mein Kampf afirma que o lugar acendeu nele o espírito nacionalista e romântico. Em 1938, como Chanceler da Alemanha e líder do partido Nazista, ele retornou ao templo para a inauguração do busto do compositor Anton Bruckner.

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Arquitetura

Com projeto do arquiteto Franz Leo von Klenze, o memorial foi inspirado no Partenon de Atenas e tem estilo neoclássico. Levou 26 anos para ser construído (entre 1816 e 1842) e a combinação de templo rodeado de colunas e subestrutura maciça, além do design livre na parte interior, impede a arquitetura de ser uma mera cópia do monumento grego. O prédio é revestido por dentro e por fora com mármore caríssimo.

Pode ser visto de longe, a vários km de distância, por conta de suas dimensões gigantescas e suas 52 colunas em estilo dórico. Tem ao todo mais de 65 placas e 130 bustos.

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Infos práticas

O templo fica a 90km de Nuremberg, e o acesso mais fácil é de carro. Tem espaço para estacionamento, mas é preciso caminhar por pelo menos 10min. até a entrada do templo. Banheiros gratuitos.

Endereço: Walhallastraße 48 – 93093 – Donaustauf – Alemanha

Ingresso: 4€ ingresso ao templo e 2,50€ para estacionar.

Site oficial: http://www.schloesser.bayern.de/englisch/palace/objects/walhalla.htm

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Para ver outros posts da série de viagem para Alemanha, acesse aqui.




Memorial do Holocausto em Berlim

O Memorial aos Judeus Assassinados da Europa é um dos pontos mais tocantes de qualquer primeira visita a Berlim.

Posso não ter gostado muito de Berlim, mas esta é certamente uma das viagens mais inesquecíveis que fiz, por conta da visita ao Memorial do Holocausto (como todos chamam), o Memorial aos Judeus Assassinados da Europa. Creio que uma certa antipatia instalou-se por conta de uma soma: muitas pichações (arte de rua é o que você vê em Bruxelas) e a memória de tudo que aconteceu aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Tudo isso está associado em minha memória, então acabei criando uma certa birra de Berlim. Talvez não estivesse preparada para conhecer o Memorial, que vai muito além da sensação de se estar em um cemitério gigantesco e angustiante. Ele conta também com uma parte de exposição, instalada embaixo do labirinto de túmulos imaginários (que fica muito próximo onde era o bunker de Hitler), que não suportei ver até o fim. Difícil não chorar.

Saí de lá muito triste, mas desejando que todas as pessoas desse mundo pudessem pelo menos uma vez na vida ver os horrores dessa guerra. E pedindo que tenham um pouco mais de respeito e consideração pelo memorial (que não é lugar de fotos engraçadinhas, selfies e etc) e pelos outros. Para evitar que uma guerra como esta aconteça novamente, é preciso conhecer a história. Impossível digerir as motivações e as ações promovidas pelos nazistas contra judeus e outras minorias. E no Memorial do Holocausto em Berlim, você vê e sente pelo menos um pouco que aconteceu durante a Segunda Guerra.

É por isso que deixei para falar sobre este “ponto turístico” de Berlim em um post separado da série de viagem para Alemanha. Para mim, ele não é uma atração turística, é um lugar para cuidar da memória dos 6 milhões de judeus que foram mortos sob a alegação de serem uma raça inferior. Se você não está interessado, não vá. A cidade tem muitos outros atrativos.

Se você tem interesse em visitar o Memorial do Holocausto em Berlim, seguem as informações práticas:

  • O memorial é formado por 2.711 blocos de concreto, que representam sepulturas em memória aos mais de 6 milhões de judeus mortos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial;
  • Ocupa uma área equivalente a 2 campos de futebol e está localizado entre o Portão de Brandemburgo e a Potsdamer Platz;
  • Foi projetado pelo arquiteto Peter Eisenman e inaugurado em 2005;
  • A exposição e centro de informações fica embaixo do Memorial, e tem entrada gratuita;
  • Endereço: Cora-Berliner-Straße 1, 10117 – Berlim
  • Site oficial: https://www.stiftung-denkmal.de/en/memorials/the-memorial-to-the-murdered-jews-of-europe.html#c694

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Desculpem o tom pesado do post, mas é impossível falar de outra forma quando cito um lugar tão desrespeitados por turistas. Mais de 10 mil pessoas visitam o lugar todos os dias, e para alertar sobre a falta de conhecimento sobre o que este lugar representa para a grande maioria dos turistas, uma artista de Israel fez algumas montagens com fotos tiradas no local e outras das atrocidades cometidas pelos nazistas. Você pode conferir aqui.