Viagem para Praga, o que ver em um final de semana

Programando viagem para Praga? Confira as principais atrações turísticas da capital da República Tcheca.

Não estava nos meus planos fazer mais de dois posts sobre nossa viagem para Praga, mas são tantas coisas para se ver que achei interessante compartilhar. Afinal, estamos falando de uma cidade antiga e cheia de história!

Então aqui seguem algumas dicas principais do que ver em uma viagem para Praga. Não incluo aqui museus, passeio de barco ou apresentações musicais (a cidade é conhecida por seus inúmeros concertos de música clássica), apenas o que acho imperdível. Espero que sejam úteis para os seus planos de conhecer a República Tcheca.

11 Atrações turísticas para ver em uma viagem para Praga

1 – Ponte Carlos

A construção em estilo gótico é certamente, o elemento mais em destaque da paisagem de Praga. Construída pelo rei Carlos IV no ano de 1357 conta com 30 réplicas de estátuas de santos em estilo gótico – as originais ficam preservadas em um museu. Dica: visite ela à noite, especialmente se for no inverno. O visual muda completamente e te leva ao passado de forma instantânea. É possível subir no topo das torres que ficam de cada lado da ponte, e é cobrado ingresso.

Endereço: Karlův most, Praha 1 – 110 00 – Praga – República Tcheca

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2 – Cidade Antiga

A praça da cidade antiga de Praga é um dos principais pontos turísticos da cidade e abriga construções importantes do período medieval. Lá é possível apreciar a beleza das torres góticas da prefeitura, onde hoje fica o relógio astronômico, além de importantes igrejas da cidade.

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3 – Relógio Astronômico

O Relógio Astronômico de Praga é um dos mais antigos do tipo na Europa e foi construído em 1410. Seu grande atrativo é de que de hora em hora proporciona um “miniespetáculo”. Além de marcar a data e as horas, ele registra a posição do sol, ciclos astronômicos, fases da lua e feriados do calendário cristão. Também é possível subir na torre do relógio, com entrada paga.

Endereço: Staroměstské nám. – Staré Město – 110 00 – Praga – República Tcheca

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4 – Castelo de Praga

O castelo que tem em suas dependências a Catedral de São Vito já abrigou os reis da Boêmia, imperadores do Sacro Império Romano e presidentes da República Tcheca e Tchecoslováquia. Também em estilo gótico, tem como destaque os belíssimos vitrais e uma capela dedicada a São Venceslau, onde encontram-se as joias da coroação.

É um dos maiores castelos do mundo e a visita inclui o Antigo Palácio Real, a preservada Basílica de São George, fundada em 920 pelo príncipe Vratislav I, e também a Rua do Ouro, cheia de casinhas restauradas construídas há pelo menos 500 anos.

Para visitar você precisa optar por um dos circuitos disponíveis, mas o circuito “A” é o mais completo de todos. O ingresso pode ser adquirido na hora ou antecipadamente no site oficial do castelo.

Site oficial: https://www.hrad.cz/

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5 – Ilha de Kampa

Ilha localizada no rio que corta a cidade, o Vltava e pode ser acessada via
ponte Carlos (do lado esquerdo, na direção do Castelo). Além de área verde, possui uma praça rodeada de cafés e restaurantes.

Endereço: U Sovových mlýnů – Praga – República Tcheca

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6 – Torre da Pólvora

Outra torre da cidade do período gótico, que fazia parte de um dos 13 portões fortificados que protegiam a cidade. Foi erguida em 1475, porém o nome “Torre da Pólvora” só foi dado ao local quando o espaço começou a ser usado para armazenar a substância explosiva. O acesso ao topo é pago, mas por escada.

Endereço: Na Příkopě – Praga – República Tcheca

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7 – Casa Dançante

Construção do centro de Praga com um formato bem inusitado, que dá a impressão de estar num movimento de dança. O prédio foi inaugurado em 1996, erguido no lugar de um outro que foi bombardeado durante a Segunda Guerra Mundial. Ficou conhecido como “Fred & Ginger”, uma homenagem aos dançarinos Fred Astaire e Ginger Rogers.

No sétimo andar, onde fica a cobertura, tem um café que oferece uma ótima vista da cidade. O acesso é gratuito mas é preciso consumir algo para permanecer lá e apreciar a vista.

Endereço: Jiráskovo nám. 1981/6 – Praga – República Tcheca

Site oficial:http://tadu.cz/

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8 – Igreja São Nicolau

Muito próxima ao castelo de Praga, a igreja de S. Nicolau foi erguida entre 1704 e 1755 e chama atenção pela imponência e exuberância das pinturas no teto, que mostram cenas das vidas de S. Nicolau e S. Bento.

Endereço: Malostranské náměstí, 556/29 – Praga – República Tcheca

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9 – Josefov, o quarteirão judeu

O quarteirão judeu é uma área fundada no século 13 e abriga seis sinagogas e um cemitério. O cemitério judeu de Josefov (Endereço: Široká, Josefov) está entre os mais antigos do mundo e situa-se junto à Sinagoga Velha-Nova, e é considerado o local mais importante da cidade para a comunidade judaica de Praga. No local – aberto na primeira metade do século XV – há cerca de 12 mil túmulos, sendo os primeiros datados de 1439.

A Sinagoga nova-velha é um templo judeu erguido no bairro de Josefov e é também o mais antigo do tipo da Europa. Fundada em meados de 1270, o local é considerado uma verdadeira joia que resistiu ao tempo, junto ao cemitério antigo e as outras sinagogas do famoso bairro, todos possíveis de serem visitados com aquisição de bilhete único.

A Sinagoga mais antiga da Europa.

Site oficial: https://www.jewishmuseum.cz/en/info/visit/

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10 – Torre Petrin, uma réplica da Torre Eiffel

Réplica da torre Eiffel de Paris, localizada na parte alta de um parque da cidade. O local pode ser acessado a pé por uma trilha ou pelo funicular que sai da rua Újezd. O bilhete pode ser adquirido na hora e é o mesmo utilizado no transporte público de Praga. O acesso ao topo da torre pode ser feito de elevador ou por escadas.

Vista da Torre Petrin.

Endereço: Hellichova, 11a – Praga – República Tcheca

Site oficial: http://www.muzeumprahy.cz/198-petrinska-rozhledna/

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11 – Biblioteca do Monastério de Strahov

A biblioteca do Monastério de Strahov em Praga é considerada uma das mais belas do mundo. Construída em estilo barroco, foi inaugurada em 1722. É dividida em dois salões, nominados Salão Teológico e Salão Filosófico.

Ambas possuem teto ricamente decorados com afrescos de Jan Hiebl e uma notável coleção de globos geográficos e astronômicos. O Clementinum possui também uma torre de observação astronômica que pode ser visitada. Para evitar filas para visitar, recomenda-se a compra de ingressos antecipados no site oficial do monastério.

Endereço: Klementinum, Mariánské nám. 5 – 110 00 – Cidade Velha – Praga – República Tcheca

Site oficial: https://www.klementinum.com/

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Para conferir post anterior sobre Praga, com o roteiro sobre o escritor Franz Kafka, acesse este link aqui.




Viagem para Praga, a cidade de Franz Kafka

Post com dicas de viagem para Praga, especialmente para os apreciadores de literatura.

Metalmorphosis

Nossa viagem para Praga vai ser relatada aqui em três posts: um com dicas de onde comer e beber como já é corriqueiro por aqui. Outro com dicas gerais de o que ver para explorar a cidade. E este primeiro indicando o que pode ser visto da vida e em homenagem ao escritor tcheco Franz Kafka autor da obra prima A Metamorfose.

Decidi relatar esta viagem para Praga dessa forma, pelo simples fato de que foi isso que mais apreciei na capital da República Tcheca. Não que a cidade tenha poucos atrativos – bem pelo contrário, mas acho interessante destacar estes elementos, depois de um passeio curto de final de semana.

Assim que fizer uma nova viagem para Praga, publico mais detalhes de outras atrações dessa cidade que é realmente muito linda e interessante. Espero que apreciem e se ainda não leram A Metamorfose, recomendo que o façam. Além de excelente, é uma história relativamente curta!

A Praga de Franz Kafka

Franz Kafka nasceu em Praga, atual capital da República Tcheca, quando a região fazia parte do Império Austro-Húngaro. É considerado um dos maiores escritores de ficção em língua alemã. Entre suas obras, a mais conhecida é A Metamorfose, e elas geralmente retratavam aspectos da vida naquela época.

Por conta disso, a viagem para Praga é uma excelente opção para quem gosta de fazer turismo literário. São várias opções de atividades relacionadas ao escritor que podem ser feitas em uma visita à capital da República Tcheca. Confira:

Metalmorphosis

Instalação magnífica, esta cabeça giratória é obra do artista tcheco David Černý. Nominada de Metalmorphosis, foi instalada em 2014 e é formada por 42 camadas de metal que giram de tempo em tempo, em direções diferentes.

Endereço: Rua Spálená, 22 – Nové Město – Praga – República Tcheca

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Casas onde Franz Kafka viveu

Durante sua vida, Kafka viveu em várias casas diferentes na cidade de Praga. A casa em que ele nasceu ficava em um local que hoje abriga um pequeno museu com fotos do escritor, que retratam a cidade no começo do século 20. Da casa original, que pegou fogo, restou apenas a grande porta de madeira.

Endereço: Franze Kafky Námestí, 5Old Town – Praga – República Tcheca

Durante um certo período, Franz Kafka viveu com uma das suas irmãs em uma das casas da Viela Dourada, localizada no complexo do Castelo de Praga. A Viela ganhou esse nome porque ali viveram ourives do rei no século 17. Depois de anos de decadência, foi restaurada e hoje abriga lojas de souvenir. O acesso é pago.

Endereço: Zlatá ulicka, 22 – Praga – República Tcheca

Outra casa onde o escritor morou é também um dos mais belos exemplos arquitetônicos do renascimento tcheco. Em suas paredes, estão retratadas cenas da bíblia e da mitologia e é conhecida como a Casa do Minuto. Fica no complexo Old Town Hall, bem no centro da cidade, próximo da prefeitura.

Endereço: Staroměstské náměstí, 2 – Old Town – Praga – República Tcheca

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Monumento a Franz Kafka no Bairro Judeu

Outro monumento ao escritor tcheco fica no bairro judeu, uma estátua, inaugurada em 2003. Obra do artista tcheco Jaroslav Rona e localizada em frente a Sinagoga Espanhola. Representa uma passagem escrita por Kafka em um dos seus primeiros contos, onde descreve um homem jovem que caminha em cima dos ombros de outro homem pelas ruas de Praga.

Endereço: Rua Vězeňská, 1 – Staré Město – Praga – República Tcheca

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Café Louvre

Como parte dos costumes da época, Franz Kafka costumava se reunir no Café Louvre com seus amigos intelectuais. Fundado em 1902, possui salas reservadas e espaços elegantes que preservam a memória de seu cliente mais ilustre.

Vou falar mais sobre o lugar no post com dicas de onde comer e beber em uma viagem para Praga.

Endereço: Národní, 22 – Nové Město – Praga – República Tcheca

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Museu Franz Kafka

Ideal para quem quer conhecer o mundo de Kafka, começa mostrando como a vida na cidade afetou a sua vida e influenciou a sua obra. Depois, mostra mais sobre o seu processo criativo.

Endereço: Cihelná, 2b – 118 00 – Praga 1 – Lesser Town – República Tcheca

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Outras opções de lugares para conhecer sobre Franz Kafka, acesse aqui.




Hospital Sant Pau em Barcelona

Barcelona é uma cidade bem turística, mas este hospital foi a atração que mais gostei de conhecer.

Barcelona é uma cidade essencial para ser visitada por quem estuda arquitetura e aprecia Art Nouveau (Modernismo). Eu sou tão fã que tenho até um Instagram dedicado ao tema, se tiver interesse em acompanhar é @instaartnouveau.

Eu bem sei que as maiores atrações de Barcelona quando o assunto é arquitetura modernista são as obras de Gaudí, especialmente a Sagrada Família. Mas particularmente, achei o Hospital Sant Pau muito mais bonito – além de ter ingresso muito mais barato e ao menos está pronto.

Brincadeiras à parte, abaixo seguem algumas dicas e um pouco da história do Hospital Saint Pau de Barcelona, para mim um dos destinos obrigatórios em uma visita à cidade.

Hospital de la Santa Creu i Sant Pau em Barcelona

  • considerado um dos maiores tesouros do modernismo catalão, começou a ser construído em 1902 e foi inaugurado oficialmente em 1930;
  • foi construído com recursos deixados em testamento por um banqueiro, em homenagem a Sant Pau (São Paulo);
  • Obra do arquiteto modernista Lluís Domenèch i Montaner, um dos principais expoentes da arquitetura modernista catalã;
  • hospital conta com 12 pavilhões, ligados por túneis subterrâneos;
  • além dos elementos decorativos e ricos da arquitetura art nouveau, um dos destaques da construção é o fato inédito para época de um hospital privilegiar a ventilação e iluminação de todos os espaços.
    Um hospital modelo pioneiro que confirmou a importância do espaço aberto e da luz solar no tratamento de pacientes;
  • construção virou patrimônio da Unesco em 1997, passou por um longo período de reformas e foi reaberto ao público para visitação em 2014;
  • não costuma receber muitos turistas (eles se concentram na Casa Milà, Casa Batlló e Sagrada Família, que costumam ter filas longas e ingressos caros);
  • é um dos passeios mais agradáveis a se fazer em Barcelona.

Site oficial: Hospital Santa Creu i Sant Pau

Endereço: Carrer de Sant Quintí, 89 – 08041 – Barcelona – Espanha

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Post com dicas de onde comer e beber em Barcelona acesse aqui.




Como ir de Bruxelas a Bruges

Post com dicas de como ir de Bruxelas a Bruges, formas práticas e outras nem tanto assim!

Bruxelas…

Por incrível que pareça, ainda não fiz nenhum post sobre o principal destino turístico Belga. Mas antes de falar da cidade, acho interessante compartilhar informações práticas sobre como ir de Bruxelas a Bruges.

Existem opções diferentes de como ir de Bruxelas a Bruges, que variam muito do seu gosto pessoal e orçamento. Vou listar todas, mas entrar em detalhes apenas das que conheço. É perfeitamente possível fazer um bate e volta até a cidade, seja de trem, excursão ou carro. Se você acha esse post útil, compartilhe!

…Bruges!

Como ir de Bruxelas a Bruges

De carro – a opção mais prática para quem aluga um carro para um período na Europa. Se você vai passar algumas noites na cidade, verifique se o seu hotel tem estacionamento, ou indica o local mais próximo. A cidade é pequena e para percorrer e ver todas as suas atrações, você poderá fazer tudo caminhando.

Dica importante: entrar e sair de Bruxelas, passar pelo ring de acesso a Antuérpia é critico. Quase sempre tem engarrafamento, então prepare-se para perder um tempo considerável para passar por estes lugares.

Tempo de viagem: aproximadamente 1h22 via E40.

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De trem – minha opção preferida, embora também tenha seus poréns. A grande maioria das fez, fiz o trajeto de Bruxelas a Bruges via SNBC, o sistema de trens que leva para a toda a Bélgica. Se você está pesquisando como ir de Bruxelas a Bruges de trem, seguem algumas dicas importantes:

  • Opte por embarcar na Gare Central de Bruxelas, pela sua boa localização;
  • Atente ao painel informativo de chegada dos trens, às vezes o trem muda de plataforma;
  • Passagem pode ser comprada via interntet, via aplicativo da SNBC, nas máquinas de auto-atendimento e no balcão;
  • Evite pegar o último trem – muitas vezes, ele fica parado em uma outra estação e sol chega ao destino final no outro dia;
  • Guarde sua passagem com você, para que os funcionários do trem possam validar durante a viagem.

Tempo de viagem: aproximadamente 1h e 10 min.

Custo da passagem: 14,10 euros cada trecho durante a semana. No final de semana (a partir das 18h de sexta-feira), custa metade. Bilhete vale para ida e volta, pelo mesmo preço. Basta buscar a opção weekend ticket na hora de comprar a passagem.

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Com grupos ou guia turístico – nunca fui de Bruxelas a Bruges com esta opção, então não tenho como deixar recomendação. Mas se você deseja visitar a cidade dessa forma, procure indicação no hotel e com amigos.

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Para ver mais posts de viagem na Bélgica, acesse este link aqui.




A Casa do Terror em Budapeste

Budapeste é a capital de um país que sofreu com os regimes Nazista e Comunista, e o museu conta um pouco dessa história.

Photo: House of Terror Museum

Budapeste tem diversos museus interessantíssimos, mas se tem um lugar essencial a ser visitado, este lugar é a Casa do Terror. O nome lembra o de uma atração de um parque de diversões, mas na verdade este museu conta um pouco da história de uma cidade que viveu durante anos, primeiro sob o regime Nazista, depois sob o regime Comunista.

Ao contrário do que muitos afirmam (sem ter visitado, para ser mais exata), a história contada na Casa do Terror em Budapeste não isenta ninguém. Apesar de não contar os fatos de forma linear, foi lá que vimos que os húngaros sofreram pelas mãos dos próprios húngaros, agruras desses dois regimes ditatoriais.

Claro que é impossível um museu mostre todo o horror que as pessoas sofreram nessa época, mas é possível ao menos ter uma ideia. O lugar é também um memorial para as vítimas do Nazismo e Comunismo, em especial as que foram presas, torturadas e morreram neste mesmo prédio onde hoje fica a Casa do Terror em Budapeste – por isso o nome.

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História breve do prédio que abriga hoje o Museu Casa do Terror em Budapeste (Terror Háza Múzeum em Húngaro)

Das paredes externas do Museu Casa do Terror em Budapeste.

Localizado na rua mais importante de Budapeste (próximo a Ópera) e onde estão localizadas as lojas de luxo. O prédio elegante foi construído em 1880, e foi a partir de 1944 sede do quartel general do partido nazista húngaro (Arrow Cross), e entre os anos de 1945 e 1956 foi a sede da polícia do terror comunista.

Além dos três andares que podem ser vistos no exterior, nos anos 50 a
Autoridade de Segurança Estatal (ÁVH) (polícia do terror comunista) ocupava o quarteirão inteiro, principalmente os subterrâneos dos outros prédios.

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Sobre a visita à Casa do Terror em Budapeste

É triste, mas necessária. As filas são constantes e nós esperamos mais de uma hora sob chuva. Mas é importante, para entender um pouco da história recente da Hungria. Fora o tempo de espera, reserve ao menos duas horas para a visita, que conta com muitas imagens, alguns objetos e muita informação multimídia.

Horários: aberto de terça-feira a domingo, fecha somente na segunda-feira, das 10h as 18h.

Endereço: Budapeste, Andrássy út 60 – 1062 – Hungria

Site oficial e mais infos práticas: Casa do Terror em Budapeste

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Post com lista das principais atrações turísticas de Budapeste você confere neste link aqui!




Viagem para Budapeste

Programando viagem para Budapeste? Confira dicas de o que ver e fazer em um final de semana na capital da Hungria.

Confesso que foi nesta viagem para Budapeste que começamos a pautar nosso roteiro em lugares onde comer e beber. Mas descobrimos que além de ser um excelente destino para quem gosta de craft beer, a capital da Hungria é uma cidade linda e encantadora!

Voltamos já programando uma nova viagem para Budapeste – nossa lista de queremos voltar é tão extensa quanto a de lugares que queremos conhecer! Por isso seguimos as postagens divididas em o que ver e outra com dicas de onde comer e beber.

Já sobre as dicas de onde ficar em Budapeste, nem vou entrar em detalhes, pois novamente nos hospedamos via Airbnb. E se você está programando viagem para Budaspeste, seguem as minhas dicas de o que ver em um final de semana na cidade.

Apenas uma das atrações turísticas de Budapeste ganhará um post separado por hora, pois acho que o local merece uma atenção especial. Não que as outras importem menos, mas porque ela é muito importante para a história recente do país. Estou falando da Casa do Terror. Mas vamos aos pontos?

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O que ver e fazer em viagem para Budapeste

1 – Parlamento Húngaro

Principal ponto turístico de Budapeste, é a sede da Assembleia Nacional Húngara e um dos edifícios legislativos mais antigos da Europa. Localizado nas margens do Danúbio, a belíssima construção finalizada no ano de 1904 pode ser vista de diversos pontos da cidade. É certamente a visita essencial a ser feita em uma viagem para Budapeste. Dependendo do horário, tem filas.

Link com informações sobre a visita, horários e preços: Parlamento de Budapeste – Endereço: Budapeste, Kossuth Lajos tér 1-3, 1055 – Hungria.

Interior do Parlamento Húngaro.
Estátua de Ronald Reagan em uma praça próxima ao Parlamento Húngaro.

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2 – Bastião dos Pescadores

Fica em Buda o principal ponto de obervação do Parlamento, e por isso incluí aqui como segundo ponto turístico essencial de Budapeste. Nesta região existem várias outras atrações que você vai ver abaixo, como o Castelo de Buda e a Mathias Church.

O monumento é relativamente novo (ficou pronto em 1902), tem acesso gratuito e é o melhor local da cidade para ver o sol se pôr. Não é preciso pagar para acessar (apenas para subir em uma torre, o que não muda em nada a vista. É uma bela porta de entrada para a cidade medieval de Budapeste e o Castelo de Buda.

Nós usamos o teleférico para ir até o local. Endereço: Budapeste, Szentháromság tér, 1014 – Hungria.

Funicular para acessar a área alta do lado Buda da cidade, com acesso ao Castelo e ao Bastião dos Pescadores.

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3 – Castelo de Buda

Palácio histórico dos reis húngaros do lado Buda de Budapeste, em um local onde existem castelos e fortificações desde o século 13. Hoje funciona como museu, que preserva não somente a história do próprio prédio (que hoje tem fachadas de diversas épocas e períodos), como também do período da monarquia, museu de história da cidade de Budapeste, entre muitos outros atrativos.

Nós visitamos apenas a parte externa do castelo, pois chegando lá percebemos que para fazer uma visita satisfatória, seria necessário ao menos um dia inteiro. Fica aqui a minha dica. Link para informações e horários de abertura: Castelo de Buda

Endereço: Budapeste, Szent György tér 2, 1014 – Hungria

O castelo visto do outro lado do rio Danúbio.

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4 – Termas

No século 16 a Hungria era dominada pelos turcos e eles levaram para Budapeste o costume de relaxar em águas termais (presente em abundância na região). Existem mais de 30 opções do tipo na cidade e algumas delas estruturadas em prédios belíssimos.

São o caso das Termas de Széchenyi, Rudas fürdő (Rudas Bath), Király Bath e
Lukács Baths. Nós não visitamos nenhuma delas, acho que em uma próxima vez talvez, pois queria priorizar outras das muitas atrações turísticas da cidade (em um final de semana não dá para fazer tudo, impossível!).

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5 – Praça dos Heróis

Praça repleta de monumentos, inaugurada em 1896 e construída em honra aos líderes das 7 tribos que fundaram a Hungria. Também é rodeada por importantes e imponentes edifícios de Budapeste, como o Museu de Belas Artes da capital do país.

É muito bonita e a região merece ser visitada, pois é cheia de atrativos. Alguns minutos dali está o Parque Városliget onde se encontra a estátua do escritor anônimo.

Endereço: Budapeste, Hősök tere, 1146 – Hungria

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6 – Basílica de Santo Estevão

Principal igreja católica da cidade, a Basília foi construída entre os anos de 1851 e 1905. Fica localizada bem no centro da cidade, próxima ao parlamento. Site oficial: Basílica de Santo Estevão. Endereço: Budapeste, Szent István tér 1, 1051 – Hungria

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7 – Ópera Húngara

Fundada em 1875, a belíssima construção em estilo neoclássico é considerada um dos principais palcos da Europa. Os afrescos da principal sala de apresentações são incríveis e a visita pode ser realizada todos os dias, em horários a serem conferidos no link oficial do tour da Ópera. Também é possível assistir concertos individuais com cantores de Ópera. Site oficial: Ópera Húngara. Endereço: Budapeste, Andrássy út 22, 1061 – Hungria

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8 – Castelo Vajdahunyad

Castelo localizado no parque da cidade, foi construído em 1896 como parte da exposição que celebrou os 1.000 anos da Hungria desde a conquista húngara da Bacia dos Cárpatos em 895. Exibe diferentes estilos arquitetônicos: românico, gótico, renascentista e barroco. Originalmente, era feito de papelão e madeira, mas se tornou tão popular que foi reconstruído a partir de pedra e tijolo entre 1904 e 1908. Hoje, abriga o Museu da Agricultura Húngara, o maior museu agrícola da Europa.

Próximo da entrada principal está a estátua do escritor Anônimo, obra de Miklós Ligeti. Anonymus viveu no século 12 (sua verdadeira identidade é desconhecida, mas ele era um notário de Béla III da Hungria), e escreveu a crônica Gesta Hungarorum (Ações dos húngaros). O castelo contém também uma estátua de Béla Lugosi , que era um ator húngaro-americano famoso por retratar o Conde Drácula no filme original de 1931 .

Nós visitamos somente a parte externa do castelo, e mesmo assim recomendo muito, até porque fica próximo de outras atrações turísticas importantes da cidade. Site oficial: Castelo Vajdahunyad. Endereço: Budapeste, Vajdahunyad stny., 1146 – Hungria

Estátua do escritor anônimo.

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9 – Sinagoga de Budapeste

Construída entre os anos de 1854 e 1859, de estilos neomouro e neobizantino, é uma das maiores da Europa. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Grande Sinagoga de Budapeste sofreu graves danos e esteve em riscos de ser derrubada pelas tropas nazistas, mas foi recuperada e pode ser visitada em horários específicos. Atrás do edifício ergue-se o Monumento aos Mártires Judeus da Hungria.

Para saber mais sobre a visita à Sinagoga em uma viagem para Budapeste, acesse este site aqui, com informações completas sobre horários e tours. Endereço: Budapeste, Dohány u. 2, 1074 – Hungria

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10 – Citadella

A Citadella é a fortificação localizada no topo da colina Gellért, em Budapeste. A fortaleza foi construída em 1851 por Julius Jacob von Haynau , um comandante do Império Austríaco, e foi projetada por Emmanuel Zitta e Ferenc Kasselik, após a Revolução Húngara de 1848.

Na Revolução Húngara de 1956 , as tropas soviéticas ocuparam a Citadella e dispararam contra a cidade durante o ataque que derrubou o governo húngaro de Nagy. A fortaleza foi transformada em centro turístico nos anos 60 e oferece uma das melhores vistas da cidade. Para chegar ao local, basta buscar por “Citadella” no Google Maps.

A área é repleta de monumentos belíssimos e pode ser acessada através de escadarias e trilhas pavimentadas. É cansativo, recomendo levar água e sapatos confortáveis.

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11 – Ponte da Liberdade ou Szabadság

Ponte da Liberdade ou Szabadság híd é uma das que liga Buda a Peste cruzando o rio Danúbio. É a terceira mais a sul das pontes públicas de Budapeste.

Foi construída entre 1894 e 1896 e inaugurada pelo Imperador Franz Joseph. O último rebite prateado foi colocado pelo próprio Imperador e originalmente a ponte tinha seu nome. Destruída na Segunda Guerra Mundial, foi reconstruída e terminada em 20 de agosto de 1946.

Tem 333,6 metros de comprimento e 20,1 metros de largura. Os pilares mais altos foram decorados com grandes estátuas de bronze de Turul, uma espécie de falcão, o animal mais importante na mitologia Húngara, e o pássaro que dá origem ao próprio povo magiar.

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12 – Sapatos na beira do Danúbio

O memorial Shoes on the Danube Bank foi construído em homenagem aos judeus que foram mortos por milicianos fascistas da Arrow Cross em Budapeste durante a Segunda Guerra Mundial . Eles recebiam ordens de tirar os sapatos antes de serem fuzilados na beira da água, de modo que seus corpos caíam no rio. Representa os sapatos deixados na margem do rio, local onde foram mortos.

A maioria dos assassinatos ao longo da margem do rio Danúbio aconteceu por volta de dezembro de 1944 e janeiro de 1945, quando os membros da polícia do partido Arrow Cross (“Nyilas”) levaram até 20.000 judeus do recém-criado gueto de Budapeste e os executaram à margem do rio. 

O memorial foi inaugurado em 2005. Endereço: Budapeste, Id. Antall József rkp., 1054 – Hungria

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13 – Mathias Church

Igreja em estilo gótico tardio, localizada no lado Peste da cidade, praticamente no pátio do Bastião dos Pescadores. Antes da visita interna, repare no belíssimo mosaico que compõe o telhado da igreja. Afirma-se que no local, no começo do século 12, existia no local uma igreja em estilo românico, mas não existem vestígios arqueológicos.

A igreja atual data da segunda metade do século 13. Site oficial para conferir horários de visitação: Matyas Templom. Endereço: Budapeste, Szentháromság tér 2, 1014 Hungria

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Sobre transporte em viagem para Budapeste

Budapeste não é uma cidade gigantesca e foi possível visitar quase tudo caminhando. Ficamos hospedados no centro, poucas quadras da Ponte da Liberdade ou Szabadság, no lado Peste da cidade (mesmo do Parlamento). Mas para ir para o lado Buda é muito fácil e rápido, basta cruzar uma das pontes que cortam o Danúbio.

Usamos o transporte público algumas vezes, em algumas horas que a chuva era forte ou para ver algumas atrações mais distantes. Bem tranquilo, preço ok, e bem útil dependendo do clima. Para ir do aeroporto até o centro da cidade, usamos os ônibus urbanos que fazem esse trajeto.

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Para ver outros posts de viagem, acesse aqui.




Turismo na Escócia, dicas de Inverness e mais

Programando viagem de turismo na Escócia? Inverness é uma dica de passeio para ir além de Edimburgo.

Urquhart Castle e sua vista para o Lago Ness.

Nosso primeiro plano de turismo na Escócia, além de conhecer Edimburgo, era visitar a Muralha de Adriano. Mas como comentei no post anterior, fomos “convencidos” a seguir para as Highlands escocesas e conhecer Inverness.

Para esta viagem de turismo na Escócia, alugamos um carro (o que facilitou muito a nossa vida!). Por isso não teremos aqui dicas de como ir para Inverness de trem ou qualquer outro tipo de transporte. Segue abaixo um pequeno guiam com dicas de o que ver e fazer nas Highlands escocesas.

Turismo na Escócia: o que ver nas Highlands e infos gerais

As Terras Altas (Highlands) são a zona montanhosa do norte da Escócia e seu centro administrativo é a cidade de Inverness. É nesta região que fica o Lago Ness, belíssimos castelos e algumas das melhores destilarias de whisky do país.

Uma das inúmeras destilarias das Highlands.

E se você está planejando turismo na Escócia, estas são as atrações turísticas que visitamos em um passeio de um dia a partir de Edimburgo.

1 – Lago Ness

Localizado a 37 km de Inverness, o Lago Ness é mais conhecido por alegados avistamentos de um ser conhecido como Monstro do Lago Ness. A visibilidade da água deste lago é excepcionalmente baixa, devido ao alto teor de turfa no solo da região.

Infelizmente não encontramos com Nessie (apelido carinhoso do monstro do lago), mas a visita vale por fazer parte importante do folclore local. Não existe comprovação científica para a existência do monstro, mas a beleza da região do maior lago da Escócia faz o lago merecer uma visita.

O link no nome é para o centro de atendimento aos turistas que visitam o Lago Ness. Endereço: Drumnadrochit, Loch Ness, Inverness-shire – IV63 6TU – Escócia

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2 – Castelo de Urquhart

Localizado em uma encosta rochosa do Lago Ness, o passeio por esta região teve para mim como ponto alto a visita a este castelo com mais de 1000 anos de história. Um dos maiores da Escócia, suas paredes presenciaram séculos de conflitos, e é uma excelente oportunidade para saber mais da história e modo de vida do país.

Link para mais detalhes tickets e infos, verificar link no nome do castelo. Endereço: Drumnadrochit, Inverness IV63 6XJ – Escócia

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3 – Inverness

Uma cidade cheia de história e belezas certamente merecia mais tempo para ser visitada do que apenas algumas horas. Paramos apenas para almoçar, mas penso ser uma boa base para conhecer as inúmeras atrações turísticas das Highlands.

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4 – Laggan Dam

A belíssima barragem é um ponto a ser admirado no caminho para Inverness e o Lago Ness. Construída em 1934, é uma das mais bonitas que já vi, quase um monumento de engenharia a ser admirado. Tanto que tem um mirante no ponto mais admirável. Endereço: Roy Bridge PH31 4AR – Escócia

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5 – Outros lagos, castelos e mais

As Highlands tem muito mais a oferecer do que visitamos e se você quiser explorar com maior profundidade, recomendaria planejar alguns dias mais para fazer turismo na Escócia. Entre as atrações que não visitamos mas que podem entrar no seu roteiro estão o Castelo Kilchurn, Castelo Cawdor, o Parque Nacional Loch Lomond e The Trossachs National Par, o Forte George, entre outros mais.

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Para ver dicas de Edimburgo, confira este post aqui.




Edimburgo, o que ver em um final de semana

Dicas de Edimburgo, para conhecer a cidade em um final de semana, para ver o essencial.

Edimburgo foi outro destino que conhecemos em uma viagem rápida de final de semana. Nossa ideia inicial era, além de visitar a cidade, conhecer a Muralha de Adriano (resquícios da fortificação construída pelo imperador romano), mas mudamos de ideia após conversa com o oficial da fronteira.

Explico: nenhum dos países do Reino Unido é Shenguen. Enquanto apresentávamos nosso passaporte na chegada em Edimburgo, o oficial perguntou o que pretendíamos fazer e nos recomendou que fôssemos a Inverness e não até a muralha – o que nos arrependemos um pouco. Mas como sempre digo, gosto de ter motivos para voltar!

No fim, como alugamos um carro, acabamos fazendo um bate-e-volta até Inverness e o Lago Ness. Sobre esse passeio, falarei no próximo post. Aqui seguem as dicas de o que ver e fazer em Edimburgo. Espero que sejam úteis! Como sempre, links nos nomes das atrações.

O que ver e fazer em Edimburgo

O Castelo de Edimburgo é uma antiga fortaleza medieval que domina a silhueta da cidade, por conta de sua posição no topo do Castle Rock. Nós não entramos no castelo pelo fato de que no dia em que chegamos, nos demais estava tapado por uma infraestrutura de evento, os horários de visitas eram limitados e sempre com filas absurdas (em meio a chuva e frio). Mas pretendo voltar! Endereço: Castlehill, Edimburgo, EH1 2NG – Escócia

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O Palácio de Holyroodhouse, ou informalmente Palácio de Holyrood, foi fundado inicialmente como um mosteiro, por David I da Escócia, em 1128. Serviu como principal residência dos reis e das rainhas da Escócia desde o século XV.  É um dos endereços favoritos da Rainha Elizabeth II, e infelizmente não visitamos nesta viagem para o país. Endereço: Canongate, Edimburgo, EH8 8DX – Escócia

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  • Arthur’s Seat

Arthur’s Seat é o maior pico do grupo de colinas que dominam a paisagem de Edimburgo. A elevação de origem vulcânica de 251 m é um dos símbolos da cidade, e se localiza a pouco mais de um quilômetro do Castelo de Edimburgo. É um parque com uma bela vista da cidade, mas é preciso caminhar um bom pedaço para chegar ao ponto mais alto.

Nós estacionamos o carro em um parking público próximo e caminhamos até a metade do trajeto até o topo. Também é possível chegar até a base de transporte público.

View de Edimburgo a partir de Arthur’s Seat.

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  • Cidade Velha

A Cidade Velha de Edimburgo, capital da Escócia, é um Patrimônio Mundial da UNESCO. Foram preservados o seu plano medieval e muitos edifícios. Há quem acredite que a “cidade velha é mal assombrada”, mas achei uma região de um certo charme. Diariamente por ali circulam muitos jovens, e também se concentram bares de atmosfera animada e lojas bem interessantes.

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Calton Hill é uma colina na parte central da cidade A elevação possui vários monumentos nacionais escoceses e britânicos, que podem ser observados da maior parte da Princes Street, como o Monumento Nacional da Escócia, Monumento de Dugald Stewart e o Monumento de Nelson. Tem uma elevação de 103 m.

É um dos lugares que oferece melhor vista da cidade. Acessível a apenas 3 minutos a pé a partir da Princess Street, e também acessível com transporte público.

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O Museu Nacional tem coleções relacionadas a antiguidades escocesas, cultura e história, além de coleções cobrindo ciência e tecnologia, história natural e culturas do mundo. O prédio é lindo e achei a visita bem válida (ainda mais se o clima não estiver colaborando!). Endereço: Chambers St, Edimburgo EH1 1JF, Escócia.

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A Catedral de Santo Egídio é dedicada ao santo padroeiro da cidade. Foi construída há mais de 900 anos e tem arquitetura gótica. Endereço: High St, Edimburgo EH1 1RE, Escócia.

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HMY Britannia é o antigo iate real da Família real britânica, em especial, da Rainha Elizabeth II, sendo o 83º navio a servir a monarquia desde a coroação de Charles II em 1660.

Foi uma das visitas que mais gostei de fazer em Edimburgo, é uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história e modo de vida da família real britânica. Além da visita ao seu interior, conta com um restaurante aberto ao público. Início da construção data de 16 de junho de 1952, seu lançamento é de 16 de abril de 1953. Endereço: Ocean Dr, Edimburgo EH6 6JJ, Escócia.

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Monumento neogótico vitoriano ao autor escocês Sir Walter Scott. É o segundo maior monumento a um escritor do mundo depois do monumento José Martí em Havana. Tem 197 pés de altura e foi inaugurado em 1844, após 4 anos de construção. Endereço: E. Princes St Gardens, Edimburgo EH2 2EJ, Escócia.

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Para ver mais posts de viagem , acesse este link aqui.




Copenhague, o que ver em um final de semana

Dicas de Copenhague, o que fazer para aproveitar o melhor da cidade em um final de semana.

Nyhavn.

Copenhague foi a primeira cidade dos países escandinavos que visitei. Um destino um tanto caro para quem está acostumado com os países da zona do euro – e quando estive lá a cotação era de 23,6 para cada euro. E nada lá era muito barato.

Mas Copenhague não se resume à isso. Encontramos muitos turistas e um final de semana me pareceu suficiente para explorar a capital da Dinamarca com tranquilidade. Tem atrações para todos os gostos – família, cervejeiros, entusiastas de história, arte, moda e gastronomia.

E por falar em moda, para quem possa interessar, tem um post falando mais sobre esse assunto no meu outro blog, o Imaginação Fértil, que você pode conferir aqui. Sobre comer e beber, aguarde o próximo post! Abaixo, confira a lista das principais atrações turísticas de Copenhague, com algumas referências. Links nos nomes das atrações.

Copenhague, o que ver em um final de semana

  • Nyhavn – o coração da cidade, a linda região do canal e porto que funciona ali desde o século 17 encanta pelo conjunto arquitetônico com prédios em estilo holandês. Além de restaurantes de chefs prestigiados, lojas de designers dinamarqueses conhecidos e alguns bares. O escritor e poeta dinamarquês Hans Christian Andersen morou em três casas diferentes ao longo do canal, e placas nas paredes indicam quais são as casas onde ele viveu.

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  • A pequena Sereia – seguindo com Hans Christian Andersen, Copenhague tem uma estátua que é quase o equivalente do Maneken Pis de Bruxelas. A Pequena Sereia representa um dos contos infantis do escritor e é de autoria de Edvard Eriksen. Endereço: Langelinie, 2100.
Photo by André Spritzer

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  • Palácios e castelo – são três os principais e dois deles podem ser visitados. O Palácio de Amalienborg tem um museu que conta um pouco da história da família real e em sua frente acontece a troca da guarda (Amalienborg Slotsplads 5, 1257); Palácio de Christiansborg é um prédio governamental, o único no mundo a abrigar simultaneamente 3 poderes (Prins Jørgens Gård 1, 1218); Castelo Rosenborg castelo do século 17, com museu e onde ficam as joias da coroa. Destaque para o belíssimo jardim de rosas na lateral do castelo, com acesso livre (Øster Voldgade 4A, 1350).
Castelo Rosernborg.

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  • Rundetarn – é uma torre do século 17, localizada na região central da cidade. É um dos muitos projetos de arquitetura de Cristiano IV que foi rei da Dinamarca, construída como um observatório astronômico. É possível visitar e comprar os ingressos online. Endereço: Købmagergade 52A, 1150.

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  • Strøget – é a região mais comercial da cidade, mesmo assim uma região linda e onde fica uma das principais lojas da Lego (que é dinamarquesa). Endereço: Vimmelskaftet 37, 1161.

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  • Igreja de Mármore – belíssima igreja no centro da cidade, que merece ao menos uma visita breve. Endereço: Frederiksgade 4, 1265.

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  • Museu Nacional da Dinamarca – é o maior museu de história cultural do país, incluindo artigos de culturas dinamarquesas e estrangeiras. O edifício principal do museu está localizado a uma curta distância de Strøget, no centro de Copenhague. Uma boa opção para quem quer conhecer um pouco mais do passado Viking dos dinamarqueses. Endereço: Prince’s Mansion, Ny Vestergade 10, 1471.

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  • Igreja de Nosso SalvadorThe Church of Our Savior é uma igreja em estilo barroco de Copenhague. É famosa por sua escada em espiral na pate externa, que pode ser escalada até o topo, oferecendo vistas extensas do centro da cidade. Pode ser visitada. Endereço: Sankt Annæ Gade 29, 1416.

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  • Fonte de Gefion – grande fonte na próximo ao porto de Copenhague. Apresenta um grupo em grande escala de animais sendo conduzidos pela deusa nórdica Gefjon. Está localizado na área de Nordre Toldbod, junto a Kastellet e imediatamente a sul de Langelinie. Endereço: Churchillparken, 1263.

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  • Passeio de barco – uma das atividades que mais gosto de fazer ao fim de uma viagem para qualquer destino é o passeio de barco. Já fiz em Paris, Amsterdã, Bruges e este em Copenhague que também foi muito interessante. Os passeios tem duração média de 1 hora, e partem de dois locais: Nyhavn ou Gammel Strand (Ved Stranden), e passa pelos principais pontos turísticos da cidade.

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  • Christiania – também conhecida como Cidade Livre, é uma comunidade independente e autogestionada localizada de Copenhague, com cerca de 850 habitantes. Particularmente, não me senti à vontade visitando a região, e para quem não tem interesse em conhecer a “cidade” fundada por artistas e hippies nos anos 70, a grande maioria dos turistas visita o local para fumar maconha. Isso porque o local funciona de forma totalmente independente e tem suas próprias leis, decididas em consenso e sem hierarquia.

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  • Jardins de Tivoli – não visitamos o parque de diversões mais antigo em funcionamento no mundo (mas como sabem, gosto de deixar coisas para trás para ter desculpa para voltar!), e para infos acesse o site oficial.

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Onde ficar em Copenhague

Nós optamos por alugar um apartamento via Airbnb.

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Para outros posts como este, acesse aqui ou posts relacionados abaixo.




Sobre os posts de viagens

Sobre os próximos posts de viagens, infos sobre a dinâmica do que vem por aí.

viagens

Uma das grandes vantagens de viver na Europa é a possibilidade de fazer viagens de final de semana para países diferentes. A proximidade dos países permite isso, e em duas horas já se está em um destino diferente. A variedade de vôos low cost são praticamente um convite para viajar mais!

Por isso nos últimos anos fizemos várias viagens curtas, e por isso nos próximos vou relatar de forma breve o que vi em cada um dos países. Vou focar em alguma atração que gostei mais, em restaurantes e opções para quem gosta de provar craft beer.

As viagens realizadas para Suíça, Estados Unidos, Islândia, Normandia e Grécia que foram mais longas vão ganhar mais do que dois posts. Isso porque tem bem mais informações para compartilhar destas que foram viagens mais longas, ou que visitei mais de uma vez.

Em suma, quero focar na parte culinária das viagens, afinal este é o mote do blog. Mas fiquem à vontade para perguntar sobre os destinos no espaço para comentários. E vamos ao próximo destino: Copenhague, na Dinamarca.

Próximos posts de viagens

Para ver a lista completa de posts sobre viagem, acesse este link aqui. Na lista dos países visitados e já com post aqui no blog estão Itália, Bélgica, Alemanha, Irlanda, Irlanda do Norte, França, Luxemburgo, Portugal, Curaçao e algumas dicas do Brasil.

Próximos países e lugares pendentes de post: Dinamarca (Copenhague), Escócia, Hungria (Budapeste), Portugal (Lisboa e Porto), Espanha (Barcelona e Madrid), Holanda, Suíça, França (Etretat e região, Lyon e região), República Tcheca (Praga), Áustria, Eslováquia (Bratislava), EUA (Boston, NY e Washington), Islândia e Grécia. Além de algumas dicas do Brasil!

Os posts não vem necessariamente nessa ordem e entre os mesmos, teremos posts de receitas e posts com dicas de restaurantes da Bélgica (e outras coisas do país que for achando que vale à pena compartilhar). Se você já viajou bastante, fica a dica do Mapa Mundi de Raspar para marcar os países já visitados. Os leitores do blog tem desconto usando o códigoRECEITADEVIAGEM.




Paestum, ruínas gregas no sul da Itália

Encerramos nossa viagem para a Itália em Paestum e seus magníficos templos gregos.

O sítio arqueológico de Paestum foi uma das melhores surpresas que visitamos no sul da Itália, e por isso escolhi para encerrar essa viagem. Depois de tanto ver ruínas romanas, chega até ser um alívio ver ruínas gregas – a cidade com templos mais bem preservados de tudo que foi construído pelos gregos na antiguidade.

Segue um pequeno resumo histórico de Paestum, uma lista com tudo que pode ser visto nesta importante atração turística da Campânia e por fim, instruções sobre como chegar e o que fazer para visitar. Espero que apreciem, me contem se já visitaram este lugar e boa viagem!

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Paestum, pequeno resumo histórico

Paestum foi fundada pelos gregos de Sybaris em 600 a.C. Seu primeiro nome foi Poseidônia, em homenagem ao deus grego dos mares, Poseidon (Netuno para os romanos), mas a divindade dominante da cidade era Hera (na mitologia romana, Juno). Isso porque esta é a deusa da fertilidade e a região, uma planície exuberante e muito fértil. Até hoje Paestum é conhecida pelas rosas que crescem de forma selvagem.

Mas a cidade mudou seu nome até chegar em Paestum, após passar a ser dominada por uma tribo italiana que já vivia na região. A cidade então prosperou durante o Império Romano, chegando a receber alguns privilégios, mas entrou em declínio no século 4 d.C. até ser abandonada na Idade Média.

Pesquisadores descobriram que o aumento dos pântanos do Rio do Salso no século 9 d.C. podem ter colaborado para a preservação dos templos e estruturas de Paestum. A cidade só foi redescoberta na metade do século 18 e nesta época, foram considerada a “arquitetura mais antiga depois das pirâmides do Egito”.

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Paestum, o que ver

Além do Museu Arqueológico é possível visitar as ruínas da antiga cidade grega que contam com a Basílica (templo mais antigo, dedicado à Hera, data de 560 a. C.), templo de Athena (único que se tem certeza a qual divindade foi dedicado) e templo de Netuno (o maior e mais bem preservado) . Todos os templos tem arquitetura do estilo dórico e no museu é possível ver partes dos ornamentos de cada um, que contam histórias da mitologia clássica greco-romana.

Site oficial: Parque Arqueológico e Museu de Paestum

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Paestum, como visitar

Paestum está localizada na província de Salerno, município de Capaccio Paestum. Chegar até lá é muito simples: deixando a estação de trem, Paestum, você entra na cidade antiga. Uma agradável caminhada de 15 minutos será suficiente, passando pelo portão de Sirena , para chegar ao museu e à área arqueológica. Alternativa: descubra a rota ao longo da antiga muralha, que dura cerca de 30 min. neste link aqui.

Preços dos ingressos neste link aqui.

Parque Arqueológico de Paestum

Via Magna Grecia, 919 – 84047 
Capaccio Paestum (SA) – Itália

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Para ver todos os posts com dicas de viagem para Itália, acesse este link aqui.




Capri, guia de viagem

A ilha de Capri é sonho de consumo de qualquer viajante e neste post, segue um pequeno guia para quem ainda não visitou o lugar.

Uma das paisagens mais conhecidas da ilha:
I Faraglioni.

Capri é um dos destinos de luxo mais ambicionados por quem é viajante e gosta de explorar os lugares mais bonitos do mundo. Sim, é um lugar incrível e sim, é um destino de luxo. Isso porque mesmo em baixa temporada não é um dos lugares mais baratos para se visitar.

Mesmo assim, a ilha de Capri na Itália não é um destino possível apenas para os muito ricos. Uma das formas mais baratas para se visitar a ilha é se hospedar na parte continental (em Sorrento, conforme dicas destes posts aqui) e visitar a ilha durante o dia e voltar sem se hospedar lá. Claro que para a economia local isso não é lá tão benéfico, mas se é o que você pode fazer, se mande para lá!

Sendo assim, os dois posts que seguem sobre Capri (este guia e onde comer) serve mesmo para quem não quer gastar muito. Espero que apreciem!

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Ilha de Capri

Chegada/partida da ilha, pela Marina Grande.

Capri é uma ilha rochosa nas margens da região da Campânia. Encontra-se no extremo sul da Baía de Nápoles, além da península Sorrentina (onde você encontrará na parte continental mais próxima a cidade de Sorrento e a Costa Amalfitana).

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Breve história

Os primeiros habitantes a se estabelecerem em Capri foram os gregos da antiga etnia Teleboi. Eles chegaram na ilha no século 8 aC. Alguns vestígios foram encontrados através de escavações e análise da muralha de uma antiga acrópole grega que ainda pode ser vista na ilha.

Capri é, há mais de dois mil anos, destino de férias favorito das pessoas ricas e poderosas. Os imperadores romanos construíram lá casas de férias e aristocratas, artistas e escritores do século 19 incluíram o local em seus passeios pela Europa.

No anos 50, as estrelas de cinema começaram a ancorar seus iates nos portos de lá e, atualmente, a ilha ainda é um local conhecido pela alta sociedade internacional, um exemplo de elegância na Itália.

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Mitologia

Uma das muitas grutas das formações rochosas da ilha. Essas grutas são importantes para a formação do imaginário mitológico que faz parte da história de Capri.

Segundo a mitologia, seria na rochas próximas da Gruta Azul que Ulisses, personagem épico da Odisseia de Homero teria ouvido pela primeira vez o canto das sereias. As sereias eram ninfas que, com seu canto, enfeitiçavam os marinheiros, atraindo-os para a morte.

Elas se estabeleceram na ilha de Capri e foram também encontradas pelos Argonautas, que conseguiram passar pela região ilesos com a ajuda do poeta Orfeu que, com sua música, abafou o canto delas.

Pequena estátua de sereia que vimos no passeio de barco em volta da ilha.

Ulisses também conseguiu passar por elas, amarrando-se ao mastro do seu navio, e obrigando seus homens a taparem os ouvidos com cera. As sereias ficaram tão aflitas com o estratagema de Ulisses que se jogaram no mar e se afogaram.

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Atrações turísticas

Alguns dos links com informações detalhadas estão no nome dos lugares; outros tem endereço logo após entre parênteses.

Via Krup.
  • Igrejas e Torre do Relógio – Chiesa di Santo Stefano e Torre dell’Orologi (Plaza Umberto I, Capri), Chiesa San Michele (Piazza San Nicola, Anacapri), Chiesa di Santa Sofia (Piazza Armando Diaz 1, Anacapri) e Chiesa di Santa Maria e Cetrella (na encosta do morro, reserve tempo para uma bela caminhada. Endereço:
    Via Montesolaro, Villa Alle Scale – Anacapri).
  • Ruas e praças – Via Camerelle (principal rua de compras de Capri), Via Longano (uma das ruas mais estreitas de Capri) e Piazza Umberto I (principal praça do centro de Capri).
  • Atrações naturais – I Faraglioni (formação rochosa icônica bem próxima de Capri), Castiglione (arcos naturais em uma das poucas praias da ilha) e Arco Naturale (arco natural nas rochas, para acessar é preciso fazer uma trilha. Endereço: Grotta di Matermania, Pizzolungo – Capri).
Il Faraglioni.
  • Farol “Punta Carena – o melhor lugar para ver o pôr do sol na ilha. Endereço: Via Nuova del Faro – 80071 – Anacapri).
  • Grutas – existem várias grutas que podem ser visitadas de barco (que você pode alugar, ou participar de um passeio em grupo). A principal é a Grotta Azzurra, mas ainda existem a Green, a White e a Red.
A Gruta Azul, em dia em que não foi possível visitar seu interior por conta da maré alta.
  • Mosteiro e cemitério – La Certosa di San Giacomo (mosteiro do século 14. Endereço: Via Certosa, Capri) e Cimitteo Acattolico (cemitério não católico. Endereço: Via Provinciale Marina Grande, 80073 – Capri).
La Certosa de San Giacomo.
  • Castelo Barbarossa antiga fortaleza do século 16 que hoje é apenas um ponto de observação de aves migratórias sob a administração da Fondazione Axel Munthe.
Villa Jovis. Photo: Cruisebe
Villa Lysis. Photo: Capri Tourism

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O que fazer

Entre as principais atividades que você pode realizar em Capri como turista (além de pernoitar e comer!) estão:

  • Trilhas – várias opções disponíveis na ilha, informações gerais sobre as trilhas você confere neste site aqui.
  • Passeio de barco – podem ser realizados em grupo ou você pode alugar barcos (com piloto ou não). O principal destino é a Gruta Azul, mas na prática não é tão fácil assim ver a mesma (e entrar dentro dela!), pois depende muito da maré e do clima a cada dia. É um pouco questão de sorte. Nós não conseguimos ver, então optamos apenas por fazer um passeio de barco em grupo dando a volta na ilha (e foi uma forma bem legal de ver as demais grutas). Todos esses serviços estão disponíveis a partir da Marina Grande (mesmo local por onde se chega na ilha).
Beach club Lido del Faro.
Acesso ao mar ao lado do restaurante Lido del Faro.

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Onde ficar em Capri

Já comentei neste post aqui que alugamos um Airbnb para nossos dias em Capri, mas aqui nestes posts sobre Sorrento tem dica de onde ficar na parte continental. Para não doer tanto no bolso, recomenda-se buscar por hospedagens em Anacapri, a outra cidade da ilha.

Nossa vista em Capri!
Casa histórica onde nos hospedamos em Capri.

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Como chegar em Capri

Só é possível chegar em Capri via mar, com balsas e barcos que saem de Nápoles e Sorrento. Durante o verão também existem saídas de Positano, Amalfi, Salerno e Ísquia. Durante boa parte do ano não é possível levar o carro ou a moto até Capri: o desembarque de veículos a motor para não residentes é permitido apenas no período que vai do início de novembro até a páscoa. Na ilha é possível alugar scooters.

Para se locomover em Capri:

  • Porto da Marina Grande para Capri: funicular (com saídas a cada 15 min. e custa 2 euros)
  • Capri para Anacapri: ônibus (passagem custa 2 euros)
  • Centro de Capri e de Anacapri: a pé
Na trilha dos barcos que chegam e saem da ilha.

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Dicas gerais

  • Alguns hotéis oferecem serviço de transfer.
  • Não espere encontrar praias com areia – algumas são de pedras e outras são artificialmente criadas sobre pedras e decks.
  • Se puder pernoitar em Capri, a experiência será muito mais interessante! Após o fim das atividades dos barcos que levam ordas de turistas para passar apenas algumas horas na ilha, o lugar é tomado por uma calmaria encantadora.
  • Apesar de parecer caro quando convertemos (cerca de 25 euros), ficar nas cadeiras de um dos beach clubs é uma boa opção para aproveitar o sol e a brisa do mar com conforto. Mas lembre que este não é, propriamente dito, um destino de praia. É uma ilha cheia de encostas rochosas e íngremes, e para aproveitar o mar o ideal é alugar um barco privado com piloto.
  • Os restaurantes com os melhores preços estão nas áreas mais remotas da ilha. As dicas de onde comer em Capri vem no próximo post!



Costa Amalfitana

Pequeno guia para visitar a Costa Amalfitana na Itália!

A Costa Amalfitana é uma das preciosidades do litoral da Itália, localizada entre as cidades de Sorrento e Salerno. A região litorânea mais cobiçada do país é composta por várias pequenas cidades construídas entre a montanha e o mar.

A Costa Amalfitana espalha-se pelo Golfo de Salerno, e as cidades de Positano, Amalfi e Ravello são as mais conhecidas e visitadas. Cada uma com características diferentes, reservando atrações variadas para quem escolhe a região como destino turístico.

Seguindo com os posts da serie de viagem para Itália, segue um pequeno guia para planejar sua viagem para esta região. Nós circulamos pelas 3 principais cidades da Costa Amalfitana durante nossa estadia em Sorrento, e aqui segue um pequeno guia com dicas e informações. O próximo post tem uma dica de restaurante. Confira!

Costa Amalfitana

Uma das mais belas paisagens do mediterrâneo, a Costa Amalfitana tem como sua principal estrela Positano, que é um dos destinos favoritos das estrelas de Hollywood no verão. Apesar disso, a região conta com excelentes opções de atrações turísticas e atividades para aproveitar a natureza.

Abaixo seguem algumas dicas importantes para planejar sua viagem:

  • Cidades – região é composta pelas cidades litorâneas de Amalfi, Positano, Ravello, Praiano, Furore, Minori,
  • Quando visitar – os períodos de alta temporada (ver tabela abaixo) são os com maior volume de turista e, por consequência, onde os preços ficam mais caros e os lugares mais lotados. Recomendo os meses de abril, maio, setembro ou outubro, quando tudo é mais ameno (falo de clima, hospitalidade e preços).
  • Onde ficarneste post aqui tem dica de um hotel para se hospedar em Sorrento para conhecer a Costa Amalfitana com tranquilidade.
  • Para chegar – fizemos todo o circuito de carro, pois todas estas cidades tem estacionamento público e o caminho é belíssimo. Infelizmente não tenho nenhuma outra recomendação por agora, mas assim que tiver, atualizo por aqui.

Positano

No canto esquerdo, a cúpula da Igreja de Santa Maria Assunta em Positano.

O que ver: Igreja de Santa Maria Assunta (é o elemento que mais se destaca na paisagem, e onde é comum acontecerem casamentos de ricos e famosos), Praia del Fornillo (para chegar até ela, use tênis), Praia Grande (onde cadeiras e guarda-sol custam na faixa de €20 por dia por pessoa, mas para ducha precisa pagar extra), Franco Senesi (galeria de arte), Palazzo Murat (hoje um hotel de luxo, mas com restaurante e bar aberto ao grande público…de luxo).

O que fizemos por lá: circulamos pelo centro histórico e tomamos um drink em um dos bares da Spiaggia Grande (Praia Grande). Dica: pedir no balcão custa muito mais barato!

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Amalfi

O Duomo de Amalfi.

O que ver: Duomo di Sant’Andrea (que reúne elementos árabes, romanos e bizantinos em sua fachada e segundo a crença católica, é onde jazem os restos mortais de Santo André), Praia de Marina Grande, Praia Duoglio, Museu della Carta (museu do papel), Via Lorenzo D’Amalfi (para fazer compras).

O que fizemos por lá: nós visitamos o centro histórico, o Duomo e escolhemos esta cidade para almoçar. Entre as opções, vários restaurantes de frente para o mar. Mas nós almoçamos do lado do Duomo, em dica de restaurante que vem em próximo post.

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Ravello

O que fazer: Ravello fica no topo dos penhascos na Costa Amalfitana e os jardins com vista para o infinito são a sua principal atração. A cidade é conhecida por ter visitantes ilustres como os músicos Wagner, Grieg, Rostropovich, Toscanini, Bernstein; os pintores Escher, Turner, Mirò; e os escritores D.H Lawrence, Forster e Virginia Wolf.

Os lugares com a vista mais bonita de Ravello são o mirante Principessa di Piemonte, o terraço infinito da Villa Cimbrone e os terraços da Villa Rufolo.

O que fizemos por lá: nós apenas circulamos pelas ruas da cidade para apreciar as paisagens de uma cidade que está a 350 metros acima do nível do mar. Nós vimos um casamento na principal praça da cidade enquanto tomamos um café.

Demais cidades turísticas da Costa Amalfitana

Não conheci estas que cito abaixo (ainda!), mas acho válido compartilhar algumas informações extras para quem quer ficar mais tempo visitando a região.

  • Praiano: vila de pescadores, repleta de casinhas coloridas e bares descolados, mas bem menos luxuosa do que Positano.
  • Minori: além de ter uma das praias agradável para curtir o mar, é um excelente lugar para se degustar uma pasta fresca artesanal, especialidade local.
  • Furore: tem uma praia pequena, entre duas montanhas unidas por um charmoso viaduto de pedras, que é belíssima! Confira na foto abaixo:
https://www.instagram.com/p/BtvBybUFnS6/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=smfjaybivwvn

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Peço desculpas pelas fotos meio sem graça, mas infelizmente não conseguimos um período muito iluminado para visitar a região. Espero voltar em breve e atualizar fotos e infos!




Onde ficar em Sorrento

Dica de hotel para quem está procurando onde ficar em Sorrento para visitar a região da Campânia e Costa Amalfitana.

Hotel Marina Piccola 73, foto do site oficial.

Seguindo com os posts com dicas de viagem para Itália, segue uma sugestão para quem procura onde ficar em Sorrento. Em nossa mais recente visita ao país ficamos pelo menos uma noite na cidade e a hospedagem foi tão receptiva que resolvi compartilhar aqui.

Como podem perceber não tenho resenhas de hotéis aqui no blog, mas quando a experiência é positiva, me sinto muito contente em fazê-lo (e não, não estou ganhando por isso nada além da sua simpatia!). E o faço porque sei que de alguma forma, posso estar ajudando alguma pessoa que por algum motivo ainda não sabe onde ficar em Sorrento.

A verdade é que em uma área com inúmeras opções luxuosas, um hotel bonito, com bom atendimento, café da manhã incrível e além de tudo bonito (e com uma bela vista para o Vesúvio!) faz toda a diferença. Então, se estás à procura de onde ficar em Sorrento, minha dica é o Marina Piccola 73.

Na torre também tem quartos!
Terraço, que na temporada de verão funciona como um bar.
View noturna para o Vesúvio, da janela do nosso quarto.

Confira alguns dos motivos pelos quais gostamos muito do hotel e porque ele é uma excelente opção de onde ficar em Sorrento:

  • Atendimento atencioso, rápido e eficiente – tinha chá na recepção para compensar o vento frio do inverno. Recebemos todas as dicas que precisamos. Também nos permitiram deixar as malas na recepção após o check out. Nosso plano era buscar elas ao final da tarde. Como nossa carona atrasou, pedimos para esperar lá até que nos buscassem e nos deixaram esperar em uma sala confortável e quentinha, pelo tempo que foi necessário.
  • Café da manhã delicioso – com especialidades locais, algumas feitas pela Donatella que atende à todos com muita simpatia pela manhã. Ela também nos deu muitas dicas para nós, assim como para os outros hóspedes. Também se prontificou a tirar fotos nossas com o Vesúvio ao fundo e nos disse que mesmo no verão, o HotelMarina Piccola 73 é mais tranquilo que os demais na parte alta (e bem mais turística de Sorrento).
  • Dormir e acordar com vista par o Vesúvio (um vulcões dos mais perigosos e ao mesmo tempo fascinantes do mundo) é para VIPS que ficam nos hotéis caros, ou para quem escolhe este hotel, que é pequeno e familiar (total Girl Power no comando).
  • Nós reservamos via booking, mas se você fizer a reserva diretamente no site do hotel, ganha uma garrafa de prosecco!

Serviço

Hotel Marina Piccola 73

Contato: info@marinapiccola73.com
Fone: +39 0818071643

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Para ver lista completa de posts com dicas de viagem para Itália, acesse este link aqui.




Sorrento, para apaixonar-se

Seguindo com nosso roteiro pela Itália, apresento dicas de uma das cidades que mais amo no mundo: Sorrento!

Não sei dizer ao certo o que me fez ficar apaixonada por Sorrento, mas quem não gosta de uma cidade linda, viva, cheia de cores e aromas? A verdade é que espero que assim como eu, quem acompanha o blog também caia nos encantos dessa cidade italiana!

Claro que a bela canção Torna a Surriento, eternizada na voz do tenor italiano Luciano Pavarotti, tem grande influencia. Mas ao percorrer as ruas de Sorrento é fácil perceber como uma cidade pode ser apaixonante, a ponto de ganhar uma das músicas mais lindas que eu conheço.

Também sou fascinada pela vista privilegiada que se tem em Sorrento da Baía de Nápoles, a cidade de Nápoles e do vulcão Vesúvio. Também é possível ver da sua costa as ilhas de Capri e Ischia.

Neste post sobre Sorrento tem dicas de o que fazer, com infos sobre as principais atrações turísticas. Me avisem se já conhecem a cidade, e se tem esse mesmo sentimento por ela, ou qualquer outra cidade no mundo que tenha visitado!

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O que fazer em Sorrento

Confira lista descritiva com as principais atrações turísticas de Sorrento!

Marina Grande e Marina Piccola

A Marina Piccola vista da parte alta da cidade.

A Marina Grande é na verdade um pequeno porto de pescadores, próxima ao centro histórico de Sorrento. Lá estão os restaurantes que servem peixes e frutos do mar pescados diretamente na baía.

Na Marina Piccola é possível ter uma vista privilegiada da parte alta de Sorrento e é de lá que saem os barcos de passeios turísticos ou com destino para as outras ilhas. Aqui também fica a praia pública e os beach clubs.

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Museu Correale di Terranova

Criado a partir da doação da coleção de arte de uma família nobre local, na Villa alla Rota, onde eles viveram por séculos. O Museu foi fundado em Maio de 1924 e tem a coleção dividida em ordem cronológica entre suas 24 salas e 4 andares. Do jardim que pode ser acessado pelo hall de entada, um terraço panorâmico com vista para a Baía de Nápoles.

Horários, endereço e preço de ingresso no site do museu, que você aqui neste link aqui.

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I Giardini di Cataldo

Foi em Sorrento, no século 19 que o limoncello – digestivo feito com a casca desta variedade de limão – foi criado, como forma de aproveitar a excelente fruta local. No centro da cidade chama a atenção um imenso jardim onde os mesmos são cultivados, onde além de degustar a bebida, é possível realizar o lemon tour.

Nós circulamos pelo Giardini di Cataldo e nele há um espaço para degustação da mais tradicional marca sorrentina de limoncello. O acesso pela Avenida Corso Itália. Para compras e degustação no jardim da fábrica, o endereço é na Via Correale, 27. Para horários e outras informações, acesse este link aqui.

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Piazza Tasso

A famosa praça da cidade!

Principal ponto de encontro de Sorrento, é nesta praça onde acontecem os grandes eventos da cidade, onde se concentram os principais restaurantes e de onde se pode acessar o principal caminho para a Marina Piccola. Aqui também fica a entrada do luxuoso e icônico Hotel Excelsior Vittoria.

A ladeira que leva até a Marina Piccola.

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Beach Clubs e Praias

Como só visitamos Sorrento em períodos de frio, deixo o melhor guia da cidade para quem quer saber mais sobre as praias e beach clubs para aproveitar melhor a estadia. Infos completas neste link do blog Sorrento Insider.

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Chiesa e Claustro di San Francesco

O Mosteiro de São Francisco – atualmente passando por restauração – com partes construídas entre os séculos 8 e 13. A visita é grátis e em algumas de suas dependências são realizadas exposições temporárias. Endereço é
Via S. Francesco, 12, 80067 Sorrento NA, Itália. Site oficial, link aqui.

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Bagni Della Regina Giovanna

Uma bela piscina natural, ao lado das ruínas de uma vila romana – a Villa di Pollio Felice, que data do primeiro século a.C. A piscina é cercada por penhascos rochosos e pode ser acessada de duas formas: de barco ou a pé (20 min. ladeira abaixo). Os ônibus urbanos de Sorrento levam até o ponto mais próximo onde podem ir os carros.

O que separa a piscina natural do mar aberto é um arco natural de falésias de calcário. Recebeu esse nome em homenagem a Giovanna d’Angiò, uma princesa da Croácia que foi rainha de Nápoles século 14. Além de mergulhar na água rasa e cor de esmeralda, é possível tomar banho de sol nas rochas. O sítio arqueológico nessa ponta da Península de Sorrento e de lá é possível ver o pôr-do-sol sobre a Baía de Nápoles.

Sítio arqueológico da vila romana de Pollio Felice.

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Vallone dei Mulini

O Vale dos Moinhos.

Vale localizado no centro de Sorrento, com antigos moinhos de grãos, construídos no século 13. A construção da Piazza Tasso no século 19 fez que com que o vale, que é cortado por dois pequenos rios, isolasse a região até que ela fosse abandonada.

A falta de sol no local faz com que as samambaias se multipliquem, ao mesmo tempo que torna difícil ver as antigas ruínas. Para ver, use um binóculo ou uma câmera com zoom. O melhor local de observação é na Via Fuorimura. Cedo da manhã até o meio dia, tem mais luz, embora as ruínas também sejam iluminadas à noite.

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As Muralhas Antigas da cidade

Os gregos fortificaram Sorrento construindo muralhas que posteriormente foram reforçadas pelos romanos. As mesmas foram usadas ate 1500 e reconstruídas após a invasão dos turcos. Parte dessas muralhas, com indicações de partes gregas e romanas podem ser visitadas gratuitamente. Maiores informações, acesse aqui o site oficial do sítio arqueológico.

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Villa Comunale

Apreciando a vista para o Vesúvio, no principal terraço da Villa Comunale.

Nada mais é do que o belo terraço de Sorrento, o lugar perfeito para apreciar a beleza da Baía de Nápoles. Alguns cafés e bancos estão disponíveis para quem quer coroar o passeio a esta cidade incrível, admirando o vulcão Vesúvio do outro lado. Para chegar lá, caminhe do centro em direção ao mar.

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Dicas de Sorrento

Algumas dicas para aproveitar melhor a cidade:

  • Para economizar, visite Sorrento fora da alta temporada (que é no verão europeu, nos meses de junho, julho e agosto). Mesmo na baixa temporada a cidade é bem movimentada, uma das cidades mais visitadas da região. No Natal, acontecem vários eventos e a cidade fica mais linda ainda!
  • Dica de hotel no próximo post!
  • É da baía de Sorrento que partem os ferrys para Capri e Ischia. Os ingressos podem ser adquiridos em um ponto de vendas próximo da área de embarque.
  • Todas as informações sobre transporte relacionado a Sorrento podem ser conferidos (opções disponíveis, horários e valores) no site oficial de turismo da cidade que você pode acessar clicando aqui.
  • Infelizmente, depender do transporte de trem na região pode ser um pouco frustrante. A linha Circumvesuviana, que liga Nápoles a Sorrento carece de um pouco de modernidade, mais informações sobre os dias de funcionamento e pontualidade. Para infos detalhadas sobre essa linha de trem, acesse aqui. Mas é uma excelente opção para quem quer conhecer as várias pequenas e lindas cidades da Costa de Sorrento sem gastar muito!
  • Como a cidade fica no topo da encosta, existem algumas opções para descer até ao porto. Próximo da Marina Piccola, é possível acessar a parte alta da cidade via elevador (que custa 1 euro cada viagem) ou escadas. Tem um estacionamento pequeno perto da Marina, que na alta temporada fica quase impossível conseguir vaga. Mas existem diversos estacionamentos pagos na parte alta da cidade.
  • Por fim, indico que em pelo menos uma das refeições, ao invés de ir há um restaurante compre queijos, presunto, pão e vinho em uma salumeria. Além de provar delícias genuinamente locais, pode comer apreciando a beleza do Golfo de Nápoles!

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Para ver posts anteriores sobre a Itália, acesse este link aqui ou posts relacionados abaixo.




Pompeia, Herculano e Oplontis, as cidades atingidas pelo Vesúvio

Além de Pompeia, confira dicas para conhecer as ruínas das cidades atingidas pela erupção do vulcão no sul da Itália.

O Vesúvio, visto de Pompeia.

Pompeia é um dos sítios arqueológicos mais conhecidos e importantes da Itália. Todos os anos, milhões de turistas visitam a região do Golfo de Nápoles, para conhecer as escavações da cidade que foi soterrada pela erupção do vulcão Vesúvio no ano de 79.

Mas o que nem todo mundo sabe é que outras três cidades além de Pompeia foram atingidas pelo vulcão. São elas Herculano, Oplontis e Estábia – sendo que as duas primeiras também podem ser visitadas. Abaixo, seguem informações detalhadas sobre estas cidades, além de dicas para quem está planejando conhecer a região.

Pompeia, Herculano e Oplontis, as cidades soterradas pelo Vesúvio

Área atingida pela erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C. Image from: CellCode

A erupção do vulcão Vesúvio na Itália no ano de 79 é uma das catástrofes naturais mais conhecidas e avassaladoras da história. As cidades romanas de PompeiaHerculanoEstábia e Oplontis foram atingidas, com as duas primeiras sendo completamente destruídas.

O Vesúvio também espalhou uma nuvem mortal de rochas, cinzas e fumaça, alcançando uma área de mais de 30 quilômetros. Dispensou lava e cinzas, a uma proporção de 1.5 milhão de toneladas por segundo.

Calcula-se que 16 mil pessoas que habitavam Pompeia e Herculano morreram devido ao calor, que ultrapassou temperaturas superiores a 700 °C. Desde 1860, quando escavações sistemáticas passaram a ser feitas na região, os arqueólogos descobriram nos limites da cidade as cascas petrificadas dos corpos de 1,044 vítimas.

Como foram encontradas as vítimas da erupção do Vesúvio em Pompeia, após o início das escavações no século 18.

Pompeia

Dentre as cidades destruídas pelo Vesúvio, Pompeia é a maior, a mais conhecida e a mais visitada. Situada a 22km de Nápoles, foi através das escavações dela que se descobriu muito sobre como era vida em uma grande cidade do Império Romano.

Dentre as principais atrações do sítio arqueológico de Pompeia estão: a Casa do Fauno, a Villa dos Mistérios (foto abaixo), a Casa Vettii, o Templo de Apolo, o Templo de Júpiter e o Anfiteatro.

A área para visitação é muito grande, recomendo chapéu para proteger do sol no verão, sapatos confortáveis e muita água. Para ingressos, datas e horários de visitas, acesse: http://www.pompeii-tickets.com

Herculano

Apesar de ser um sítio arqueológico menor que Pompeia, Herculano na época da erupção do Vesúvio era uma cidade muito mais rica. Diferentemente de Pompeia, aqui é possível ver detalhes em madeira das construções romanas, assim como desenhos, peças de porcelana, chão do interior de muitas casas e até mesmo, inscrições na parede como preços de uma taberna.

A visitação é bem mais tranquila que em Pompeia, onde estão a maioria dos turistas. Aqui é possível ter mais informações sobre como era a vida nas cidades romanas da região naquela época, sem precisar disputar cada canto a ser explorado com milhares de outras pessoas. Informações e tickets neste site aqui.

Oplontis

Entre os sítios arqueológicos do Vesúvio, enterrados após a erupção dramática de 79 dC, Oplontis (hoje cidade de Torre Annunziata) é provavelmente a única que oferece a evidência monumental mais significativa da área suburbana de Pompéia.

Oplontis tem dois edifícios monumentais de uso diferente: o villa A (villa de Poppea), um complexo grande e luxuoso de carácter residencial da época romana e a vila B (Crassius Tércio), que atualmente não é aberto ao público, onde funcionava uma empresa de processamento de produtos da terra, em especial vinho e azeite.

A villa A era uma casa residencial, que data do século I a.C e expandiu-se no início da era imperial. Nos tempos antigos, a vila tinha vista para o mar em uma posição panorâmica, e foi equipada com belos aparatos decorativos. Ele pode ter pertencido a Popéia Sabina, a segunda esposa do imperador Nero.

Atualmente recebe poucos turistas e a visita pode ser feita rapidamente. Mais informações neste site aqui e ingressos podem ser adquiridos no local.

Vesúvio

O Vesúvio, visto de Torre Annunziata.

O Monte Vesúvio, na costa oeste da Itália, é o único vulcão ativo na Europa continental. É mais conhecido por causa da erupção em 79 d.C. que destruiu as cidades de Pompéia e Herculano, mas o Vesúvio entrou em erupção mais de 50 vezes.

O Vesúvio em 2013 tinha 4.203 pés (1.281 metros) de altura. Após cada erupção, o tamanho do cone muda. O vulcão também tem uma crista semicircular chamada Mount Somma, que se eleva a 1.132 m. O vale entre o cone e o Monte Somma chama-se Valle del Gigante ou Vale do Gigante.

O Monte Vesúvio é considerado um dos vulcões mais perigosos do mundo devido à sua proximidade com a cidade de Nápoles e as cidades vizinhas nas encostas próximas. Se uma nova erupção começar, 18 municípios que somam mais de 700 mil habitantes serão atingidos.

Image from Research Gate

Mas é possível visitar a cratera do vulcão, que é monitorado o tempo todo, sem correr risco algum. Nós não fizemos esse passeio, mas você encontra informações completas no site oficial do parque nacional: https://www.parconazionaledelvesuvio.it/

Dicas práticas

  • É possível visitar Pompeia e Herculano no mesmo dia, mas é bem cansativo! As temperaturas na primavera e no verão são altas, o que torna o passeio mais desagradável ainda. Por isso esteja preparado.
  • Recomendo visita de Pompeia em um dia e os sítios arqueológicos no outro.
  • É possível fazer estes passeios a partir de Nápoles e Sorrento. Se você escolher a segunda como base para conhecer a região (tem um guia sobre a região da Campânia aqui), o site Sorrento Insider tem muitas dicas e ofertas de passeios.
  • Existem vários sites e formas de comprar ingressos, opções de visitas combinadas, com ou sem transfer, e outras opções de passeio. Tudo depende do que você está planejando.



Nápoles, Sorrento e Costa Amalfitana, para conhecer em uma viagem só

Mapa e dicas para desbravar Nápoles e região da Campânia.

Apesar de não ser tão perto quanto parece, é relativamente fácil conhecer Nápoles, Sorrento e Costa Amalfitana e outras atrações em uma mesma viagem. Isso porque todas estas maravilhas ficam na Região de Campânia, que a meu ver tem muito para oferecer além da beleza de seus balneários chic’s.

Além de contar com a fervilhante Nápoles e uma geografia exuberante, tem atrações históricas nem tão conhecidas pelos turistas. Um exemplo é o sítio arqueológico grego de Paestum – do qual falarei em um próximo post. Ele pode ser visitado em um mesmo tour por Pompeia, por exemplo.

Por isso antes de seguir nosso passeio pela Campânia, mesmo já tendo apresentado Nápoles nestes dois posts aqui, resolvi publicar essa espécie de guia da região. Dessa forma, espero ajudar a evitar as decepções pós-férias que seguidamente temos ao descobrir atrações que estavam tão perto de nós e não sabíamos; para planejar melhor um retorno à Itália; pois este país tem sempre muito mais a nos oferecer.

Guia da região da Campânia

Image from https://www.ricksteves.com

Terra da pizza e da salada caprese, a Campânia é uma das regiões mais conhecidas do sul da Itália. Foi em sua capital, Nápoles que nasceu a pizza, entre outros clássicos da culinária italiana.

Nápoles, a Capital

Cidade com quase 4,5 milhões de habitantes, por séculos fez parte da Coroa de Aragão (casa real espanhola), e vários traços dessa dominação são visíveis na sua arquitetura, dialeto, cultura e música. Possui uma lista enorme de atrações históricas e já escrevi sobre ela neste post aqui e neste outro também.

O Vesúvio e as ruínas

Vesúvio visto de Sorrento.

A devastadora erupção do vulcão vesúvio no ano de 79 atingiu boa parte da região do Golfo de Nápoles, devastando cidades como Pompéia, Herculano, Oplontis e Estábia. As ruínas destas 3 primeiras cidades podem ser visitadas, sendo a primeira a mais conhecida turisticamente.

O Vesúvio domina a paisagem e é impossível não olhar para a sua direção enquanto passeia pela região.

Sorrento

Tenho uma paixão inexplicável por esta cidade nas encostas do Golfo de Nápoles e sua vista privilegiada para o Vesúvio. Há quem acredite que ela tem atrações de interesse mediano; já eu digo que sua beleza deve ser observada com atenção. Seu porto é ponto de partida para os ferrys que levam às ilhas de Capri e Schia.

Capri e Schia

Capri é um dos destinos turísticos europeus de luxo (principalmente no verão). Mas nem tudo na ilha custa caro e no post sobre ela você terá todas as dicas necessárias para não ir à falência.

Não conheci Schia, que é muito maior, mas sei que é linda e muito mais acessível que Capri, por isso ela entra para esta lista como uma sugestão.

Costa Amalfitana

A costa da província de Salerno é linda, e assim como Capri, um dos destinos de luxo no verão europeu. É composta por várias cidades (comunas), sendo as mais conhecidas Ravello, Amalfi e Positano.

Paestum

Nem só de ruínas do período romano vive a Itália! Na cidade de Capaccio, ainda na região da Campânia ficam os templos gregos de Paestum, uma grande cidade da Magna Grécia. Além de três grandes templos consideravelmente bem preservados (melhor do que os gregos!), tumbas e um museu cheio de informações fazem a visita ao local realmente valer a pena.

Fica como sugestão para encerrar o passeio pela região!

Informações práticas

  • Quantos dias ficar na região da Campania – sugeriria que 10 dias são suficientes para explorar a região.
  • Como chegar, como circular – de avião até Nápoles e se quiser percorrer os outros trajetos de carro, não recomendo dirigir dentro de Nápoles (o trânsito lá é um inferno). Nos demais lugares é razoavelmente normal, mas considere que na alta temporada os engarrafamentos se multiplicam e as vagas para estacionar são disputadíssimas (mesmo as pagas). Para Capri e Ischia, apenas uma opção: barco. Em Ischia, que é maior, você pode até alugar carro, mas em Capri só circulam carros autorizados. E todos os lugares também é possível alugar vespas, as motos de pequeno porte.
  • Onde ficar (para transitar com melhor facilidade) – recomendo Nápoles ou Sorrento e arredores. Pelos preços e por serem de mais fácil acesso.
  • O que comer (comidas típicas e outras delícias) – pizza, pratos com tomate, alcachofra, muçarela de búfala…salada caprese, mozzarella in carrozza, spaguetti à puttanesca, berinjela à parmigiana, peixes e frutos do mar. Nos doces: babà al rum, sfogliatella, panettone de figos com nozes…

Para encerrar, imagens para convencer você a começar a planejar imediatamente sua viagem para Nápoles e região! Confira o episódio de O Mundo Visto de Cima sobre Pompeia e +.




Mais dicas de turismo em Nápoles

Segundo post com dicas de turismo em Nápoles, para incrementar o roteiro de quem está planejando conhecer o sul da Itália.

Para se apaixonar por Nápoles, foto da prainha ao lado da Gaiola.

Deixei para finalizar a série de posts sobre a Itália somente agora porque visitamos a região novamente neste último Natal. Sigo com uma segunda leva de dicas de turismo em Nápoles (para ler a primeira, acesse aqui), pois gosto de complementar as informações que compartilho no blog.

Mas mais do que dicas de turismo em Nápoles e região, acho interessante registrar aqui um pouco mais da nossa experiência de passar uns dias entre com uma família de italianos. Voltamos ao sul da Itália à convite de amigos e foi incrível conhecer as tradições natalinas italianas. Além é claro, de sentir o calor da hospitalidade do país, um dos maiores presentes que recebemos neste ano que passou.

Este post genérico sobre turismo em Nápoles mescla atrações turística, dicas culturais e dicas de onde comer. Espero que apreciem e se tiverem qualquer dúvida, basta escreverem no espaço para comentários.

Mais dicas de Turismo em Nápoles

  • Marechiaro – parte de um bairro de Nápoles, a região ficou famosa nos anos sessenta como símbolo Dolce Vitta italiana. Nesta época costumava receber atores de hollywood que frequentavm restaurantes típicos para apreciar a bela vista do Golfo de Nápoles. Vale a visita para apreciar a mesma vista que inclui cidade de Nápoles, o Vesúvio, a península de Sorrento e a ilha de Capri! Lá está a fenestella (janela) que inspirou a canção Marechiare.
Vista para o Golfo de Nápoles.
  • Ilha de Gaiola – localizada bem próxima a Marechiaro, esta pequena ilha faz parte do Parco Sommerso di Gaiola. As duas pequenas ilhotas ligadas por uma pequena ponte já foram propriedade privada e hoje fazem parte deste parque protegido. Além da ilha, existe um sítio arqueológico submerso e no verão é possível mergulhar para ver a beleza marinha e ruínas do período romano! Quando chegamos o horário de visitas já havia encerrado, mas para mais infos, acesse o site oficial: https://www.areamarinaprotettagaiola.it/
Gaiola em Nápoles.
  • Blind concert nos Subterrâneos de Nápoles – assistimos um Blind Concert na Galleria Borbonica e realmente recomendo a experiência. Além de visitar uma outra parte dos subterrâneos de Nápoles (tickets custam 10€), é possível participar de atividades culturais realizadas no local. Para saber mais e conferir agenda, acesse: http://www.galleriaborbonica.com/en/home/home/
Subterrâneos de Nápoles na Galleria Borbonica.
  • Galleria Umberto 1 – galeria comercial pública belíssima, localizada em frente à Ópera San Carlos, no centro histórico da cidade. Inaugurada em 1891, conta com elementos arquitetônicos modernos (para a época!), assim como a de Milão.
  • Castelo de Sant’Elmo – mais uma vez que visitamos Nápoles e não conseguimos visitar o castelo. Mas o caminho é belíssimo e tem uma das melhores vistas da cidade!
Castelo de Sant’Elmo.

Onde comer e beber em Nápoles

  • Panificio e Pasticceria Antonio Rescigno – Via Foria, 40, 80139, Napoli, Itália – para provar sflogliatella, rescigno (meu favorito, recheado com queijo cremoso, tipo mascarpone) e outros doces napolitanos maravilhosos.
  • Mosto Birreria – Vico II Alabardieri 28, para provar cervejas napoletanas, destilados e drinks.

— — — Voltei ainda mais apaixonada pela região e espero poder voltar em breve, para poder explorar principalmente Nápoles com muita calma!




Dicas de turismo em Nápoles

Turismo em Nápoles, com dicas que recebemos de um local, incluindo onde comer a melhor pizza!

Tivemos o privilégio de fazer turismo em Nápoles, a partir de dicas de um amigo napolitano. A cidade do sul da Itália entrou na nossa lista porque tínhamos a intenção de conhecer as ruínas de Pompéia e seguir para a Costa Amalfitana.

E estas dicas que recebemos tornaram nosso dia de turismo em Nápoles bem mais interessante! Sem cair em armadilhas, e fazer o que realmente interessa, já que tínhamos pouco tempo na cidade. E para comer a melhor pizza napolitana, segundo a opinião dos próprios napolitanos (dica: não é a Da Michele que ficou famosa no filme Comer, rezar e amar).

Vale lembrar que esta é uma cidade bem pitoresca da Itália, um tanto diferente dos principais destinos turísticos italianos. Tem uma atmosfera um tanto caótica, mas este é para mim o seu grande charme. Merece ao menos um dia de visita, se está nos seus planos conhecer as atrações da região.

Mas vamos ao que interessa? Confira abaixo dicas de o que fazer em um dia de turismo em Nápoles!

Dicas de turismo em Nápoles

  • Duomo di Napoli

Principal igreja de Nápoles, consagrada a São Januário e onde estão seus restos mortais. A igreja abriga também um frasco do sangue de São Januário, que é retirado duas vezes por ano, quando o sangue seco geralmente se liquefaz. Diz a lenda que se o sangue não se liquefazer, um desastre acontecerá em Nápoles.

Acesso gratuito!

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  • Castelo dell’Ovo

Mais antigo castelo da cidade, oferece uma vista privilegiada do Golfo de Nápoles. Seu nome deriva de uma lenda de que o poeta Virgílio, que na Idade Média também era considerado como um mago, escondeu nas paredes do castelo um ovo mágico que manteria em pé toda a fortaleza. A sua quebra provocaria não só o colapso do castelo, mas também uma série de ruinosas catástrofes na cidade.

Acesso gratuito!

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  • Napoli Sotterranea (Subterrâneos de Nápoles)

Atração turística que mais gostei de visitar em Nápoles! Visitar os subterrâneos da cidade dura 2 horas e além de ver as ruínas do aqueduto greco-românico que abastecia a cidade, é possível ver também os refúgios antiaéreos da Segunda Guerra Mundial, o museu da guerra, a estação sísmica Arianna e as ruínas do teatro greco-românico. Tudo isso a 40 metros de profundidade, em um passeio que começa com o uso de velas. Imperdível!

O ingresso adulto custa 10 euros.

Site oficial: https://www.napolisotterranea.org

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  • Capela de Sansevero

O Museu Cappella Sansevero é uma preciosidade do patrimônio artístico mundial. A capela repleta de arte barroca. A capela familiar (que hoje funciona como um museu aberto ao público) é um nobre mausoléu, que reflete a personalidade multifacetada de seu engenhoso arquiteto, Raimondo di Sangro, sétimo Príncipe de Sansevero.

A obra-prima da capela, projetada por ele e desenvolvida por artesãos locais sob a sua supervisão, é a escultura do Cristo Velado, imagem acima. No local não é permitido tirar fotos, mas é possível ter uma noção da beleza da capela nas fotos do site da capela, cujo link segue abaixo.

Ingresso adulto custa 7 euros. Site oficial: http://www.museosansevero.it

Fotos do site oficial do museu.

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  • Praça do Plebiscito

Não conseguimos visitar o castelo que fica no alto da cidade, mas terminamos nosso dia de turismo em Nápoles em um café próximo da Praça do Plebiscito. Indico o café logo abaixo, mas deixo como dica para acessar com facilidade o palácio. Logo ao lado, siga pela Via Chiaia, a rua mais charmosa de Nápoles.

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  • Caminhe por Nápoles

Apesar de ser considerada suja e desorganizada, Nápoles tem seus encantos. De minha parte, penso que não é nada que não tenha visto no Brasil ou até mesmo em Atenas. Se tiver tempo de circular pela cidade e apreciar seus encantos, aproveite! Vai descobrir uma cidade rica em história e cheia de atrações.

Abaixo, algumas fotos extras de Nápoles.

Atrás das nuvens está o Vesúvio!

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Onde comer em Nápoles

Dica preciosa para quem quer provar a MELHOR pizza de Nápoles!

Esqueçam qualquer outra indicação da “vera pizza napoletana” – se quer comer a considerada melhor pizza da cidade, de acordo com os locais, vá a Pizzeria Gino e Toto Sorbillo. Meu pedido foi bem especial: uma pizza elaborada pelo premiado chef italiano Massimo Bottura, com ingredientes produzidos aos pés do Vesúvio.

Pizza, criação do chef Massimo Bottura.

 

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Para quem quer provar pizza frita! Essa variedade de um dos pratos se assemelha muito com o pastel brasileiro (mas do tamanho de meia pizza), com recheio de pizza.

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Para provar o melhor expresso italiano de Nápoles ou a invenção do bar, “caffè alla nocciola” (café com Nutella!).

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Impossível não provar um gelato na Itália! Em Nápoles provamos da Rol e amamos! Sabores clássicos, com vista para o Golfo de Nápoles.

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* Lembrando que estas são as atividades que fiz em minha viagem a Nápoles. Mas é uma cidade incrível, com muitas outras atrações!

*Para conferir endereço dos restaurantes, clique no nome!

Para ver dicas de onde se hospedar em Nápoles e outras cidades da Itália, veja este post aqui.




Mercado de Natal em Bruxelas 2018

Mercado de Natal deste ano começa no dia 30 de novembro e aqui seguem umas dicas para quem vem passar o Natal em Bruxelas!

Quase na hora de começar o Mercado de Natal de Bruxelas, uma das melhores épocas do ano para visitar a Bélgica (perde apenas para a primavera!)! Edição deste ano do Winter Pret começa no dia 30 de novembro e termina dia 6 de janeiro de 2019.

Se você está programando ir no Mercado de Natal deste ano, lembre que nos dias 24 e 31 de dezembro ele sempre fecha um pouco mais cedo. Para conferir os horários e programação completa de Natal na cidade, acesse o site oficial do evento aqui.

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País convidado do Mercado de Natal de Bruxelas

Todos os anos, a feira de Natal de Bruxelas tem um país convidado a demonstrar um pouco de sua cultura e gastronomia. Ano passado foi a vez da Mongólia (e curtimos muito!) e este ano o mercado de Natal recebe a Finlândia!

Como a Lapônia, na Finlândia, é a terra do Papai Noel, ele fará uma presença V.I.P. (rsrsrs) no Mercado de Natal de Bruxelas deste ano! Além desta, outras atrações temáticas do país poderão ser conferidas no evento deste ano.

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Espetáculo de luzes

Espetáculo de luzes de 2016 no Mercado de Natal de Bruxelas!

Todos os anos, o Mercado de Natal de Bruxelas conta com um espetáculo de luzes temático como uma de suas atrações. Este ano o tema será Aurora Boreal, uma vez que o país convidado do evento é a Finlândia. Confira datas e horários das exibições, que este ano acontecem na Grand Place.

De 30/11/18 a 06/01/19.
Duração: 15 min.
De segunda a quinta, das 17h às 21h, todas as horas
Quartas, sábados e domingos, das 17h às 22h30, a cada meia hora.

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Árvore de Natal e Presépio na Grand Place

Árvore de Natal de 2015!

Para quem está só de passagem pela cidade e quer dar uma conferida rápida no evento: todos os ano, na Grand Place, é montada uma árvore de Natal e um presépio. Este ano a árvore é um presente da Walonie, parte francesa da Bélgica. Ela e o presépio serão montados a partir do dia 22 de novembro.

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Para mais informações sobre o Mercado de Natal de Bruxelas, acesse: http://www.plaisirsdhiver.be