Escolhi o Mercado de Natal de Bruxelas para começar nosso Blogmas 2019!
O Mercado de Natal de Bruxelas foi um dos motivos pelos quais passei a gostar dessa época do ano. Por conta dele o centro da cidade fica todo decorado, as ruas ficam lotadas de turistas e paira no ar um cheiro bem natalino de vin chaud (o quentão europeu). E foi por isso que escolhi este evento para começar o nosso Blogmas 2019!
É como se entrássemos em um momento mágico, todo mundo fica mais feliz e simpático porque, oras, é Natal! Os mercados natalinos surgiram na Idade Média na Alemanha, realizados geralmente no período do advento, para que as pessoas se reunissem com os familiares e amigos para celebrar o final de ano.
E essa tradição segue, além de ser uma oportunidade para provar comidas tradicionais da época, em uma atmosfera contagiante. Várias atividades temáticas de Natal e de inverno (como patinação no gelo!), fazem parte da programação do Mercado de Natal de Bruxelas, confira aqui.
Mercado de Natal de Bruxelas 2019
Hoje aproveitamos a tarde para visitar o Mercado de Natal – que aqui começou na sexta-feira, dia 29/11 e encerra dia 05/01/2020. Conferimos o que tem de diferente em relação ao ano passado, que já contou com muitas cabanas novas.
E por conta das obras (eternas!) no centro de Bruxelas, a região na frente da Bourse e uma das laterais ficaram de fora do evento. A grande maioria das cabanas que costumavam ficar ali mudaram para a Place De Brouckère – e achei que ficou bem melhor! A pista de patinação no gelo também foi montada lá ao invés da frente do Théatre de la Monnaie.
A árvore de Natal tem 60 anos de idade e foi oferecida pela cidade de Stavelot, na Bélgica. Mede 22 m de altura e foi decorada com enfeites nas cores da Bélgica, além de miniaturas do Maneken Pis. A propósito, ele é o homenageado de honra deste Winter Pret e uma serie de ventos relativos ao símbolo da cidade podem ser conferidos.
Finalizo deixando o convite para que venham visitar o Mercado de Natal de Bruxelas de 2019!
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Cerveja Beery Christmas do dia
Calendário do Advento de cervejas começou com uma Imperial French Saison. Achei muito boa e correta para o estilo.
Preparação para o Natal: Blogmas!
Este ano, como preparação para o Natal, faremos Blogmas! Programação com posts diários relacionados ao tema.
Já dei a notícia lá no Imaginação Fértil e agora compartilho aqui: este ano vai ter Blogmas como preparação para o Natal! Mas o que significa isso exatamente? Que vamos ter posts diários e dentro dessa temática em todo o período que antecede o dia 25 de dezembro!
Explico: o #Blogmas ou #Vlogmas (se você é um vlogger) é uma espécie de calendário de contagem regressiva ou advento. São conteúdos especiais com tema de Natal, a contar de 1 de dezembro até o dia 25/12. E vai ter muito conteúdo diferente, que quero fazer com quem ama celebrar essa data. Confira!
O que vai ter no Blogmas 19
Daqui até o final de ano estamos com a agenda bem cheia, e neste Blogmas, quero compartilhar várias coisas sobre como é o Natal na Bélgica, dicas de receitas natalinas, outras atividades especiais desse período… Além de compartilhar um pouco das pequenas viagens que vamos fazer e alguns dos Mercados de Natal mais bonitos da Europa.
E para quem perguntou (oi Bruno!), vai ter muita dica para quem quer organizar uma Ceia de Natal deliciosa! Já compartilhei algumas receitas especiais para essa época do ano, quem quiser conferir o que já tem, basta acessar aqui. E deixo dito que aceito sugestões não só para os posts do Blogmas, como para qualquer outro assunto!
Por fim, já deixo assinalado que para seguir o #Blogmas19, basta conferir aqui todo dia no blog e no Instagram através da hashtag. E compartilhe aqui comigo sobre o seu Natal, o que está preparando, suas expectativas. Até logo mais!
Mercado de Natal em Bruxelas, uma das minhas atividades favoritas nesta época do ano!
Visita a Abadia de Orval em Florenville
A Orval é uma das icônicas cervejarias trapistas belgas. Neste post tem dica para conhecer o local onde ela é produzida e opção de restaurante perto da abadia!
A Orval é uma das cervejas trapistas mais apreciadas da Europa e a preferida dos belgas. Cada leva é disputadíssima e, por vezes, é até difícil encontrar no supermercado. As ruínas da abadia do mosteiro antigo podem ser visitadas, mas o mosteiro atual e a cervejaria são abertos ao público apenas em raras ocasiões.
Este post é sobre a visita que fizemos recentemente na Abadia de Orval em Florenville, com dica de onde comer, história e até a lenda que explica sua criação.
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História
Os primeiros monges a se instalarem em Orval chegaram do sul da Itália em 1070. O conde Arnould de Chiny os recebeu e lhes concedeu terras de seu próprio domínio. A construção foi iniciada imediatamente, mas por razões desconhecidas, esses pioneiros se afastaram após cerca de quarenta anos atuando na comunidade.
Othon, filho de Arnould, substituiu os monges por uma pequena comunidade de cânones que conseguiram concluir as obras iniciadas por seus antecessores. Em 1124, a igreja concluída foi consagrada por Henri de Winton, bispo de Verdun. Logo depois, porém, os Cânones enfrentaram dificuldades econômicas, situação que os levou a solicitar afiliação à Ordem de Cîteaux, na época em plena expansão.
O pedido foi transmitido a São Bernardo, que o aceitou. Ele confiou o restabelecimento de Orval à casa mais velha, a Abadia de Trois-Fontaines, em Champagne. Em 9 de março de 1132, sete monges sob a liderança de Constantin chegaram a Orval de Trois-Fontaines. Monges e Cânones formaram uma única comunidade e começaram imediatamente a adaptação dos edifícios aos usos cistercienses. A nova igreja foi concluída antes de 1200.
Os cistercienses foram particularmente cuidadosos ao estabelecer uma fazenda e um domínio florestal; essa forma de trabalho lhes permitiu viver de acordo com suas observâncias. A terra imediatamente ao redor do mosteiro, porém, é pobre e inadequada para a agricultura.
Por cinco séculos, Orval levou uma vida oculta, como tantos outros mosteiros da Ordem. Durante o século XII, a abadia parece ter sido próspera; a partir de meados do século seguinte, as calamidades costumavam ser o seu destino por longos períodos. Em 1252, a abadia foi destruída pelo fogo e as consequências pesaram na comunidade por quase um século. Certos edifícios tiveram que ser totalmente reconstruídos. O estado de miséria era tão grave que, durante algum tempo, as autoridades da Ordem chegaram ao ponto de prever a supressão do mosteiro.
Mas sobreviveu, mesmo durante os séculos 15 e 16, com as guerras travadas entre a França e a Borgonha e mais tarde entre a França e a Espanha (que causaram estragos e devastação em toda a região do Luxemburgo). Nesse difícil contexto, o imperador Charles-Quint mostrou sua bondade ao permitir que uma forja fosse montada na própria terra da abadia. Isso ajudou na sobrevivência do mosteiro, que necessitava então ser reconstruído.
Enquanto o século 17 foi um desastre para os Países Baixos, a Orval viveu seu apogeu. Noviços vieram em grande número; em 1619, a comunidade era composta por 43 membros: 27 monges professos, 8 irmãos leigos e 8 noviços.
Logo após esse período, uma nova catástrofe atingiu a Orval; em agosto de 1637, no auge da Guerra dos Trinta Anos, as tropas do Marechal de ChâtiIlon saquearam e destruíram completamente o mosteiro e suas dependências. A reconstrução ocorreu em um clima de insegurança até o final do século.
De 1668 a 1707, a Orval tinha um grande abade à sua frente, Charles de Bentzeradt, natural de Echternach (Luxemburgo). Este monge austero foi acima de tudo um reformador. Tomando como modelo o que o abade de Rancé havia realizado na abadia de La Trappe, na Normandia, ele estabeleceu a “estrita observância” em seu próprio mosteiro.
A prosperidade material andava de mãos dadas com o fervor religioso: os domínios agrícola e industrial dos monges continuavam a crescer. Desde o final do século 17 até o meio do século 18, as forjas de Orval foram as pontas de lança da indústria siderúrgica da região.
Das forjas que por muito tempo sustentaram o mosteiro.
A partir de 1760, as receitas foram cedidas principalmente à construção de um novo mosteiro, para o qual os planos haviam sido elaborados pelo arquiteto Laurent-Benoit Dewez. A nova igreja foi consagrada em 1782. Depois disso, o trabalho desacelerou e depois parou por falta de fundos
Em 1789, a Revolução Francesa estourou e todos os bens de Orval do outro lado da fronteira foram imediatamente confiscados. A abadia passou por vários alertas, mais ou menos sérios, até o dia decisivo de 23 de junho de 1793, quando as tropas revolucionárias lideradas pelo general Loison queimaram o mosteiro. Tudo foi destruído. A comunidade retirou-se para seu refúgio em Luxemburgo e depois para o Priorado de Conques. A comunidade foi oficialmente dissolvida em 7 de novembro de 1795.
A imagem sobreviveu ao fogo da Revolução Francesa.
Por mais de um século, as muralhas carbonizadas de Orval ficaram à mercê do clima e dos caçadores de pedras e tesouros.
Em 1926, a família De Harenne ofereceu as ruínas de Orval e a terra circundante à Ordem Cisterciense, para que a vida monástica pudesse ser restabelecida lá. Dom Jean-Baptiste Chautard, abade de Sept-Fons (região Allier da França) assumiu a responsabilidade pela fundação e enviou a Orval um grupo de monges como núcleo da nova comunidade.
As ruínas e a torre do novo mosteiro.
A enorme tarefa de reconstrução foi realizada por Dom Marie-Albert van der Cruyssen, de Ghent, monge da abadia de La Trappe. Muito rapidamente, um novo mosteiro foi construído de acordo com os planos do arquiteto Henry Vaes, e foi erguido sobre as mesmas fundações do mosteiro do século 18. Em 1936, Orval tornou-se uma abadia autônoma.
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A lenda da Abadia de Orval
O mosteiro nasceu de um ato de gratidão: Matilde era uma condessa da Toscana na Itália, viúva que certa vez, de forma acidental, deixou seu anel de casamento cair na fonte onde hoje existe a abadia. Ela rezou e imediatamente uma truta subiu à superfície com o anel precioso na boca. Matilde exclamou: “Realmente este lugar é um Val d’Or!”. Em gratidão, ela decidiu estabelecer um mosteiro no local.
O peixe com um anel na boca é até hoje o símbolo da cerveja Orval.A fonte Matilde, da qual por muito tempo foi usada a água para a produção da cerveja Orval.
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Sobre a cerveja Orval
Localizada dentro dos limites da Abadia, a Cervejaria Orval foi criada no ano de 1931 para financiar os trabalhos de reconstrução do mosteiro. Foi o mestre cervejeiro Pappenheimer, um leigo, quem desenvolveu a receita que arrebata fãs no mundo inteiro.
O sabor frutado e amargo característico da cerveja Orval significa que ela se tornou uma referência genuína no mundo exclusivo das autênticas cervejas trapistas. É uma cerveja de alta fermentação e o processo de envelhecimento acrescenta uma nota frutada, que atinge um equilíbrio sutil entre o sabor encorpado e complexo, e a amargura da cerveja.
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Como funciona a visita a Orval
A visita permite acesso às ruínas da abadia medieval, o museu lotado nas fundações dos edifícios do século 18, o museu farmacêutico e o jardim de ervas medicinais. Em certas épocas do ano, são realizadas exposições no salão principal da hospedaria medieval.
A visita a cervejaria Orval é possível somente em um dia por ano, onde um número limitado de visitantes é permitido. É preciso entrar em contato com o mosteiro para saber a data das visitas e como você pode entrar na lista dos que poderão visitar. Da minha parte, aconselharia a visita a La Trappe, bem mais democrática e cujo processo certamente não deve ser nada diferente.
Informações sobre ingresso e horários de visita às ruínas, no site oficial. O local também conta com uma loja que vende queijos e outras delícias produzidos no monastério, além das cervejas, é claro!
A abadia fica a 180 km de Bruxelas, e todas as instruções sobre como ir até a Orval também estão disponíveis no site oficial.
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Onde comer
Para degustar uma Orval quase que direto da fonte (além de uma cerveja feita pelos monges e que só se vende on tap e neste local), em frente a entrada da abadia existe o restaurante A l’Ange Gardien. O cardápio pode ser conferido online (sem os preços, que não são caros. Os pratos das fotos abaixo custaram na faixa dos 15 euros), e os pratos variam entre opções tradicionais belgas e outras de origem francesa (já que o mosteiro fica muito próximo da fronteira com a França).
Vários pratos servidos no restaurante levam cerveja da abadia nas suas receitas, além do queijo produzido pelos monges de Orval. Opção perfeita para completar a visita ao local.
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Abadia de Orval
Endereço: Orval 1 – 6823 – Florenville – Bélgica
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Post com explicação sobre o que é e como surgiram as cervejas trapistas, confira aqui.
O melhor bar da Bélgica
Considerado o melhor bar da Bélgica, o In de Verzekering tegen de Grote Dorst já foi eleito também o melhor bar do mundo.
Foi em 2015 que o In de Verzekering Tegen de Grote Dorst (trad. Seguro contra a grande sede), bar do interior da Bélgica frequentado por locais, foi eleito pela primeira vez como o melhor bar do mundo. O café de aparência rústica, que costuma abrir para receber os moradores da vila após a missa, passou a receber turistas do mundo inteiro.
Tudo por conta da menção no influente site de cerveja RateBeer (hoje, propriedade da AB InBev), que o colocou no topo de seu ranking global de bares. Não apenas uma vez, mas também em 2017 e 2018.
A história do bar
O café é quase tão antigo quanto a Bélgica. Data de 1842, e possui um interior austero, quase o mesmo que tinha desde a década de 1950. Conta com algumas pinturas empoeiradas (uma delas, do Rei Albert), um banheiro compartilhado para homens e mulheres, sem comida, exceto pão, patê e queijo. Talvez seja isso que o torne tão especial.
Assim que você entra no café, pode pensar que uma máquina do tempo o levou ao passado. O pub é um dos mais antigos edifícios de tijolos da vila. As paredes contam muitas histórias sobre as cervejarias da região e a vida da vila de Eizeringen.
O pub é um dos elementos-chave da vila, parcialmente protegida por um decreto do patrimônio flamengo. Os edifícios protegidos são a igreja de Santa Úrsula (construída em 1840) e o castelo Neufcour.
Os arquivos do Registro de Terras na Bélgica confirmam que a casa foi construída em 1842. No entanto, no passado, o pub era menor. A diferença na cor dos azulejos é uma relíquia silenciosa, que se refere ao fato de que parte do bar já foi uma loja de doces.
Mas foi em 1999 que o bar quase fechou. Marguerite, 85 anos, então proprietária do In de Verzekering, disse que na véspera de Natal ela abriria sua última garrafa de cerveja, no pub que manteve aberto por mais de 51 anos. Depois do Natal de 99, a cortina cairia definitivamente sobre o único bar que restava na praça da igreja de Eizeringen.
Mas o inesperado aconteceu. Os irmãos Panneels decidiram assumir o pub, preservar seu nome original, e continuar a tradição da vila. As obras de restauração levaram mais de cinco anos (2001-2005). Eles tomaram o cuidado de não destruir a atmosfera típica, de um pub tradicional belga.
A fama do In de Verzekering
Administrado por dois irmãos e sua mãe, o café estoca cerca de 250 cervejas belgas, incluindo algumas cervejas lambic muito raras produzidas na região. Os proprietários acreditam que seu bar ficou famoso depois que um grupo de turistas de cerveja acabou lá depois que seu ônibus se perdeu nas colinas da região.
A única desvantagem é que este antigo bar fica aberto apenas algumas horas por semana – aos domingos, feriados e ocasionalmente após um funeral local. Mas o bar com a maior seleção de lambics e krieks do mundo, já está habituado com a fama e segue recebendo clientes novos com a mesma simpatia com que recebe os locais.
Além do horário de funcionamento regular aos domingos e feriados da igreja (das 10h às 20h),em ocasiões especiais (como o período entre os verões de 2018 e 2019), o bar abre também aos sábados. Para conferir, acesse o site oficial do bar.
Para visitar In de Verzekering tegen de Grote Dorst na Bélgica
Para conferir outros posts com dicas de viagem e atividades em geral aqui da Bélgica, acesse aqui.
Mercado de Natal em Bruxelas 2019
Prepare-se para o Mercado de Natal em Bruxelas, que começa no dia 29/11!
De 29 de novembro de 2019 a 5 de janeiro de 2020, o centro de Bruxelas será dominado pelo clima de Natal. O evento duplo – Mercado de Natal/Winter Wonders acontece antes e durante as férias de Natal, na Grand-Place de Bruxelas e em torno da Bourse, na Place de la Monnaie, na Place Sainte-Catherine e na praça Marché aux Poissons.
Entre as atrações do evento que reúne muitos turistas em Bruxelas, destacam-se:
um mercado de natal com mais de 200 chalés (com comidas típicas de Natal, de inverno, de outros lugares do mundo, artesanato, bebidas…);
atrações de feiras (roda gigante, carrosséis, …);
uma pista de patinação no gelo coberta para patinar;
uma árvore de Natal e um show de luzes e sons na Grand-Place.
Já comentei em posts anteriores sobre este evento que, particularmente, espero ansiosa. A cidade fica realmente linda e o Mercado de Natal em Bruxelas é uma excelente oportunidade de reunir os amigos e celebrar o final de ano. Sem contar a oportunidade de provar delícias de diversos lugares diferentes do mundo!
Ainda não foram divulgadas duas das tradicionais atrações do Christmas Market de Bruxelas. Falo do show de luzes (na verdade, espetáculo de projeção de imagens em prédios históricos do centro da cidade) e o país convidado para o evento desse ano (sempre tem restaurante, música e chalés com comidas e souvenirs do país convidado). Para saber um pouco mais sobre esta edição (e mercados de Natal em geral), confira aqui.
Mas assim que forem divulgadas outras informações, compartilharei aqui. Fiquem ligados, pois será apenas um update neste mesmo post aqui. Abaixo, algumas novidades da feira do ano passado: lobster roll e massas!
Ano Novo em Bruxelas
Vi que os posts dos anos anteriores que falam sobre o Ano Novo em Bruxelas tem tido muitos acessos nos últimos dias e acho relevante informar sobre o assunto. Infelizmente a prefeitura só informa sobre a queima de fogos (que cada ano é realizada em um local diferente) em uma data muito próxima do evento.
Mas assim que tiver alguma informação, compartilho aqui. Outros posts sobre o assunto (e que de uma forma geral, são bem válidos), podem ser conferidos aqui.
O que ver em Bruxelas: Palácio de Justiça
Uma das atividades gratuitas para fazer em Bruxelas é visitar a construção monumental, em eterno restauro.
Certamente uma das atrações turísticas mais peculiares para se ver em Bruxelas é o Palácio de Justiça. O “elefante branco” da capital da Bélgica, localizado no topo da Praça Poelaert pode ser visto há quilômetros, mesmo com sua fachada revestida de andaimes desde 1987 (mais de 30 anos!). Tanto tempo que os próprios andaimes estão precisando de restauro!
O edifício gigantesco foi construído para impressionar por dentro e por fora. Mais mais do que um monumento importante a ser visitado em Bruxelas, o local é portador de uma história não muito agradável e talvez por isso, sempre foi adorado por muito e detestado por outros tantos.
Lenda desta região em Bruxelas
Palácio da Justiça foi erguido no local anteriormente chamado de Mont des Potences, onde os condenados à morte eram executados na Idade Média. Diz a lenda que no século 16, Andreas Vesalius – médico belga considerado o pai da anatomia moderna – ia roubar cadáveres durante a noite para estudar o corpo humano.
História da construção do Palácio de Justiça
Em março de 1860, durante o reinado de Leopoldo I, o governo belga organizou uma competição internacional para a construção de um novo tribunal em Bruxelas. O júri não conseguiu gostou de nenhum dos projetos apresentados e o trabalho foi confiado ao arquitecto da cidade de Bruxelas, que também fazia parte do juri. O projeto de Joseph Poelaert para o local era faraônico, e tinha com o proposta sintetizar a história da humanidade na arquitetura deste edifício.
A construção, que começou em outubro de 1866, levou 17 anos para terminar e envolveu o sacrifício de parte do Marolles, bairro popular na parte baixa da cidade, com expropriações a preços muito baixos, expulsões e demolições. Os moradores do Marolles foram realocados em casas onde hoje é o valorizado bairro de Uccle e as casas de nobres belgas que ficavam no exato local onde o Palais de Justice foi construído, também foram destruídas (estes sim receberam indenizações bem mais generosas).
Ao todo, 300 casas foram destruídas. A inauguração aconteceu no dia 15 de outubro de 1883, já sob o reinado de Leopoldo II e sem que o arquiteto criador deste colosso tenha conseguido ver seu trabalho concluído. Exausto e enlouquecido, ele morreu quatro anos antes do fim da construção.
Para a realização do projeto, Poelaert desfrutou de uma grande liberdade, tanto artística quanto financeira, o que provocou um grande descontentamento popular, político e cultural. Expressões como “Rotten” e “Skieven architek” (arquiteto podre ou torto) nasceram aí.
O edifício conta com enormes estátuas interiores de Demóstenes e Licurgo, elaboradas pelo escultor Pierre Armand Cattier, e figuras dos juristas romanos Cícero e Ulpian, feitas pelo escultor Antoine-Félix Bouré. O pórtico central, com 39 metros de altura, tem no topo um busto da antiga titânica grega Themis, personificação da lei e ordem divinas, e criada por Joseph Ducaju.
Além disso, o impressionante salão salle des pas perdus (literalmente significa “sala dos degraus perdidos”) tem cerca de 3.600 m quadrados, incluindo a galeria do primeiro andar, com 90 m de comprimento e 40 m de largura. Uma rosa dos ventos com dezesseis pontas indica o centro da sala.
Victor Horta, ícone da arquitetura art nouveau na Bélgica afirmou que o prédio representa “Uma massa esmagadora, coroada por um sino de queijo”. Freud elogiou a construção, e sobre ele escreveu: “No topo de uma colina alta, ergue-se um edifício gigantesco, com colunas tão belas que o conjunto evoca um palácio real assírio ou uma ilustração de Gustave Doré”. Victor Hugo, o escritor francês o batizou de “o grande tinteiro”.
No final da Segunda Guerra Mundial , quando os nazistas foram forçados a deixar a Bélgica, eles queimaram o prédio e a cúpula desabou. A cúpula atual é mais alta e curva que a original.
Arquitetura e infos numéricas
Este é o maior Tribunal de Justiça do mundo;
Construído em estilo estilo greco-romano clássico, é maior que a Basílica de São Pedro em Roma;
Tem ao todo 40 mil metros quadrados de área construída;
Sua cúpula alcança 100 m de altura;
Possui 27 salas de audiências com arquitetura impressionante;
O custo total da construção, do terreno e do mobiliário foi de cerca de 45 milhões de francos belgas.
Se o exterior é surpreendente, o interior do Palácio da Justiça faz a visita ser obrigatória. Seu hall de entrada possui um pé direito com mais de 100 metros de altura, o que é absolutamente impressionante.
Para visitar o Palácio de Justiça em Bruxelas
Não se intimide com os andaimes e adentre as escadas para conferir a edificação faraônica. O prédio, apesar do eterno estado de restauro, é usado normalmente como um tribunal de justiça. Infelizmente a parte que pode ser visitada a qualquer horário não é bem cuidada e você vai encontrar um pouco de sujeira, pichações e até mesmo, mendigos morando no local (mas poucos).
Para visitar os tribunais, a parte interna que ainda é usada como local de trabalho pelos funcionários e juízes, é possível fazer um tour guiado, agendado com antecedência, que infelizmente ainda não tive a oportunidade de realizar. Maiores informações na recepção do local.
Endereço: Place Poelaert, 1 – 1000 – Bruxelas
Horário de funcionamento: segunda a sexta das 8h às 17h. Fechado nos finais de semana e feriados (mas parte “externa” com as estátuas pode ser visitada a qualquer momento, este é o horário de funcionamento oficial do tribunal para quem trabalha).
Entrada gratuita.
Acesso: metro linhas 2 e 6, tram 92 e 94, parada Place Poelaert.
Para conferir mais dicas de atividades turísticas em Bruxelas, acesse aqui.
Lago Blausee, para encerrar nossa viagem pela Suíça
Conheça o lago de cor azul intensa, local escolhido para encerrar nossa viagem pela Suíça.
O lago Blausee, entre Kandersteg e Frutigen, de cor intensamente azul é o local escolhido para encerrar nossa viagem para Suíça. O nome, Blausee, significa azul, e faz jus a este lugar de conto de fadas. Um caminho pavimentado leva da loja de presentes na entrada do parque até o lago, através de uma floresta densa.
O local fica no meio de um belo parque natural de 22 hectares. A trilha é agradável e cheia de curvas entre pinheiros altos, arbustos grossos e pedras cobertas de musgo. Além de apreciar a beleza do lugar, existem outras atrações disponíveis para os visitantes, que você confere a seguir.
A lenda do Lago Blausee
Era uma vez, um pequeno lago no vale Kander na Suíça, que parecia com qualquer outro lago alpino. Uma jovem morava perto do local e quando ela se apaixonou por um pastor, eles começaram a remar no lago para encontrar algum tempo a sós nas noites brilhantes e românticas ao luar.
Um dia, o pastor caiu de um penhasco e morreu. Noite após noite, a jovem inconsolável remava no meio do lago para lamentar sua perda. Certa manhã, seus pais descobriram que a filha havia se afogado e o barco afundou com ela.
Naquele dia, o lago mudou misteriosamente de cor para o intenso tom azul que pode ser visto hoje, mesma cor de azul profundo dos olhos da jovem que morreu tragicamente, apaixonada.
O Lago Blausee: formação e passeios
Este lago foi criado por um deslizamento de terra há mais de 15.000 anos atrás. O poço de águas cristalinas é alimentado por fontes subterrâneas que mantêm a água a uma temperatura fria constante, ideal para as muitas trutas que vivem nele. O Blausee é conhecido por sua excelente qualidade de truta e possui seu próprio incubatório, que pode ser visitado.
É possível fazer um passeio em um barco a remo com fundo de vidro para apreciar a beleza do lago e seus arredores de um ângulo diferente. O lago é tão claro que é possível ver troncos de árvores e rochas no fundo da água, mesmo tendo até 12 m. de profundidade.
Para provar as trutas do Lago Blausee
Existem dois restaurantes no local: a Pizzeria e Grill Conventino na entrada do parque e uma espécie de lanchonete com uma grande área de refeições ao ar livre no lago. Blausee é conhecido por iguarias orgânicas de trutas, mas é claro que também serve uma variedade de pratos de carne e vegetarianos.
Mas recomendo muito que prove a truta empanada, além de frita na hora, tem um sabor muito fresco, de peixe preparado no dia.
Horário de funcionamento
Verão: das 9h às 17h, com algumas exceções quando fecha cedo para eventos especiais; Inverno: das 10h às 17h;
A entrada deve ser paga na loja de presentes na entrada.
Informações sobre valores de ingresso, confira aqui.
Suíça: conheça o Piz Gloria em Schilthorn
Conheça o restaurante giratório na Suíça no topo da montana onde foi filmado 007 – Ao Serviço de Sua Majestade!
Penúltima parada da viagem para Suíça, com a dica de um dos lugares mais incríveis que conheci na vida. Estou falando de Schilthorn, a montanha cujo restaurante giratório, o Piz Gloria, serviu de cenário para um dos filmes de James Bond: 007 – Ao Serviço Secreto de Sua Majestade.
Mas afora este aspecto singular, o que mais interessa neste local é a vista panorâmica dos Alpes Berneses na Suíça. Considero este um ponto obrigatório para quem visita a região, pois apesar dos custos (que detalharei ao final), é um lugar que considero que realmente vale à pena visitar, pelo menos uma vez na vida.
Sobre o filme
Toda história de James Bond apresenta um vilão com ambição de dominar o mundo, mas poucos são tão icônicos quanto Ernst Stavro Blofeld. Este mesmo personagem foi vivido por Christoph Waltz em Spectre, e já apareceu em sete outros filmes do 007. É frequentemente visto acariciando seu gato persa branco.
Uma dessas aparições deste personagem foi em 007: Ao Serviço de Sua Majestade, um dos filmes de James Bond mais controversos, que teve como protagonista, George Lazenby, que interpretou o papel de 007 apenas uma vez. Embora o filme de 1969 tenha recebido uma recepção morna da crítica, muitos o consideram um dos melhores da série, em parte por causa de seu cenário espetacular.
O local do esconderijo secreto do vilão Blofeld, Piz Gloria , está no topo da montanha de Schilthorn, nos Alpes Berneses da Suíça, que tem 2.970 m de altura. No local, além do restaurante que também serviu de cenário para as filmagens, existe um museu interativo, que conta um pouco da história da produção e da franquia de James Bond.
Sobre o Piz Gloria
É o restaurante giratório com vista panorâmica localizado no complexo de Schilthorn. Serve brunch, e recomendo muito que seja feita uma reserva/compra de ingressos antecipados, pois já tentamos ir sem reserva e não conseguimos. Tem opções de café da manhã e bebidas (incluindo champagne!) de diversos lugares, à vontade.
Mas para chegar até este lugar, é preciso usar o teleférico, e os valores tanto para o brunch quanto do teleférico, informo ao final.
Sobre Schilthorn
O complexo no topo de Schilthorn é um ponto importante para a prática de sky na região. Mas existem várias outras atividades que podem ser realizadas no local, como trilhas, caminhar pelas passarelas de vidro e aço (Skyline View Plattform), entre outros.
Além disso, o local possui ampla infraestrutura para receber turistas que querem apenas apreciar esta paisagem de tirar o fôlego. Além de banheiros, bancos, uma cafeteria (mais simples que o Piz Gloria) e loja de souvenirs.
Quanto custa visitar Schilthorn e o Piz Gloria
Queria muito colocar os preços, mas identifiquei que os disponíveis no site são válidos somente até dezembro. E são várias opções de tickets, creio que vale mais à pena você consultar e escolher o que melhore se encaixa em sua viagem. Para conferir, acesse o site oficial a partir daqui.
Mas este é um site bem legal para se visitar e ter todo tipo de informação sobre o local, pois tem câmera ao vivo e indicação de temperatura em tempo real para quem quer saber se o tempo estará bom para um passeio :)!
Onde se hospedar na Suíça: Chalet Max em Gimmelwald
Dica de chalé encantador para quem procura lugar onde se hospedar na Suíça!
Vista da sacada do Chalet Max.
Quando procuramos um lugar onde se hospedar na Suíça em nossa viagem mais recente para os Alpes, buscamos por um lugar com uma view de tirar o fôlego. E neste quesito (e muitos outros que iremos descrever abaixo), o Chalet Max em Gimmelwald foi a escolha perfeita!
Claro que depende muito da região do país que você deseja visitar e nós queríamos voltar para Schilthorn! Como já mencionamos nos posts anteriores com dicas de viagem para a Suíça, aqui deste lado estão as montanhas mais altas dos Alpes Suíços. E com isso a certeza de uma vista avassaladora.
Mas vamos ao que interessa – seguem dicas de e infos sobre a vila de Gimmelwald e tudo sobre esse chalé adorável!
Sobre Gimmelwald
A vila de Gimmelwald vista no caminho para Mürren.
Se você procura tranquilidade, essa é uma excelente opção de onde se hospedar na Suíça. Isso porque essa pequena vila alpina só pode ser acessada via teleférico (estação fica no final do vale de Lauterbrunnen e seu carro pode ficar estacionado lá). Você pode comprar passes de acordo com o tempo em que vai ficar e das atividades que pretende fazer.
Só a chegada já é espetacular, pois o teleférico leva você ao alto de Gimmelwald, subindo a uma altura de 1400 m. A vila em si é composta por 13 fazendas e casas decoradas com flores. Os únicos carros autorizados a circular por lá são os dos moradores oficiais. Além do Chalet Max, onde ficamos (e recomendamos, existem outras poucas opções de hospedagem no local.
A vila tem dois restaurantes (que não conhecemos!) e um Honesty Shop onde você pode adquirir pão, leite, queijo e ovos diretamente dos vendedores. Um cartaz indica onde é, você entra, pega o o que deseja comprar, deixa o dinheiro em uma cestinha e é isso. Tudo na base da confiança.
Desse ponto você pode seguir para outras atrações, como caminhadas por trilhas – uma delas, de dificuldade média para baixa, leva até esta cachoeira linda! Nós percorremos ela e a volta foi com neve! Como foi no mês de abril, não passamos frio, foi bem agradável até!
De Gimmewald também é possível caminhar pela estrada de pedestres que leva a Mürren (vila um pouco maior, com supermercado, restaurantes, lojas, hotéis de pousadas), assim como o teleférico para Schilthorn e outros pontos para esquiar.
Onde se hospedar na Suíça: o Chalet Max em Gimmelwald
Nós alugamos este espaçoso chalé com capacidade para 8 pessoas via Airbnb, confira aqui. A hospedagem mínima é de 3 noites e possui todas as comodidades para quem gosta de atividades tanto para inverno e verão. Além de cozinha completa com acessórios para preparos variados, destaque para quem quer aproveitar e preparar um fondue (aqui tem a receita) ou até mesmo um churrasco com essa vista linda.
Por fim, deixo aqui a minha dica para quem procura um lugar onde ficar na Suíça que seja confortável e tenha paisagens espetaculares!
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Viagem para Suíça: o vale de Lauterbrunnen
Destino encantador como dica de quem planeja uma primeira viagem para Suíça.
O Vale de Lauterbrunnen é um dos destinos que mais recomendo quando me perguntam sobre viagem para Suíça. Seguindo com nosso passeio que começou em Interlaken, esta região pitoresca é certeza de férias inesquecíveis.
Situado a cerca de uma hora de Berna, a vila de Lauterbrunnen e todo o vale que leva o mesmo nome, oferecem uma abundância de coisas para fazer. Embora localizada no fundo do vale, a apenas 796 metros acima do nível do mar, sua posição no coração dos Alpes faz dessa vila o local ideal para desfrutar da longa lista de atividades alpinas e beleza natural tanto no inverno quanto no verão.
Confira abaixo a lista completa de atividades para realizar em Lauterbrunnen, e programe sua viagem para Suíça!
O que fazer em Lauterbrunnen em viagem para Suíça
Explore a vila de Lauterbrunnen – uma vila alpina bem tradicional, cercada por campos verdes e montanhas altas e cobertas de neve. Aninhada em um vale, a vila fica cercada por essas enormes falésias, das quais 72 cachoeiras. Elas são uma característica da cidade e são uma atração turística por si só. As três montanhas mais conhecidas da região, Eiger, Monch e Jungfrau, podem ser vistas da vila, com Lauterbrunnen a principal porta de entrada para Jungfrau.
Trummelbach Falls – são as maiores cascatas subterrâneas da Europa, e estão a uma curta caminhada de 30 minutos da cidade. Consiste em uma série formado pela água do degelo de geleiras. As Cascatas de Trummelbach estão abertas diariamente de abril a novembro.
Visite Schilthorn – vamos apresentar essa atração em um post com mais detalhes, mas você pode realizar a visita a partir de Lauterbrunnen.
Parapente em Lauterbrunnen – Com uma paisagem tão deslumbrante ao redor, Lauterbrunnen é o cenário perfeito para quem deseja vê-la de cima e é um destino popular para parapentes.
Passeio de trem para Jungfraujoch – Outra viagem popular de Lauterbrunnen é a excursão de trem para Jungfraujoch. A 3454 metros, o Jungfraujoch é apelidado de “Top of Europe” e lá você encontra a estação ferroviária e os correios mais altos da Europa.
Trem para Schnyige Platte – para os amantes da natureza, é recomendável fazer uma excursão ao Jardim Alpino de Schynige Platte.
Caminhada em Lauterbrunnen – vila é cheia de trilhas para caminhadas e para a prática de mountain bike. São mais de 500 km de trilhas bem sinalizadas cobrem montanhas e vales, atravessam pastagens alpinas e serpenteam lagos e riachos na região de Jungfrau. Você pode obter mapas detalhados e informações sobre o caminho no Posto de Turismo de Lauterbrunnen, bem como nas estações de trem e teleférico. Endereço: Stutzli 460, 3822 Lauterbrunnen, Suíça.
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Passeios em Interlaken na Suíça
Para começar nossa viagem por este país encantador, dicas para visitar e passeios em Interlaken.
Interlaken vista do Harder Kulm.
Cidade – como o próprio nome indica – localizada entre dois lagos na região central da Suíça, Interlaken foi o destino que escolhi para começar esta viagem. Como comentei neste post introdutório, é a região que mais conheço desse país e a qual me sinto confortável para dar dicas.
Claro que a maioria dos visitantes da região o fazem para esquiar, mas existem outras opções de o que fazer e passeios em Interlaken, que acho interessante compartilhar aqui. A cidade por si só é realmente muito linda e vale a visita, assim como pode servir de base para quem quer conhecer essa parte dos Alpes Suíços.
Com toda uma rede de trens, funiculares, barcos, e teleféricos à sua disposição, Interlaken pode ser seu trampolim para viagens aos formidáveis Alpes Berneses, governados por três imensos picos: Jungfrau, Eiger e Mönch.
Como exemplo de passeios em Interlaken, você pode andar na ferrovia mais alta da Europa até Jungfrau e a Geleira Aletsch. E esta cidade resort há muitas outras coisas para fazer, como passeios de barco a vapor para cachoeiras, caminhadas, canoagem, natação, canyoning e até parapente, tudo em frente a um cenário inspirador. Confira!
Sobre Interlaken
Interlaken é uma cidade estratégica também para quem deseja conhecer Jungfrau, montanha conhecida como Topo da Europa. Está cercada pelos Alpes, mas na verdade não está nas montanhas. A cidade está situada entre dois belos lagos: o Thun e o Brienz.
Embora o centro da cidade de Interlaken pareça movimentado, na verdade a cidade é bem pequena. Basicamente, o centro da cidade está situado ao redor da estação Interlaken West. Se você sair da estação e virar à esquerda na Bahnhofstrasse, entrará na principal rua comercial. É um bom local para quem vai se hospedar em chalés nas montanhas e deseja fazer compras.
Passeios em Interlaken
Não realizei todos os possíveis, por isso compartilho em lista. Os que fiz, relato com mais detalhes nos próximos posts.
Harder Kulm – montanha que pode ser acessada através de funicular. A plataforma de observação tem piso de vidro e permite vista privilegiada para a cidade e seus dois lagos;
Schynige Plate – ferrovia que leva ao topo de uma das montanhas do vale. Passeio proporciona lindas vistas e ainda conta com restaurante no final da linha;
Lago Brienz – para fazer passeios de barco, tem pistas de caminhada e corrida;
Lago Thun – para prática de esportes aquáticas, um dos principais pontos de atividades do balneário no verão;
Jungfraujoch – trem que parte da estação Interlaken Ost e leva até o topo da montanha Jungfrau. A linha tem mais de 100 anos sobe a 3.466 metros. A estação final é a mais alta da Europa. De lá, você pode entrar no Edifício Top of Europe, com vista para a Geleira Aletsch. Existem restaurantes e atrações no interior, e você pode pegar o elevador até o Observatório Sphinx para vistas impressionantes de 360 ° em ambientes internos e externos;
Grutas de São Beathus – cavernas onde viveu o monge Beathus no século VI. Com museu que mostra muito sobre a geologia da região. Restaurante com vista para o lago Thun;
Unterseen – cidade medieval nas margens do lago Thun;
Esportes de verão – em ambos os lagos é possível andar de caiaque, fazer stand-up paddle, canyoning e rapel em cascatas e desfiladeiros, e até parapente;
Esportes de inverno – a atração mais óbvia e que atrai a grande maioria dos turistas. São diversas pistas onde é possível esquiar e praticar snowboard;
Spiez – cidade ao sul do lago Thun, conhecida por seus vinhedos;
Passarela Panorâmica Sigriswil – são 180 metros sobre o desfiladeiro de Gummi e tem 330 metros de comprimento. A ponte está em um caminho que o levará até a encantadora cidade de Oberhofen, que tem uma praia e um castelo na água.
Onde comer em Interlaken
Restaurante Laterne – a especialidade da casa são os fondues e raclettes. Endereço: Obere Bönigstrasse 18 – Interlaken – 3800 – Suíça
Quando nos hospedamos na cidade, ficamos no Walters Hostel Interlaken. O hostel com cozinha compartilhada foi recentemente restaurado, e tem uma vista para as montanhas que é de tirar o fôlego. Nevou apenas nas montanhas na noite em que chegamos, então era possível ver os Alpes Suíços branquinhos da nossa janela!
View da janela do Walter’s Hostel.
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Gostou dessas dicas de passeios em Interlaken? Para saber o que mais teremos de posts sobre a Suíça, confira este post aqui!
Suíça, o próximo destino
Planejando viagem para Suíça? Aqui segue um post introdutório sobre o que teremos de dicas!
Já tem um certo tempo tempo desde a última vez em que estivemos na Suíça, mas como as dicas seguem as mesmas, resolvi compartilhar. Também porque nada mudou e nas vezes que visitamos o país, estivemos na mesma região: Interlaken. Fizemos apenas pequenas paradas em Genebra, Montreaux, Berna e outras, que não ficamos tempo suficiente para render um post.
Mas como vários amigos já pediram, aqui seguem as dicas do que conhecemos bem na Suíça. Teremos posts com dicas de onde ficar, post sobre Interlaken, Lauterbrunnen, Lago Blausee e sobre o Piz Gloria em Schilthorn.
Mas creio ser importante compartilhar algumas dicas gerais sobre a visita à Suíça, para viajantes que ainda não visitaram o país.
Dicas gerais de viagem para Suíça
Não é parte da União Europeia, então a moeda corrente é o Franco Suíço – que vale um pouco menos do que o euro;
De carro na Suíça: a visita ao país requer o pagamento de uma espécie de “pedágio”. O adesivo que pode ser adquirido na hora em que você cruzar a fronteira custa 40 francos suíços. Pode ter fila ou não, tudo depende da época do ano.
País dos tuneis! No final do ano passado, em direção a Itália, entramos no San Gothard, que tem 57 km de comprimento e é o maior do mundo. quando entramos estava chovendo e quando saímos do outro lado, estava nevando. Para saber mais sobre o túnel, acesse aqui.
É um país caro, e comer fora acaba sendo um pouco “salgado” (se comparado com outros países da Europa). Mas nas vilas no interior não é tão mais caro e a dica é fugir das áreas mais turísticas.
Se ao longo da publicação dos posts for lembrando de outras dicas, atualizo este post aqui.
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Serie mais recente de posts com dicas de viagem foi sobre a Holanda, já conferiu? Se não, acesse aqui!
Zaandam, dica de onde ficar para conhecer Amsterdã
Zaandam além de próxima a Amsterdã, é opção incrível de passeio para quem planeja viagem para Holanda.
Decidi encerrar a serie de posts com dicas de viagem para Holanda falando da cidade de Zaandam, pois considero esta uma boa opção de onde ficar para visitar Amsterdã. Além de muito próxima da capital do país, facilmente acessível por trem, tem uma arquitetura peculiar e admirável.
E um dos highlights da cidade é o Hotel Inntel – foto que abre este post e que inclusive está localizado bem próximo da estação de trem da cidade. Uma verdadeira obra de arte arquitetônica, tem uma fachada que parece ter sido montada a partir de varias casas em estilo holandês, empilhadas.
A estrutura de 12 andares é até um pouco difícil de ser assimilada, criando uma espécie de ilusão de ótica. Uma adição peculiar ao horizonte de Zaandam, capital da região de Zaanstad e uma cidade mais conhecida (até agora) por seus cacau, biscoitos e o primeiro McDonald’s da Europa.
Além disso, a cidade conta com uma história bem interessante e outras diversas atrações turísticas. Entre elas a casa em que um Czar russo ficou hospedado para estudar sobre engenharia portuária e as casas na beira do rio que inspiraram Claude Monet a pintar o quadro La Maison bleue à Zaandam.
Onde ficar em Amsterdã
A grande maioria das vezes em que visitei Amsterdã fiz bate-e-volta no mesmo dia, mas em uma delas nos hospedamos em Zaandam. Como deixamos para fazer a reserva na última hora, optamos por um Airbnb. Foi bem legal, o apartamento ficava 15 min. de caminhada do trem que leva para a capital da Holanda.
Essa é também uma opção relativamente mais barata que escolher um hotel em Amsterdã, até porque as passagens de trem que levam de uma cidade para a outra são baratas. Ambas as estações de trem são localizadas no centro, próximas das principais atrações turísticas. Sem contar que Zaandam é linda e permite ao visitante conhecer um pouco mais sobre como é a vida na Holanda.
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E chegamos ao fim de mais uma serie de posts sobre um destino específico. Para ver todas as dicas de viagem para Holanda, acesse aqui!
Ceva no Total terá show exclusivo da Graforréia Xilarmônica
Esta é a décima primeira edição do evento Ceva no Total.
Com entrada gratuita e 30 cervejarias, Ceva no Total acontece no próximo sábado, dia 07 de setembro em Porto Alegre! O evento chega em sua décima primeira edição e já conquistou seu espaço no cenário nacional de cervejas artesanais. Volta mais uma vez ao Largo Cultural do Shopping Total e é uma ótima oportunidade para conhecer as cervejarias do Sul do país e aprender mais sobre o tema.
Para esta décima primeira edição do Ceva no Total serão 30 cervejarias participantes e mais de 150 rótulos de cervejas dos mais diversos estilos. Como nos eventos anteriores, reúne cervejarias parceiras de longa data, assim como marcas que participam pela primeira vez. Serão várias novidades, lançamento de cervejas artesanais entre outras preparadas especialmente para a ocasião.
A programação que inclui também música e gastronomia tem início as 14 h e encerramento previsto para 22 h. E a grande atração musical do evento será a apresentação da banda gaúcha Graforréia Xilarmônica, que depois de um hiato de muitos anos, se reúne especialmente para o evento prometendo um show histórico.
Criado pela Matinê , produtora responsável por diversos eventos cervejeiros no Sul do país, o festival de cervejas artesanais é realizado no local onde foi inaugurada, em 1911, uma das primeiras cervejarias do estado. Desde a edição piloto, em julho de 2015, mais de 30 mil pessoas já passaram pelo Ceva no Total e mais de 30 mil litros de cervejas já foram comercializados.
Cervejarias confirmadas
Cervejaria 4 ÁRVORES
4Beer – Cerveja & Cultura
Ceva das Minas
Chosen Beer
Cervejaria Danken
Distrito Brewpub
Donner Craft Brew
Factory Beer
Cervejaria Hettwer Bier
Cervejaria Hunsrück
Fat Bull Beer
Cervejaria Imaculada
Cervejaria Imigração
Implicantes
Microcervejaria Irmãos Ferraro
KNY Quality Beer
Koringa Beer
La Birra Cervejaria
La Calavera
Cervejaria Macuco
Cervejaria Maniba
Cervejaria Mater
Moocabier Cervejas Especiais
Old Boys Cervejas Artesanais
Old Captain Cerveja Artesanal
Ruradélica Ales
Cervejaria Solerun
Cervejaria Stier Bier
Cerveja Vento Livre
Veterana Cerveja Artesanal & Beertruck
Gastronomia
O Ceva no Total também conta com espaço gastronômico, com cinco food trucks que oferecerão opções variadas de comida que podem ser harmonizadas com os rótulos servidos no evento. Entre eles crepes do Crepe na Bike, Maria & Fumaça, Mestre Hamburgueiro, Tunikus Food Truck, Kombita Truck e Cia. Dos Espetinhos.
Música
O Ceva no Total também também recebe grandes shows e pelo palco do evento já passaram diversas bandas e músicos consagrados. Esta edição traz uma reunião muito especial da Graforréia Xilarmônica, depois de um hiato de muitos anos, eles se reúnem especialmente para o evento. Além da Graforréia, sobem ao palco mais três atrações: Gaby Ferreira & Banda Polainas (clássicos do Pop Rock dos anos 70, 80 e 90), banda Guará e Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty.
Serviço
Ceva no Total – Edição #11 Data: 07/09/2019 Horário: das 14h às 22h Local: Largo Cultural do Shopping Total – (Av. Cristóvão Colombo, 545 – Floresta) Entrada gratuita
Organização: Matinê Cervejeira
*** Em caso de chuva, o evento será transferido para outra data.
Sobre a Matinê
Criada em 2014, a Matinê é uma produtora criada para fomentar o mercado da cerveja artesanal gaúcha e atualmente é responsável por eventos em todo estado, como o Festival Ceva, Festival da Cerveja de Porto Alegre, Copa da Cerveja POA, Congresso da Cerveja POA, Semana da Cerveja de Porto Alegre, entre outros.
Saiba mais sobre esta que é uma das melhores atrações turísticas de Amsterdã.
Photo: André Spritzer
Uma das poucas atividades turísticas que gosto de fazer em Amsterdã é o passeio de barco pelos inúmeros canais da cidade. E recomendo para todo mundo que visita a cidade, independente de idade e tempo que tem para turistar na capital da Holanda.
Ao todo, 5,5 milhões de pessoas fazem esse tipo de tour circular em Amsterdã – e isso é mais do que a quantidade de pessoas que visitam os três principais museus da cidade. Juntos, Rijksmuseum, Museu Van Gogh e Casa Anne Frank receberam um total de 5,7 milhões de visitantes no ano de 2018.
Photo: André Spritzer
Um cruzeiro diurno pelos canais é uma excelente introdução à cidade, onde é possível conhecer histórias e entender pelo menos um pouco da arquitetura peculiar de Amsterdã. Para quem não sabe (ou nunca olhou atentamente), a grande maioria das casas nessa região antiga são tortas. Mas não vou explicar porque, pois este tipo de informação é fornecida nos passeios de barco!
Para escolher seu passeio de barco em Amsterdã
Existem muitas opções de passeios de barco em Amsterdã, que variam conforme o ponto onde você pega, da empresa, do que cada um oferece durante o passeio, e com preços bem variados. Também existe uma boa oferta de passeios especiais, como cruzeiro com pizza, cruzeiro com jantar à luz de velas, entre outros.
Photo: André Spritzer
Os mais tradicionais são os em barcos com teto de vidro, que duram cerca de 1h e sem nenhum outro tipo de regalia. Você encontra nos canais da cidade, a partir de 12 euros por pessoa. Para os especiais, talvez seja necessário reservar com uma certa antecedência. Se quiser conferir algumas das inúmeras opções de passeios de barco, acesse aqui.
Seja como for, lembre que este é um dos passeios indispensáveis para quem visita Amsterdam!
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Outros posts com dicas de viagem para Holanda, acesse aqui.
Zaanse Schans: dicas para visitar a vila dos moinhos de vento na Holanda
Zaanse Schans fica perto de Amsterdã e pode ser visitado em poucas horas.
Uma das visitas mais agradáveis que pode ser feita em uma viagem para Holanda é conhecer a vila de moinhos de vento Zaanse Schans. É possível realizar o passeio a partir de um bate-volta de a partir de Amsterdã ou mesmo Bruxelas. Fica localizada a aproximadamente 15 km ao norte da capital holandesa, e já na chegada é possível ter vistas icônicas dos 6 moinhos de vento situados no rio Zaan, além de casas tradicionais, lojas e museus.
Zaanse Schans tem uma atmosfera de museu (vários, na verdade) ao ar livre e se tornou uma atração turística muito popular, uma vez que a entrada na área do parque é gratuita. Paga-se apenas para estacionar e se você quer apenas ver a vila do lado de fora, também é possível. É uma boa opção para quem quer conhecer um pouco da cultura e da história da Holanda, sem o burburinho e a loucura de Amsterdã.
Um pouco de história
O arquiteto Jaap Schipper elaborou o plano para Zaanse Schans em 1946. Mas o espaço só foi inaugurado em 12 de setembro de 1961, depois que vários prédios (principalmente os moinhos originais!) foram transportados para a região por estrada e água. Rapidamente tornou-se uma atração popular, onde é possível conhecer de perto a história industrial da Holanda.
A metade do século 19 viu o início da revolução industrial no distrito de Zaan. O que você vê hoje em Zaanse Schans é como uma comunidade de vida e trabalho no distrito como ele parecia no século 18: fazendas, caminhos, casas de madeira, armazéns e moinhos de vento, animais e campos.
Os museus de Zaanse Schans
São várias opções de museus dentro da vila e aqui segue um breve descritivo do que você pode visitar por lá.
O Museu Zaans – fornece uma visão histórica das pessoas e da indústria da região. Possui uma coleção variada de pinturas, figurinos, móveis e exposições multimídia. O museu também abriga o Pavilhão Verkade, que conta a história de uma fabricante de chocolates e biscoitos. A entrada custa 10 €, crianças de 4 a 17 € 6.
A loja do museu Albert Heijn é uma reconstrução da primeira loja Albert Heijn de Oostzaan, que remonta ao final do século XIX. Hoje, o Albert Heijn é a maior rede de supermercados da Holanda. A entrada é gratuita.
O Museu do Tempo Zaanse mostra a história dos relógios holandeses com uma coleção de relógios que tocam juntos a cada hora. A entrada padrão é de € 10.
O Museu da Padaria de Gecroonde Duyvekater, onde você pode experimentar o Duivekater , um famoso pão doce Zaanse. Entrada gratuita.
Jisper House é uma cabana de pescadores da vila de Jisp, datada de 1850. Lá você pode experimentar um traje local tradicional.
Honig Breethuis é uma casa comercial familiar do século XIX, especializada em mel. A entrada custa 4 €.
Museu do Moinho de Vento, sobre os próprios moinhos que tomam conta da paisagem local. Possui alguns modelos interessantes de moinhos de vento em madeira. Entrada € 4,50.
Visite um moinho de vento original e em funcionamento em Zaanse Schans
Existem 6 moinhos industriais ainda em operação em Zaanse Schans, que você pode visitar em pleno funcionamento :
De Huisman – que é uma fábrica de especiarias; De Gekroonde Poelenburg – que é uma fábrica de corte de madeira; De Kat – uma fábrica de tintas; De Zoeker – uma fábrica de óleo De Bonte Hen – outra fábrica de óleo Het Jonge Schaap – outra fábrica para corte de madeira
Outras atrações de Zaanse Schans
Outras atrações que podem ser visitadas no local, além dos museus e moinhos:
A Fazenda de Queijo Catharina Hoeve (Zeilenmakerspad 5) é uma réplica de uma antiga fazenda de Oostzaan. Os queijeiros usam trajes tradicionais e oferecem degustações dos queijos para os visitantes.
O Workshop de Tamancos Holandeses oferece a chance de ver um fabricante de tamancos em ação – e é divertidíssimo. A entrada é gratuita e o museu no local abriga uma impressionante coleção de sapatos de madeira.
A Casa do Weaver mostra como as velas de barcos eram feitas usando teares. E a Tiemstra Coopery mostra a arte de fazer barris de madeira que foram vitais para o transporte de mercadorias. A entrada para cada um custa 2 euros.
Dicas: programe-se para visitar cedo, a partir do horário de abertura, pois o local costuma lotar. Para saber tudo que pode visitar e adquirir passe para visitar vários desses museus com desconto, informe-se na entrada, no centro de visitantes ou aqui no site oficial do local.
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Outros posts com dicas de viagem para a Holanda, confira aqui.
Compras em Outlet na Holanda
Outlet do grupo McArthurGlen é opção de comprar para quem visita a Holanda.
Durante o último período de liquidações aqui na Europa, visitamos o Designers Outlet de Roermond, na Holanda. Costumo postar sobre compra no meu Imaginação Fértil, mas como estamos falando de viagem para Holanda, resolvi deixar essa dica aqui também.
Este que visitamos na cidade de Roermond (que é linda, se você tiver tempo, vale a visita e pode ir a pé, deixando o carro no estacionamento do outlet) faz parte do grupo McArthurGlen, e é um dos mais completos. Digo isso porque tem mais de um desse mesmo grupo aqui na Bélgica, mas com bem menos marcas.
Visitamos este outlet de carro, a partir de Bruxelas, mas é possível fazer o mesmo a partir de Amsterdã. O estacionamento não é caro, mas fica minha dica: evitem o período de liquidações (meses de julho e janeiro) e também o mês de dezembro, pois fica muito lotado! Várias lojas com fila e impossível encontrar um lugar para descansar ou comer.
Mas, se decidir ir para o outlet nestas épocas mesmo assim, recomendo que esteja lá cedo! Geralmente ele abre às 9 h nesse período de maior movimento, nós chegamos às 10h e já estava bem movimentado, na hora que saímos, estava superlotado!
Sobre os descontos: achamos que valem à pena, mas é preciso ter paciência para garimpar, olhar, provar…e caminhar, já que o outlet é praticamente uma vila, com ruas e várias lojas espalhadas. Para conferir endereço (da unidade de Roermond e todas as outras), horários de funcionamento, e principalmente, lista de lojas de cada uma das unidades, acesse o site oficial do Grupo.
Entre as marcas mais procuradas no Outlet de Roermond: Adidas, Nike, Michael Kors e Tommy Hilfiger. Endereço: Stadsweide, 2 – Roermond – 6041TD – Holanda
Confira os outros posts com dicas de viagem para Holanda já publicados pelo blog neste link aqui.
Dicas para visitar o Rijksmuseum em Amsterdã
Tudo que você precisa saber antes de visitar o Rijksmuseum em Amsterdã.
O Rijksmuseum em Amsterdã é o principal museu de arte da Holanda e por este motivo, muito popular entre os visitantes da cidade. A cidade tem muito a oferecer em termos de entretenimento, mas isso não deve impedir você de desfrutar de sua maravilhosa oferta de apreciar um pouco de arte.
Há muitos museus interessantes e famosos na capital dos Países Baixos, incluindo o popular Museu Van Gogh, mas o Rijksmuseumem Amsterdã, que é o seu museu nacional, é provavelmente o mais importante. Seu nome significa Museu Real, foi fundado em 1800 na cidade de Haia e mudou para a capital em 1808, neste prédio que foi construído pelo arquiteto Pierre Cuypers, com elementos góticos e renascentista.
As pinturas de Rembrandt (especialmente A Ronda Noturna, ou De Nachtwacht em holandês)) são as principais atrações do museu, e se você quiser evitar filas e multidões, recomendo a compra de tickets online e a visita cedo da manhã. Isso porque cerca de 1 milhão de pessoas visitam o lugar todos os anos, e é difícil observar as principais obras com tanto tumulto.
A Ronda Noturna de Rembrandt.
Algumas informações sobre o Rijksmuseum
Se você está planejando uma visita ao Rijksmuseum em Amsterdã, tome nota dos seguintes detalhes, que serão muito úteis durante a sua estadia na Veneza do Norte:
O Rijksmuseum está localizado em uma praça chamada Museumplein, ao lado do Museu Van Gogh e do Museu Stedelijk. Também fica muito perto do Vondelpark, então você pode fazer um piquenique lá depois de visitar a impressionante coleção de arte do Rijksmuseum.
O museu abre todos os dias das 9 da manhã às 5 da tarde, e o preço dos ingressos para adultos é de 19 euros. Para comprar os ingressos, acesse este link aqui.
Para evitar filas e tumulto diante das principais obras de arte, programe-se para visitar o museu a partir do horário de abertura.
O museu é enorme, então use calçados confortáveis, vá descansado e reserve ao menos 3 h para a visita (há quem acredite que é possível fazer uma visita satisfatória em duas horas, mas penso que por este valor, não compensa ver tudo tão rápido assim!).
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Acompanhe os posts com dicas da Holanda a partir deste link aqui.
Como ir de Bruxelas a Amsterdã: guia prático
Dicas de como ir de Bruxelas a Amsterdã, para quem quer fazer um bate-e-volta ou passar alguns dias na capital da Holanda.
Existem várias opções de como ir de Bruxelas a Amsterdã quando em um tour pela Europa, dada a proximidade dos dois países. Isso porque apenas 200 km separam a capital da Bélgica da da Holanda e por isso é difícil receber o impulso de visitar as duas na mesma viagem.
Mas qual a melhor forma de percorrer o caminho entre os dois destinos? Confira abaixo as opções disponíveis de como ir de Bruxelas a Amsterdã, de acordo com seu estilo de viagem.
Como ir de Bruxelas para Amsterdã
De trem
Trecho operado pela Thalys, companhia de trem de alta velocidade, a maneira mais prática de fazer esse caminho. Entre as vantagens: menos de duas horas de viagem, sem paradas e embarque e destino final no centro das cidades. Desvantagens: passagem é cara e passagens promocionais esgotam muito rapidamente.
Por incrível que pareça, esta não é a forma mais prática de viajar de Bruxelas a Amsterdã! Isso porque existem probleminhas extras, especialmente neste trajeto: o trânsito é intenso (principalmente próximo à Antuérpia e nos finais de semana, logo após entrar na Holanda), estacionar em Amsterdã é caro (ideal é estacionar fora da cidade e ir de metro até o centro). A vantagem quase óbvia é que você mesmo faz seus horários.
Voltando de Amsterdã para Bruxelas, em um fim de tarde.
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De ônibus
Melhor opção para quem quer economizar. Entre as empresas que fazem este caminho (e vários outros dentro da Europa), estão a Ouibus, a Eurolines e a Flixbus. Mas em compensação, viajar de ônibus é estar sujeito a engarrafamento (e tem muito aqui na Europa!), roubo de bagagem (principalmente em Paris!), é mais demorado e não é possível reservar assento no ônibus.
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De avião
Os vôos podem até durar menos de uma hora, mas o deslocamento até os aeroportos (e a burocracia que envolvem a tarefa de embarcar em um vôo tão curto), fazem com que esta não seja a opção mais prática. mas se esta é a sua opção, saiba que a principal companhia aérea que faz o trajeto é a KLM, mas a Brussels Airlines é a companhia que recomendo.
Post sobre como serão as dicas de viagem para Holanda neste blog que vos fala!
Vamos começar com as dicas de viagem para Holanda? Antes, preciso confessar que não sou lá muito fã da capital do país vizinho, mas como já visitei a cidade várias vezes, decidi compartilhar algumas infos com ideias de o que fazer em Amsterdã e algumas cidades próximas.
Não serão muitos post sobre viagem para Holanda. Vou postar separadamente sobre aquilo que visitei por mais de uma vez e realmente recomendo. E, por incrível que pareça, não teremos dicas de onde beber (só duas, na verdade) – acho que nesta parte o post ainda seria meio falho, pois não exploramos tanto quanto deveríamos este aspecto de Amsterdã ou de qualquer outra cidade holandesa.
Também quero visitar novamente alguns outros lugares onde já estivemos, e além de curtir melhor, poder preparar posts mais completos. Por hora, os posts com dicas de viagem para a Holanda serão sobre:
Zaanse Schans
Zaandam
Café Klos
Market Hall em Rotterdam
Rijksmuseum em Amsterdã
Passeio de barco em Amsterdã
Designers Outlet em Roermond
Como ir de Bruxelas para Amsterdã
Bom, por hora são estas as dicas que tenho para compartilhar. Mas sei que a Holanda é um país repleto de outras atrações que ainda quero visitar (o interior do país é especialmente belo). Assim que tiver outras dicas (como bares de cerveja artesanal), conhecer melhor Breda – que do pouco que vi, amei! -, Haia e outros lugares, compartilharei aqui.
Por mais que a Holanda seja logo ali, que tenhamos amigos morando lá e dificilmente viajamos para lá para turistar, prometo que não serei negligente. Mas deixo claro que as dicas que vou compartilhar aqui são comprovadíssimas, só vou falar do que realmente testei e aprovei.
Sobre Amsterdã
Esta é certamente uma das cidades que mais recebe turistas no mundo e talvez por isso não considere lá muito agradável visitar. Vimos algumas coisas mudarem ao longo dos anos e ela está ficando cada vez menos pitoresca.
Para terem uma ideia, nesses quase 5 anos que moramos em Bruxelas vimos que: passou a ser proibido beber na rua, a grande maioria dos turistas só vai lá por causa da maconha, é difícil circular pelas ruas com tanta gente, não sobram olhos para apreciar a arquitetura incomum das casas tortas na beira dos canais, está cada vez mais caro fazer qualquer coisa. Aos poucos nos próximos posts vou explicando melhor.
Mesmo assim, espero que aproveitem estas dicas de viagem!
Letreiro I amsterdam já não está mais na frente do museu!