Castelos da Bélgica: ruínas do castelo de Burg-Reuland

Dica de castelo em ruínas para visitar na Província de Liège, na Bélgica.

Último post com dicas de viagem aqui do blog foi sobre a cidade de Sankt Vith, na província de Liège e você confere aqui – tem também recomendação de onde se hospedar. Mas na ocasião aproveitamos para circular pela região e visitar as ruínas do Castelo de Burg-Reuland.

O castelo que pode ser visitado sem guia ou necessidade de pagar ingresso destaca-se na paisagem da pequena vila na região mais ao sul da Bélgica. Burg-Reuland é popular entre os turistas que gostam de fazer trilhas, caminhadas e ciclismo. São atividades excelentes para apreciar a vista das casas pitorescas e das ruínas do castelo, uma construção típica da Idade Média, situado ao pé da montanha.

Um pouco da vista para a cidade a partir do castelo.

Sobre o castelo em ruínas de Burg-Reuland

Até o século 18, o Castelo de Reuland (construído no século 12) era uma construção imensa. As ruínas que hoje estão abertas à visitação ainda são imponentes e dominam a paisagem. Além da fortaleza propriamente dita, possuía também uma vala com uma muralha que incorporava duas fachadas. Até o início do século 14, era o complexo familiar da família de nobres Von Reuland

Escavações antigas no local trazem evidências de que o castelo foi usado para funções importantes do Conde de Luxemburgo no século 12. Ele foi integrante da Terceira Cruzada e morreu na Terra Santa. Depois disso, o castelo passou a ser do domínio dos herdeiros do conde, e passou por algumas famílias até ser abandonado e ficar em ruínas.

Foi no começo do século 20 que ele passou a ser propriedade da cidade, que o administra e conserva desde então.

Por conta da pandemia, visitamos somente a parte externa que conta com informações detalhadas sobre o castelo em diversas placas expostas na área externa. Não realizamos visita guiada, mas contamos com a cia de um gato da vizinhança que conhece muito bem o local. A dica é que faça a visita com cuidado, pois existem várias escadas e pode ser perigoso! Visitas guiadas mediante solicitação.

Para outras informações, este é o link do site oficial de turismo da cidade: http://www.reuland-ouren.be/

Endereço: Dietrichweg, Burg-Reuland – 4790 – Bélgica




Sankt Vith: cidade para visitar na Bélgica

Dica de hotel e cidade para se hospedar e conhecer um pouco mais da Bélgica germanófona.

Acho que nunca comentei por aqui, mas a Bélgica é dividida em comunidades e regiões linguísticas. Existe a comunidade flamenga, a francófona e a germanófona. Na região linguística Flamenga (Flandres), a língua predominante é o flamengo (dialeto do holandês); na região linguística Francesa (correspondente a quase toda a Região da Valônia) a língua predominante é o francês; na região linguística Alemã (apenas uma pequena parte da província de Liège – Valônia, no extremo leste da Bélgica, fronteira com a Alemanha), onde a língua predominante é o alemão.

Bruxelas é uma região bilíngue, onde francês e flamengo são as línguas oficiais. Nós já visitamos diversas cidades da Bélgica, mas em fevereiro último foi a primeira vez que tivemos um contato maior com a parte do país onde o alemão predomina. Para celebrar uma data especial para nós, resolvemos nos hospedar em um hotel que oferecesse uma bela paisagem, além de comida servida no quarto.

E foi assim que conhecemos Sankt Vith e o Hotel Steineweiher! Segue abaixo a dica para quem quer dar uma escapadinha para uma das regiões mais bonitas da Bélgica. Fica sugestão de cidade base para quem quer visitar o vale de Eifel, o parque Hautes Fagnes e a região das Ardennes belgas.

Descanso no interior da Bélgica: conheça Sankt Vith

Sankt Vith é um município localizado na província belga de Liège e parte da comunidade de língua alemã da Bélgica. O local era um importante mercado da região no século 12 e recebeu o direito de se tornar uma cidade em 1350. Foi danificada por incêndios em 1543, 1602 e 1689. Fazia parte do Ducado de Luxemburgo até a derrota do Imperador francês Napoleão Bonaparte. Como resultado do Congresso de Viena, passou a integrar o Reino da Prússia.

Sankt Vith passou a fazer parte da Bélgica em 6 de março de 1925, com o Tratado de Versailles, após a derrota do Império Alemão na Primeira Guerra Mundial. Um importante entroncamento rodoviário e ferroviário, Sankt Vith foi disputada na Batalha de Bulge em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, ficando completamente destruída. 

O Exército dos EUA defendeu a Sankt Vith contra o ataque alemão durante alguns dias antes dela ser capturada. A cidade foi bombardeada pela Força Aérea americana nos dias 25 e 26 de dezembro de 1944, sendo a Torre Büchel o único prédio construído antes da guerra a resistir depois do ataque.

Torre Büchel.

Diversas placas com fotos contando a história da cidade estão espalhadas por Sankt Vith, entre as várias opções de atividades turísticas da cidade. Confira aqui tudo sobre turismo na cidade.

Onde se hospedar: Hotel Steineweiher

Preciso confessar que um dos motivos para escolhermos visitar esta cidade foi o Hotel Steinweiher! Com excelente localização, mas cercado de um pequeno parque com lago, perfeito para um período de descanso. Mesmo que seja apenas para sair um pouco da rotina.

Com a pandemia, o restaurante está fechado, mas os hóspedes podem solicitar refeições para o jantar. Algumas opções do menu do dia são preparados no restaurante do hotel e servidas no quarto. E a comida era incrível, muito digna de um restaurante especializado em carnes de caça.

Nós fizemos a reserva diretamente por e-mail, o site oficial do Hotel é este aqui. Eles foram bem solícitos em responder nossas dúvidas e uma das pessoas que nos atendeu no hotel até falava português! Café da manhã era incluso no serviço, jantar pago a parte. Para o almoço, existia a opção de solicitar uma cesta com lanches, mas preferimos comer em uma friterie no centro da cidade (batata frita, hamburguers, autêntica comida de rua belga).

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Todas as dicas de o que fazer aqui na Bélgica já postadas aqui no blog, você confere aqui neste link.




Castelos da Bélgica: Château de Reinhardstein

Um château com uma história riquíssima, na região mais alta da Bélgica.

E por aqui seguimos com as dicas de castelos para visitar na Bélgica. Desta vez, apresento o Château Reinhardstein, em Ovifat na Valônia, um castelo com história rica e onde foi possível realizar uma visita guiada.

Foi meio que por acaso que vimos que seria possível fazer a visita a este château, então na atual situação em que nos encontramos, indico que entre em contato para saber o que está funcionando. Digo isso porque nesta última semana, alguns serviços tiveram que ser fechados novamente, mas nada foi dito sobre os museus que estavam abertos desde junho passado.

Segue abaixo um pouco da história desse castelo e a dica para que visite a região que também é muito bonita e cheia de atrativos.

Château de Reinhardstein, para ver e se divertir

Foi em 1354 que Venceslau de Luxemburgo concedeu permissão a Renaud de Waimes para construir um castelo neste local. Devido à extinção da família Waimes, o castelo passou sucessivamente para as mãos das famílias Zivelle, Brandscheid e depois Nassau.

Em 1550, após o casamento de Anne de Nassau e Guillaume de Metternich, o Château Reinhardstein tornou-se propriedade desta importante família até a Revolução Francesa. Em 1812, o conde de Metternich, pai do chanceler Klement, vendeu o castelo. Abandonado, ele se deteriorou acentuadamente com o tempo.

Em 1965, Jean Overloop, um professor de Bruxelas apaixonado por história, descobriu o castelo em ruínas quase por acaso e nas suas próprias palavras, foi amor à primeira vista. Ele levou nada menos que dezoito meses, com a ajuda de alguns entusiastas e valendo-se do know-how de artesãos locais, para reconstruir o Reinhardstein.

Após o falecimento do proprietário, a administração da propriedade e museu foi destinada a uma organização sem fins lucrativos, que hoje se esforça para oferecer uma série de eventos durante o ano. O festival medieval anual é acompanhado por fins de semana temáticos (concertos de música, exposições, degustações, passeios noturnos, etc.) para entretenimento de jovens e adultos.

Exposições contemporâneas e históricas agora adornam os jardins e as paredes do Château. A administração escolhe coleções excepcionais e artistas consagrados a cada ano para enriquecer a experiência do visitante.

Infos práticas sobre o Château Reinhardstein

Existem dois estacionamentos próximos do castelo, para quem visita o local de carro. As visitas são guiadas, disponíveis em francês, holandês e alemão (um guia escrito é disponibilizado em inglês). Não é permitido visita sem guia. Disponibilidade de outras atividades precisa ser consultada no site.

Endereço: Chemin du Cheneux, 50 – 4950 – Ovifat – Bélgica

Site: https://www.reinhardstein.net/fr

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Para ver outros posts com dicas de castelos na Bélgica, acesse aqui.




Castelos da Bélgica: Château Fort de Bouillon

Dica de castelo que pode ser visitado em uma das cidades mais turísticas das Ardennes!

Não sei se já comentei por aqui, mas os museus em geral estão funcionando mesmo com a pandemia, sob certas condições e restrições. Em alguns casos, é preciso reservar, nem todos estão abertos, mas nas cidades mais turísticas é possível fazer alguma coisa diferente.

No caso do castelo da cidade de Bouillon, o Château Fort de Bouillon, que possui 3 espaços diferentes de exposição, foi possível fazer a visita completa. E descobrimos bem ao acaso, nossa ideia inicial era só ver a construção mesmo, mas como estava tudo funcionando, aproveitamos!

Abaixo, segue um pouco da história riquíssima do local, seguido das infos práticas para a visita. E já indico a cidade de Bouillon para quem gosta de atividades como trilhas, andar de caiaque, acampar… A cidade é cortada pelo belíssimo Rio Semois, fazendo com que tenha uma paisagem única!

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Château Fort de Bouillon, o castelo do primeiro crusado

Mais do que a imponência representada pela construção no topo do vale do Rio Semois, o Château Fort de Bouillon é um dos monumentos históricos mais importantes da Província de Luxemburgo. Suas primeiras fortificações datam do século 9, e a primeira menção ao castelo é de 988.

Mas sua figura estará para sempre marcada na história da Bélgica como sendo o castelo de Godefroy de Bouillon, um dos líderes da Primeira Cruzada. E que também foi o primeiro soberano do Reino Latino de Jerusalém (embora tenha se recusado a receber o título em vida).

O castelo que ele havia herdado do tio foi vendido para que Godefroy pudesse participar da Guerra Santa, e libertar Jerusalém da invasão muçulmana. Para quem gosta de história e quer se arriscar no francês, abaixo deixo um vídeo contando um pouco da história de um dos mais relevantes descendentes de Carlos Magno (primeiro Imperador do Sacro Império Romano-Germânico).

A fortaleza que foi construída para proteger a região e foi propriedade dos príncipes-bispos de Liège, depois dos duques de Bouillon até a conquista francesa em 1794. Em 1815, o ducado e o castelo tornaram-se holandeses: a torre de menagem foi destruída durante este período.

Após a revolução belga em 1830, Bouillon passou a fazer parte da Bélgica. A fortaleza como função de proteção foi desativada pelas autoridades belgas em 1853. Após a batalha de Sedan em 1870, o exército prussiano usou partes do castelo como hospital. Hoje o local está aberto à visitação e abriga um museu que conta sua história.

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Para visitar o Château Fort de Bouillon

Todas as informações sobre turismo no castelo e na cidade estão disponíveis no site oficial de turismo de Bouillon. Por conta da pandemia, é aconselhado fazer reserva de ingressos para visitar o local.

Existem diversas vagas disponíveis para estacionar nas proximidades da entrada da fortaleza. Como restaurantes e bares não estão funcionando programe-se para levar comida ou comprar em mercados e algumas poucas opções de comida de rua.

Se precisar ir ao banheiro, programe-se para usar os disponíveis nos três espaços de exposição ligados ao castelo (ticket é o mesmo para os 3, mas ficam em locais diferentes da cidade, mas não muito longe um do outro).

 Endereço: Esplanade Godfroid 1 – 6830 Bouillon – Belgium

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Confira outras dicas de castelos para ver aqui na Bélgica no link.




Castelos da Bélgica: Kasteel van Laarne

Mais uma dica para quem quer fazer um tour pelos castelos da Bélgica!

E por aqui seguimos a tour pelos castelos da Bélgica! Conheça o Kasteel van Laarne, hoje museu e que tem um restaurante muito bem recomendado. O restaurante está trabalhando com entrega de refeições sob encomenda por conta da pandemia. Veja infos aqui.

Visitamos apenas a parte externa e arredores do castelo, mas já fica aqui o registro para quem quiser visitar quando o museu estiver aberto. É um dos muitos castelos da Bélgica que pode ser alugado para festas, eventos, sessões de fotos ou filmagens.

O Kasteel van Laarne é um dos castelos com fosso construídos no período medieval mais bem preservados da Bélgica. Confira um pouco da história do local abaixo.

Sobre o Castelo van Laarne

Castelo van Laarne localizado no município de mesmo nome data do século 12 e funciona como museu desde os anos 60.

A poucos km’s de Ghent, este castelo cuja pedra fundamental foi colocada aqui há mais de 700 anos tem torres arredondadas e pontiagudas, além de uma praça que datam do século 13. Ao longo dos séculos, este castelo foi reconstruído várias vezes e usado para defesa da região.

No século 17 tornou-se uma residência de verão de nobres e ainda hoje exala a grandeza da época. Móveis, tapeçarias, pinturas excepcionais e uma incrível coleção de prata de renome, de Claude Dallemagne podem ser apreciados em visita ao castelo.

Para visitar o castelo e saber os dias em que o mesmo está aberto é preciso entrar em contato via site: https://www.kasteelvanlaarne.be/

Endereço: Eekhoekstraat, 5 – 9270 – Laarne – Bélgica

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Confira outras dicas de castelos para visitar na Bélgica aqui.




Castelos da Bélgica: Kasteel van Zellaer

Seguindo com as dicas de castelos para visitar na Bélgica, nos arredores de Mechelen.

Certamente um dos castelos mais bonitos que visitamos aqui na Bélgica até o momento, o Kasteel van Zellaer é também uma opção para quem gosta de passear ao ar livre. Isso porque a construção (que dizem ser uma cópia reduzida de um castelo do Vale do Loire na França) é cercada por um parque arborizado.

Adquirido pela prefeitura de Bonheiden em 2017, o castelo é administrado por uma sociedade leiga católica, sem fins lucrativos. A proposta de gestão é de que o castelo e seu parque sejam de uso da população local. Por isso o livre acesso para caminhantes e ciclistas.

Também é possível agendar visitas guiadas ou até mesmo sessões de fotos. Todas as informações estão disponíveis neste site aqui. Tem amplo espaço para estacionamento nas proximidades. Endereço: Oude Baan, 100 – Bonheiden.

Sobre o Castelo van Zellaer

A história de Kasteel van Zellaer começou no século 13. Sabe-se que ali existia uma eclusa, no local onde agora se encontra o castelo. O primeiro residente foi Arnold van Zellaer, um próspero cônego de St. Rombouts. Desde então, o domínio sempre foi um lugar popular para se morar nos arredores de Mechelen

O castelo atual foi construído em estilo neogótico com fosso, e data de 1885. A fachada externa tem uma aparência robusta, com uma ponte levadiça e um Donjon. O material usado na fachada é de arenito Gobertange, proveniente da demolição das muralhas da cidade de Vilvoorde

O parque do castelo de 18,5 hectares ainda contém muitos elementos históricos, como uma estrutura de canais, lagoa e vielas que convergem centralmente em uma estrela. Muitas destas estruturas datam, pelo menos, do século 18.

A demolição do castelo anterior ao construído no século 18 esbarrou em fundações muito antigas. Esta que agora pode ser visitada foi construída sobre pilares de madeira cravados no solo, que datam do século 13. Acredita-se que ali existia um castelo do período medieval.

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Para conferir outras dicas de castelos para visitar na Bélgica, acesse aqui.




Castelos da Bélgica: Kasteel Groot-Bijgaarden

Conheça um dos castelos mais visitados da Bélgica por quem ama flores.

E aqui seguimos postando sobre os castelos da Bélgica! Hoje é dia de falar um pouco sobre o Kasteel Groot-Bijgaarden, um castelo privado, mas que toda primavera abre suas portas para o público que quer visitar os jardins no evento conhecido como o Floralia.

https://www.instagram.com/p/B_RphchlAmq/

Em 2020, por conta da pandemia o evento não aconteceu, mas a princípio está programado para acontecer entre 3 de abril e 2 de maio de 2021 (das 10h as 18h). Nós nunca fomos até lá neste período, apenas visitamos a parte externa do local no final do ano passado.

Mas acho interessante já deixar registrado aqui para quem quer se programar e visitar o evento este ano. A primavera aqui na Bélgica geralmente é cheia de atividades lindas para quem ama flores. Já anotem aí para se programar! Lembrando que por hora o evento está confirmado, mas é preciso acompanhar o site do local e confirmar antes de ir.

Sobre o Castelo Groot-Bijgaarden

Castelo do século 12 na cidade de Dilbeek (muito próximo de Bruxelas), é rodeado por um amplo fosso atravessado por uma ponte de cinco arcos. A parte central da portaria data do século 14.

Uma torre de quatro andares (a “masmorra”, construída em 1347), com 30 metros de altura, fica ao lado da portaria. O castelo é em estilo renascentista flamengo, com tijolos vermelhos e telhado de ardósia.

Em 1902, estava em ruínas e Raymond Pelgrims Bigard iniciou reformas que duraram 30 anos. Desde 2003 recebe visitantes para a exposição internacional de tulipas holandesas chamada Floralia. Também pode ser alugado para a realização de eventos privados como festas, convenções e casamentos. Infos gerais no site do Kasteel Groot-Bijgaarden.

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Para conferir todas as dicas de castelos da Bélgica, acesse aqui!




Castelos da Bélgica: Thermae Boetfort

Alguns castelos da Bélgica tem a função de spa além de hotel. Conheça o Thermae Boetfort!

Sei que estamos em um período em que não se pode fazer muita coisa por aqui na Bélgica. Ao contrário do Brasil, bares e restaurantes estão fechados desde novembro, mas acho válido seguir compartilhando sobre castelos. Até porque museus e alguns hotéis estão abertos, como é o caso do Thermae Boetfort.

Estou postando na sequência que visitamos cada um dos castelos que visitamos no fim do ano passado. Apesar de na época a Thermae Boetfort estar funcionando tanto quanto hotel quanto como spa, paramos apenas para um lanche da tarde no restaurante. Uma boa ideia para quem quer apenas conhecer o lugar.

Na saída nos deparamos com fila de pessoas chegando para curtir as termas! Para quem não sabe, o conceito de Spa como conhecemos hoje surgiu aqui na Bélgica. E é um costume dos belgas passar algumas horas relaxando em lugares como este, com piscinas de água termal, tratamentos de beleza, com hotel e restaurante.

Claro que por hora as termas não estão funcionando, mas o hotel e restaurante estão abertos para os hóspedes. Ideal para quem desejam passar uma curta temporada em um castelo de 400 anos!

Sobre o Castelo Boetfort

O castelo original de Boetfort era uma fortificação com ponte levadiça, que caiu em ruínas quando H. Madoets o adquiriu em 1594 e mandou construir o atual em 1610. Em 1728 foi adquirido pela família Tirimont, que o reformou. No início do século 19, a propriedade pertencia ao Conde de Lalaing; em meados do século 19 era de PJ O’Kelly e desde finais do século 19 de A. Steurs.

No seu estado atual, o castelo data dos séculos 17-18 com restauros do século 19 e início do século 20. De uma de suas laterais, o domínio é delimitado por um muro de pedra e é acessível a partir da Sellaerstraat ao longo de uma viela de quatro fileiras de salgueiros e um portão romântico do início do século 20.

Thermae Boetfort

Existem duas partes completamente separadas na Thermae Boetfort com um total de nada menos que nove saunas, piscinas, jacuzzis, banheiras de bem-estar e muitas outras instalações diferentes. Além disso, opções de massagem, tratamento facial, restaurante e terraço, além de hotel.

Endereço: Sellaerstraat, 42 – 1820 – Melsbroek – Bélgica

Site oficial: Thermae Boetfort




Viagem para Israel e Jordânia: curiosidades e descobertas

Post de encerramento sobre a viagem para Israel e Jordânia!

Pois bem ponderei que uma viagem longa destas merecia um post de encerramento. Toda empreitada nos resulta em algumas lições e nossa ida para Israel e Jordânia não poderia ter sido mais enriquecedora. Tanto que já quero voltar!

Certamente porque temos impressões sobre os lugares antes de visitarmos e é claro que isso muda depois de conhecer pessoalmente. Também não ouso fazer afirmações sobre um lugar onde estive por poucos dias (e acho até ofensivo quando o fazem). Tipo quando falam que não gostam de Bruxelas tendo passado apenas uma noite na cidade.

Esse tipo de relato pode influenciar e muito na experiência de quem acompanha o blog, por isso tenho sempre o maior cuidado ao relatar minhas experiências de viagem. Tento sempre evitar qualquer tipo de julgamento, e neste post aqui quero apenas relatar algumas curiosidades e fatos da nossa experiência visitando Israel e Jordânia. Para encerrar essa forma de post de uma forma mais completa.

Israel e Jordânia: curiosidades e descobertas

  • Waze em Israel, apenas em hebraico

Foi um aspecto que dificultou nossa locomoção em Israel, pois o aplicativo israelense de mapas e navegação, no seu país de origem, estava disponível apenas em hebraico. Nada que o Google Maps não resolvesse, e usamos o mesmo sem problemas na Jordânia.

Aqui neste post do Falando de Viagem ele dá mais detalhes da experiência.

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  • Tel Aviv, nem tão internacional assim

Por ser a segunda maior cidade de Israel, esperava que fosse um pouco mais internacionalizada, com todo tipo de informação em inglês. Não é, muitos cardápios estavam disponíveis apenas em hebraico. Mas sobrevivemos e bem ou mal, faz parte da experiência de viajar ter contato com uma língua diferente. E todo mundo que encontramos por lá falava inglês.

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  • Países de cultura muito diferente da ocidental

Não sei você, mas eu quando viajo costumo agir como gostaria que agissem sempre que visitam o Brasil ou a Bélgica: com muito respeito pelas regras e diferenças culturais. Acho de bom tom destacar que me senti bem desconfortável ao ver pessoas não fazendo o mesmo tanto na Jordânia quanto em Israel, principalmente em locais religiosos. No caso do ortodoxos, já aviso que você pode ter uma experiência desagradável se estiver usando roupas muito curtas.

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  • Shabbat e Ramadã

Se você estiver em Israel em um sábado (shabbat) lembre-se de que este dia é de descanso para os judeus, e quase nada abre ou funciona. Então programe-se e pesquise bem sobre o que pode fazer e onde pode comer, pois pouquíssimos restaurantes abrem. Os horários de check-in e check-out dos hotéis também mudam neste dia da semana.

Não estivemos em nenhum dos países no período do Ramadã, mas vale destacar que sendo a Jordânia um país onde 94% da população é muçulmana, certamente algumas coisas não funcionarão como de hábito. Sei que a grande maioria dos restaurantes não serve/vende bebida alcóolica nesse período, então é bom informar-se para saber se não existem outros tipos de restrições.

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  • A tão falada entrevista de entrada/saída de Israel

A segurança para entrar e sair de Israel é bem rígida. Eu fui excepcionalmente muito questionada quanto ao meu nome e origem – mas não julgo, uma vez que isso acontece até aqui por ser brasileira e ter um nome completamente polonês. Entendo e respeito a decisão deles em fazer isso e sempre respondi com muita calma, firmeza e verdade. E imagino quantos problemas poderiam ser evitados se todos os países tivessem uma segurança de verdade, não é mesmo?!

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  • Guarde muito bem o visto que recebe ao entrar nestes países

Esse documento é essencial para sua saída tanto de Israel quanto da Jordânia. E na hora em que receber o mesmo, certifique-se de que está em seu nome. Aconteceu comigo, não tive problemas, mas já aviso para que você não passe por nenhum susto.

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  • A comida é diferente, mas existem opções

Ficamos bem impressionados com a quantidade de restaurantes com churrasco brasileiro e parrillas argentinas em Eilat, no Mar Vermelho em Israel. É uma opção para quem não gosta de se aventurar em pratos típicos locais (embora recomende muito, pois são coisas que conhecemos bem no Brasil, como quibe, falafel e outros). No fim das contas, ninguém passa fome.

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  • Cuidado com a falta de infraestrutura em locais turísticos

Infelizmente, Petra ainda carece de infraestrutura para receber turistas com segurança. O caminho até o Monastério é difícil e escorregadio, muito fácil de se machucar. Aconteceu conosco e com outros turistas – não é à toa que dentro do sítio arqueológico tem um centro médico. Acredito que o aumento da quantidade de turistas ajudará no desenvolvimento e melhoria da estrutura da atração, por isso não deixe de visitar, apenas se cuide!

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  • Cuidado com os camelos na estrada

Por fim, algo que achamos curioso e até divertido: na sinalização da estrada, ao invés da vaca (do Brasil), dos veados (da Europa), as placas indicando que é para tomar cuidado com animais na pista tinham o desenho de um camelo. Aliás, vimos muitos camelos e dromedários na beira da estrada por toda a Jordânia.

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Para conferir todos os posts com dicas de viagem para Israel, acesse aqui. E para conferir todos os posts com dicas de viagem para Jordânia, acesse aqui.




Onde se hospedar e restaurantes em Petra

Dica de onde ficar e onde comer durante sua estadia em Petra na Jordânia.

Embora não tenhamos ficado na Jordânia por mais de duas noites, acho interessante compartilhar aqui dicas de hospedagem e restaurantes para quem planeja visitar Petra. Quando planejamos nossa viagem, não tinha referência nenhuma de hotel, se é longe ou perto para visitar a cidade rosa, onde comer e estas coisas todas.

E uma viagem que se planeja por conta própria, é altamente recomendado que você se programe, evitando assim qualquer tipo de perrengue. Como comentei no post introdutório dessa viagem, nós alugamos um carro logo que cruzamos a fronteira vindos de Israel, na cidade de Aqaba (via Europcar, a locadora que mais confiamos).

De lá dirigimos até o nosso hotel em Wadi Musa, cidade onde fica o sítio arqueológico de Petra. A grande maioria dos hotéis ficam a alguns metros do centro de visitantes do sítio arqueológico, assim como alguns restaurantes. Nós praticamente não saímos das proximidades, mais por fala de tempo mesmo! Seguem as sugestões de onde se hospedar, comer e beber.

Onde se hospedar, comer e beber em Petra na Jordânia

La Maison Hotel

Escolhemos este hotel por ser um dos mais próximos da entrada do centro de visitantes de Petra. Não é dos melhores que ficamos, mas o atendimento foi muito eficiente e atencioso. Recomendo muito, não tirei muitas fotos, mas seguem algumas do nosso café da manhã no hotel (reparem na fofura da panqueca sabor sorriso que prepararam para nós :).

Link para reserva no Booking aqui.

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Bar do Petra Palace Hotel

Fomos até este hotel apenas para prestigiar o bar (que é aberto para o público em geral, não somente para os hóspedes do hotel) por motivos meio óbvios. Fomos até este hotel apenas para prestigiar o bar (que é aberto para o público em geral, não somente para os hóspedes do hotel) por motivos meio óbvios. Afinal eles tinham cervejas da Carakale Brewing Company on tap, a única cervejaria artesanal da Jordânia!

Para conhecer o hotel, segue o link no Booking.

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The Cave Bar

Embora tenhamos feito a maioria das nossas refeições no nosso hotel, aproveitamos para conhecer o The Cave Bar, o bar e restaurante do Petra Guest House Hotel. Ele fica logo na entrada/saída do centro de visitantes e foi nossa escolha para a segunda noite lá.

Além de comida ótima – pegamos uma sequência de pratos típicos, que incluía preparos muito semelhantes aos que conheço da culinária libanesa: quibe frito, taboule, babaganoush… Também é uma opção para um happy our animado, pois também tem música ao vivo a partir das 20h.

Para maiores infos, segue o link do hotel no Booking.




Petra, Jordânia

Saiba tudo sobre a visita ao principal cartão-postal da Jordânia: Petra.

Visitar Petra na Jordânia era meu sonho de consumo como viajante desde a infância, pois sempre fui muito fã da franquia Indiana Jones. Revi muitas vezes a Última Cruzada (filme de 1989) justamente por ter sua cena principal nesse local incrível.

E fico muito feliz em saber que lá estive, foi uma verdadeira realização. Claro que nem tudo são flores e os incômodos do turismo em massa tiram muito do brilho de visitar um lugar como este. Mas também entendo o quanto o turismo em Petra (e outros pontos turísticos na própria Jordânia, como mencionei neste post aqui) é importante para a economia do país.

Neste post de hoje (que vai ser um pouco longo por sinal), tento trazer um pouco da história de Petra, como funciona a visita, dicas importantes e informações práticas. Espero que apreciem e boa viagem!

Petra, história breve

Acredita-se que Petra foi fundada em 312 a.C., sendo considerada uma das cidades mais antigas do mundo. Foi a capital do nabateus, que eram antigos povos árabes do sul que chegaram na Jordânia em torno do século 6 a.C. Quem “descobriu” Petra foi um explorador suíço chamado Johann Ludwig Burckhardt, em 1812. Por ter sido uma metrópole desconhecida por cerca de 5 séculos, também é chamada de ‘Cidade Perdida’.

Mas ao contrário do que vimos em Indiana Jones, o “Tesouro de Petra” não é o Santo Graal e lá também não existem salas com armadilhas para separar justos e indignos. O sítio arqueológico fascinante que pode ser visitado por nós hoje em dia nada mais é do que um cemitério incrivelmente ornamentado, com mais de 1000 tumbas. The Treasure (Al-Khazneh), o monumento mais conhecido de Petra, foi originalmente construído como um mausoléu e cripta e tem cerca de 2 mil anos de idade.

O Tesouro.

Mas além das tumbas, existe a cidade onde habitavam os nabateus. A região onde fica Petra foi habitada em 3 períodos diferentes: os edomitas (dos séc. 18 a 2 a.C.), os nabateus (do séc. 2 a 106 d.C.) e os romanos (de 106 a 395 a.C.). Os nabateus eram engenheiros hídricos, comerciantes, construtores e escultores extremamente qualificados.

E desta antiga cidade ainda é possível visitar as tumbas reais, o anfiteatro romano, as ruínas de uma igreja bizantina, as ruínas de um gigantesco complexo de templos do período romano, e o Monastério. Apesar disso, existe uma grande área em escavação, pois apenas 15% da área original da cidade de Petra está visível para turismo neste momento.

Abaixo, da primeira para a última foto (deste bloco): o anfiteatro romano, as ruínas da igreja bizantina, as tumbas reais, o complexo de templos do período romano e o Monastério.

Como é a visita a Petra

A visita a Petra começa pelo sik, um estreito com mais de um quilômetro de comprimento, ladeado por imponentes paredes com 80 metros de altura, e que já foi o curso de um rio. Ao fim dele encontra-se o Tesouro, o monumento mais conhecido do local. Depois seguem-se os demais pontos de interesse, intercalados por restaurantes e ambulantes. O caminho final até o Monastério, último ponto de visitação, é de mais ou menos 1h30 caminhando.

Também é possível fazer o passeio de cavalo ou charrete (na primeira parte, até o Tesouro). Depois é possível seguir o passeio em mulas.

Dicas importantes para visitar Petra

Alguns avisos e dicas extras, para evitar problemas:

  • Use calçados e roupas confortáveis. É preciso caminhar muito, com temperatura alta e muito sol. O ideal é usar roupas leves, mas que te cubram bem (para se proteger do sol e também, por respeito aos monumentos religiosos que você estará visitando).
  • Use protetor solar e beba muita água.
  • Compre o ingresso assim que chegar em Petra. Isso garante para que você se programe para ter tempo de visitar tudo.
  • Isso inclui programar-se para ver o Petra by Night. O evento, que dá a oportunidade de visitar o lugar à noite, acontece dia sim, dia não.
  • Compre ingresso para dois dias. A diferença de preço é pequena e assim garante que pode visitar tudo sem muita correria e o parque arqueológico é grande.
  • Programe-se para visitar o lugar cedo. A entrada é permitida a partir das 6h da manhã, o que garante que você possa aproveitar as horas com temperaturas mais amenas.
  • Peça café da manhã para levar. A maioria dos hotéis providencia café da manhã para levar e consumir antes de visitar Petra, ideal para quem pretende fazer a visita nas primeiras horas da manhã.
  • A caminhada até o Monastério é praticamente uma escalada! Recomendo muita disposição, cuidado e até um pouco de preparo físico. O caminho é íngreme, de pedras escorregadias morro acima. Nós nos machucamos e vimos um turista deixar o local com a perna engessada! E você ainda precisa disputar espaço com as mulas que sobem e descem.
  • Mas é possível visitar o Monastério sem sofrimento. Os táxis que ficam estacionados na entrada do parque são os únicos veículos autorizados a levar visitantes para a outra entrada do sítio, que dá acesso direto a este templo magnífico, porém isolado.
  • Atenção para as chuvas! É altamente recomendado que não faça a visita em dias com previsão de chuva – que ocorrem geralmente no inverno. Chove muito pouco, mas quando chove os riscos de alagamento e deslizamento são altos e várias tragédias já aconteceram em períodos como estes (em novembro de 2018 morreram 12 pessoas por conta das chuvas intensas, só em Petra).
  • Confira opções de tour guiado e trilhas. Caso tenha mais tempo ou preferência, consulte as opções disponíveis. Nem todas as trilhas são extremamente difíceis (só a maioria ;)).
  • Prepare-se para conviver com cheiro desagradável dos excrementos das mulas, dromedários e cavalos. Os responsáveis pelos animais (locais, que até poucas décadas atrás viviam no sítio arqueológico) são recolhidos constantemente, mas é impossível evitar o cheiro. Caso você seja muito sensível a este tipo de situação, recomendo preparar seu espírito.
  • Normalmente eu seria contra o uso dos animais para deslocamento em locais turísticos. Mas considerando que tem pessoas que precisam fazer uso desse tipo de serviço por questões de idade ou saúde, acho por bem dizer que estão disponíveis. Até porque, como já comentei anteriormente, é um país que depende economicamente do turismo e esse tipo de prestação de serviço é a única opção de renda de muitos locais. Da nossa parte, podemos dizer que não vimos nenhum animal ser maltratado.
  • Infraestrutura é precária, por isso fique atento às dicas de segurança. Diferente de Israel, onde foi possível visitar lugares insólitos quase sem sofrimento, em Petra é um pouco diferente. Poucos (mas limpos) banheiros, trecho que vai do centro de atendimento médico até o Monastério não tem escadas ou corredores. As quedas são quase inevitáveis, então toda atenção é pouca.

Petra, informações práticas

Os ingressos podem ser adquiridos no centro de recepção.

Parque Arqueológico de Petra

Site oficial: Visit Petra

Ingresso para 2 dias: 55 J (equivalente a 100 euros) por pessoa.

Petra by Night: Aproximadamente 17 euros por pessoa.




Enfim, a Jordânia

Uma breve introdução sobre a Jordânia, um dos destinos no topo da minha lista para uma segunda visita!

Então que de Israel fomos para a Jordânia para visitar Petra e não queria simplesmente jogar as informações, assim, sem mais nem menos, sobre este lugar incrível. Passamos duas noites no país, visitamos o sítio arqueológico e voltamos para Israel logo em seguida.

Mas me arrependi, depois que voltamos vi que seria melhor ter ficado mais tempo lá, e por isso escrevo para que você não incorra no mesmo erro. A Jordânia não é só a cidade rosa, construída pelos Nabateus, e justamente por isso recomendo uma visita dedicada exclusivamente ao país. Falei mais sobre isso no post introdutório dessa viagem que incluiu os dois países.

Além de Petra, outras coisas bem interessantes que podem ser vistas ou feitas por lá:

  • Little Petra (outro sítio arqueológico como Petra, mas com muito menos turistas e melhor recomendado);
  • Visitar Amman (capital da Jordânia e que fica pelo menos 3h30 de viagem de Petra);
  • Passar uma ou duas noites no deserto de Wadi Rum;
  • Mergulhar no Mar Morto na Jordânia (só fizemos isso em Israel);
  • Jerash, sítio arqueológico do período Greco-Romano;
  • Ajlun e Kerak, ruínas de fortificações do período dos cruzados.

Fotos abaixo são da nossa parada no centro de visitantes do deserto de Wadi Rum.

Da nossa parte, gostamos muito da Jordânia, país de pessoas simples mas muito gentis e prestativas. No topo da minha lista de países que pretendo voltar – até porque tem muito para se ver além de Petra!

Serão apenas 2 posts. Um sobre Petra e dicas gerais para visitar a principal atração turística do país. Outro com dicas breves de onde comer e se hospedar para visitar o local.

Entrada na Jordânia por via terrestre

Como comentei no post intro dessa viagem, nós alugamos um carro em Israel, deixamos no estacionamento do posto de fronteira em Eilat, cruzamos a fronteira à pé e alugamos um outro carro na Jordânia. Supostamente, tem uma locadora de carros no aeroporto próximo de Aqaba onde é a fronteira.

Mas a Europcar só tem agência na cidade de Aqaba mesmo (uns 15 min. de carro da fronteira), então pegamos um táxi até lá, onde o carro já estava reservado para nós. De lá até Petra são 133 km que percorremos dirigindo. É altamente recomendado que você siga os limites de velocidade.

A estrada não é das melhores, mas foi bem tranquilo percorrer o trajeto. Foi necessário parar em apenas um controle de polícia, mas tudo correu bem. No retorno, devolvemos o carro e pegamos um táxi de volta para o posto de fronteira, onde registramos nossa saída, pagamos a taxa de estadia no país e entramos novamente em Israel.

Para quem estiver interessado em saber tudo sobre turismo na Jordânia, recomendo visitar o site oficial do governo. Para ilustrar este post, abaixo seguem mais algumas fotos do que vimos em nossa curta estadia no país além de Petra.




Castelos da Bélgica: Château Jemeppe

Primeiro castelo de uma lista infindável de construções do tipo que podem ser apreciadas na Bélgica.

Como comentei neste post introdutório, a Bélgica é o país da Europa com maior quantidade de castelos por metro quadrado. Tudo bem que falamos de um país que tem um décimo do tamanho do Rio Grande do Sul, mas o número não deixa de ser impressionante.

O lado ruim é que a maioria deles é de uso privado (residencial, para ser mais precisa). Alguns poucos são museu, outros tantos usados para realizações de eventos, poucos são hotéis. No caso do Château Jemeppe que apresento hoje, funciona como um hotel temporário (somente no verão, que foi quando estivemos lá) e espaço para realização de eventos.

Minha avaliação sobre o castelo, se a experiência de se hospedar lá valeu a pena ou não e outras dicas e recomendações segue abaixo.

Château Jemeppe

História

A primeira edificação no local é muito mais antiga do que parece. Sabe-se que durante a época romana já havia uma vila fortificada na região. O atual castelo é de origem medieval. Na Idade Média, o Château Jemeppe consistia em apenas alguns edifícios, rodeado por pântanos e pelo rio Hedrée.

Estes ofereciam pouca proteção contra as famílias governantes de Namur e Luxemburgo, que lutavam para obter o controle dos territórios de Durbuy e La Roche desde o séc. 12. Uma casa fortificada foi construída no local no início do séc. 13, que mais tarde foi substituída por Jean d’Ochain por um donjon protegido por fossos.

O castelo permaneceu na família d’Ochain até 1616, quando a herdeira, Catherine de Jemeppe, casou-se com Raes d’Ans, de Velroux. Foi provavelmente Raes d’Ans, pouco depois de adquirir a propriedade, que ampliou a torre fortificada com aposentos em um castelo quadrado. As alas do castelo e duplo fosso também datam dessa época. As alas foram modernizadas em 1739 e 1748, e mais janelas foram adicionadas.

De 1840 a 1978, o castelo foi propriedade da família Chevaliers de Sauvage Vercour. A atual propriedade deve a sua forma às restaurações realizadas no séc. 19. Abandonado durante o séc. 20, a propriedade foi comprada, completamente restaurada e reabilitada, transformada em um centro de seminários e eventos de alta qualidade. Foram necessários 14 anos de trabalho de restauração.

Acomodações

Ao contrário do que esperávamos, a hospedagem no B&B não é no prédio principal e sim nos anexos. Pagamos quase 200 € para uma noite (casal, com café da manhã incluso), o quarto era bom, mas nos decepcionamos porque esperávamos ficar hospedados no castelo. Café da manhã relativamente simples, piscina com uso limitado por conta da pandemia.

Não acho que valeu a pena, no meu outro blog falei deste castelo aqui onde nos hospedamos na França e que valeu muito mais à pena! (Ainda não postei sobre isso porque estou preparando um conteúdo especial e diferente sobre a França).

Restaurante

Já o restaurante que é aberto para o público em geral achei que valeu muito à pena. Gastamos cerca de 50 € por pessoa pelo menu com entrada, prato principal e sobremesa, incluindo bebidas (tomamos cervejas da Brasserie Atrium, que é da mesma cidade e cujo bar fica cerca de 10 km do castelo! Isso mesmo, estou falando da cervejaria dos posts da serie Cooking with Beer!).

Dica

Durante a temporada de verão, vá cedo para jantar e aproveite para dar uma volta no castelo (pode ser visitado ao menos por fora). A região é uma das mais turísticas do país e repleta de opções. Para conferir as atrações turísticas próximas a este castelo, confira este site aqui.

Site oficial: http://www.chateaujemeppe.eu/fr/




Cidade para visitar em Israel: Akko

Última dica de passeio que fizemos em Israel: visitamos a cidade de Akko!

Repleta da história medieval do período dos cruzados, Akko (ou Acre) é uma das cidades antigas de Israel e chama atenção por ser rodeada por fortificações. Muito de sua pitoresca arquitetura foi preservada, tornando este um dos locais mais interessantes para se visitar no país. E um dos lugares onde gostaria de ter passado mais tempo!

E como última dica de turismo em Israel, deixo aqui a minha sugestão para que inclua essa cidade no roteiro. É um lugar com uma história fascinante sobre o período das cruzadas, e muito representativo dos diversos períodos pelo qual a Terra Santa já passou.

Entre as principais atrações de Akko estão:

  • Fortificação que circunda toda a cidade velha;
  • Cidadela que fica dentro da antiga muralha;
  • Crusader City: salões em estilo gótico que já foram quartéis-generais dos exércitos dos cruzados;
  • Khan al-Umdan: construído no local do mosteiro dominicano dos cruzados, o cã fornecia acomodação aos mercadores viajantes enquanto negociavam na cidade;
  • Túnel dos Cruzados: este misterioso túnel é uma das atrações turísticas mais intrigantes de Akko. Foi descoberto em 1994 por um encanador local. A passagem subterrânea teria originalmente conectado o porto com um palácio dos templários, fornecendo uma rota de fuga secreta para o mar em caso de ataque;
  • Igreja de São João: construída em 1737 e ocupa o local de uma igreja dos cruzados do século 12;
  • Porto de Akko.

Como não foi possível visitar tudo, deixo com um vídeo que mostra um pouco do que pode ser visto em Acre, produzido pelo site Israel Travel.

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Nós visitamos Akko de carro a partir de Tel Aviv. Mas vi opções de passeios para lá nas agências de turismo no centro de Jerusalém. Não conseguimos visitar os locais porque não nos atentamos aos horários de funcionamento, então deixo aqui como dica para se planejar bem!

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Todos os posts com dicas de viagem para Israel podem ser conferidos no link.




Feira de Natal de Bruxelas 2020 está confirmada

Um dos principais eventos da capital da Bélgica, a Feira de Natal de Bruxelas atrai todos os anos milhares de turistas.

A Feira de Natal de Bruxelas – também conhecida como Plaisirs d’Hiver – edição de 2020 foi confirmada hoje. O evento está agendado para acontecer entre 27 de novembro a 3 de janeiro.

A prefeitura da capital da Bélgica não informou ainda como serão os procedimentos em relação à pandemia. Mas sabem que precisará espaçar o espaço e por este mesmo motivo, já finalizou as obras na área de pedestres. Isso permite que exista um espaço maior de circulação, sem que o evento precise sair da parte mais central da cidade.

A decisão de manter o evento foi tomada principalmente para ajudar na economia local. O turismo é um dos setores que mais está sofrendo com a pandemia e a Feira de Natal de Bruxelas é um dos eventos que atrai mais turistas.

E apesar das restrições, super apoio esta decisão. Por ser a feira mais diversificada que conheço, e um evento que realmente transforma a vida da cidade. Bruxelas fica realmente mágica nessa época do ano, e isso pode ser muito benéfico para o ânimo de todos. E espaço não falta para um evento que não concentre pessoas demais, desde que a estrutura seja bem planejada.

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Notícia do La Libre. Para ver outros posts sobre Bruxelas, acesse aqui.




Cesareia Marítima, sítio arqueológico de Israel

Parque Nacional de Cesareia Marítima é opção incrível de passeio a pouco menos de meia hora de Tel Aviv em Israel.

Cesareia Marítima é de longe um dos sítios arqueológicos mais impressionantes de Israel e uma visita importante para quem gosta de história. Combina ruínas romanas e da era das Cruzadas, pôr do sol de tirar o fôlego, belas praias e paisagens deslumbrantes. 

Além disso, está localizado a aproximadamente 40 min. de carro de Tel Aviv e tem excelente infraestrutura turística. É uma área enorme, conta com restaurantes , banheiros, bebedouros…dá para passar um dia inteiro lá tranquilamente (mas lembre de usar roupas e calçados confortáveis, pois você caminhará por muito tempo no sol!).

Localizada na costa do Mediterrâneo, foi construída por Herodes 2.000 anos atrás. Apesar de hoje estar em ruínas, é considerada por muitos como um dos maiores tesouros arqueológicos de Israel. Para mim, uma das mais incríveis obras de engenharia que conheci. Digo isso porque muitos dados da construção do porto são exibidos em um vídeo que pode ser apreciado no início da visitação.

Cesareia Marítima conta com uma vista panorâmica do mar Mediterrâneo, assim como diversos pontos de interesse para explorar. Além das ruínas do período romano, um enorme anfiteatro restaurado, um hipódromo, os restos do palácio de Herodes, o Complexo de Bath, pisos de mosaico bem preservados, bem como exemplos impressionantes de cidadelas da Segunda e Terceira Cruzadas.

Dito isso, fica aqui minha dica para que este local entre na sua lista de o que fazer em viagem para Israel!

Cesareia Marítima

Site oficial: Cesareia Marítima

Tem estacionamento grátis no local e não precisa comprar ingresso antecipado.




Conheça a fortaleza de Massada em Israel

Mais do que uma atração turística, Massada em Israel é um símbolo de determinação e heroísmo para o país.

Talvez uma das construções mais impressionantes que já conheci na vida, Massada em Israel é um dos sítios arqueológicos mais importantes do país. A antiga fortaleza que ocupa uma localização estratégica no alto de um planalto com vista para o Mar Morto hoje é facilmente acessível via teleférico.

Mas nem sempre foi assim. E neste post de hoje, trago um pouco da história desse lugar incrível que conhecemos em nossa viagem para Israel. Ao fim, dicas práticas e infos gerais.

História de Massada em Israel

A fortaleza foi construída no ano 30 a.C pelo rei Herodes, cujas façanhas arquitetônicas deixaram sua marca em toda Israel. No início da grande revolta contra Roma, o local foi conquistado por um grupo de judeus e Massada se tornou seu último reduto.

Reconhecendo as vantagens defensivas de Massada, Herodes construiu seu complexo ali como um refúgio de inverno e para se proteger dos inimigos. É tão completo que conta com castelo, depósitos e cisternas.

Após a morte de Herodes e a anexação da Judéia, os romanos transformaram o local em um QG militar. Quando a Grande Revolta dos Judeus contra os Romanos eclodiu em 66 d.C, um grupo de judeus conhecido como Sicarii, liderado por Menahem, tomou para si o complexo de Massada.

Após o assassinato de Menahem no mesmo ano em Jerusalém, Eleazer Ben Yair fugiu para Massada para comandar o grupo de rebeldes judeus. Quando Jerusalém foi destruída em 70 d.C, os rebeldes restantes se juntaram a Eleazar em Massada para viver nos antigos palácios de Herodes.

Com Jerusalém em ruínas, os romanos voltaram sua atenção para derrubar Massada, a última comunidade na Judéia, que contava então com 960 rebeldes, incluindo muitas mulheres e crianças. Liderados por Flavius ​​Silva, uma legião de 8.000 romanos construiu acampamentos ao redor da base da montanha, um muro e uma rampa em uma encosta do lado oeste, feita de terra e suportes de madeira.

Após vários meses de cerco sem sucesso, os romanos construíram uma torre na rampa para tentar derrubar a muralha da fortaleza. Quando ficou claro que os romanos iriam dominar Massada, em 15 de abril de 73 d.C, sob as instruções de Ben Yair, todas as pessoas, exceto duas mulheres e cinco crianças, que se esconderam nas cisternas, deram fim à própria vida para não viver como escravos romanos.

Por vários séculos, Massada permaneceu desabitada. Durante o período bizantino, no século 5 d.C, um grupo de monges conhecido como Iaura se apossou do local e construiu um mosteiro hermético. Dois séculos depois, quando o Islã tomou conta da região, o local foi novamente abandonado.

Massada hoje em dia

Massada hoje é um parque nacional israelense e um Patrimônio Mundial da UNESCO. O complexo de 840 acres contém ruínas bem preservadas, que atestam a história do antigo reino de Israel e a coragem de seu povo diante de um cerco romano.

Masada está localizada em Israel na orla do deserto da Judéia, entre Ein Gedi e Sodoma. Foi construída nos penhascos feitos de calcário, a uma altura de 400 m. acima do Mar Morto. Por causa do clima desértico, a área circundante é desabitada e pouco desenvolvida.

Para visitar Masada em Israel

Massada é extremamente alta e pode ser subida a pé pelo sinuoso “caminho das cobras” ou por um teleférico que vai do centro turístico ao sopé da montanha até o topo. Mas a trilha só é permitida no período do inverno, pois o calor extremo torna o caminho perigoso. O centro turístico também exibe um filme sobre a história do local, uma maquete e uma mostra dos achados arqueológicos.

É possível realizar a visita a partir de Jerusalém ou Tel Aviv – nós optamos por parar no caminho entre Eilat e Tel Aviv. É possível também fazer um passeio combinando Massada e Mar Morto no mesmo dia, pois ambos os locais não precisam necessariamente tomar mais do seu tempo do que um dia.

Informações gerais sobre horários e valores de ingresso, você confere aqui. Destaco a excelente infraestrutura turística do lugar, que permite que você faça o passeio em segurança e sem muito sofrimento. Digo isso que além de pontos de parada na sombra para descansar, várias fontes de água fresca potável estão disponíveis para os visitantes.

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Todos os posts com dicas de viagem para Israel podem ser conferidos neste link aqui.




Visitando castelos na Bélgica

Post intro sobre castelos que visitamos na Bélgica, com dicas para quem quiser visitar também.

Quem me acompanha no Instagram (@receitadeviagem ) viu que visitamos um dos muitos castelos que tem na Bélgica agora em agosto. Mas antes de falar sobre ele, acho interessante trazer uma intrudução sobre o assunto. Pois apesar deste ser um país pequeno e muitas vezes deixado de lado por quem visita a Europa, tem seus méritos.

E não falo isso por morar aqui, pois tem muita gente que demora para conhecer a Bélgica e quando a descobre, sempre se surpreende positivamente. Vale lembrar que o país vai muito além de Bruxelas e Bruges, do chocolate e da cerveja.

É um país novo, em uma região muito antiga. Cheio de história, de atrações incríveis para se visitar, como as ruínas de uma abadia (Villers-la-Ville) ou até mesmo uma região inteira para aprender sobre a Primeira Guerra Mundial. E com mais castelos com metro quadrado que qualquer outro país da Europa.

E é por conta disso que resolvemos visitar mais castelos nesse período em que é mais aconselhado não sair do país (as regras mudam quase todos os dias e não estamos a fim de ficar em quarentena quando viajamos para turistar!). Tinha pensado em fazer lista dos mais bonitos, mas nem sempre as coisas são como pensamos.

Tem castelo que aparece na lista dos mais incríveis e que você mal pode chegar perto – caso do Château de Walzin – mas que a galera insiste em colocar na lista dos “castelos para serem visitados”. Sim, ele é lindo, tem uma história muito interessante…mas é uma propriedade privada. Não pode ser visitado e para tirar as fotos que compartilho aqui, é preciso ultrapassar uma cerca.

As listas que circulam por aí com castelos para visitar na Bélgica sempre incluem ele, que pode ser visto apenas de longe ou em um tour de caiaque pelo rio Lesse. Eu ia compartilhar aqui, mas como não quero que ninguém se frustre, achei melhor ir postando na medida em que vou conhecendo os mesmos.

E o primeiro, por motivos óbvios, será o Château de Jemeppe que visitamos agora em agosto! Para saber todos os detalhes, basta ficar ligado nos próximos conteúdos do blog. Atualmente estou postando sobre Israel e Jordânia, mas tem muito conteúdo legal da Bélgica para vir por aí e este vai se intrometer no meio!




O que fazer em Tel Aviv, Israel

Dicas gerais de o que fazer em Tel Aviv, Israel.

Não que tenha uma lista gigantesca de sugestões, pois ficamos poucos dias na cidade, mas acho interessante compartilhar o que fazer em Tel Aviv. Até porque estávamos de carro e aproveitamos para visitar outros pontos a partir de lá.

Banhada pelo mar mediterrâneo, com temperatura média de 30 graus na época em que visitamos a cidade, era meio óbvio que iria dar praia. E foi isso que fizemos em praticamente um dia inteiro em Tel Aviv. É uma cidade enorme, tem opções para gostos variados e aqui vou compartilhar apenas o que vi e recomendo.

Mais como uma sugestão mesmo, para quem não viaja com uma agenda ou programação específica. Espero que gostem e se divirtam!

O que fazer em Tel Aviv Israel

  • Jaffa Port e Old Jaffa

Para circular na parte antiga de Tel Aviv. Mas quanto mais cedo melhor, pois tem menos turistas e as temperaturas são mais amenas (fica até mais fácil estacionar nas proximidades).

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  • Sarona e Carmel Market

Os dois principais mercados de compras de Tel Aviv. Visitamos apenas o Sarona (por motivos de ar condicionado) mas o Carmel e sem sombra de dúvida o lugar para uma experiência mais local. Foi bem difícil achar a entrada para o estacionamento, mas conseguimos!

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  • Praias imperdíveis: Alma Beach e Ajami Beach

A Alma Beach tem um ambiente muito agradável, com infraestrutura moderna e com vista para Old Jaffa. Para alugar cadeiras e guarda-sol, basta realizar o pagamento nas máquinas disponíveis ao lado dos banheiros.

Já a Ajami Beach foi um pouquinho mais complicada de chegar, o bairro próximo é cheio de ruas estreitas. Mas bem mais tranquila que as do centro como a Alma, e nos pareceu, pelo menos no dia em que fomos, que era mais frequentada por locais.

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  • Sint Peter’s Church

A igreja foi construída em 1654 e dedicada a São Pedro, sobre uma cidadela medieval que foi erguida por Frederico I e restaurada por Luís IX da França no início da segunda metade do século 13. No entanto, no final do século XVIII, a igreja foi destruída duas vezes e, conseqüentemente, reconstruída duas vezes. A estrutura atual foi construída entre 1888 e 1894 e recentemente renovada em 1903.

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  • Aqueduto de Cesareia

Um pouco além da parte central de Tel Aviv, distante apenas meia hora de carro e apenas 2,5 km da antiga Cesareia Marítima. É um lugar muito conhecido pela praia de areia branca e muito fina, além da água cristalina. Mas fica como dica para visitar as ruínas de um antigo aqueduto que se estende ao longo da praia.

Faz parte da antiga cidade e porto de Cesareia, que foi construído por Herodes para abastecer a cidade. Tem uma história interessantíssima, mas falarei mais das obras de Herodes nos próximos posts, pois o aqueduto foi construído no mesmo período.

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A partir de Tel Aviv visitamos Massada, Cesareia Marítima e Acre, dos quais falarei nos próximos posts. Para ver o conteúdo já publicado sobre viagem para Israel, acesse aqui.




Onde comer e beber em Eilat, Israel

Dicas de restaurantes e cervejaria em Eilat, cidade litorânea no Mar Vermelho em Israel.

Confesso que nos empolgamos um pouco mais para provar comidas locais em Eilat durante nossa viagem por Israel. Acho que o clima relax e de praia colaboraram um pouco – aliás, para ver as praias lindas do Mar Vermelho em Israel, acesse aqui.

Não ficamos muito tempo na cidade, mas creio que tenho dicas que realmente valem à pena. Apesar do preço em geral não muito amigável, mas considerando que é um destino de nível um pouco mais caro, creio que compensa.

Vamos ao que interessa? Seguem abaixo as minhas dicas!

Onde comer em Eilat, no Mar Vermelho em Israel

1 – The Brewery

Por motivos óbvios, foi nossa primeira parada. Com uma pegada mais internacional, fomos de massa com frutos do mar e hamburguer.

Endereço: Ha-Orgim, 2 – Eilat – 8850070 – Israel

Site: Link para página no Tripadvisor

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2 – Pina Ba’ Yam

Ideal para aquele almoço casual na praia, especializado em peixes e frutos do mar. Muito simples, mas bem saboroso!

Endereço: Dan Hotel Promenade – Eilat – 88000 – Israel

Site: https://www.pinabayam.com/

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3 – Shipudei

Apesar da forte presença de churrascarias brasileiras e argentinas, recomendo que resista a tentação (caso esteja procurando por carnes) e prove este restaurante de comida israelense. Parte de uma rede presente em vários países, é uma ótima opção para conhecer especialidades locais.

Nós pegamos uma sequência com vários pratos típicos – muita comida, mas tudo muito bom!

Endereço: Ice Mall Kampan, 8 – Eilat – 88513 – Israel

Site: Link para página no Tripadvisor

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Para conferir os demais posts dessa viagem para Israel, acesse aqui.