Turismo em Berlim

Dicas de turismo em Berlim, para quem está programando uma primeira visita a capital da Alemanha.

Preciso confessar que hesitei muito em escrever um post com dicas de turismo em Berlim. Pessoalmente porque não gostei muito da cidade, mas é claro, cada pessoa tem uma experiência diferente e jamais vou dizer que você não deve conhecer a mesma. Tenho amigos que não gostaram de Paris, conheço muita gente que não gosta de Bruxelas. Mas como esse é um blog de viagem, reitero que é importante compartilhar as experiências.

Isso porque quando se escreve sobre dicas de turismo em Berlim ou qualquer outro lugar do mundo, nem tudo é belo, e nem todo mundo vai levar para casa o mesmo sentimento sobre determinado lugar. E existem algumas coisas interessantes na cidade sim, por isso vou dividir os posts sobre Berlim em 3 partes: primeiro com dicas de pontos turísticos (bem básico, uma primeira orientação ara quem visita a cidade), outro com dicas de onde comer e beber e por fim, um sobre o local que mais mexeu comigo nessa viagem de final de semana que fizemos até lá: o Memorial do Holocausto.

Espero que apreciem e sigam me acompanhando nesta viagem pela Alemanha! Ao final, link para os demais posts sobre o país e sugestões de blogs para quem quer explorar detalhadamente a capital do país

Turismo em Berlim

Segue uma relação dos principais pontos turísticos de Berlim, com dicas extras dos lugares que visitei. Aqui listo as principais atrações!

  • Portão de Brandemburgo

Brandenburger Tor é o cartão postal de Berlim. Uma das antigas entradas da cidade, foi construído como parte da muralha que a cercava. Data do século 18, e sofreu severos danos durante a Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, foi isolado e tornado inacessível, pois estava localizado logo ao lado do Muro de Berlim. Foi restaurado entre os anos de 2000 e 2002. Pode ser visitado gratuitamente.

Dica: para boas fotos, tente ir cedo da manhã, pois à tarde fica bem lotado.

Endereço: Pariser Platz – Mitte , 10117 Berlim

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  • Reichstag

 

Logo ao lado do Portão de Brandemburgo está o Reichstag, o Parlamento alemão. Um dos pontos turísticos mais visitados de Berlim, o prédio em estilo neoclássico foi inaugurado em 1894. A cúpula e o terraço podem ser visitados gratuitamente, mas é necessário agendar previamente via este link. Lá é possível ver muito da história do Bundestag, seus momentos históricos importantes, destruição no período da Segunda Guerra e posterior reconstrução.

Dica: agende sua visita antes, ela realmente vale à pena!

Endereço: Platz der Republik 1 – Tiergarten, 11011 Berlim

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  • Ilha dos Museus

Este é um ponto interessante a ser discutido: quando fazemos viagens de final de semana, não costumamos ir em museus. Isso porque a grande maioria deles requer um pouco mais de tempo e não que não goste de museus, mas nestes casos prefiro aproveitar para explorar a cidade. Mas acho interessante compartilhar aqui que esta é uma região linda da cidade, e caso esteja fazendo um belo dia de sol, é o lugar perfeito para passar o dia e até fazer um piquenique. Se você visitar a cidade com tempo, fica aqui a minha dica para visitar os que achar mais interessante.

Para saber mais sobre cada museu, clique aqui.

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  • Alexander Platz e a Torre da TV

Esta é uma das maiores praças de Berlim, assim como uma das mais antigas, e atualmente a maior referência comercial da cidade. Isso porque ao seu redor estão instalados shoppings e centros comerciais como a Galeria Kaufhof. É um importante ponto de referência para quem visita a cidade, pois é ali que está uma das maiores estações de trem e metro da cidade.

Nesta praça está também a Torre da TV Fernsehturm – talvez uma das minhas maiores frustrações da cidade. A construção mais alta da Alemanha (368m de altura) deixa muito a desejar no quesito organização, e por isso comentei aqui que gostei muito mais de visitar a torre de TV em Düsseldorf. Enfrentamos fila demorada, não conseguimos reserva para um brunch na torre e sofremos com as diversas esperas e a quantidade exagerada de turistas. Mas é claro, essa foi a nossa experiência, espero que com você seja muito diferente!

Vista da torre da TV.

Para preços e reservas, acesse o site (em inglês): https://tv-turm.de/en/homepage/

Endereço: Panorama­straße 1A – D-10178 – Berlim

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  • Muro de Berlim

Muro de Berlim na Topografia do Terror.

A queda do Muro de Berlim é um dos acontecimentos importantes da história mais recente que quem tem mais de 30 anos conhece muito bem. Ao mesmo tempo em que o desejo de derrubar o mesmo por arte dos alemães (pois separava famílias, e a vida era muito diferente em cada lado), muitas pessoas que visitam a cidade, querem visitá-lo. Dos seus mais de 160 km, sobraram algumas partes espalhadas pela cidade. Nós visitamos a parte que restou onde hoje está o Museu (parte aberta, um terraço, e parte fechada, que pode ser visitada gratuitamente), chamado Topografia do Terror.

Dica: respeite a memória das pessoas que sofreram com a construção do muro e não escreva em suas paredes.

Endereço: Niederkirchnerstrasse 8, 10963 Berlim

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  • Checkpoint Charlie

O antigo posto militar na fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental é onde era feito o controle de passagem de militares e diplomatas estrangeiros. A cabine de controle que está instalada lá é uma reprodução da utilizada na época, que está em um Museu dedicado ao lugar, que fica na mesma rua. O ponto turístico mais fotografado de Berlim pode ser visitado gratuitamente, e você pode tirar fotos com os soldados que estão no local.

Endereço: Friedrichstrasse 43-45 – Kreuzberg, 10969 – Berlim

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  • Berliner Dom

A Catedral é um dos principais destinos a serem anotados por quem planeja viagem de turismo em Berlim. A belíssima igreja protestante foi construída no século 19, no mesmo local onde existia uma capela dedicada a St. Erasmus, desde o século 14. Lotada na ilha dos museus, na beira do rio Spree. Ela domina a paisagem e é para mim, o verdadeiro cartão postal da cidade. Tem 116 m de altura e você pode realizar a visita à cúpula sem sofrimento.

Endereço: Lustgarten 1 – Mitte, 10178 – Berlim

Site: http://www.berlinerdom.de/

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Link para todos os posts sobre a Alemanha.

Links para blogs bem completos com informações sobre Berlim: Simplesmente Berlim e De Berlim.




Turismo em Düsseldorf, Alemanha

Turismo em Düsseldorf, mais um post para seguirmos nossa viagem pela Alemanha!

Seguindo nossa viagem pela Alemanha, hoje é dia de falar um pouco sobre Düsseldorf, uma das cidades que visitamos em nosso tour de fim de semana pela região. Não sei se o clima influenciou, mas apesar de achar uma cidade muito bonita, não vi grandes atrativos para fazer turismo em Düsseldorf.

A cidade é cortada pelo Rio Reno, e algumas de suas principais atrações ficam um pouco distantes do centro. Pela grande concentração de lojas, creio que além de turismo em Düsseldorf, você pode escolher este lugar para realizar compras (até porque, os preços na Alemanha são consideravelmente melhores do que em muitos outros países da Europa).

De qualquer forma, seguem aqui algumas dicas para quem está planejando incluir esta cidade no roteiro, com dica de um café delicioso! Espero que apreciem e boa viagem!

Turismo em Düsseldorf

  • Rheiturm

A construção mais alta de Düsseldorf também é a minha atração turística preferida na cidade. Gosto muito de visitar pontos turísticos como este, para identificar os outros elementos do lugar que visito, do alto. Talvez a cidade não tenha pontos tão reconhecíveis como Paris, por exemplo, mas de todas que já visitei, esta foi a mais agradável. Poucos turísticas, acesso tranquilo, sem muitas firulas, e restaurantes bons sem precisar de reserva.

A Rheinturm tem 240 metros de altura e foi construída como torre de observação e para suportar antenas de rádio e televisão. O restaurante é giratório, mas a volta é bem lenta, quase não percebemos o movimento.

Endereço: Stromstr. 40221 – Düsseldorf

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  • Königsallee

Esta é a rua mais bonita, mais famosa e mais badalada da cidade. Pode parecer estranho uma rua ser uma das principais atrações voltadas para turismo em Düsseldorf, mas volto ao começo desse texto onde afirmo que este é um bom lugar para se fazer compras. A larga avenida, cortada por um canal, é a meu ver muito mais elegante que a Champs Elysee (pardon, Paris). Isso porque além de lojas de grifes, bares descolados e restaurantes estrelados, a Königsallee é o coração verde da cidade, cortado por pontes antigas, em uma Düsseldorf moderna e futurista.

Endereço: Königsallee, 40212 – Düsseldorf

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  • Rheinuferpromenade

Nada melhor do que uma cidade que valoriza as margens de um rio para criar espaços de lazer! O imenso calçadão foi planejado em construído entre 1990 e 1997 e no verão, é o grande responsável por deixar a cidade com um ambiente estilo mediterrâneo. Se o clima for bom, reserve um tempinho para percorrer o caminho entre a cidade velha (Alstadt) e a parte moderna da cidade (MedienHafen) onde pode desfrutar de muitos cafés e bares.

Endereço: entre a Burgplatz e a Apollo Platz – River Rhine, 40479 – Düsseldorf

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  • Burgplatz e Schlossturm

Esta é a praça da parte antiga da cidade, onde durante o período de Natal se concentra o Christmas Market. Nela está a Schlossturm (torre do castelo), parte sobrevivente do castelo que foi construído às margens do Rio Reno, no século 13. Esta torre sobreviveu à Segunda Guerra Mundial e hoje abriga um museu sobre a história da navegação no Rio Reno.

Endereço: Burgplatz | Altstadt40213 – Düsseldorf

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  • Goethe Museum

Apesar de ter nascido em Frankfurt, é em Düsseldorf que está localizado o museu dedicado ao escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, autor de Fausto. Lotado no Schloss Jägerhof desde 1987, reúne manuscritos, livros, obras de arte e material de pesquisa do poeta e escritor, para deleite dos apreciadores de obras primas da literatura clássica.

Endereço: Jacobistraße 2, 40211 – Düsseldorf

Site oficial: http://www.goethe-museum.com/en

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  • Carlsplatz

Fiquei encantada com a quantidade de tipos diferentes de batata!

Este é o paraíso gourmet de Düsseldorf. Na Carlsplatz você pode, além de fazer compras de comidas, artesanato e flores, provar comidas típicas de algum dos vários restaurantes do mercado ou arredores.

Endereço: Marktbüro, Carlsplatz 26, 40213 – Düsseldorf

Site oficial: http://www.carlsplatz-markt.de/

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Onde comer em Düsseldorf

Esse cheesecake…

Este pequeno café é a pedida ideal para quem deseja um café, um chá, uma torta ou um chocolate quente! Comi nesta chocolaterie um cheesecake de bergamota que quero muito replicar. O ambiente, além de ter um cheiro adocicado, é muito agradável!

Endereço: Burgplatz 3-540213 – Düsseldorf

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Onde beber em Düsseldorf

Claro que sendo nós e na Alemanha, uma paradinha para provar a cerveja local é parte essencial do turistar em qualquer lugar. Para provar a Altbier de Düsseldorf, escolhemos o Zum Uerige, na parte central da cidade. Inúmeros ambientes, muitas pessoas e clima eufórico. Me senti em uma taberna medieval em noite de festa. Fica a dica para quem quer matar a sede.

Endereço: Berger Str. 1, 40213 – Düsseldorf

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Link para site de informações turísticas de Düsseldorf, com tours guiados, compra de tickets e outras atrações da cidade, em inglês: https://www.duesseldorf-tourismus.de

Lista completa das principais atrações turísticas de Düsseldorf: https://www.duesseldorf-tourismus.de/en/sights/




Passeio em Bonn na Alemanha

Compartilho um pouco do que vimos em Bonn na Alemanha, além de algumas dicas para visitar um castelo lindo!

Schloss Drachenburg, com o Rio Reno e a cidade de Bonn ao fundo.

Seguido com os posts de viagem, durante nossa estadia em Colônia, fizemos um passeio de um dia em Bonn na Alemanha. A cidade que foi capital da Alemanha Ocidental após o fim da Segunda Guerra Mundial é belíssima e eu espero poder voltar lá para poder aproveitar todas as suas atrações.

Isso porque nestes passeios de um dia é praticamente impossível visitar tudo, então nosso passeio por Bonn ficou dividido entre manhã visitando o Schloss Drachenburg e arredores e à tarde, um passeio pelo centro da cidade. Mas se não vimos muita coisa, porque mesmo estou fazendo este post? Para evitar que você, que me lê, gosta de viajar e quer visitar a Alemanha, caia em uma pequena pegadinha do destino!

Este post relatando nosso passeio por Bonn na Alemanha é muito mais para orientar você, que ao contrário de mim, gosta de planejar com uma certa antecedência as suas viagens (e aproveitar bem mais). Não que não tenha apreciado a cidade – bem pelo contrário, eles tem a melhor loja de cervejas artesanais que encontramos na Alemanha! – mas se soubesse do que vou contar agora para vocês, certamente teria escolhido ficar mais tempo por lá.

Seguem as dicas para quem está programando conhecer Bonn na Alemanha, com uma breve listinha dos principais pontos turísticos da cidade!

Schloss Drachenburg

A Alemanha é tapada de castelos (creio que ganha da França e da Irlanda, lugares que também tem muitos castelos!) e começamos nosso passeio tentando visitar o lind Schloss Drachenburg (anotem isso: schloss é castelo em alemão e em uma tour pelo país, você pode descobrir coisas incríveis se ficar atento a esta palavrinha).

Digo tentamos, pois não pesquisamos dias e horários de abertura, e ele estava fechado naquele dia. Mas isso não estraga a alegria do passeio, pois no mesmo morrinho onde ele se encontra, é possível ter uma vista magnífica do vale do Rio Reno. Além de várias outras atrações (sugiro passar o dia no local), entre elas:

  • Extensa área de natureza com cascatas, para quem gosta de fazer caminhadas e trilhas;
  • Nibelunghalle (espécie de pequeno zoológico);
  • Ruínas do Antigo castelo (bem no topo da montanha, ao final da caminhada, ótima vista para o Reno);
  • Restaurantes.

O Rio Reno!

Comidinha de um dos restaurantes próximo ao castelo, o Drachenwürst.

Ruínas do antigo castelo.

Se você ficou interessado, segue o link do site do castelo (ele é lindo por dentro e por fora, com uma história incrível), para programar sua visita (em inglês!): http://www.schloss-drachenburg.de/index.php/en/

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Centro histórico de Bonn

A cidade é muito linda, então considere pelo menos um dia inteiro para circular pela ruas centrais. Tem uma das ruas que eles dizem ser a mais bonita do mundo (sei não, acho meio polêmico esse tipo de afirmação, afinal gosto é gosto!), a Altstadt. Nós circulamos apenas pela praça do mercado, depois nos dirigimos para a região onde nosso carro estava estacionado – um pouco mais afastado do centro.

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Cemitério Alter FriedHoff Bonn

Eu sei, para nós brasileiros, ir em cemitério é só para homenagear pessoas queridas que faleceram, mas na Europa (principalmente, mas não somente aqui), as coisas são bem diferentes. Geralmente os cemitérios são muito antigos, é onde descansam pessoas muito conhecidas, célebres e importantes, ou ainda, tem histórias incríveis. Por fim, acabam virando atrações turísticas.

Este de Bonn na Alemanha não é diferente: fica muito próximo do centro da cidade e data de 1715. É um lugar muito bonito e recomendo uma visitinha. Se desejar saber quem são as pessoas mais conhecidas que estão enterradas lá (como a mãe do Beethoven, por exemplo), só conferir esta lista aqui.

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Casa de Beethoven

Falando em Ludwig van BeethovenBonn na Alemanha é a cidade onde o músico nasceu! A casa hoje é um museu com exposição fixa, exposições temporárias e espetáculos musicas. Para informações completas (em inglês, ufa!), acesse aqui.

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Catedral de Bonn, Bonner Münster

Dedicada a São Martin, foi construída entre os séculos 11 e 13, sendo uma das mais antigas da Europa. Seu interior tem elementos góticos e românicos, muitos mosaicos, mas em sua decoração atual possui elementos do estilo barroco. Fica na Münster Platz, no centro da cidade.

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Universidade de Bonn

Uma das mais importantes da Alemanha, e entre as melhores do mundo, é conhecida por ter tido Friedrich Nietzsche entre seus alunos e o Papa Bento de XVI como professor. Se estiver visitando a cidade em um dia de clima e temperatura agradável, escolha o lugar para fazer um piquenique. Link ara o site da universidade aqui.

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Tenho certeza de que a cidade tem muitos outros atrativos. Este post é só uma dica, para quem não sabe exatamente quanto tempo ficar para visitar a cidade e deseja avaliar antes de programar o roteiro turístico.




A Catedral de Colônia na Alemanha

Principal atração turística da cidade, a Catedral de Colônia é destino de peregrinos desde a Idade Média.

Este é o terceiro post da série Viagem para Alemanha!

Visitamos Colônia, Bonn e Dusseldorf na Alemanha em um final de semana prolongado de inverno, partindo de Bruxelas de carro. As três cidades da região da Renânia do Norte-Vestfália são bem próximas e da capital da Bélgica até lá são aproximadamente 2h30 de viagem. De tudo que visitamos nessa viagem, a Catedral de Colônia foi o que me deixou mais impressionada.

Apesar de estar passando por grandes reformas na parte externa, é visitando o interior da Catedral de Colônia que se descobre a magnitude desta obra arquitetônica. É certamente uma das igrejas mais impressionantes que já visitei! Mesmo estando completamente lotada de turistas, é impossível não ser contagiado pela atmosfera carregada de história do der Kölner Dom. Se você já visitou, comente abaixo se teve essa mesma impressão que eu. Se não, aprecie a história dessa catedral lendária.

História da Catedral de Colônia

Símbolo não-oficial da cidade de Colônia na Alemanha, é o ponto turístico mais visitado do país. Tudo por conta da mítica de que nela estariam guardados os restos mortais dos 3 Reis Magos. As ossadas teriam sido trazidas de Milão em 1164 e ficam em uma arca de outro, prata e pedras preciosas, localizada atras do altar principal. O relicário dos reis magos fica protegido por uma redoma de vidro, na nave central da Catedral.

As relíquias foram levadas para Colônia pelo Imperador Frederico Barba Ruiva, após saquear Milão. Rapidamente, a Catedral onde estavam os restos mortais tornou-se local de peregrinação, e para comportar a demanda crescente de visitantes, uma nova catedral começou a ser construída em 1248. Levou mais de 600 anos para ser concluída, sendo considerada pronta somente em 1880.

Nesse meio tempo, a construção ficou quase 300 anos parada. Em 1560, a obra foi interrompida, quando 90% da área total já estava em condições de uso para serviços religiosos, apesar do telhado provisório de madeira. Faltava dinheiro e os possíveis doadores não concordavam sobre o estilo arquitetônico gótico no qual estava sendo construída, que já era considerado ultrapassado.

Quando Colônia foi invadida pelas tropas de Napoleão em 1794, a Catedral virou depósito de armas e mantimentos de guerra. Voltou a ser lugar de oração em 1801, e rapidamente a peregrinação tomou força.

O rei da Prússia Frederico Guilherme IV, que era protestante e vivia em conflito com a igreja católica, para ganhar a simpatia dos católicos, doou dinheiro para a continuação das obras em 1842. A inauguração da catedral ocorreu, finalmente, em 1880, e a mesma empresa que a concluiu é a responsável pelo seu restauro até os dias de hoje.

Há um mito que ela nunca foi concluída completamente, e que no dia em que isso acontecer, o mundo vai acabar.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Catedral de Colônia resistiu sem tombar a 14 ataques com bombas aéreas. Hoje vive em constante restauração, devido a poluição que está corroendo os mais de 50 tipos de pedras usados durante a sua construção.

Especificações arquitetônicas

As torres da Catedral de Colônia tem 157 metros de altura e podem ser vista num raio de vários quilômetros. Sua área interior é de 6900 metros quadrados, dividida em cinco naves e sete capelas. Tem estilo gótico, com afrescos do século XIV e seus mais de 10 mil metros quadrados de vitrais são em estilo romântico.

Infos práticas

Horários de abertura: De novembro a abril todos os dias das 6h às 19h30
De maio a outubro todos os dias das 6h às 21h

Ingresso: free, mas se quiser fazer doações, ajuda com o eterno restauro. Os tours guiados e tesouro são cobrados, mas custam entre 6 e 7 euros cada.

Site: https://www.koelner-dom.de/home/?L=1

Endereço: Kölner Dom
Domkloster 4
50667 Köln




Mercado de Natal em Monschau, na Alemanha

A pequena cidade da Alemanha é conhecida por ter um mercado de Natal muito charmoso.

Enfim, segundo post da série Viagem para Alemanha!

O primeiro mercado de Natal que visitamos fora da Bélgica foi em Monschau na Alemanha. A pequena cidade na região da Renânia, conhecida por seu centro histórico de casas de madeira no estilo enxaimel de mais de 300 anos. Ela fica em um vale cortado pelo rio Rur e esse aspecto torna o lugar mais encantador.

Apesar de não ser um grande mercado de Natal, recebe todos os anos muitos visitantes! Em casinhas de madeira, expositores oferecem artesanato, decorações de Natal, ideias para presentes e iguarias saborosíssimas! Casas de madeira decoradas estão espalhadas pela praça do mercado e sobre a ponte do rio Rur.

O mercado de Natal de Monschau é conhecido por ter o melhor Glühwein (vinho quente, em tradução literal, a versão europeia do nosso quentão) da Alemanha! A bebida quente é muito popular em mercados de Natal de toda a Europa e é uma excelente para quem gosta de confraternizar (e se aquecer nas noites frias de inverno!). O evento natalino também foi considerado uma das principais atrações turísticas do país!

A cidade fica em um vale (que surge repentinamente na estrada, quase como um imenso buraco!) e todos os visitantes precisam estacionar nos parkings da parte alta. Com alguns 15 min de caminhada se chega ao centrinho de Monschau, e lá existem varias atrações como o castelo, um mirante (onde tiramos esta foto) e um mercado permanente de artesanato.

Onde comer em Monschau, na Alemanha

Quando estivemos na cidade, almoçamos no restaurante-museu da cerveja e Monschau! Provamos a cerveja local e comemos schnitzel (o meu com molho de cogumelos). Nós escolhemos não comer na feira de Natal porque este foi um dia muito frio (e acabamos sentindo necessidade de um lugar quentinho para comer). Assim também circulamos tranquilamente pela cidade depois de bem alimentados.




Funcionamento do transporte público em Bruxelas no final de ano

Confira horários e mais infos relacionados ao transporte público de Bruxelas e trens da Bélgica no período entre Natal e Ano Novo.

Tinha prometido que iria informar sobre o horário de funcionamento do transporte público em Bruxelas neste final de ano, e achei mais interessante fazer um post mais completo. Isso porque descobri infos bem interessantes sobre gratuidade e que são importantes para o conhecimento de turistas (e de todo mundo que vive aqui na Bélgica!).

Os horários de transporte serão adaptados este ano novamente para se adequar às férias de Natal, assim como o horário de funcionamento dos bancos e escritórios do Bpost (os Correios belgas e que além de muitas entregas, também funcionam como banco).

Vários trens não funcionarão entre segunda-feira, 22 de dezembro e sexta-feira, 2 de janeiro. Nos dias 24, 26 e 31 de dezembro serão dias com o horário de transporte público com menos opções de horários. Durante o Natal e o Ano Novo, o tráfego ferroviário será semelhante a um serviço de domingo (com menos opções de horários).

Em Bruxelas, na véspera de Ano Novo, todo mundo poderá usar o metro gratuitamente até as 2h da manhã (horário em que o metro encerra as atividades). Os ônibus Noctis também serão gratuitos até às 5:30 da manhã. Linhas do tram (metro de superfície) 3, 4, 7, 19, 39, 92 e 94 estarão excepcionalmente em serviço até as 2h15 da manhã.

Toda a rede TEC (ônibus intermunicipal da região da Wallonie) será gratuita para os passageiros a partir das 7h da manhã de 31 de dezembro a 9h da manhã de 1º de janeiro. Os correios vão fechar às 16h da tarde na véspera de Natal e na véspera de Ano Novo.

Infos extras sobre o metro e bus integrado de Bruxelas

Mapa e notícias em tempo real do metro de Bruxelas, veja aqui. Passagem unitária de metro custa € 2,10; mesmo vale para o ônibus urbano. Se não conseguir comprar passagens no balcão de atendimento.

É bem fácil de se achar no transporte público de Bruxelas e depois de conhecer os metros de outras cidades, este é o melhor que conheço! Desembarca de um lado e embarca do outro para voltar, em quase todas as estações. Passagem vale por 1h30, mas é necessário sempre validar a passagem vai indicar en correspondance). Sempre pague sua passagem (comprar 10 tem desconto), pois a fiscalização é grande e a multa cara.




Viagem para Alemanha

Mais uma série de posts de um dos países que faz fronteira com a Bélgica.

Portão de Brademburgo em Berlim.

Fazer uma viagem para Alemanha, sendo este um dos países fronteira com a Bélgica onde moro, não é difícil. Desde que estamos visitamos aqui, já visitamos algumas cidades, e acho importante compartilhar algumas dicas. Principalmente se você é interessado em comida e cerveja.

Como já comentei na série de posts sobre Paris, não tenho intenção de postar roteiros de viagem, deixo isso para seu próprio planejamento ou para as agências (e se posso indicar uma, procure a Coacoba!). A verdade é que sempre viajamos de forma mais livre, fazendo o que nos dá vontade no momento em que estamos no lugar. Clima influencia em muito as atividades escolhidas e se o tempo é curto, deixamos algumas atividades que alguns consideram obrigatórias, deixamos para uma segunda visita (e assim temos desculpa para voltar!).

A Catedral de Colônia, na Alemanha.

É bem por isso que em cidades como Berlim, por exemplo, não visitamos os museus da ilha dos museus. Em uma viagem para Alemanha onde contamos apenas com o final de semana, apesar da proximidade, não dá tempo de fazer muita coisa! Também porque detestamos correrias e apreciamos curtir o destino de uma forma mais relax, intercalando visitas turísticas com bares para provar cervejas diferentes.

Mas este é o nosso jeito de viajar, e minhas dicas aqui serão, de algumas coisas que indico fazer nas cidades que visitamos na Alemanha, além de dicas para quem além de viajar, gosta de apreciar cervejas. Se você está programando uma viagem para Alemanha, fique de olho pois começarei a postar várias dicas! Segue a ordem dos posts (na ordem em que nossas visitas aconteceram).

Pequena cidade de Monschau na Alemanha!

  • Monschau
  • Colônia
  • Bonn
  • Dusseldorf
  • Berlim
  • Nuremberg

A Alemanha é um país bem grande, se comparado com a grande maioria dos países da Europa. Se você está planejando uma viagem para Alemanha por mais de uma de suas grandes cidades, considere regiões e meios de transporte. Vou fazer um post com dicas gerais, especial para quem nunca esteve no país. Por fim, aviso que a dinâmica segue a mesma. Se tiver alguma atração ou cidade ou lugar que acho que vale a postagem, você vai ver aqui.




Onde comprar chocolate em Bruxelas

Dica de loja de fábrica para quem procura por onde comprar chocolate na capital da Bélgica.

Degustação dos chocolates é livre!

Esqueça as lojas do centro da cidade quando procurar um local onde comprar chocolate em Bruxelas. Hoje vou dar a dica de uma loja de fábrica, que pode ser acessada facilmente via metro, lugar que a partir de agora será imperdível para quem visita a Bélgica. Estou falando da Neuhaus Factory Shop, que é uma das mais tradicionais (e saborosas!) marcas de chocolate belga, e que está localizada no perímetro da capital.

Nesse outlet, onde além de comprar chocolate você pode provar quanto chocolate quiser, os preços são muito mais em conta do que uma loja normal. Para se ter uma ideia, no comércio normal o melhor preço por quilo (aqui está o truque de qualquer compra de comida na Bélgica: verifique sempre antes o preço por quilo!) é da Leônidas, que fica em torno de € 26. Se tiver muito pouco tempo na cidade, nem hesite em ficar pesquisando e compre deles. Também são muito bons!

Mas os chocolates da Neuhaus, em uma loja normal, custam mais que o dobro disso. Nós pagamos a partir de € 20 o quilo nessa loja de fábrica, dependendo do tipo e da quantidade. Claro que por esse preço os chocolates não vão vir embaladinhos separadamente, nem em caixinhas bonitinhas para dar de presente, but, você não come a embalagem, certo? Além do quê, fica até mais fácil personalizar e distribuir se a sua ideia é presentear as pessoas com chocolate belga.

Anote as coordenadas e boas compras!

Neuhaus Factory Shop

Endereço: Postweg 2, 1602 Sint-Pieters-Leeuw, Belgium

Acesso via metro: linha 5 no sentido Erasme, desça na última estação que tem o mesmo nome. Pagamento em cartão ou dinheiro. Para voltar, apenas pegar a mesma linha no sentido contrário.

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Tem passagem para Bruxelas comprada? Então não deixe de ver os outros posts sobre a Bélgica aqui no blog, com dicas de todos os tipos!




O que fazer no Ano Novo em Bruxelas

Confira programação de Ano Novo e algumas opções de o que fazer em Bruxelas na virada de 2017 para 2018.

O Ano Novo é uma data especial para todos, mas a comemoração é diferente em cada país. No Brasil, sempre tem o maior clima de festa e positividade, por isso quem tem viagem para Bruxelas marcada para a época, busca opções de o que fazer aqui no blog. Já antecipando que as vibes não são as mesmas (e costuma ser muito frio aqui!), segue uma modesta lista de opções e dicas para quem estiver na cidade nos dias da virada.

Este post de o que fazer no Ano Novo em Bruxelas é bem explicativo por motivos de: o centro da cidade está em obras (eternas?!) e o local da queima dos fogos mudou para uma região mais afastada. Mas não menos turística. Se você estiver por aqui na noite da virada, desde já deixo meu Feliz 2018!

O que fazer no Ano Novo em Bruxelas – 2017/2018

Festa no Hotel

Alguns hotéis em Bruxelas tem festa programada, com opções de jantar e etc. Se você vai ficar hospedado em um quando estiver aqui, confira se seu hotel tem essa opção. Também existem alguns hotéis onde você pode reservar uma mesa para participar da ceia de Ano Novo.

Alguns hotéis para iniciar a sua busca. Links nos nomes dos hotéis levam para programação de Natal e Ano Novo dos restaurantes dos hotéis:

Jantar da virada em restaurantes e bares

Alguns restaurantes estarão servindo jantar especial de Ano Novo, mas é preciso checar se o que você deseja ir estará aberto e fazer reserva. Aqui algumas opções com atrações e preços beeem variados.

Baladas de Ano Novo

Belgas são bem baladeiros, e amam música eletrônica! Não vou citar festa por festa pois não conheço e não é a minha praia. Mas, recomendo este site aqui para você, que me lê e gosta de balada, encontrar a sua festa.

Queima de Fogos

Deixei para o final a parte mais decepcionante, pelo menos para mim, sobre a virada de Ano Novo de 2017 para 2018. Eu amo fogos de artifício, e o fato de que aqui em Bruxelas pelo menos isso sempre valeu à pena (a queima geralmente dura uns 20 min.) é um dos pontos positivos de se viver nessa cidade.

Porém, o espetáculo, que sempre acontecia no centro da cidade (na nossa Times Square, aka De Brouckère), este ano foi transferido para o Atomium. Isso porque a praça onde geralmente acontece a queima de fogos da virada de ano foi transformada em um eterno canteiro de obras (uma zona sem fim!).

Para quem não conhece as gigantescas bolas de aço belgas (brinks!) fica a dica para visitar essa atração turística. Ainda não tenho confirmação de o transporte público funcionará normalmente até mais tarde (como nos anos anteriores), mas assim que descobrir, postarei aqui.

Dicas para não cair em “cilada”

  • Não subestime o frio de Bruxelas – não é porque esta é uma das cidades menos frias da Europa no inverno (a neve que cai no centro mal chega a acumular, na grande maioria dos anos) que você não deve se vestir para as temperaturas baixas! Se a ideia é ficar na rua (como muitos fazem), agasalhe-se bem, ou vai começar o ano com a pior gripe da sua vida! (Não aconteceu comigo, mas peguei a gripe de duas amigas que subestimaram o frio)
  • Não crie expectativas – aí o que quer que aconteça, será ótimo (dica para a vida)
  • “O último dia de dezembro é sempre igual, ao primeiro de janeiro” – para a grande maioria dos europeus, é só mais um feriado, então se você está aqui a passeio, curta a cidade como um dia normal de passeio.
  • Se escolher um restaurante ou hotel para a hora da virada, lembre de fazer a RESERVA. Em quase todos, para a ocasião, é imprescindível.
  • Não é crime beber na rua aqui na Bélgica, então sita-se a vontade para circular pelas ruas da cidade com uma garrafa de champagne, pois todo mundo faz isso. Muita gente gosta de se reunir nas escadarias do Mont des Arts e apenas celebrar entre amigos.

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Para ver dicas de o que fazer no Natal em Bruxelas, leia este post aqui.




Programação de Natal em Bruxelas

Vai passar o Natal em Bruxelas? Confira programação especial de final de ano na cidade.

Nunca fui uma pessoa que gosta das festas de final de ano, mas Natal em Bruxelas me fez mudar de opinião. Isso porque essa é uma época mágica na cidade – assim como em toda a Europa. Ruas e praças ganham decoração de inverno e natalina, para receber uma série de eventos e, principalmente, mercados de Natal.

Então, se você está programando passar o final de ano por aqui, não pode deixar de conferir a programação de Natal em Bruxelas (que começa ainda este mês!). Para quem vai passar a virada de ano aqui, publicarei as opções em um post separado. Espero que aproveitem muito e se estiverem por aqui, não deixem de marcar o @receitadeviagem no Instagram nas suas fotos!

Programação de Natal em Bruxelas

  • Marché de Nöel de Bruxelles

O mercado de Natal de Bruxelas acontece no centro da cidade, com algumas ruas ao redor da Bourse e da Place Sainte Catherine. Este ano os mercados em Haren, Neder-Over-Heembeek, Ambiorix e Laeken também fazem parte do Marché de Nöel oficial da cidade.

São mais de 200 chalés com comidas e bebidas típicas de inverno na Europa, além de opções de presentes, artesanato, decoração e brincadeiras. Um presépio e uma grande árvore de Natal serão montados na Grand Place, que terá todas as noites show de luzes.

Datas: de 24/11 a 31/12/2017

Horários: das 12h as 22h. Dias 24 e 21 de dezembro, das 12h as 18h. Dia 25/12, das 12h as 22h.

  • Plaisirs d’Hiver

É o evento que também faz parte das celebrações de Natal na cidade, e que compreende todas as outras atrações que estarão disponíveis durante o mercado de Natal. São eles: pista de patinação no gelo (em frente ao Theatre de la Monnaie), a roda gigante (na Quai aux Poissons)

  • Espetáculo som e luz

Diferentemente do ano passado, que o espetáculo iluminava apenas a Igreja Sainte Catherine, este ano o Espetáculo de som e luz será na Grand Place. Todos os prédios do patrimônio histórico mais precioso da Bélgica serão iluminados, permitindo uma apreciação em 360 graus.

Horários e dias: de 24/11 a 31/12, todos os dias, a cada 15min., das 15h às 22h.

  • Convidados de Honra do Marché de Nöel

Todos os anos, um país e uma cidade são convidados a fazer parte das celebrações de Natal em Bruxelas. Na ocasião, expositores de comida, bebida e artefatos decorativos tem chalés no mercado de Natal, uma oportunidade para mostrar um pouco de sua cultura. Este ano, o país convidado é a Mongólia e a cidade, Tirana, na Albânia.

  • Mercado de Natal na Place Flagey

O maior mercado de Natal indoor de Bruxelas acontece no bairro bem próximo ao centro da cidade. No dias 8 a 10 de dezembro, com stands de produtos vindos de diversos países da Europa. Além de ser uma boa opção de onde fazer compras de Natal em Bruxelas, diversas opções de comida e diversão.

Página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/scaillonevent/

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Sobre a Ceia de Natal

Já devo ter comentado por aqui, mas reforço: os belgas são muito de estar com a família, e no Natal não é diferente. A data mais importante (pelo menos para as crianças!), é o dia 06/12, dia de São Nicolau, data em que eles recebem os presentes de Natal.

Alguns restaurantes fazem ceia de Natal, mas é preciso pesquisar quais e reservar com antecedência. Alguns restaurantes também oferecem a opção vender a ceia completa, mas mesma dica: pesquisar, reservar e buscar.

O restaurante La Quincaillerie é um dos que tem opções de ceia para comprar pronta. O restaurante Drug Opera (poucos metros da Grand Place) tem opção de jantar de Natal por 39 ‎€.

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Informações mais detalhadas sobre o que estará acontecendo na cidade neste mesmo período, você confere no site oficial da prefeitura atualizado para a data.

Site oficial: http://www.plaisirsdhiver.be/




7 Passeios para curtir Porto Alegre como um local

Conheça os passeios mais tradicionais de Porto Alegre, para aproveitar a estadia na cidade de forma mais intensa.

Preciso confessar, eu sinto saudades de Porto Alegre. A capital do Rio Grande do Sul pode não ser um dos principais destinos turísticos do Brasil, mas também tem seus encantos. Muitas das atividades que listarei aqui são bem comuns em qualquer país da Europa, mas relato como forma de compartilhar o way of life porto-alegrense. E também para quem escolhe a cidade como destino, para que possa aproveitar na forma mais original possível.

Claro que nem todo mundo que vive em Porto Alegre faz ou gosta destes programas, mesmo eles sendo tradicionalíssimos. Que sirva de inspiração para um dia em que não tenha nada para fazer e não queira ficar em casa olhando para o teto. Se prestar atenção nos detalhes, vai ver que mora em uma cidade linda (apenas mal cuidada).

7 Passeios para curtir Porto Alegre como um local (e um bônus)

1 – Pôr do sol no Guaíba

Porto Alegre tem um pôr do sol incrível, que se põe no Lago Guaíba, e pode ser visto de vários lugares da cidade. O tradicional ponto de encontro para ver esse espetáculo é a Usina do Gasômetro – o cartão postal da cidade e que pode ser visto do alto, antes mesmo do avião tocar o solo.

A antiga usina de geração de energia hoje é um centro cultural, que recebe eventos e exposições variadas. Seu terraço é aberto e oferece vista privilegiada do lago (erroneamente chamado de rio). Além do prédio, existe um amplo espaço para caminhar, praticar esportes, tomar chimarrão ou relaxar. Infelizmente, não é tão bem cuidado e arrumado como poderia ser, mas recomendo a visita mesmo assim.

Outra opção é a Fundação Iberê Camargo, que tem vista privilegiada para o Lago.

Endereço: Av. Presidente João Goulart, 551 – Centro Histórico, Porto Alegre – RS, 90010-120, Brasil

Essa foto tem uns 12 anos mais ou menos – chimarrão no terraço do Gasômetro!

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2 – Almoço e compras no Mercado Público

Já falei sobre o Mercado Público de Porto Alegre aqui, a minha segunda casa na cidade. Costumava frequentar o lugar mais de uma vez por semana, pois reunia várias facilidades para quem gosta de cozinhar and provar cervejas diferentes. Isso porque reúne um mix muito interessante de lojas de especiarias, outras especializadas em chimarrão, alimentos importados, à granel, alimentos produzidos em Porto Alegre ou outras regiões do estado, lojas de bebidas…e vários restaurantes excelentes!

Além de ser acessado com facilidade via trem urbano (Trensurb), é a dica que dou para quem por algum motivo, precise fazer um pitstop de poucas horas na capital dos gaúchos.

Endereço: Galeria Mercado Público Central, s/n – Centro Histórico, Porto Alegre – RS, 90020-070, Brasil

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3 – Caminhada no Calçadão de Ipanema

Sim, Porto Alegre tem praia. E sim, uma que se chama Ipanema. Provavelmente não tem todo aquele desbunde da Ipanema carioca, mas tem seu charme. A calçada construída na orla do Guaíba é uma excelente opção de passeio, principalmente aos finais de semana.

Funciona como uma praia mesmo: é de lá que muitas pessoas partem para praticar esportes aquáticos, de onde barcos saem para velejar, onde algumas pessoas vão relaxar na areia, tomar chimarrão (de novo, porque não?!), tomar uma cerveja em algum dos muitos bares da avenida em frente ao calçadão. É um espaço para lazer e práticas de esporte, que lota aos domingos.

Endereço: Av. Guaíba, 818 – Ipanema, Porto Alegre – RS, 91760-740, Brasil

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4 – Café na Casa de Cultura Mário Quintana

O antigo Hotel Majestic é um dos meus lugares favoritos em Porto Alegre. Além de espaço sempre repleto de atrações culturais, conta com dois cafés: Santo de Casa e Café Conceito Majestic.

O local também é uma excelente opção para quem quer ver o pôr do sol no Guaíba. Antes de visitar, confira a agenda de eventos e atividades que estarão rolando na data, no site oficial da instituição: http://www.ccmq.com.br/site/

Endereço: R. dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre – RS, 90020-003, Brasil

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5 – Perder-se no Brique da Redenção

Programa imperdível dos domingos em Porto Alegre, o Brique da Redenção é o mais tradicional mercado de pulgas da cidade. Mas ele não vive somente de antiguidades: artesanato, alimentos, artes plásticas e entretenimento fazem desta feira, uma verdadeira festa.

Lotado em uma rua lateral ao Parque Farroupilha (mas que também é conhecido por Redenção), conta com um sem número de expositores (por isso a dica de se perder nele!) e muito espaço para se reunir com os amigos.

Endereço: Parque Farroupilha – Av. José Bonifácio, s/n – Farroupilha, Porto Alegre – RS, 90010-150, Brasil

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6 – Happy hour na Padre Chagas

A charmosa rua no bairro Moinhos de Vento, que termina no Sheraton Hotel de Porto Alegre, é repleta de pubs e restaurantes. Por isso a dica de um happy hour (ou jantar, ou sorvete…) na região onde pode-se escolher entre uma variedade de estabelecimentos.

Algumas lojas, muitas árvores e alguns prédios residenciais dão a região um ar europeu e requintado, que muitos comparam a Paris. A região badalada tem opções para todos os gostos e apetites, e fica bem próxima ao centro da cidade.

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7 – Chimarrão no Parcão

O Parque Moinhos de Vento, mais conhecido como Parcão, também é uma opção de passeio relax para se fazer em Porto Alegre. Localizado em uma área nobre próximo ao centro da cidade, é frequentado por corredores, leitores, famílias com crianças e grupos de todas as idades, interessados em curtir um espaço agradável e bonito da cidade.

Endereço: R. Comendador Caminha, s/n – Moinhos de Vento, Porto Alegre – RS, 90430-030, Brasil

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O que fazer em Bruxelas em Setembro

Confira lista com os principais eventos programados para este mês em Bruxelas, para aproveitar melhor a sua estadia na Bélgica.

Belgian Beer Weekend na Grand Place de Bruxelas.

Já que a procura pela lista de eventos tem sido grande, seguimos com os posts de agenda cultural (aka, lista de coisas interessantes para fazer) de Bruxelas! Espero que isso ajude na programação de seu roteiro de viagem para a Bélgica.

O que fazer em Bruxelas em Setembro de 2017

  • Belgian Beer Weekend

De 01 a 03 de Setembro. Acontece todos os anos, no primeiro final de semana de setembro, na Grand Place em Bruxelas. Festival onde se encontram as principais cervejarias belgas. Entrada grátis, paga pelas fichas para comprar bebida e calção do copo. Mais infos aqui: http://www.belgianbrewers.be/en/events/belgian-beer-weekend-171/

  • Eat! Brussels, Drink! Bordeaux

De 07 a 10 de Setembro. Festival de gastronomia e vinhos onde é possível degustar pratos de chefs belgas elaborados especialmente para o evento, além de vinhos variados da região de Bordeaux, na França. Mais infos aqui https://visit.brussels/en/sites/eatbrussels

  • Brussels Comic Strip Festival

De 01 a 03 de Setembro. Festival de Quadrinhos, com desfile de personagens e muitas outras atividades. Ponto alto é a Baloon Parade, onde dezenas de personagens de quadrinhos em formato de balões infláveis, circulam por ruas do centro de Bruxelas. Mais infos aqui: https://visit.brussels/en/sites/comicsfestival

  • Brussels Vintage Market

Dia 03 de Setembro. Tradicional mercado vintage de Bruxelas, que acontece todo primeiro domingo de cada mês. Para quem procura por roupas e calçados de épocas variadas, conhecer designers locais ou apenas se divertir no café da Halle Sint-Géry. Entrada grátis. Mais infos aqui http://brusselsvintagemarket.be/en/homepage

  • Les Apéros Urbains

Happy hour ao ao livre, em lugares específicos da cidade. Todas as sextas-feiras, dos meses de Maio a Setembro. Mais infos aqui: http://www.aperos-urbains.be/

  • Les Nuits Sonores

De 14 a 17 de SetembroFestival de música, tradicional de Lyon, na França, que acontece pela primeira vez em Bruxelas. Mais infos aqui: https://www.brusselslife.be/fr/agenda/apres-15-ans-a-lyon-les-nuits-sonores-debarquent-a-bruxelles

  • Visita ao Palácio Real

De 22 de Julho a 03 de setembro. Palácio real só fica aberto para visitação quando a família real está de férias, todos os anos no verão. Este é o último final de semana do ano para visitar o local. Entrada grátis. Mais infos aqui: https://visit.brussels/en/event/Opening-of-the-Royal-Palace




O que fazer em Bruxelas em Agosto 2017

Confira lista com os principais eventos de Bruxelas, para aproveitar melhor a sua estadia na Bélgica.

Photo credit: Alison Cornford-Matheson

Já que a procura pela lista de eventos tem sido grande, voltamos com os posts de agenda cultural do blog! Foco maior vai ser em Bruxelas, pois é aqui que as coisas realmente acontecem. Excepcionalmente postarei sobre algo em outras cidades, se achar que realmente vale à pena. Postagens voltam, mas de forma resumida. Espero que isso ajude na programação de seu roteiro de viagem para a Bélgica!

O que fazer em Bruxelas em Agosto de 2017

  • Visita ao Palácio Real

De 22 de Julho a 03 de setembro. Palácio real só fica aberto para visitação quando a família real está de férias, todos os anos no verão. Entrada grátis. Mais infos aqui: https://visit.brussels/en/event/Opening-of-the-Royal-Palace

  • Festival de Fogos de Artifício em Laeken

Dias 04, 18 e 25 de agosto. No Atomium. Entrada grátis. Mais infos aqui: https://visit.brussels/en/article/laeken-fireworks

  • Flowertime

Dias 12, 13 e 14 de agosto. Grand Place e Hôtel de Ville viram um grande jardim! Evento acontece a cada dois anos, intercalado com o tapete de flores. Mais infos aqui: http://www.flowertime.brussels/en

  • Bruxelles les Bains/Brussel Bad

De 07 de julho a 13 de agosto. Praia urbana de Bruxelas. Acesso gratuito. Mais infos aqui: http://www.brusselbad.be/

  • Midi Fair 2017

De 15 de julho a 20 de agosto. Parque de diversões a céu aberto, com a Grande Roda Gigante de Paris. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/midi-fair-2017

  • Festival Classissimo 2017

De 04 a 10 de agosto. Festival de música clássica. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/festival-classissimo-2017

  • Exibição “Exhibition. The World of Steve McCurry”

Até dia 20 de agosto. Exposição fotográfica, na Bourse. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/exhibition-world-steve-mccurry-extended

  • Brussels Games Festival

Dias 26 e 27 de agosto, no Parque Cinquentenaire. Festival de jogos de tabuleiro. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/brussels-games-festival

  • Fiesta Latina

De 25 a 27 de agosto, no Parque Bois de la Cambre. Música, dança, tradições e feira. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/fiesta-latina

  • Sablon Music Festival

De 11 a 13 de agosto, na Place Sablon. Concertos grátis de pop, rock, blues e jazz. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/sablon-music-festival-2017

  • Brussels Summer Festival

De 06 a 15 de agosto. Em frente ao Palácio Real. Concertos e eventos culturais. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/brussels-summer-festival-2017

  • Vaux-Hall Summer

De 01 de julho a 20 de agosto. No Parque de Bruxelas. Dança, cinema e jogos de tabuleiro. Mais infos aqui: https://www.brussels.be/vaux-hallsummer




Para ver na Bélgica: Abadia de Villers-la-Ville

Dica de atração turística para quem tem programado viagem para a Bélgica: as ruínas da Abadia de Villers-la-Ville.

Ruínas da Igreja da Abadia de Villers-la-Ville, na Bélgica.

A Bélgica é um país com muitas atrações turísticas encantadoras. Apesar de ser um país novo (independência foi declarada em 1830), possui uma história milenar e por isso, muitos monumentos seculares, como a Abadia de Villers-la-Ville. As ruínas do antigo monastério cisterciense podem ser visitadas com facilidade a partir de Bruxelas, e neste post você terá todas as dicas!

História da Abadia de Villers-la-Ville

Gravura antiga da abadia.

A abadia de estilo romanesco começou a ser construída no ano de 1146, após visita de São Bernardo na região, que encorajou os locais a embarcarem neste projeto grandioso. O cavaleiro Walter de Marbais convidou os monges da Abadia de Claraval na França, para fundar esta nova abadia em suas terras em Villers.

Um grupo de 17 monges se estabeleceu no local para iniciar o trabalho, mas a construção só começou mesmo 51 anos depois. Com diversos elementos góticos (alterando a proposta inicial), a Abadia de Villers-la-Ville levou mais de 100 anos para ser construída.

Neste período, mais de 400 monges viveram no local, em uma propriedade com mais de 10 mil hectares, que alcançavam até onde hoje fica a cidade de Antuérpia. Entre os anos de 1508 e 1715, a abadia belga foi invadida por 9 vezes e em todas, os monges foram obrigados a se retirar do monastério.

Entre 1715 e 1784, a abadia viveu seu período de ouro. Parte da construção medieval foi reconstruída, e adquiriu características neoclássicas. Um palácio e jardins também foram construídos, ampliando o espaço de uso interno dos monges e da nobreza de Villers.

Em 1796, a Revolução Francesa expulsou definitivamente os monges da Abadia de Villers-la-Ville. O patrimônio da abadia foi tomado da igreja pelos revolucionários, que saquearam o local e venderam o que não puderam levar para comerciantes de construção da região. Vegetação e chuva se encarregaram de completar o visual da construção que vemos hoje.

Ruínas da abadia.

A partir de 1830, o aspecto de abandono da abadia começou a chamar a atenção de romancistas que se inspiravam no local para escrever suas poesias e histórias. Victor Hugo esteve lá por três vezes. Os primeiros turistas vieram nos anos seguintes, com a chegada da linha de trem na região, que cruzava os jardins do palácio e parte da abadia.

Em 1893, o antigo monastério passou por um processo de restauro, para que pudesse ser visitado. As pedras da nave principal da igreja foram removidas e revelou-se a grandiosidade da igreja. As ruínas foram denominadas patrimônio histórico da Bélgica no ano de 1972, e a abadia passou a receber restauração ininterrupta.

Atualmente, recebe mais de 100 mil turistas por ano, além de ser palco de eventos importantes.

Os jardins da abadia.

Além de um ponto turístico na Bélgica

A beleza das ruínas da abadia de mais de 900 anos de história não estão disponíveis apenas para visitação. Eventos importantes do país, assim como concertos de música clássica usam o local como cenário, proporcionando cenas de visual magnífico.

Além disso, um processo histórico dos monges foi retomado: a produção de cervejas! Receitas encontradas em arquivos antiguíssimos são produzidas nas ruínas da abadia, e podem ser degustadas no restaurante em frente ao antigo mosteiro, ou adquiridas na loja de souvenirs.

As cervejas de receitas do século 18 produzidas ela Abadia de Villers-la-Ville na Bélgica.

Informações práticas

A Abadia de Villers-la-Ville está localizada no caminho entre Bruxelas e Charleroi, e se você vai visitar esta cidade (histórica, pois é em Charleroi que Napoleão foi derrotado), você pode incluir a mesma no roteiro. Um período de 2 horas é mais que suficiente para visitar as ruínas da abadia e conhecer a sua história.

A Abadia de Villers-la-Ville vista de cima.

Você pode chegar até ela de carro ou trem – a estação de trem próxima fica a apenas 2 km da abadia. Informações detalhadas disponíveis no site do local (disponível em francês, inglês, holandês e alemão).

Endereço:

Rue de l’Abbaye, 55
1495 Villers-la-Ville
Bélgica

Tel.: +32 (0)71 88 09 80
Fax: +32 (0)71 87 84 40
E-mail: info@villers.be

Ingresso:

  • Adultos: € 8
  • Grupos* adultos: € 7
  • Estudantes e idosos: € 6
  • Grupos de estudantes e idosos: € 5
  • Audioguide: € 1,50

* Grupo: a partir de 15 pessoas.

Site oficial da abadia: http://www.villers.be

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Outros posts sobre turismo na Bélgica:




7 Dicas de Passeios em Paris

Programando passeios em Paris? Confira minha lista de passeios e atividades preferidos na cidade que mais visitei na Europa.

Ponte de Bir-Hakeim em Paris.

Segundo post da sequência sobre a capital da França é com dicas de passeios em Paris. Sei que existem muitos bons blogs de viagem que falam da cidade, por isso nem me arrisco a postar mesmices. Todo mundo sabe quais são as principais atrações da Cidade Luz, e nem preciso dizer que elas são essenciais. Para ver o post de introdução, clique aqui.

Também penso que os roteiros variam muito de acordo com as preferências de cada um – uma pessoa que gosta de visitar museus vai querer se perder por eles, uma que não gosta não vai fazer questão de visitar o Louvre.

Minha lista de passeios em Paris foge um pouco desses clássicos – é para quem já visitou os principais pontos turísticos e quer relaxar, ver ou fazer coisas diferentes, ou simplesmente atividades que não considerou em um primeiro roteiro ou em uma primeira viagem. Não tem nenhuma grande novidade, mas também não são coisas que podem ser consideradas atrações turísticas essenciais. São atividades que gostei de fazer quando estive na belíssima capital da França e que recomendo muito.

7 Dicas de Passeios em Paris

1 – Passeie de barco no Rio Sena tomando champagne

Antes de dizer que isso é tradicional, um adendo: existem muitos tipos de passeios de barco na cidade. Já fiz umas duas ou três vezes e considero essa uma atividade bem importante para quem visita Paris. Mas a recomendação é que se faça o passeio nos barcos com opção de jantar e escolher apenas tomar champagne enquanto revê os pontos turísticos da cidade (que há esta altura, você já visitou).

Esqueça os barcos com muitos banquinhos e lotados de turistas, reserve um espaço no seu roteiro para esse momento mais elegante (e que nem é tão mais caro assim). Mas esqueça o jantar – na parte inferior do barco você não vai ver nada da cidade. Pegue sua taça de champagne e fique na parte superior e aberta do barco.

2 – Faça um piquenique

Paris é uma cidade deslumbrante. Possui praças, parques e uma infinidade de outros lugares onde você vai ter vontade de ficar sentado, relaxando e curtindo a paisagem e a movimentação das pessoas. Quando conhecer o lugar que provocar essa vontade em você, não pense duas vezes: faça um piquenique.

Mas já viaje com a intenção de fazer esse passeio em Paris: na bagagem despachada, leve uma faca (pequena, por favor!) para passar manteiga e cortar queijo, além de um saca rolhas – caso vá se hospedar em um hotel. Em um mercado ou boulangerie, compre pão, queijo, frutas, bebidas e aproveite um momento agradável, nessa atividade que é bem francesa.

No nosso piquenique, ficamos observando o treinamento da polícia no Rio Sena.

Lembre apenas de levar embora todo o lixo que fizer! Nosso piquenique em Paris foi em uma das ilhas do Sena, mas praticamente toda a margem do rio e os parques da cidade são boas opções para programar o seu.

3 – Aos domingos, perca-se pelas ruas do Marais

O Marais é uma região no centro de Paris, formanda por dois bairros: o 3˚ e o 4˚ arrondissements. A região é linda e simpática, e é a parte viva da cidade aos domingos. Isso porque neste dia da semana, tudo fecha, menos as lojas e restaurantes do Marais.

Entrada do Musée Carnavalet.

Na região, além da conhecida Place des Vosges está o excelente Museé Carnavalet, que é o museu perfeito para quem quer conhecer mais sobre a história de Paris. Neste bairro está o Marché des Enfants Rouges, uma excelente opção para o almoço tardio de domingo.

Entrada do Marché des Enfants Rouges.

4 – Tome um café na Rue de Montorgueil

Eu me apaixonei por esta pequena rua de pedestres próxima ao Centre Pompidou na primeira vez em que estive em Paris. Entramos nela meio que por acaso, e nos encantamos com a diversidade de seus cafés, lojas e confeitarias.

Rue de Montorgueil em Paris.

Depois de percorrer o pequeno trecho maravilhando-se com as vitrines, provando doces e queijos, escolha um café, peça uma bebida do seu agrado e fique observando o movimento. Nesta rua fica a conhecida Pâtisserie Stohrer – a mais antiga de Paris (fundada em 1725, pelo confeiteiro austríaco Nicolas Stoher, que foi levado para a capital da França para fazer os doces do casamento de Maria Antonieta).

5 – Caminhe da ponte de Bir-Hakeim até a Estátua da Liberdade na Île aux Cygnes

A ponte de Bir-Hakeim é um dos lugares mais fotogênicos de Paris e um passeio pela região é uma das opções para quem quer fugir das atrações mais populares da cidade. Toda estruturada em aço, tem parte inferior em formato de arco e desenho de inspiração Artnouveau

Estátua da Liberdade de Paris.

No meio da ponte está o acesso a Île aux Cygnes, cuja agradável caminhada leva a Estátua da Liberdade de Paris. A réplica de 22 m em bronze da estátua americana (que foi presente da França), foi um presente dos EUA em comemoração ao centenário da Revolução Francesa.

6 – Visite o Le Bon Marché

Loja de departamentos mais sofisticada de Paris não tem a imponência das Galeries Lafayette, mas merece uma visita curiosa, pois é um dos lugares que os parisienses mais amam na cidade. Principalmente porque não é muito frequentado por turistas.

A construção de 1869 é obra do arquiteto Alexandre Leplanche e foi o primeiro prédio francês onde se utilizou as estruturas metálicas de Gustave Eiffel. É a indicação para quem busca roupas e artigos de decoração de qualidade.

Fachada La Grande Épicerie de Paris.

Mas se você não está interessado em compras, recomendo que atravesse a rua e visite a La Grande Épicerie de Paris, que faz parte do Le Bon Marché. Para quem aprecia culinária e gastronomia, é uma excelente opção para descobrir sabores (sempre muito frescos) do mundo todo. Na parte de restaurante, é possível almoçar ou fazer refeições rápidas.

7 – Faça compras na City Pharma e em algum Monoprix

Pode parecer estranha esta dica de uma farmácia incluída como passeio (também pode não ser novidade para muitos), mas acho importante compartilhar. Digo isso porque a França é a terra de algumas das maiores (e melhores) marcas de dermocosméticos e na City Pharma é possível comprar pelo melhor preço da cidade.

Fachada da City Pharma.

Se tiver interesse, esse é o endereço: 26 Rue du Four, Saint-Germain-des-Prés. Sempre tem produtos em oferta, então vale dar uma espiadinha.

Monoprix (rede francesa de supermercados) também é uma excelente opção para compra de cosméticos em Paris. Nele é possível comprar produtos de marcas mais tradicionais e conhecidas como a Loreal e a Bourjois, além de outras nem tão conhecidas assim, mas igualmente boas. As marcas bem conhecidas, como a La Roche Posay que são vendidas em farmácias, também são mais baratas no Monoprix.

Este também é um ótimo lugar para para comprar lanchinhos, comidas e até mesmo lembranças de Paris.

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Gostou das dicas de passeios em Paris? Acha que está faltando alguma coisa? Deixe sua opinião nos comentários!




Minha viagem para Paris

Post introdutório com dicas para quem está de viagem marcada para a cidade luz.

Paris, linda de dia e também à noite!

Uma viagem para Paris nunca é demais – sempre há o que se fazer (ou refazer), impossível se cansar de uma cidade tão grande e cheia de atrativos. Já me sinto quase uma habitué da capital da França, pois já estive lá por diversas vezes. Algumas para visitar o André, nosso amigo que já postou por aqui, desde que nos mudamos para a Bélgica, e mais algumas entre 2010 e 2013.

Foto da primeira vez que estive em Paris!

Em todas as vezes fiz novas descobertas, penso que mesmo se vivesse lá, nunca cansaria de curtir a capital dos franceses. É roteiro obrigatório para toda pessoa que gosta de viagem e talvez por ser um dos destinos mais visitados do mundo, exista uma infinidade de blogs que falem sobre esse amado destino. Entre eles o excelente Conexão Paris, o qual acompanho desde a minha primeira visita, e que segue sempre muito bem atualizado.

Sendo assim, não vejo necessidade de compartilhar aqui informações sobre como visitar a Torre Eiffel e etc., mas sim o que eu costumo chamar de minha viagem para Paris. Ou seja, as coisas que eu gostei de fazer e que recomendo. Com destaque, é claro, para a cerveja artesanal francesa (mercado que está crescendo muito!).

Os posts sobre Paris serão sobre os seguintes temas:

  • Dicas de Passeios;
  • Dicas de comida e restaurantes;
  • Lugares para provar cerveja artesanal francesa.

O que você precisa saber antes de uma viagem para Paris em 7 dicas

Paris é uma cidade maravilhosa, mas muitas pessoas que conheço não a apreciaram tanto assim. Um pouco pode ser por falta de planejamento, outro tanto, de alguém que te apresente a cidade e te faça criar uma certa expectativa, que indique a melhor forma de aproveitar o que ela tem de bom a oferecer.

Adoro aquela cidade (não mais que Bruxelas, que fique claro) e escrevo para ajudar qualquer pessoa que me lê, a ter uma boa experiência.

1 – A simpatia parte de você

A primeira coisa que se fala dos parisienses é que não são simpáticos e isso que indico agora serve para qualquer lugar do mundo: não espere simpatia gratuita, comece sendo simpático e terá respostas positivas. Pode começar gastando o seu francês. Isso mesmo, aprenda o básico bonjourmerciparlez vous anglais e você vai ver que as pessoas vão reagir de forma muito simpática. Mas nunca deixe de tentar falar francês.

Outro mito que deve ser eliminado é dizer que os parisienses não falam inglês: eles falam, mas geralmente tem receio de falar errado por isso não chegam atendendo turistas com um good morning.

2 – Nem tudo é caro, mas também não é muito barato

Quem ainda não teve a oportunidade de visitar a Europa pensa que tudo aqui é caro (ok, convertendo para reais parece mesmo!), mas as coisas não são bem assim. Visitar Paris é mais em conta do que Londres ou qualquer capital escandinava, mas também não é uma pechincha. Nada que um pouco de economia e programação não resolvam.

Hotéis costumam ser um pouco mais caros, o transporte é barato, a comida normal de bistrô tem preço na média europeia. Perfume francês é mais barato em Paris, certo? Errado. Pelo menos não os de grife conhecidas (deixe para comprar nos EUA). Já das perfurmarias mais tradicionais, que não se encontram no BR sim.

3 – Esqueça o carro

O transporte público de Paris é maravilhoso! Tem muitas estações, várias linhas, uma frequência muito grande. Você pode fazer tudo sem um carro. Dirigir no centro de Paris significa que você pode ficar preso por horas em um engarrafamento (por causa de uma manifestação, uma obra ou uma feira/evento de rua), e por experiência própria, digo: é muito frustrante.

Caminhe, use o transporte público, a cidade é linda e além de se sentir parte dela, você poderá ver muito mais coisas do que se ficar preso no trânsito infernal da cidade.

4 – Indispensáveis na mala: faca de serrinha, saca rolhas e guarda-chuva

Pode parecer estranho, mas eu juro que você vai sentir falta de uma faca. Isso porque vai ver muitas boulangeries com pães deliciosos, muitos queijos que vai querer provar, mas vai deixar de lado simplesmente porque não tem faca no seu quarto do hotel. Então, não exite em levar uma, mas lembre que ela precisa ir na bagagem despachada.

Saca-rolhas é meio óbvio: vinhos, e por preços muito bons. Você encontra em todos os lugares, até mesmo no Monoprix. Caso decida provar uma garrafa no hotel ou em algum parque (ou na beira do Sena, como fazem os parisienses), ele será muito útil. Se esquecer, pode comprar em algum quiosque que vende souvenirs.

Leve um guarda-chuva! Em Paris (e Bruxelas, e Londres, e Amsterdã…) chove muito. Muitas vezes chuva fraca, garoa, intercalada com períodos de sol. Mas chove. Em qualquer estação. Costumo dizer que quem vive nestas cidades há muito tempo já nem se importa, e segue sua vida como se chuva não molhasse. Por isso amo casacos com capuz – são muito úteis nestes casos. De qualquer forma, esse acessório precisa fazer parte de sua mala de viagem para Paris.

Tempo fechado após visita à Sacre Coeur.

5 – Arrisque-se em um restaurante não listado em guias e roteiros turísticos

O André –  este mesmo que falei lá acima no post e que já escreveu algumas vezes por aqui – morou em Paris por um bom tempo e ele tem uma teoria que concordo sobre a qualidade dos restaurantes de Paris: difícil a comida ser ruim. A concorrência é tão grande, que todo mundo sempre tenta fazer o melhor. E eu concordo!

Por isso indico que esta é uma das melhores cidades que conheço para quem gosta de se aventurar em um restaurante que não está nos guias, ou sem muitas referências. Já fiz isso em 3 ou 4 ocasiões diferentes e nunca me arrependi. Ideal para aqueles dias em que não se sabe o que fazer ou que se quer comer pertinho do hotel, por exemplo.

6 – Leia sobre Paris

Algo que sempre falo por aqui é que cada pessoa busca coisas diferentes quando vai viajar, por isso não posto roteiros prontos sobre os lugares que visito e sim, aquilo que gostei e achei interessante. Considero esta a principal dica deste post – por isso o nomeei como Minha viagem para Paris, pois aqui vou listar apenas aquilo que amei fazer quando visitei a cidade.

Se você vai viajar para um determinado lugar, leia sobre ele para descobrir o que vai querer fazer, onde vai querer ficar, onde comer e assim por diante. Isso com certeza deixará a sua experiência de viagem muito mais interessante e gratificante. E isso não vale apenas para uma viagem para Paris!

Pais vista de cima…você sabe de onde essa foto foi tirada?

7 – Planeje sua viagem e faça seu próprio roteiro

De forma alguma acho que você deve abrir mão de um guia ou uma agência para ajudar no planejamento da sua viagem, mas é importante que você saiba o que quer ver e o que quer fazer no destino escolhido. Com esse pré-plano, você poderá ajustar os detalhes com a agência ou guia e garantir que a viagem terá a sua cara!




Giant’s Causeway, na Irlanda do Norte

Passeio para o norte da ilha a partir de Dublin é demorado, mas compensa esta escapada de um dia até a Irlanda do Norte.

Giant’s Causeway

Giant’s Causeway (Calçada dos Gigantes), na costa da Irlanda do Norte, é um dos principais pontos turísticos do país, juntamente com uma série de outras atrações que podem ser visitadas na região. Como tínhamos pouco tempo e a proposta era ir para o local a partir de Dublin e voltar no mesmo dia, além da curiosa formação de basalto, visitamos apenas Dunluce Castle (que serviu de locação para Game of Thrones) nas proximidades e a capital Belfast – ambos que recomendo muito!

Sobre Giant’s Causeway

Giant’s Causeway é o nome dado a este conjunto de pedras de basalto, em formato de colunas prismáticas no litoral da Irlanda do Norte – todas elas encaixadas como se formassem uma calçada irregular, apropriada para pés realmente gigantes. Faz parte de uma reserva natural, assim como toda a costa, e é Patrimônio da UNESCO desde 1986.

São milhares de colunas verticais de pedra de basalto, com diversas variações de altura, sendo que a mais alta mede 6m. Algumas dessas formações curiosas ganharam nomes, pois lembram objetos como uma harpa, um caixão e até mesmo uma bota (que teria pertencido ao gigante).

Lenda do Gigante Finn MacCool

Sim, o nome não é à toa. Existe uma lenda irlandesa de que um gigante vivia na região. Ele se chamava Finn MacCool e tinha, aproximadamente, 16m de altura. E ela está ligada a existência dessa calçada.

Tive que ver de perto para saber se o gigante não estava escondido aqui. Mas não era uma caverna!

Conta-se que o gigante irlandês Finn MacCool queria enfrentar o gigante escocês Benandonner, mas não existia embarcação grande o suficiente para levar um ao encontro do outro. Finn resolveu construir uma estrada com blocos de pedra para que o outro pudesse ir até a Irlanda. Mas como MacCool era menor do que o escocês, pediu para que sua mulher o vestisse de criança, para enganar o outro.

Quando Benandonner viu Finn, poderou: se o bebê é deste tamanho, imagina o tamanho do pai! E resolveu voltar para a Escócia, não sem antes destruir a estrada que ligava os dois países. Restou apenas a calçada que podemos visitar hoje.

Para que entendam como essa lenda não tem nada de absurdo: depois de percorrera calçada, um caminho ladeando a encosta norte da Irlanda do Norte, que permite a vista para a costa da Escócia. Apenas 130km da Giant’s Causeway tem uma ilha (onde reza a lenda, vivia o gigante Benandonner), com uma caverna com as mesmas formações rochosas. Essa é uma foto da caverna que não visitamos, mas compartilho para contextualizar. O lugar chama-se Gruta de Fingal.

Gruta de Fingal, na Escócia. Apenas 130km da Giant’s Causeway.

Para visitar Giant’s Causeway

Nós fomos de carro, alugado quando chegamos no aeroporto de Dublin. Como já comentei anteriormente, gostamos dessa opção, pois nos dá maior liberdade de horários e paradas onde e quando estamos a fim. São mais de 3 horas de viagem.

Muitas agências de turismo de Dublin e Belfast realizam este passeio e outros mais, com uma diversidade de opções que não arrisco a postar aqui. Ao se programar, pesquise de acordo com suas preferências e possibilidades. Todas as informações para chegar ao local, independente da opção de transporte, estão disponibilizadas neste link do site oficial da Giant’s Causeway.

No local, há um centro de visitantes, loja de souvenirs, museu interativo, estacionamento, restaurante, banheiros e toda a infraestrutura necessária para visitar o local sem problemas. Do centro de visitantes até a Giant’s Causeway são alguns bons minutos de caminhada – mas um ônibus é disponibilizado para que não deseja percorrer o caminho (que conta com uma bela subida na volta) caminhando.

Infos práticas

Horário: das 9h as 17h nos meses de novembro, dezembro e janeiro; das 9h as 18h nos meses de outubro, fevereiro e março; das 9h as 19h nos demais meses.

Ingresso: para adultos, ‎£ 8,50; crianças ‎£ 4,25.

Site oficial: http://www.giantscausewayofficialguide.com/

Mais da região e Irlanda do Norte

Aproveitamos para circular um pouco além de visitar a Giant’s Causeway. Paramos no Dunluce Castle e em Belfast. Não vimos muita coisa, mas o suficiente para gostar e qurer voltar! Sempre digo que gosto de deixar coisas por fazer quando visito um país, para ter uma desculpa para voltar. Tem funcionado!

  • Dunluce Castle

Para os fãs do seria do Game of Thrones, este foi o cenário escolhido para ser a House Greyjoy. Não entramos nas ruínas, mas fizemos a volta nas partes onde era possível acessar com facilidade. Construído por volta do ano 1200, bem na ponta da colina, para que pudesse avistar de longe possíveis invasores.

Foi habitado até meados do século 18, mas abandonado após duas tragédias que mataram muitos de seus moradores. Um desabamento de parte do castelo (torre de uma igreja pode ser vista em dias de maré baixa) na metade do século 17 e um incêndio já no século 18.

  • Belfast

Aproveitando que passaríamos pela capital antes de voltar para Dublin, resolvemos para para ver um pouco de Belfast. Adoramos! Uma cidade muito bonita, não visitamos nada em especial pois já era noite e tudo estava fechando, mas um simpático segurança do City Hall nos deixou entrar em uma parte para que pudéssemos ver e fotografar a cúpula.

  • Extra

Todas as atrações da Causeway Cost, na Irlanda do Norte estão listadas neste site aqui, incluindo um roteiro para fãs de Game of Thrones.

No próprio TripAdvisor existem algumas opções para quem tiver interesse em visitar as atrações ligadas a produção do seriado da HBO. Veja aqui e aqui.




Cliffs of Moher, na Irlanda

Um dos principais pontos turísticos da Irlanda, os Cliffs of Moher é um deslumbrante conjunto de falésias.

Como comentei no post com lista de Pubs Imperdíveis de Dublin, não vou fazer post com roteiro de viagem para a Irlanda, mas sim compartilhar o que fizemos de mais interessante. E se os Cliffs of Moher estão na lista de atrações turísticas essenciais, certamente são mais por sua imponência do que por qualquer outro motivo. Por isso, compartilho e recomendo com satisfação.

O que são os Cliffs of Moher

O conjunto de falésias que se estende pela costa sudoeste da Irlanda é um dos lugares mais deslumbrantes em que já estive. A combinação de cores do caminho também não deixa nada a desejar – a paleta de verdes, cinzas pretos e azuis muda à todo momento, conforme a luz proporcionada pelo vai e vem do sol e das nuvens. Uma descrição um tanto poética, eu sei, mas digna de um lugar inspirador. Não fosse o vento que assombra e quase te joga em direção ao mar.

O conjunto de penhascos se estende por 8 km, sendo que sua “ponta” mais alta tem 214 m. No local, uma pequena torre construída por Cornelius O’Brien (descendente do primeiro rei da Irlanda) mantem-se em pé desde 1835, apesar da fúria do mar e do vento.

Para visitar o local, planeje além do tempo de viagem pelo menos duas horas de visita. De Dublin até os Cliffs of Moher são 3h30 de viagem de carro.

Como ir de Dublin para Cliffs of Moher

Nós alugamos um carro quando chegamos no aeroporto de Dublin, já programando para fazer a viagem até os Cliffs e também para a Giants Caseway, na Irlanda do Norte. Também porque gostamos dessa liberdade de fazer as coisas na hora que tem vontade, parando onde tem vontade.

Um dos muitos castelos que vimos no caminho.

Mas se você preferir, existem outras possibilidades, saindo de Galway ou de Dublin para os Cliffs of Moher. Seguem algumas recomendações:

  • Carro: alugamos, colocamos no GPS e curtimos o caminho, que contou com muitos castelos, a maioria em ruína, além de ovelhas da carinha preta;
  • De ônibus, a partir de Dublin: procure o Dublin Tourism Office (na O’Connell Street ou na Suffolk Street) e peça pelo tour de 1 dia. Os ônibus saem diariamente da Suffolk Street e o passeio com guia custa em torno de € 45; 
  • De Galway para Cliffs of Moher: várias empresas oferecem o serviço e geralmente inclui transporte + ingresso – algumas oferecem paradas em castelos e outros pontos turísticos interessantes.

Infos práticas sobre os Cliffs of Moher

Horários: neste link, assim como os dias de abertura, melhores épocas para visitação e clima.

Ingresso: € 6 para adultos. Crianças não pagam (máximo de 4 crianças por adulto).

Site oficial: https://www.cliffsofmoher.ie/

No local, existe um centro de visitantes, estacionamento, museu, banheiros, restaurante e loja para atender as mais variadas necessidades dos turistas, pois o acesso fica um pouco afastado da cidade mais próxima.

Parada em Galway para jantar

Infelizmente não ficamos muito tempo nesta cidade linda, mas como a volta para Dublin era longa, decidimos jantar por lá. Ruas charmosas, repletas de restaurantes interessantes e muitos jovens circulando, foi o que vimos.

Para comer, escolhemos o The Quay Street Kitchen – restaurante com um cardápio bem variado que inclui frutos do mar, comida tradicional irlandesa, opções veganas e até gluten free. Pedimos Mexilhões, com molho de creme de leite e vinho, acompanhado de torrada com alho e Lamb Shank (canela de ovelha). Ambos deliciosos. Cardápio com valores atualizados no Facebook do restaurante.

Lamb Shank

Mexilhões

Endereço: Quay St, Galway – Irlanda




5 Pubs Imperdíveis de Dublin

Entre tantas opções na capital da Irlanda, veja quais você não pode deixar de ir em sua visita ao país.

Fachada do Thee Brazen Head, o pub mais antigo de Dublin.

Antes de falar quais são, no meu modesto ponto de vista, os 5 Pubs Imperdíveis de Dublin, uma observação: existe uma infinidade de bons blogs de viagem, com muitas dicas, que eu mesmo recorro a cada vez que vamos viajar. Por isso não costumo postar roteiros de viagem ou lista completa das atrações turísticas que visitamos. Não é esse o foco do blog, pois acredito que cada um gosta de fazer coisas diferentes quando viaja.

Este é o primeiro de 3 posts sobre Irlanda e Irlanda do Norte que vou postar, para compartilhar o que fizemos na viagem – que já foi há algum bom tempo – que achei mais interessante, com destaque para quem gosta de apreciar cervejas artesanais, assim como nós.

E tem muito a ser postado ainda! Da mesma forma vou posar sobre Alemanha, Dinamarca, Escócia, Itália, Hungria, Portugal, Brasil, Holanda, França e Espanha, e sempre apresentarei com a mesma fórmula: lista de pubs ou bares que mais gostamos, com dicas para quem aprecia cerveja, alguns restaurantes e algumas atrações turísticas que mais gostei de visitar ou que fogem um pouco dos roteiros tradicionais. Como vivo na Bélgica, o país sempre terá um destaque especial e por isso, muito mais posts. Espero que apreciem esse formato e guardem estas dicas que preparo com muito carinho!

5 Pubs Imperdíveis de Dublin

Sempre que penso em Dublin, a primeira imagem que vem na cabeça é dos pubs lotados e as comemorações de Saint Patrick’s. Isso de certa forma se confirmou quando visitamos a Irlanda há algum tempinho atrás – e para quem gosta de provar cervejas artesanais não há nada mais atraente.

Mas existem tantos pubs na cidade que fica difícil escolher quais visitar e quais não, e esta listinha modesta com apenas 5 opções tem a intenção de ajudar quem pretende viajar para Dublin com esse propósito. Nela explico porque cada um é imperdível. Eles não estão listados em ordem de importância.

1 – The Porterhouse

Este brewpub é imperdível por conta de suas cervejas. Com uma carta bem variada, tem ambiente bonito, organizado e é bem movimentado. Só não se programe para jantar tarde: a cozinha fecha às 21h30, sem choro nem vela. A pizza do outro lado da rua pode ser a sua salvação.

Eles tem filiais em outras cidades, incluindo Londres e New York.

Endereço: 16-18 Parliament St, Temple Bar, Dublin 2, D02 VR94, Irlanda

Site: http://www.theporterhouse.ie/index.php

2 – Quays Irish Restaurant

Este é o lugar que recomendo para quem quer provar um autêntico café da manhã irlandês – acompanhado de uma cidra Bulmers. Outro pub muito bonito em Temple Bar, tanto interna quanto externamente. À noite tem música ao vivo, mas o menu de cervejas não tem nada de especial. Vá pela comida mesmo, pois a casa é conhecida por servir as melhores versões de pratos tradicionais irlandeses.

Endereço: 10-12 Temple Bar Square, Dublin 2

Site: http://www.quaysrestaurant.com/

3 – The Brazen Head

Este é apenas o pub mais antigo de Dublin – o registro/fundação do bar data do ano de 1198. A atmosfera é bem peculiar e remota mesmo há muitos séculos de história. Dividido em diversos ambientes, incluindo uma área externa com jardins onde se concentram os fumantes, curtimos sentar no balcão e aproveitar do simpático atendimento irlandês, enquanto provamos algumas cervejas.

Endereço: 20 Bridge Street Lower, Dublin 8

Site: http://www.brazenhead.com

4 – The Brew Dock

Pub da cervejaria Galway, uma das maiores do país, é imperdível pela grande quantidade de cervejas on tap e garrafa. Fica um pouco mais afastado da região de pubs, mas vale a visita – principalmente se você procura por cervejas locais.

Endereço: 1 Amiens Street, Dublin

Site: http://galwaybaybrewery.com/brewdock/

5 – The Beer Market

Outro pub da Galway Brewery, também com visual moderno e agradável. Abre cedo, mas lota mesmo só no final da tarde. Várias boas opções na carta de cervejas, beer flight e comidinhas autênticas de pub, como batata frita com vinagre e chicken wings no potão de 1kg. Muito bom!

Endereço: 13 High Street, Christchurch, Dublin

Site: http://www.galwaybaybrewery.com/beermarket/

Bônus – restaurante

  • The Bull & Castle

Como nem só de cerveja o corpo se sustenta, resolvemos provar algo bem propagandeado por toda Dublin (e aqui em Bruxelas também!): a carne irlandesa. Escolhemos o The Bull & Castle e adoramos! 

Eles tem várias unidades em Dublin – o restaurante faz parte da rede Fxbuckley – nós estivemos na do endereço abaixo. O preço é ok, não é barbada mas também não é facada do bolso. Fomos de pão com pastinhas na entrada, tartar steak com batata frita para jantar.

Endereço: 5-7 Lord Edward, Christchurch, Dublin 2

Site: http://www.fxbuckley.ie/the-bull-and-castle/




Hallerbos, a floresta de bluebells na Bélgica

Programando sua viagem para Bélgica? Hallerbos, a floresta azul ao sul de Bruxelas é a atração que não pode faltar na sua lista!

Post para quem está planejando viagem para a Bélgica e quer visitar a floresta azul.

A Bélgica tem muitas atrações para quem ama flores e tem a primavera como a estação preferida do ano. Uma delas é a visita às Estufas Reais de Laeken, que só abrem para a visitação em um curto período da primavera (este ano, de 14 de abril a 5 de maio). Mas uma das atrações mais encantadoras deste período fica um tanto afastada de Bruxelas, que é Hallerbos .

Esta floresta que é antiga, mas conta com muitas árvores jovens e a vegetação rasteira completamente cheia de bluebells – conhecidos no Brasil como jacintos. Estas flores, com a chegada da primavera, florescem e formam um encantador tapete azul, transformando a região, no município de Halle, com uma atmosfera mágica, digna de conto de fadas.

São mais de 1.300 hectares de floresta, 30min. ao sul de Bruxelas, com espaço preservado para quem gosta de apreciar esse bioma um tanto quanto raro – além desta na Bélgica, as outras florestas de Bluebells estão todas na Inglaterra. O ambiente é propício para quem gosta de fazer caminhadas, passeios de bicicleta e respirar ar puro. O parque conta também com banheiros e mesas para piquenique.

Um pouco de história

Santa Waltrudis, patrona da cidade de Moins, na Bélgica.

A menção mais antiga ao Hallerbos data do ano de 686, quando Santa Waltrudis, da dinastia dos Merovíngios chegou à região, para viver na abadia de Bergen. Como a abadia não tinha mais condições de tomar conta da floresta, após um acordo de 1229, foi colocada sobre a tutela e proteção dos Lordes de Bruxelas.

Com o passar dos séculos, a região foi mudando de proprietário, conforme era dominado, tento sido parte da França, Holanda e Alemanha.

Durante a Primeira Guerra Mundial, as tropas alemãs derrubaram todas as árvores grande e antigas, deixando a floresta em ruínas. Depois da Grande Guerra, esta região que então pertencia ao Ducado de Arenberg foi confiscada pelo Governo da Bélgica, como garantia de que os prejuízos causados pelos alemães, seriam compensados.

No ano de 1929, Hallerbos passou a pertencer definitivamente ao governo como compensação de guerra, que em 20 anos reflorestou completamente a região. Por esse motivo é que as árvores da região são tão novas.

  • Marcações de fronteira

Ao longo do passeio pelo parque é possível ver várias pedras com inscrições. Esta espécie de monumentos seculares são nada menos que marcações de fronteira do século 18. Isso porque na época existiam divergências entre os dois proprietários do local, que ao fazerem novo acordo sobre propriedade e exploração da região, fixaram stas pedras com nomenclaturas que podem ser vistas até hoje.

  • Visitação

Para quem deseja visitar o local, existe um site com informações completas (disponível em inglês), onde toda semana são pistados vídeos para que os visitantes podem acompanhar a floração a cada ano. Este abaixo foi postado no último dia 17/03/2017. Abaixo, um resumo das informações ara visitantes.

  • Informações práticas sobre o Hallerbos

* Instruções para visitar Hallerbos com links para infos em inglês.

* Mapas para caminhada: https://www.hallerbos.be/en/visitors-info/hiking-map/

* Trilhas (links para download de mapas): https://www.hallerbos.be/en/visitors-info/walks/

* Museu (horários e dias de abertura para este ano) – entrada grátis https://www.hallerbos.be/en/visitors-info/forest-museum/

* Para visitar de carro (mapa e rota): https://www.hallerbos.be/en/visitors-info/car/

* Para visitar com transporte público: https://www.hallerbos.be/en/visitors-info/public-transport/