Viagem para Islândia

Nossa viagem para Islândia foi curta, mas aqui segue um post intro sobre como foi e o que você verá por aqui!

Nossa viagem para Islândia aconteceu por conta do stopover grátis no país, e escolhemos ficar 3 noites na volta da viagem para os EUA. Nem de longe esse é o período ideal para se conhecer plenamente esta ilha fascinante, mas este é só um dos aspectos que trago hoje.

Isso porque antes de postar dicas e etc, acho interessante levantar alguns pontos importantes sobre viagem para Islândia. Não que seja absurdamente diferente do que viajar para outros lugares, mas decidi fazer um resumo que vale como dica para quem nunca esteve lá e quer conhecer. De acordo com a minha breve experiência, of course.

Nesta viagem focamos a caça a Aurora Boreal. Em uma próxima, quero ir no verão e percorrer toda a ilha, para ver tudo que não vi desta vez. Então seguem algumas coisas básicas que devem ser observadas antes de comprar uma passagem para esse país fascinante.

Viagem para Islândia

  • Antes de viajar, planeje-se

E aqui não falo somente de tempo, reservas de hotel e aluguel de carro. Mas principalmente sobre o que você quer ver, quanto tempo vai ou quer ficar, época do ano que quer visitar e quanto quer gastar. A moeda deles não é o euro e comida é consideravelmente mais cara do que nos demais países da Europa.

O blog All about Iceland tem muita info sobre o país, inclusive com preços de tudo, e você pode usar como base para calcular quanto gastaria em uma viagem para lá.

  • Para ver a Aurora Boreal

Permitam-me aqui fazer uma correção em meu próprio texto. O certo é caçar a dita cuja, pois digamos, não é só chegar lá e ver. Inclusive, conheço pessoas que passaram duas semanas na Islândia e não conseguiram ver a Aurora Boreal.

Nós conseguimos com apenas 3 noites em nossa viagem para Islândia, e todas as dicas estarão no post que farei sobre o assunto. Mas vale lembrar que se você quer ir no verão, o que tem é o sol da meia noite. Aurora Boreal mesmo só de setembro a março – isso sem contar todos os outros fatores que precisam ser observados. O planejar também é importante aqui.

Nossa sombra com a luz da Aurora Boreal!
  • Qual a melhor época para ir para a Islândia

Aqui é outro ponto que é muito relativo, e que depende muito das suas preferências. Se quer frio, se quer temperaturas mais amenas, se quer ver a Aurora Boreal. Acredito que para ver o fenômeno (e eu digo que vale imensamente a experiência) sem sofrer demais com as temperaturas baixas, entre setembro e outubro é o período ideal.

Mas não se iluda achando que no verão vai ser quente por lá. A temperatura média nos meses mais quentes do ano é 10 graus centígrados, mas o que precisa ser considerada é a sensação térmica. Que com o absurdo de vento que faz na Islândia, cai consideravelmente. Mas nada insuportável, acreditem.

Um dos períodos com sol. Mas o clima muda o tempo todo!
  • Viagem para apreciar belezas naturais

Uma viagem para Islândia pode incluir vários museus, mas sejamos sinceros: com tantas atrações naturais incríveis, é preciso ter prioridades. A minha neste caso foi ver a Aurora Boreal, mas na próxima quero visitar os museus e ver as outras atrações, todo um lado da ilha que nem cheguei perto!

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Encerro informando que serão apenas mais três posts com dicas de viagem para Islândia. Um sobre atrações para ver em 2 dias, outro com dicas de onde comer e outro sobre como caçar a Aurora Boreal. Até mais!




Como ir de Bruxelas a Amsterdã: guia prático

Dicas de como ir de Bruxelas a Amsterdã, para quem quer fazer um bate-e-volta ou passar alguns dias na capital da Holanda.

Foto: Happy Rail

Existem várias opções de como ir de Bruxelas a Amsterdã quando em um tour pela Europa, dada a proximidade dos dois países. Isso porque apenas 200 km separam a capital da Bélgica da da Holanda e por isso é difícil receber o impulso de visitar as duas na mesma viagem.

Mas qual a melhor forma de percorrer o caminho entre os dois destinos? Confira abaixo as opções disponíveis de como ir de Bruxelas a Amsterdã, de acordo com seu estilo de viagem.

Como ir de Bruxelas para Amsterdã

  • De trem

Trecho operado pela Thalys, companhia de trem de alta velocidade, a maneira mais prática de fazer esse caminho. Entre as vantagens: menos de duas horas de viagem, sem paradas e embarque e destino final no centro das cidades. Desvantagens: passagem é cara e passagens promocionais esgotam muito rapidamente.

Site: Thalys

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  • De carro

Por incrível que pareça, esta não é a forma mais prática de viajar de Bruxelas a Amsterdã! Isso porque existem probleminhas extras, especialmente neste trajeto: o trânsito é intenso (principalmente próximo à Antuérpia e nos finais de semana, logo após entrar na Holanda), estacionar em Amsterdã é caro (ideal é estacionar fora da cidade e ir de metro até o centro). A vantagem quase óbvia é que você mesmo faz seus horários.

Voltando de Amsterdã para Bruxelas, em um fim de tarde.

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  • De ônibus

Melhor opção para quem quer economizar. Entre as empresas que fazem este caminho (e vários outros dentro da Europa), estão a Ouibus, a Eurolines e a Flixbus. Mas em compensação, viajar de ônibus é estar sujeito a engarrafamento (e tem muito aqui na Europa!), roubo de bagagem (principalmente em Paris!), é mais demorado e não é possível reservar assento no ônibus.

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  • De avião

Os vôos podem até durar menos de uma hora, mas o deslocamento até os aeroportos (e a burocracia que envolvem a tarefa de embarcar em um vôo tão curto), fazem com que esta não seja a opção mais prática. mas se esta é a sua opção, saiba que a principal companhia aérea que faz o trajeto é a KLM, mas a Brussels Airlines é a companhia que recomendo.

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Para conferir como ir de Bruxelas a Bruges neste post aqui.




Viagem para Holanda

Post sobre como serão as dicas de viagem para Holanda neste blog que vos fala!

Vamos começar com as dicas de viagem para Holanda? Antes, preciso confessar que não sou lá muito fã da capital do país vizinho, mas como já visitei a cidade várias vezes, decidi compartilhar algumas infos com ideias de o que fazer em Amsterdã e algumas cidades próximas.

Não serão muitos post sobre viagem para Holanda. Vou postar separadamente sobre aquilo que visitei por mais de uma vez e realmente recomendo. E, por incrível que pareça, não teremos dicas de onde beber (só duas, na verdade) – acho que nesta parte o post ainda seria meio falho, pois não exploramos tanto quanto deveríamos este aspecto de Amsterdã ou de qualquer outra cidade holandesa.

Também quero visitar novamente alguns outros lugares onde já estivemos, e além de curtir melhor, poder preparar posts mais completos. Por hora, os posts com dicas de viagem para a Holanda serão sobre:

  • Zaanse Schans
  • Zaandam
  • Café Klos
  • Market Hall em Rotterdam
  • Rijksmuseum em Amsterdã
  • Passeio de barco em Amsterdã
  • Designers Outlet em Roermond
  • Como ir de Bruxelas para Amsterdã

Bom, por hora são estas as dicas que tenho para compartilhar. Mas sei que a Holanda é um país repleto de outras atrações que ainda quero visitar (o interior do país é especialmente belo). Assim que tiver outras dicas (como bares de cerveja artesanal), conhecer melhor Breda – que do pouco que vi, amei! -, Haia e outros lugares, compartilharei aqui.

Por mais que a Holanda seja logo ali, que tenhamos amigos morando lá e dificilmente viajamos para lá para turistar, prometo que não serei negligente. Mas deixo claro que as dicas que vou compartilhar aqui são comprovadíssimas, só vou falar do que realmente testei e aprovei.

Sobre Amsterdã

Esta é certamente uma das cidades que mais recebe turistas no mundo e talvez por isso não considere lá muito agradável visitar. Vimos algumas coisas mudarem ao longo dos anos e ela está ficando cada vez menos pitoresca.

Para terem uma ideia, nesses quase 5 anos que moramos em Bruxelas vimos que: passou a ser proibido beber na rua, a grande maioria dos turistas só vai lá por causa da maconha, é difícil circular pelas ruas com tanta gente, não sobram olhos para apreciar a arquitetura incomum das casas tortas na beira dos canais, está cada vez mais caro fazer qualquer coisa. Aos poucos nos próximos posts vou explicando melhor.

Mesmo assim, espero que aproveitem estas dicas de viagem!

Letreiro I amsterdam já não está mais na frente do museu!

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Onde comprar Mapa Mundi Raspadinha

Leitores do blog tem desconto especial na compra de Mapa Mundi Raspadinha na loja Abracei!

Mapa de raspadinha foto (1)

Expectativa para marcar mais países no mapa-mundi raspadinha é grande!

Criado por um estúdio de arte da Rússia, o mapa-mundi para raspar, batizado de I Was Here Scratch serve, além de decoração, para registro dos países que já foram visitados. Tornou-se rapidamente objeto de desejo dos viajantes incuráveis e rendeu um dilema: onde comprar?

Uma novidade no mercado brasileiro, a Abracei tem disponível uma edição exclusiva do mapa-mundi raspadinha onde o idioma do nome dos países é o português. Além de mapa mundi de raspar, em breve a loja terá mapa da Europa de raspar.

Os leitores do blog tem desconto especial na compra do mapa na Abracei, basta usar o cupom de desconto RECEITADEVIAGEM (válido até 31/03/2021).

Detalhes sobre o Mapa Mundi Raspadinha em Português da Abracei

  • Idioma: português
  • Preço: R$ 79,90 (sem cupom de desconto do blog – para ganhar 15% de desconto use RECEITADEVIAGEM,válido até 31/03/2021)
  • Envio: pronta-entrega para todo o Brasil
  • Material: papel couchê brilhante, como das raspadinhas. Fundo branco, parte a ser raspada em prata, fica colorido como no mapa mundi.
  • Dimensões: 72cm de comprimento x 40cm de altura
  • Peso: 108gm

O mapa mundi raspadinha está no topo de qualquer lista de presentes criativos que pessoas que gostam de viajar amariam ganhar. Se você quer presentear alguém assim neste Natal, aproveite e garanta já o seu Mapa Mundi Viaja & Raspa da Abracei!

E aí, gostou? Vai comprar um para marcar os lugares que conheceu?

Enquanto não compra seu mapa mundi raspadinha, pode brincar de raspar online (não recomendo, está todo em russo! Precisa ser muito bom em geografia para conseguir entender, rsrs).

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Post patrocinado.




Dúvida: posso levar chimarrão na viagem?

chimarrão em Paris - Blog Receita de Viagem

Nosso chimas, na beira do Rio Sena em Paris.

Há algum tempo atrás um casal de amigos em primeira viagem para Europa lançou uma questão que acho válida compartilhar: devo levar chimarrão? Um filme inteiro passou por minha mente e julguei que realmente, a dúvida deles era legítima, pois lembrei de experiências positivas e negativas com essa função de circular com chimas por aí. Por isso este post, com o qual espero ajudar todos que tem esta mesma dúvida.

Questão de hábito

Há quem ache estranho ou até mesmo nojento o hábito que muitos gaúchos tem de consumir chimarrão. Digo muitos porque nem todo gaúcho gosta de tomar mate e também existe uma boa parcela que até toma, mas de forma tão esporádica que certamente não sente falta quando fica sem, quem dirá quando está viajando. Eu já sou da turma que dificilmente fico sem, consumo no trabalho e em casa.

Em todas as viagens que fizemos no Brasil e algumas das vezes que fomos para outros países, levamos os apetrechos para tomar chimarrão. Algumas situações curiosas aconteceram, mas nada que me indicasse que não deveria fazer isso novamente, por isso acho válido compartilhar alguns relatos.

Algumas experiências

Em São Paulo:

– (yes, nós fomos para lá turistar e foi ótimo! assim que puder, recomendo e posto as dicas aqui) fomos abordados por um mendigo que perguntou se “essa cuia” era de chimarrão ou tererê. Foi engraçado e curioso, como este hábito nos aproxima de várias outras culturas!;

– resolvemos tomar café em uma padaria e o proprietário nos propôs trocar as cuias, já que a dele estava furada e ele dificilmente vem para o Rio Grande do Sul a passeio. Com o chimarrão, nós nos reconhecemos como gaúchos;

– com o chimarrão a tiracolo no Bairro da Liberdade, quase viramos atração turística. Japoneses que mal falavam português queriam saber o que era, jovens de outros lugares pediam para tirar fotos, uma simpática e elegante senhora de Canoas, na Grande Porto Alegre veio perguntar de que cidade éramos. Com o chimarrão, fazemos amigos.

chimarrão na Liberdade, SP - Blog Receita de Viagem

Com a cuia na Liberdade, São Paulo.

chimarrao em SP - Blog Receita de Viagem

Com o chimas no Metrô em SP.

Em Salvador: levamos, mas o calor não nos permitia ter vontade de tomar algo quente, então quase não tomamos. Por vezes, era até meio incômodo ficar carregando, por isso é sempre bom levar em consideração o lugar para onde se vai viajar.

No Uruguai: o país vizinho também consome a bebida tradicional dos gaúchos e dependendo do passeio e da temperatura, nós levávamos junto. Se era um passeio mais curto, uma caminhada na beira do Rio da Prata no final da tarde, valia a pena.

chimarrão em Montevideu - Blog Receita de Viagem

Chimarrão em Montevidéo no Uruguai.

Na Europa: a primeira vez que viajamos para a Europa nós levamos chimarrão porque minha irmã, que na época morava nos EUA, ia nos encontrar lá e sentia falta do chimarrão. Levamos até um pequeno estoque de erva-mate para ela. Mas já em nosso primeiro dia em Paris percebemos que ir ao banheiro após várias cuias era complicado. Depois de muito tempo procurando um aberto, já no final na tarde, decidimos voltar para o hotel.

Desde esse dia passamos a preparar o chimarrão para tomar em horários específicos:

– no começo da manhã, antes de sairmos para nossos passeios;

– no final da tarde, na volta para o hotel e antes do jantar;

– quando pegávamos a estrada para o nosso próximo destino.

cimarrão em Paris - Blog Receita de Viagem

Passeando pelos Tuileries de cuia na mão, fomos reconhecidos por uma paulista!

No Castelo em Nevers, na França - Vale do Loire.

No Castelo em Nevers, na França – Vale do Loire.

Em Curaçao: era agradável ver o pôr do sol tomando chimarrão na varanda de nosso quarto/studio. Mas nem lembro de termos levado a cuia e a térmica para passear fora do hotel.

chimarrão em Curaçao - Blog Receita de Viagem

Chimarrão na varanda em Curaçao, no Caribe.

O que considerar antes de decidir levar chimarrão na viagem

Não é proibido – ao contrário do que muitas pessoas afirmam e pensam, não é proibido levar erva-mate e apetrechos para chimarrão em viagens nacionais ou internacionais. Os problemas ocorrem quando qualquer um dos itens de nosso hábito tradicionalista estiver na bagagem de mão. Se quiser levar e evitar qualquer questionamento, acondicione cuia, erva-mate, térmica e bomba na bagagem despachada.

As restrições em geral são para produtos não industrializados. Nesse caso, opte por pacotes de erva-mate fechados à vácuo. Esqueça os produtos embalados em papel.

Cuidado com as palavras – se não quiser ter problemas com autoridades, nem criar qualquer tipo de situação embaraçosa ao explicar “o que é isso que você está tomando nesse copo diferente”, use sempre palavras em inglês do campo semântico do chá. Não é errado referir-se ao nosso chimarrão como “green tea”, preparado e consumido conforme as tradições do Sul da América. Acredite, esta é a melhor opção.

Pense na logística da viagem – nem toda viagem permite momentos de relax para tomar umas cuias e a programação deve ser levada em consideração antes de tomar uma decisão. Lembre-se também que pode ser difícil conseguir água quente (se levar um aquecedor elétrico, é necessário levar adaptador?!) e banheiros podem não ser tão acessíveis na hora da necessidade. Pontos turísticos atrolhados de turistas tornam-se mais difíceis de acessar com chimarrão na mão.

Se optar pelo SIM, o que devo levar?

Após ponderar, se decidir que vai levar chimarrão na sua viagem de férias, lembre que:

– a cuia pequena é mais prática;

– a erva em pacote fechado à vácuo não será considerada artesanal e evitará complicações com a fiscalização;

– a térmica total de inox é mais prática e deve ir sem nada de líquido dentro;

– a bomba deve ir na bagagem despachada mas em parte de fácil acesso, para o caso de ser questionado sobre a verdadeira natureza de um objeto de metal comprido e pontiagudo em sua mala;

– o aquecedor elétrico pequeno (com resistência na ponta) garante o abastecimento de água quente sempre que tiver vontade de preparar um chimas.

Origem: a versão mais sólida da origem do hábito de tomar chimarrão no Sul da América conta que os índios Guaranis (que viviam no Paraguai, Argentina, Rio Grande do Sul e Uruguai) já o faziam quando em 1500 e poucos os Espanhóis aportaram por aqui. Perceberam rapidamente que a bebida amarga feita com a planta ilex paraguaienses que os índios consumiam ajudavam na cura da ressaca.

IMPORTANTE

As regras da ANAC sobre vôos que partem do Brasil não indicam proibição quanto a levar erva-mate na bagagem despachada. A recomendação é de que consulte as regras do país para onde você está indo, para evitar problemas. Saiba mais aqui, no site oficial do órgão regulador.




Compras de Viagem: 5 Coisas para Trazer na Bagagem

presentinhos - Blog Receita de Viagem

Presentinhos que ganhamos dos afilhados após viagem para a Itália!

Quando viajamos, temos vontade de trazer de tudo na bagagem, não é mesmo? Levando em consideração o que é permitido e o que vale a pena, veja 5 dicas sobre o que você pode trazer dos países que visita, para lembrar do lugar que visitou ou presentear quem deseja. Confira a lista e acerte na hora das compras de viagem!

1 – Bebidas

Recomendo principalmente nos casos em que é algo bem tradicional e característico do país. Atente para os limites em litros por pessoas, mas não deixe de trazer Cervejas da Bélgica, Vinho do Porto de Portugal, Licor de Curaçao, Lambrusco da Itália, Champagne da França, Cidras na Irlanda…E o chá da Inglaterra!

bebibas - Blog Receita de Viagem

Bebibas de Curaçao e Portugal!

2 – Temperos

Indico porque existem temperos diferentes, que não se encontra com facilidade no Brasil ou porque são extremamente caros aqui! Atente que devem vir em embalagens seguras e devem ser industrializados. São uma excelente opção para os gourmets e aventureiros de fogão!

pimentas - Blog Receita de Viagem

Pimentas!

Flor de Sal!

Flor de Sal!

3 – Enlatados e outras iguarias

Descobrimos o Godard por acaso, no caminho para o Centre Pompidou na primeira viagem que fizemos à Paris. Através desta loja descobrimos o quanto podem ser deliciosos estes patês, foies e terrines franceses. Por preços bem mais em conta, mas com sabores igualmente deliciosos, é possível comprar este tipo de produto enlatado em supermercados como o Carrefour. Os supermercados de lá são excelentes! Além disso, fique de olho nos cogumelos, azeites temperados, trufas

pates e foies - Blog Receita de Viagem

Patês e Foies franceses.

cogumelos - Blog Receita de Viagem

Salsa trufada que ganhei dos afilhados que estiveram na Itália! Ao lado, cogumelos franceses que compramos no Carrefour.

4 – Souvenirs úteis

Canetas, lápis, marcadores de páginas, mapas diferenciados e demais utensílios personalizados do país são sempre uma boa opção para trazer de lembrança de viagem. Em geral os compro pouco antes de voltar, mas sempre é bom garantir na hora em que se encontra alguma coisa legal. Não deixe para depois, pois pode não conseguir voltar ou não encontrar mais!

souvenirs de curaçao - Blog Receita de Viagem

Mini licor, caneta e saleiro de Curaçao!

5 – Chocolate

Mesmo encontrando com facilidade chocolates importados no Brasil, vale a pena trazer pelo preço. Uma barra de Lindt ao Leite clássico (meu chocolate favorito nesse mundo!) custa no Brasil perto de R$ 10,00. Na França é possível comprar 3 barras por 1,50 euros. Sem contar que lá é possível encontrar opções como “Lindt Crème Bruleé” e que aqui, talvez só com as lojas especializadas que estão por abrir.